Monthly Archives: julho 2009

Fax Sindical 173

Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 173
SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA=====================================
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Número 173 -Ano IV- 29 de julho-2009.
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NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2009.*
Amanhã (30/07) reunem-se com a Diretoria do Sindicato dos Médicos os profissionais indicados em Assembléia para representar a parte classista na elaboração do plano de cargos, carreiras e remuneração para os médicos municipais. O plano deverá ser transformado em projeto de Lei e enviado pelo Poder Executivo à Câmara Municipal. Ele atenderá a todos os médicos da Prefeitura, da administração direta, indireta, fundações e autarquias. – * – O trabalho a ser desenvolvido por essa comissão é de relevante interesse público. Considerando a gravidade do problema das relações trabalhistas no SUS, decorrentes da insuficiência e negligência quanto a políticas de recursos humanos aplicadas à atividade médica no serviço público. A compreensão desse momento como decisivo para o futuro do SUS em Juiz de Fora é importante tanto para os representantes classistas dos médicos quanto para a administração municipal. – * – MEMÓRIA – Hoje o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra o ex-prefeito Carlos Alberto Bejani. Enquanto a cidade era subtraída em tenebrosas transações, com direito a vídeos transmitidos em rede nacional para dezenas de milhões de lares brasileiros, na área de Saúde o Bejani tentava implantar a ditadura, nomeando Nininha para Secretária de Saúde. Um período de autoritarismo e ineficiência. O resultado desastroso penalisa os usuários do SUS em Juiz de Fora até hoje. Lamentavelmente, uma dúzia de médicos e funcionários da saúde foram solicitos em apoiar o regime de excessão dentro do SUS, naquele período tenebroso da história da cidade. – * – RENÚNCIA – hoje a Dra. Eunice Dantas, secretária municipal de saúde do prefeito Custódio, apresentou sua renúncia. No MGTV foi dito que ela não estava conseguindo conciliar a sua vida profissional com as exigências da gestão. A Dra. Eunice, integrante do corpo clínico da Santa Casa de Misericórdia, deixa o governo do Custódio. O futuro da Saúde ainda é nebuloso. Dra. Eunice foi secretária em um período crítico. Durante sua gestão, mas não por sua responsabilidade, os conflitos trabalhistas entre médicos e administração municipal acabaram desaguando em uma greve. Os médicos insurgiram-se contra os péssimos salários que recebem da Prefeitura de Juiz de Fora (vencimento básico inicial de mil duzentos e setenta e sete reais) e discriminação salarial (a Prefeitura paga aos médicos menos 25% do que os demais servidores de nível superior). Os servidores dos setores de urgência e emergência percebem uma gorjeta denominada penosidade, que não se incorpora para fins de benefício, aposentadoria ou afastamento de plantões. O nome penosidade é aplicado indevidamente a essa função. Telefonistas, por exemplo, fazem jus à penosidade. Na verdade é uma gratificação para certas atividades de pronto atendimento e de hospital que duram apenas enquanto o profissional estiver exposto a certas condições estressantes e difíceis de trabalho. Essa tensão trabalhista é o que o Sindicato espera equacionar com a Prefeitura durante a elaboração do PCCS. O movimento sindical também revela a sua preocupação com os rumos da gestão pública da saúde na administração do Custódio. O Sindicato dos Médicos continua mobilizado e alerta.=====================================
Emprego, salário, renda, aposentadoria, sindicalismo médico, trabalho médico, políticas de saúde, esses são assuntos tratados pelo FAX SINDICAL. Faça uma visita a http://faxsindical.blogspot.com e explore esse assuntos. Envie também a sua contribuição para o blog. Ela será bem recebida.
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Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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PROTESTO CONTRA PERÍCIAS DO INSS.

Força Sindical, UGTB, CGTB e CTB organizam protesto em Salvador contra o rigorismo das perícias médicas do INSS. Um posto do INSS foi fechado pelos protestos. As centrais sindicais denunciam o descaso dos peritos em relação a atestados e declarações médicas. Acreditam que seja um desrespeito ao trabalhador. Tem ocorrido incidentes e uma multiplicação de ações judiciais decorrentes da postura dos peritos. A matéria sobre o protesto contra a perícia do INSS segue abaixo.

Protesto impede atendimento em agência do INSS de Brotas

A TARDE On Line

Cerca de 60 trabalhadores de quatro centrais sindicais de Salvador realizam um protesto na manhã desta sexta-feira, 23, em frente à agência do INSS de Brotas. Com carros de som e faixas, os manifestantes pedem que seja revisto o modelo pericial do órgão, uma vez que diversos trabalhadores são considerados inaptos para o serviço por médicos, mas têm o direito ao auxílio-doença negado pelos médicos peritos do INSS.

