APAGÃO DA SAÚDE: SITUAÇÃO DIFÍCIL DO SISTEMA PÚBLICO ENTRA NO DEBATE ELEITORAL.

Os serviços públicos de saúde ocupam a cena dos debates eleitorais. Ressaltam a sua importância política, já diagnosticada anteriormente em pesquisas de opinião. A importância do assunto pode ser notada em todo território nacional. Um ponto que o Fax Sindical insiste (e vai continuar insistindo) em mostrar é o impacto negativo de uma política de gestão de pessoas no setor público que contemple adequadamente o funcionamento do sistema público de saúde. Este não é o único problema. Mas pode ser colocado entre os principais.


Em Uberaba, Anderson Adauto, do PMDB, que já foi ministro do Governo Lula, fala sobre a construção de um hospital municipal e não esconde as dificuldades que encontra devido ao financiamento da saúde. A matéria é do Jornal da Manhã, on line e a página é http://www.jmonline.com.br/?canais,9,08,483,P%C3%A1gina%20Inicial


O Diário de Natal divulga uma entrevista com os candidatos à Prefeitura sobre os problemas do sistema público de saúde. A maioria deles reconhece o problema do funcionamento do sistema e aponta o desinteresse dos médicos pelo serviço público. Causa? Má remuneração. A falta de valorização do conhecimento médico e de sua necessidade no serviço público torna-se um problema cada vez mais insistente. A crise recente em Pernambuco mostrou à opinião pública a gravidade do problema. A matéria está na página:
http://diariodenatal.dnonline.com.br/site/materia.php?idsec=4&idmat=175462


Também em Cuiabá o debate político sobre a saúde invade as páginas da imprensa regional. A escassez de médicos é apontada como um dos problemas. Não que faltem médicos no mercado, mas o desinteresse no serviço público é crescente. Motivo remuneração inadequada e falta de planos de cargos, carreiras e remuneração que despertem o interesse dos profissionais pelo serviço público. Um outro problema levantado na matéria do Diário de Cuiabá é a centralização da demanda na capital do Estado. Esse problema se repete em todo território nacional. Matéria em O Globo, de hoje, aponta pessoas obrigadas a viajar muitas horas, em condições difíceis, de cidades do interior do Rio de Janeiro, para se submeter a tratamentos médicos (pelo SUS) na capital. Em Juiz de Fora, cirurgias eletivas e procedimentos de alta complexidade e internações são feitos em pacientes de toda o Estado de Minas e até do Estado do Rio que usam endereços falsos na cidade para ter acesso a procedimentos médicos e internações.


Sobre a situação em Mato Grosso, pode ser lida a página http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=327205



E sobre a situação de pessoas que são orientadas a usar endereços falsos para conseguir procedimentos médicos em Juiz de Fora, a matéria pode ser lida no site da Tribuna de Minas (pede-se inscrição prévia gratuita) na página http://www.tribunademinas.com.br/politica/eleicoes080914_10.php

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  • Por Geraldo_Sette no diHITT em 14 -setembro- 2008 às 3:18 pm

    Apagão da saúde pública continua presente nos debates eleitorais….

    As dificuldades enfrentadas pelos serviços públicos de saúde estão no debate eleitoral. O esclarecimento sobre o assunto vai ganhando espaço na mídia. Pesquisas de opinião indicam a presença crescente do tema saúde pública nas preocupações …

    Curtir

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