Prefeitura de Juiz de Fora – Arrocho e crise na Saúde.

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
FAX SINDICAL 170 CUSTODIO E O ARROCHO.
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora======================================<<<<<<>>>>>>======================================Número 170 *Ano IV*20 de julho de 2009
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ATENÇÃO! MUITO IMPORTANTE! ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.DIA 23 DE JULHO DE 2009 (QUINTA-FEIRA) – 19 HORAS E TRINTA MINUTOS – SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA.PAUTA: PLANO DE CARGOS, CARREIRA E SALÁRIOS PARA OS MÉDICOS MUNICIPAIS, DENÚNCIA DA DETERIORAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO NO SUS DE JUIZ DE FORA.PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS.

***A suspensão da greve dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora deveu-se a um acordo que prevê a implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração para os profissionais da Medicina de todo serviço público municipal e a criação de uma comissão permanente para avaliar e encaminhar providências quanto à gravíssima deterioração de condições de atendimento no SUS de Juiz de Fora.***A suspensão da greve, como ato demonstrativo de boa fé e de boa vontade dos médicos da Prefeitura, deveu-se à consideração da importância das conquistas e à esperança de que a administração municipal compartilhe das preocupações dos médicos e entenda a extensão e a gravidade dos problemas que rondam o sistema público de saúde local.***A atitude dos médicos não foi correspondida pela administração do Sr. Custódio de Matos. Mesmo tendo um filho potencial candidato a deputado estadual, o Prefeito submeteu-se ao desgaste político que cerca as decisões infelizes. Antes mesmo do encerramento das negociações cortou os minguados salários dos médicos municipais.*** A atitude é arbitrária. A legalidade da greve não foi questionada em momento algum pela administração do CUstódio.*** Em razão de fatos conhecidos, o Sindicato dos Médicos dará entrada com protesto na Justiça, contra os cortes salariais dos dias parados. Essa medida vale para os médicos estatutários ou efetivos, empregados da administração direta. Para os médicos da AMAC, o Sindicato poderá acionar o Ministério do Trabalho, se confirmados os cortes. Essa medida deixaria clara a relação de subordinação entre a administração municipal (Prefeitura) e os médicos da AMAC, questão relevante do ponto de vista trabalhista.*** Uma das alegações de protesto contra a medida do corte de salários é o fato dos salários dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora estarem entre os piores do país.*** Esse ano, todas as classes de nível superior e técnico da Prefeitura tiveram o seu salário encolhido em pelo menos 6%. Resultado da não correção dos salários. Nos serviços que trabalham em regime de pronto atendimento (chamados de urgência e emergência) há intranquilidade, porque só se fala em cortes. Essa é a verdade administrativa de CUstódio e Vítor. O seu verdadeiro nome é arrocho salarial. Filhote do choque de gestão neoliberal de José Serra e Aécio. Não há um retrospecto positivo para as políticas de arrocho salarial. Elas sempre prejudicaram o serviço público, as pessoas que dependem do serviço público (usuários, trabalhadores e suas famílias), o consumo interno e a ordem econômica. O movimento sindical, pela quase totalidade de suas correntes sempre opôs firme resistencia às políticas de arrocho.
Postado por
Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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