De acordo com o diretor da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Wanderley Júnior, os sindicatos têm recebido inúmeras queixas de trabalhadores nessa situação. “É algo arbitrário. O médico emite laudo dizendo que a pessoa está doente e não tem condições de trabalhar, mas ainda assim o perito do INSS nega o benefício”, lamenta.

Wanderley explica que a agência de Brotas foi escolhida para o protesto por ser o local de atendimento inicial para diversos segurados. Ele garante que, logo após o início do protesto, as portas da unidade foram fechadas e muitos cidadãos em busca de atendimento voltaram para casa sem ter o serviço prestado. Além da CTB, fazem parte do protesto a Força Sindical, a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

O outro lado – Por meio de sua assessoria de comunicação, o INSS assegura que todos os atendimentos marcados para esta sexta-feira estão sendo prestados normalmente na agência de Brotas. No entanto, as portas foram fechadas porque nesta sexta-feira acontece a reunião técnica mensal para discutir questões internas da unidade. Quando esses encontros acontecem, o atendimento fica suspenso, com excessão daqueles que já estavam agendados.

Fonte:
A TARDE On Line : CIDADES – Protesto impede atendimento em agência do INSS de Brotas

A luta dos médicos brasileiros por PCCS do SUS.

Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 171
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
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Número 171*Ano IV*21 de julho de 2009
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ATENÇÃO! MÉDICOS DA PREFEITURA! ASSEMBLÉIA NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, ÀS 19 E 30 HS. VAI DISCUTIR O FUTURO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA: O PCCS!
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Discussão de PCCS de médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.
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O Sindicato tem recolhido subsídios para a discussão. O principal deles é o projeto modelo desenvolvido pelo órgão maior de representação classista dos médicos – a FENAM – Federação Nacional dos Médicos – que reúne todos os sindicatos médicos do Brasil. Ela representa cerca de trezentos mil médicos e tem sido um ator político de importância crescente em épocas mais recentes. O projeto modelo foi elaborado com a colaboração da Fundação Getúlio Vargas, que tem profissionais de elevada competência e titulação acadêmica comprovada na área de recursos humanos. Também a AMB – Associação Médica Brasileira – e o CFM – Conselho Federal de Medicina, contribuiram para o projeto. ——- * * * ——- Recentemente, um PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL (PEC) de autoria do Deputado MAURÍCIO RANDS (PT – Pernambuco) foi apresentado na Câmara dos Deputados. Ele prevê a obrigatoriedade de criação de planos de cargos, carreira e salários para todos os funcionários do SUS, em todos os níveis da administração pública. Trata-se de uma iniciativa importante, porque procura responder à principal fraqueza do SUS, que é a ausência de uma política de recursos humanos.— *** — O plano discrimina os agentes comunitários de saúde, os únicos que poderão ser admitidos sem concurso público, mas apenas mediante seleção. As outras categorias teriam melhor sorte: seriam admitidos por concurso, não seriam mão de obra precária sujeita aos dissabores da política e da troca de governantes.— *** — No entanto o projeto, para os médicos e tal como foi apresentado, está na contramão da história. Não prevê plano específico para a carreira médica, desconsiderando a luta da categoria profissional. Na verdade, o Deputado Maurício Rands deveria procurar a Diretoria da FENAM. A entidade sindical máxima dos médicos representa três centenas de milhares de profissionais qualificados. A Medicina sempre esteve também bem representada no mundo da política. Sempre houve Prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, Governadores e até Presidente da República que foram médicos. Portanto não há que se desconsiderar essa classe. — *** — Um plano unificado, que lance os médicos na geléia geral do nível superior de uma carreira, sempre foi prejudicial aos médicos. A defasagem entre os salários do setor público e do setor privado na área médica é gritante contra o setor público. A correção só pode vir de planos de cargos, carreiras e salários próprios, que abram caminho para reverter essa situação. Tudo isso é um processo político, no qual a representação classista dos médicos está envolvida já há mais de uma década. Poderia o projeto do deputado pernambucano Rands prever a possibilidade de haver planos separados para as carreiras que tivessem representação classista própria (médicos e outras categorias), caso houvesse interesse dessa categoria, por meio de sua representação classista de ter um PCCS próprio dentro do SUS. Aí sim, ia ficar tudo de bom tamanho. — *** — EXISTE UMA GRANDE DESVANTAGEM EM SE ASSOCIAR A UM PLANO DE CARGOS E CARREIRAS QUE ENGLOBE TODAS AS CATEGORIAS – É A PERDA DA REPRESENTATIVIDADE – A idéia de unificar o PCCS com as demais categorias, como em uma camisa de força corporativa, vem dos chamados sindicatões. Esses sindicatos, como os Sindsaúde e os sindicatos de empregados das Prefeitura, englobam todas as classes profissionais. A prática sindical tem mostrado, ao longo do tempo, que esse modelo de representação classista apresenta um vício muito grande. As classes mais numerosas, naturalmente, são amplamente representadas nas diretorias e tem votos decisivos nas reuniões e assembléias. Essas deliberações nem sempre contentam as minorias, alijadas das decisões e desmerecidas em seus pleitos. Os sindicatões não conseguiram contruir dispositivos estatutários e regimentais que assegurem a voz e o respeito às minorias, no caso, as classes menos numerosas. Por isso, planos unificados que deixem os médicos (ou outras categorias) à mercê da representação classista genérica desses sindicatos, que pode ser nociva para a categoria. A história sindical recente tem sido rica em exemplos disso. E não apenas para os médicos, mas também para outras classes de formação universitária ou técnica altamente especializada. — *** — O projeto do deputado Rands é meritório em suas intenções. Mas, para ter apoio razoável no meio da comunidade médica, precisa de alguns reajustes que atendam as especificidades laborais das categorias que atuam nos serviços públicos de saúde. Aí sim, o projeto Rands seria ótimo e oportuno.Para os interessados,
Link para a página do site da Câmara noticiando apresentação do projeto:
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=13765
Link para a integra do projeto:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=433336
Na foto abaixo um corredor do HPS de Juiz de Fora. Política de arrocho salarial e ameaças de cortes acusam apreensão e estresse entre trabalhadores dos setores de urgência e emergência da Prefeitura de Juiz de Fora.
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Prefeitura de Juiz de Fora – Arrocho e crise na Saúde.

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 170 CUSTODIO E O ARROCHO.
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora======================================<<<<<<>>>>>>======================================Número 170 *Ano IV*20 de julho de 2009
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ATENÇÃO! MUITO IMPORTANTE! ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.DIA 23 DE JULHO DE 2009 (QUINTA-FEIRA) – 19 HORAS E TRINTA MINUTOS – SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA.PAUTA: PLANO DE CARGOS, CARREIRA E SALÁRIOS PARA OS MÉDICOS MUNICIPAIS, DENÚNCIA DA DETERIORAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO NO SUS DE JUIZ DE FORA.PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS.

***A suspensão da greve dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora deveu-se a um acordo que prevê a implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração para os profissionais da Medicina de todo serviço público municipal e a criação de uma comissão permanente para avaliar e encaminhar providências quanto à gravíssima deterioração de condições de atendimento no SUS de Juiz de Fora.***A suspensão da greve, como ato demonstrativo de boa fé e de boa vontade dos médicos da Prefeitura, deveu-se à consideração da importância das conquistas e à esperança de que a administração municipal compartilhe das preocupações dos médicos e entenda a extensão e a gravidade dos problemas que rondam o sistema público de saúde local.***A atitude dos médicos não foi correspondida pela administração do Sr. Custódio de Matos. Mesmo tendo um filho potencial candidato a deputado estadual, o Prefeito submeteu-se ao desgaste político que cerca as decisões infelizes. Antes mesmo do encerramento das negociações cortou os minguados salários dos médicos municipais.*** A atitude é arbitrária. A legalidade da greve não foi questionada em momento algum pela administração do CUstódio.*** Em razão de fatos conhecidos, o Sindicato dos Médicos dará entrada com protesto na Justiça, contra os cortes salariais dos dias parados. Essa medida vale para os médicos estatutários ou efetivos, empregados da administração direta. Para os médicos da AMAC, o Sindicato poderá acionar o Ministério do Trabalho, se confirmados os cortes. Essa medida deixaria clara a relação de subordinação entre a administração municipal (Prefeitura) e os médicos da AMAC, questão relevante do ponto de vista trabalhista.*** Uma das alegações de protesto contra a medida do corte de salários é o fato dos salários dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora estarem entre os piores do país.*** Esse ano, todas as classes de nível superior e técnico da Prefeitura tiveram o seu salário encolhido em pelo menos 6%. Resultado da não correção dos salários. Nos serviços que trabalham em regime de pronto atendimento (chamados de urgência e emergência) há intranquilidade, porque só se fala em cortes. Essa é a verdade administrativa de CUstódio e Vítor. O seu verdadeiro nome é arrocho salarial. Filhote do choque de gestão neoliberal de José Serra e Aécio. Não há um retrospecto positivo para as políticas de arrocho salarial. Elas sempre prejudicaram o serviço público, as pessoas que dependem do serviço público (usuários, trabalhadores e suas famílias), o consumo interno e a ordem econômica. O movimento sindical, pela quase totalidade de suas correntes sempre opôs firme resistencia às políticas de arrocho.
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Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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Perdas dos aposentados no plano Real na Justiça.

Ministério Público Federal coloca em questão perdas dos aposentados durante o Plano Real.

Em Santa Catarina, o Ministério Público Federal entrou com ação para correção no reajuste das aposentadorias, com base nos critérios de correção que foram adotados na época do Plano Real, quando foi criada a nova moeda. A ação civil pública questiona os critérios de reajustes concedidos aos aposentados. Se for procedente a ação, os aposentados estarão entre as vítimas do Plano Real. “Segundo o MPF, a escolha adotada causou prejuízo econômico e social aos beneficiários da previdência de todo o País e feriu o preceito constitucional da preservação do valor real dos benefícios.” É o que diz matéria publicada na página http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/07/13/e130710093.aspp do JB ONLINE, com o título “MPF abre ação para correção no reajuste de aposentadorias” de autoria de Cláudia Penteado, do Portal Terra.
O período é o da conversão de moeda no Plano Real e períodos posteriores até o ano de 2003. O prejuízo teria sido infringido aos aposentados durante o Governo do Presidente Itamar Franco. Eleito vice-presidente compondo chapa com Fernando Collor de Mello, Itamar posteriormente apadrinhou e patrocinou a candidatura de Fernando Henrique Cardoso, usando o Plano Real como bandeira eleitoral. Itamar também, quando Presidente da República, vetou a revisão do salário mínimo profissional dos médicos, de três salários mínimos, aprovada pelo Congresso Nacional.
Continua a notícia sobre o prejuízo dos aposentados nos governos de Itamar e de FHC.
“O que se busca é que o cálculo sobre os benefícios previdenciários seja matematicamente correto, mantendo, dessa maneira, o valor real dos benefícios previdenciários”, diz o procurador da República em Blumenau João Marques Brandão Néto. Os supostos equ ívocos encontrados pelo MPF SC apontam para o momento da conversão do Plano Cruzeiro Real para Unidade Real de Valor (URV) e outros reajustes dos benefícios nos anos de 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, que ficaram abaixo do índice oficial de inflação. No primeiro caso, a URV, usada como divisor, estava corrigida pela infla ção sempre um mês a frente e atingiu mais de 8,8 milhões de aposentados na época. Por exemplo, empregou se a URV vigente no mês de novembro de 1993 para a conversão do benefício de aposentadoria pago no mês de novembro de 1993. No entanto, o benefício pago no mês de novembro daquele ano correspondia apenas ao mês de pagamento, sendo a sua verdadeira competência o mês de outubro de 1993. Ou seja, o valor do benefício estaria sendo convertido com um índice de divisão maior do que o correto, deixando, dessa forma, o montante final a ser recebido de cada aposentado com poder aquisitivo menor do que tinha antes. Com relação aos reajustes das aposentadorias nos anos de 1997, 1999, 2000, 2001 e 2003, houve erro na aplicação do índice a ser utilizado. O INSS, amparado pela Medida Provisória nº 166310, de 28 de maio de 1998, empregou o Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGPDI) nos meses de junho de cada um desses anos apontados pelo MPF. No entanto, o índice utilizado pela medida provisória estava abaixo do oficial para o mês. “É notório o prejuízo econômico sofrido pelos beneficiários da Previdência Social à época dos fatos, uma vez que os critérios pelos quais se baseou o INSS reduziram, em muito, o valor real dos benefícios previdenciários por eles auferidos”, alegou o procurador. Caso a ação seja julgada procedente, os valores dos benefícios das aposentadorias deverão ser corrigidos pelo menos na região de Blumenau e, a depender da Justiça, em todo o País. A ação foi encaminhada para a Justiça Federal em Blumenau e aguarda o recebimento por parte do Judiciário.
A notícia, de grande interesse dos aposentados foi publicada às 20:00 do dia 13/07/2009.
Caso seja acatada pela Justiça Federal, os aposentados de todo o país, que sofreram perdas no período, poderão pedir o resarcimento dos valores que foram tungados.

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Fax Sindical 168

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 168
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora======================================
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NÚMERO 168 *Ano IV*13 de julho de 2009.
_______________________________________ATENÇÃO! MÉDICOS DA PREFEITURA! ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA – DIA 15 DE JULHO, QUARTA-FEIRA, ÀS 19 HORAS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA.
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A DISCUSSÃO SOBRE OS DIAS PARADOS E O FUTURO POLÍTICO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA.

A administração Custódio de Matos decidiu ser implacável em sua represália à bem sucedida greve dos médicos da Prefeitura. Não pagará dias parados. Alega cumprir a Lei. Houve duas paralisações conjuntas, do Sindicato dos Médicos e do Sinserpu. O Secretário de Administração teve que, constrangido, abonar esses dois dias parados. A Lei não valia para a base do Sinserpu, apenas para os médicos. Houve uma greve de professores. A mesma Lei cumprida pela administração do Custódio não cortou um só dia do pagamento dos professores. Cortou todos os dos médicos. Que Lei é essa? É a Lei de Talião. A administração Custódio de Matos está disposta a arcar com os custos políticos de bancar o corte dos dias parados dos médicos porque acredita que está dando uma lição dura nos doutores. Que esses, a partir de agora, tremendo de medo dos cortes salariais em cima de seus miserandos salários, não farão mais nenhum movimento, acomodar-se-ão, pacatos a salários sofríveis e condições de trabalho degradantes. Talvez acreditem que o custo político de cortar os salários dos médicos grevistas seja bem pequeno. Que os médicos não estão à altura de serem atores políticos importantes. Acreditamos que, nas duas hipóteses, a equipe governante reunida em torno do Sr. Custódio de Matos está enganada.O Sindicato dos Médicos conduziu o movimento pautado pela lisura, pela legitimidade e pela democracia. Todas as decisões do movimento foram votadas e aprovadas em Assembléia. A transparência, a boa fé e a vontade de achar soluções que, a bem do serviço público, promovessem a saúde da população de Juiz de Fora foram o norte do movimento médico municipal. Os mesmo não se pode dizer da conduta da administração do Custódio. Durante o processo de negociações a administração municipal organizou duas reuniões paralelas à revelia da representação classista dos médicos, em clara prática anti-sindical. Também podemos imputar à administração do Custódio o fato de ter cortado dias de paralisação dos médicos ainda sem que o processo de negociações tivesse sido concluído, em prática inédita e claramente intimidatória e repressiva.Os médicos da Prefeitura estiveram de olho no futuro. Não se deixando enredar por essas provocações, aceitaram negociar um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos para a classe médica e uma comissão que centralizasse as denúncias sobre a deterioração física das unidades do SUS. Optaram pelo melhor para os médicos municipais, para o SUS e para a população da cidade que necessita dos serviços públicos de saúde.Esperamos que a administração do Sr. Custódio de Matos (PSDB) aprenda que uma categoria profissional que lida com a vida das pessoas em seus momentos mais difíceis merece ser tratada com respeito e consideração.

* IMPORTANTE.No momento em que os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora conquistaram o direito de ter um plano de cargos, carreira e remuneração, a FENAM, lançou um Plano de Cargos, Carreiras e Salários modelo para os médicos brasileiros. No dia 29 de maio passado, a Agência Brasil publicou a determinação do Governo Federal para que os professores da educação básica tenham seus próprios planos de cargos, carreiras e vencimentos. Este projeto inclui até mesmo o processo de eleição de diretores.
Para quem não sabe, um plano de carreira é instituído por Lei, de iniciativa do Poder Executivo, e inclui assuntos como a definição dos cargos e suas atribuições, as atividades próprias dos profissionais, a progressão funcional, as exigências de formação inicial e continuada e, no caso dos médicos, até os limites para as tarefas que poderão ser executadas por cada profissional, como o limite máximo de consultas por dia.

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora está fazendo estudos sobre planos de cargos, carreiras e remuneração e contará com apoio técnico apropriado durante as negociações com a Prefeitura.Exemplos de planos de cargos, carreiras e salários são os que a própria Prefeitura concedeu aos motoristas, recentemente, os dos militares, os da magistratura e do magistério, o dos servidores da Universidade. Por isso se fala em carreira militar, em carreira diplomática, em carreira do magistério, em carreira da magistratura, em carreira da Polícia Federal, etc.
Coisa que não podemos ainda dizer quando falamos dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.Durante o processo haverá Assembléias e reuniões, para que haja mobilização e participação da classe médica e das entidades médicas em todo esse processo.
Esse é o compromisso da Diretoria do Sindicato.
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Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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Fax Sindical

Sábado, 11 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 167
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora======================================<<<<<<<>>>>>>======================================
Número 167 *Ano IV*11 de julho de 2009.

A CAMPANHA PELAS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA E A IMPRENSA.

Não se pode queixar da lisura e da independência da imprensa em relação ao movimento dos médicos da Prefeitura em 2009. Cada momento importante do movimento, negociações, paralisações, atos públicos, greve, teve repercussão nos jornais, nas televisões e inserções nas rádios locais. A visibilidade social do movimento e seu impacto foram indiscutíveis. Mas, chamou-nos a atenção, já nos momentos finais de uma matéria publicada em um jornal da cidade sobre a Assembléia dos Médicos da Prefeitura realizada no dia 10 de julho. Essa matéria foi publicada em 11 de julho, em um jornal da cidade que deu a cobertura mais fraca do movimento médico, desinteressando-se de importantes momentos do processo negocial e de ação sindical. A matéria publica a constatação do presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão, da importância do acordo coletivo com a Prefeitura, que estabelece a criação de um Plano de Cargos, Carreira e Salários para os Médicos da Administração Direta, Indireta, Fundações e Autarquias da Prefeitura de Juiz de Fora. Em declaração o presidente informa sobre a importância histórica dessa conquista, que, vez única na cidade, cria um lugar específico no serviço público para os médicos municipais. No final, a mesma matéria cita, de passagem, a outra comissão, que consideramos de grande importância, que vai tratar das condições de atendimento dos médicos municipais, incluindo a deterioração física das unidades do SUS, a falta de medicamentos, equipamentos e insumos e as relações de trabalho dentro das unidades de saúde.A mesma matéria diz que “alguns profissionais optaram pela continuidade do movimento por não concordarem com o posicionamento da Prefeitura de não abonar os dias de paralisação e de greve. O tema deu a tônica da discussão, em detrimento do acordo firmado com o Executivo para a elaboração do plano de carreira. Muitos acreditam que a medida representa uma pressão para evitar futuras greves.” Na verdade, não houve votação de encaminhamento de manter a greve. E, longe de ser por mesquinhez com descontos nos salários ruins que a Prefeitura paga, a reação dos profissionais foi relativa à injustiça no corte de pontos. A administração municipal demonstrou estar despreparada para aplicar essa sanção aos profissionais grevistas. Pessoas que aderiram ao movimento da mesma maneira sofreram cortes de dias diferentes e de formas diferentes. Outra injustiça foi a designação de falta injustificada. Isso revoltou os a, que o aceitou, em aperfeiçoar o serviço público. Nesse sentido a colocação é descabida. E, essa pequena fala, que logo foi alvo de esclarecimentos e informações mais precisas, mereceu um destaque na matéria do citado jornal que, sem dúvida, pode fornecer aos leitores uma apreciação negativa do nosso movimento, da seriedade das negociações e da grandeza da conquista negocial dos médicos da Prefeitura.Podemos dizer que esse jornal local, em tantos momentos omisso na cobertura de nosso movimento, quando interviu não o fez da maneira mais feliz e fiel aos fatos. Julgamos importante esclarecer aos médicos, para que informem aos colegas de trabalho e de profissão e formem uma opinião diversa sobre o movimento, daquela que pode ser deduzida da leitura da citada matéria. Os médicos são trabalhadores intelectualizados e a negociação entre o Sindicato dos Médicos e a Secretaria de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora é uma negociação séria e não uma molecagem.Mantenha-se informado sobre assuntos do sindicalismo médico, emprego, salário, carreira, aposentadoria, renda, atividade sindical, serviço público e outros assuntos correlatos e de interesse acessando https://faxsindical.wordpress.com

Na foto abaixo, médicos municipais reunidos na Câmara Municipal.

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14:28

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Fax Sindical

Sábado, 11 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 167
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora======================================<<<<<<<>>>>>>======================================
Número 167 *Ano IV*11 de julho de 2009.

A CAMPANHA PELAS NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA E A IMPRENSA.

Não se pode queixar da lisura e da independência da imprensa em relação ao movimento dos médicos da Prefeitura em 2009. Cada momento importante do movimento, negociações, paralisações, atos públicos, greve, teve repercussão nos jornais, nas televisões e inserções nas rádios locais. A visibilidade social do movimento e seu impacto foram indiscutíveis. Mas, chamou-nos a atenção, já nos momentos finais de uma matéria publicada em um jornal da cidade sobre a Assembléia dos Médicos da Prefeitura realizada no dia 10 de julho. Essa matéria foi publicada em 11 de julho, em um jornal da cidade que deu a cobertura mais fraca do movimento médico, desinteressando-se de importantes momentos do processo negocial e de ação sindical. A matéria publica a constatação do presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão, da importância do acordo coletivo com a Prefeitura, que estabelece a criação de um Plano de Cargos, Carreira e Salários para os Médicos da Administração Direta, Indireta, Fundações e Autarquias da Prefeitura de Juiz de Fora. Em declaração o presidente informa sobre a importância histórica dessa conquista, que, vez única na cidade, cria um lugar específico no serviço público para os médicos municipais. No final, a mesma matéria cita, de passagem, a outra comissão, que consideramos de grande importância, que vai tratar das condições de atendimento dos médicos municipais, incluindo a deterioração física das unidades do SUS, a falta de medicamentos, equipamentos e insumos e as relações de trabalho dentro das unidades de saúde.A mesma matéria diz que “alguns profissionais optaram pela continuidade do movimento por não concordarem com o posicionamento da Prefeitura de não abonar os dias de paralisação e de greve. O tema deu a tônica da discussão, em detrimento do acordo firmado com o Executivo para a elaboração do plano de carreira. Muitos acreditam que a medida representa uma pressão para evitar futuras greves.” Na verdade, não houve votação de encaminhamento de manter a greve. E, longe de ser por mesquinhez com descontos nos salários ruins que a Prefeitura paga, a reação dos profissionais foi relativa à injustiça no corte de pontos. A administração municipal demonstrou estar despreparada para aplicar essa sanção aos profissionais grevistas. Pessoas que aderiram ao movimento da mesma maneira sofreram cortes de dias diferentes e de formas diferentes. Outra injustiça foi a designação de falta injustificada. Isso revoltou os a, que o aceitou, em aperfeiçoar o serviço público. Nesse sentido a colocação é descabida. E, essa pequena fala, que logo foi alvo de esclarecimentos e informações mais precisas, mereceu um destaque na matéria do citado jornal que, sem dúvida, pode fornecer aos leitores uma apreciação negativa do nosso movimento, da seriedade das negociações e da grandeza da conquista negocial dos médicos da Prefeitura.Podemos dizer que esse jornal local, em tantos momentos omisso na cobertura de nosso movimento, quando interviu não o fez da maneira mais feliz e fiel aos fatos. Julgamos importante esclarecer aos médicos, para que informem aos colegas de trabalho e de profissão e formem uma opinião diversa sobre o movimento, daquela que pode ser deduzida da leitura da citada matéria. Os médicos são trabalhadores intelectualizados e a negociação entre o Sindicato dos Médicos e a Secretaria de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora é uma negociação séria e não uma molecagem.Mantenha-se informado sobre assuntos do sindicalismo médico, emprego, salário, carreira, aposentadoria, renda, atividade sindical, serviço público e outros assuntos correlatos e de interesse acessando https://faxsindical.wordpress.com

Na foto abaixo, médicos municipais reunidos na Câmara Municipal.

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Fax Sindical 166

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 166
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora=======================================<<<<<<>>>>>>=======================================
Número 166 *Ano IV*10 de julho de 2009.

ASSEMBLÉIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DECIDE SUSPENDER GREVE, APROVA FORMAÇÃO DE COMISSÕES E PEDE EXPLICAÇÕES SOBRE DIAS PARADOS.

Os médicos decidiram fechar o acordo com Prefeitura conforme contraproposta apresentada anteriormente. Essa contraproposta permite a criação de uma Comissão para construir a carreira de médico municipal, abrangendo todos os profissionais da administração direta, indireta, autarquias e fundações e também uma comissão permanente para avaliar as condições do trabalho médico, tais como a deterioração física das unidades de saúde, a sua falta de conformidade com as normas técnicas e sanitárias, a falta sistemática de medicamentos, materiais, equipamentos e insumos e os problemas de relações de trabalho.Tais foram grandes conquistas da categoria, uma vitória inédita em vinte anos de lutas sindicais médicas na esfera da Prefeitura.Por outro lado, a questão dos dias parados não agradou aos médicos efetivos do Município. Considerando a legitimidade do movimento médico, foi considerada abusiva a designação de falta injustificada aplicada aos dias de paralisação de advertência. Foi lembrado que o trabalho médico, ao contrário do que pensa a administração municipal, não se resume a consultas. Isso é uma visão simplista e reducionista. Quando os médicos se reunem em Assembléia e discutem idéias sobre o seu trabalho e suas condições de trabalho, eles também estão trabalhando a favor da saúde do povo de Juiz de Fora. Atividades como reuniões e visitas domiciliares, discussões com a comunidade sobre políticas de saúde e assuntos relativos a saúde coletiva, também são trabalho médico e da mais alta importância. A dimensão política do trabalho médico deve ser sempre valorizada. Decidiram os profissionais suspender a greve, convocar nova assembléia de médicos da Prefeitura para a próxima quarta-feira, 15 de julho, e formar uma comissão de diretores do sindicato e de integrantes do comando de greve para conversar com o Secretário Vitor Valverde sobre os dias parados. Uma das propostas é encaminhar para a Secretaria de Saúde a discussão sobre as formas de reposição, impedindo descontos em folha. A questão dos dias parados é uma questão menor, diante da dimensão da importância das conquistas da greve e de seu desdobramento já em futuro próximo. Mas não será esquecida ou abandonada. Novas Assembléias serão realizadas nos próximos meses para acompanhamento das discussões sobre a formação da carreira de médico da Prefeitura e sobre a apuração das condições de atendimento médico no SUS de Juiz de Fora.Os médicos de Juiz de Fora, sem sombra de dúvida, obtiveram a mais ampla vitória, se compararmos a dimensão das conquistas atuais com todas as obtidas em todas as negociações coletivas anteriores. Como trabalhadores intelectualizados, não podem os médicos da Prefeitura perderem de vista essa dimensão dos fatos.
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Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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Fax Sindical 165

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
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Número 165 * Ano IV * 08 de julho de 2009.

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA OBTÉM CONQUISTA HISTÓRICA.

Depois de vinte anos de lutas, noventa dias de negociações e paralisações e greve, finalmente o Sindicato e a administração municipal encontraram o caminho do acordo. A criação de um plano de cargos, carreira e remuneração para os médicos municipais, abrangendo todos os médicos da Prefeitura, da administração direta, indireta, fundações e autarquias e a instalação de uma comissão permanente para acompanhar, avaliar e encaminhar soluções para os problemas relacionados com o trabalho dos médicos no âmbito do SUS de Juiz de Fora foram os pontos fundamentais do acerto entre o Sindicato e a administração municipal. Essas medidas serão um passo importantíssimo para o aperfeiçoamento do sistema público de saúde em Juiz de Fora.

Alguns impasses, como a questão dos dias parados e os prazos para a instalação das comissões serão ainda acertados. Espera-se que nas próximas horas. Sexta-feira, 10 de julho, os médicos realizam uma nova Assembléia para debater esses tópicos e deliberar sobre a greve. Amanhã, 9 de julho, reunem-se às 19 horas e 30 minutos, no Sindicato, a Diretoria Sindical e o Comando de Greve, para uma reavaliação da situação. A reunião será aberta a todos os integrantes da classe médica que quiserem participar.

A principal vitória dos médicos da Prefeitura nessa greve foi o próprio movimento. Nunca antes na história do sindicalismo médico em Juiz de Fora se viu um movimento de tal envergadura, persistência e nível de participação. Esse movimento marca, após vinte anos de lutas, a maioridade e a emancipação da representação classista dos médicos de Juiz de Fora. Cabe um elogio à participação dos jovens médicos de família e comunidade, que, por expressiva maioria, aderiram e participaram do movimento. Eles foram o motor do nosso movimento e traçaram o perfil do futuro do sindicalismo médico em Juiz de Fora.

O movimento dos médicos municipais ganhou grande visibilidade social por meio de sua repercussão nos meios de comunicação, ganhou apoio político importante, incluindo de vereadores e de conselheiros municipais de saúde, de sindicalistas e de dirigentes políticos e de centrais sindicais. Deputados estaduais, federais, entidades sindicais e associativas de outros estados, estabeleceram contatos oferecendo apoio e com palavras de compreensão e incentivo. A todos os médicos de Juiz de Fora agradecem.

Enfatizamos a importância da comissão permanente que vai discutir o trabalho médico no SUS. Ela vai centralizar denúncias sobre as deficiências no atendimento médico e sobre as relações de trabalho. Casos de conflitos de chefes de unidades de saúde com médicos serão examinados nesse foro apropriado.

Esse movimento é parte de um processo político, está dando um passo decisivo ao afirmar a capacidade de luta, de organização e de ação dos médicos da Prefeitura e ao caminhar para garantir um lugar decente para o trabalho médico dentro do serviço público.

Para melhores informações, os sites http://sindicatoexpresso.blogspot.com e https://faxsindical.wordpress.com estão à disposição.
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