Monthly Archives: abril 2011

Mobilização e presença garante movimento dos médicos em Juiz de Fora

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora deflagram greve

    Próxima assembléia geral dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora será dia 04 de maio, à 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia

A partir de 2 de maio os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora vão iniciar uma greve geral de protesto motivada pela miséria salarial e pela deterioração das condições de atendimento ao público. A categoria, indignada com o tratamento que tem recebido da administração do Prefeito Custódio de Matos, decidiu pela greve por unanimidade.

Hoje, 28 de abril, médicos municipais e municipalizados lotaram o plenário da Câmara Municipal, que convocou audiência pública para discutir o problema do médico no serviço público. Vereadores, médicos de várias unidades e usuários dos serviços públicos de saúde fizeram uso da palavra, manifestando apoio às reivindicações da categoria médica. A ausência do promotor público que se dedica às questões da saúde foi lamentada como uma omissão importante, dado o ativismo do ocupante do cargo em questões de gestão pública.

O início do movimento mostrou grande mobilização, participação e atividade da categoria, o que faz crer que os médicos não irão desanimar se a administração municipal trocar a mesa de negociações pelo caminho da truculência e da repressão. A manutenção da mobilização e da participação dos médicos será decisiva para o futuro do movimento e é a garantia de seu êxito.
http://telegramasindical.blogspot.com/2011/04/fax-sindical-883-presenca-e-mobilizacao.html

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Câmara dos Deputados também questiona terceirizações

Deputados vão entregar hoje, às 15h, requerimento pedindo criação de Comissão Especial para discutir terceirização

Qua, 27 de Abril de 2011
Fonte: Assessoria de Imprensa da Força Sindical

Os deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), Vicentinho (PT-SP), Roberto Santiago (PV-SP), Assis (PC do B-RS) e Sandro Mabel (PR-GO)  vão entregar hoje ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, requerimento pedindo a instalação imediata de Comissão Especial para debater  e apresentar relatório regulamentando a terceirização. O requerimento será entregue às 15 horas na presidência da Câmara.

Marco Maia já adiantou que a Comissão será instalada. Marco Maia respondeu que a comissão será criada assim que o requerimento for protocolado. A Comissão terá 45 dias para apresentar o relatório final.

A regulamentação da tercerização foi discutida hoje durante café da manhã ocorrido na casa do presidente da Câmara com representantes das Centrais Sindicais.
http://www.fsindical.org.br/portal/conteudo.php?id_con=12395&sms_ss=twitter&at_xt=4db848ece8715388,0

Os sete mil do Prefeito Custódio

Fax Sindical 882
Juiz de Fora, 26 de abril de 2011

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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Assunto: Será real a proposta de sete mil do prefeito Custódio?


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IMPORTANTE.
Atenção Médicos de Juiz de Fora * Divulguem * Mobilizem * Passem adiante!

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Informativos Sindicais – Médicos Municipais e Municipalizados – Prefeitura de Juiz de Fora

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ASSEMBLEIA
DIA 27 DE ABRIL

CONVOCAÇÃO AOS
MÉDICOS

ASSEMBLEIA

PAUTA: INDICATIVO
DE GREVE.
DATA: 27 DE ABRIL
QUARTA-FEIRA
HORA:19 HORAS E 30 MINUTOS
LOCAL : SOCIEDADE
DE MEDICINA
RUA BRAZ BERNARDINO,59-
CENTRO
COMPAREÇA!

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AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA

DIA
28/04 QUINTA – FEIRA ÁS 15HORAS

SITUAÇÃO DOS MÉDICOS NO SUS-JF!

É PRECISO COMPARECER E
LOTAR A CÂMARA SÓ
ASSIM DEMOSTRAREMOS
NOSSA MOBILIZAÇÃO!

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OS SETE MIL DE CUSTÓDIO OU O MASSACRE DA ISONOMIA

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Corre, insistente, como um boato que a Prefeitura de Juiz de Fora oferecerá aos médicos que forem aprovados em concurso público para médico de família e comunidade salário bruto de sete mil reais. Fala-se que o próprio Prefeito Custódio anunciará isso aos médicos da atenção básica em reunião paralela por ele convocada. Sabe-se, por ocorrências anteriores que Custódio de Matos gosta de chamar médicos para reuniões sem a presença do sindicato, sempre que há negociações coletivas. E, de fato, a lei não obriga o Prefeito a ter ética nas negociações e convidar o Sindicato.

Ao ouvir essa conversa ficamos presos entre dois pensamentos. Ou o Prefeito insulta a inteligência da classe médica de Juiz de Fora ao ofender de tal modo o princípio da isonomia ou ele conta com alguma proteção oculta que lhe garanta segurança para ofender, com tal profundidade, os preceitos da lei.

Ora, um médico necessitado, que passasse em concurso da Prefeitura, hoje não ganharia 1.400 reais por 20 horas semanais de trabalho. Por 40 horas – 2 vínculos – não receberia nem 2.800 reais. Observo que esse valor, que em Juiz de Fora, a Prefeitura pagaria por 40 horas é o que em Belo Horizonte, a Prefeitura paga por 20 horas. E seria menos do que metade daquilo que o Prefeito Custódio quer pagar para aprovados no novo concurso da saúde da família (3.500 reais, metade dos propalados sete mil). Tamanha desproporção fere qualquer conceito de isonomia. O mesmo empregador pagará de forma brutalmente desigual, assimétrica, a mesma categoria profissional.

Não poderia a classe médica e bem o Sindicato que a representa aceitarem tamanha maldade. A reivindicação que se apresenta é um plano de cargos e carreira para todos os médicos da Prefeitura. TODOS. Conforme ficou delineado no acordo não cumprido de 2009. Não são esses remendos sugeridos que vão reverter o caos que as pessoas percebem, a cada dia pior, no SUS de Juiz de Fora.

Fim da farra das terceirizações no setor público é proposta no Congresso

15/04/2011 – 16h01

Proposta pede fim de terceirizados na administração pública

DA AGÊNCIA SENADO

Um projeto de lei apresentado pelo senador Walter Pinheiro (PT-BA) nesta sexta-feira pede o fim de da contratação de funcionários terceirizados na administração pública direta e indireta.

O projeto, proposto pelo senador Walter Pinheiro (PT-BA), condena a utilização crescente de trabalhadores terceirizados e, portanto, sem qualquer proteção social.

A proposta proíbe a administração pública de recrutar trabalhadores por meio de empresas interpostas ou cooperativa de trabalho.

As exceções seriam obras, serviços de natureza eventual e coleta e processamento de lixo reciclável, unicamente no caso de existência de cooperativa formada em benefício dos trabalhadores.

Em pronunciamento no plenário, Pinheiro citou denúncias de trabalho em situação análoga à escravidão ou degradante em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) nas hidrelétricas do Complexo do rio Madeira (em Jirau e Santo Antônio, em Rondônia), e do Programa Minha Casa, Minha Vida em Campinas (SP).

http://m.folha.uol.com.br/poder/903186-proposta-pede-fim-de-terceirizados-na-administracao-publica.html

Fax Sindical 880 – Democracia e Serviço Público

FAX SINDICAL 880
SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS.
23 DE ABRIL DE 2011

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JUIZ DE FORA – SEMANA DE MOBILIZAÇÃO E LUTA DOS MÉDICOS DO SUS. POR TRABALHO DECENTE, CONTRA O ASSÉDIO MORAL, POR MELHORES CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO, POR REMUNERAÇÃO DECENTE E PLANO DE CARREIRA.

ATENÇÃO MÉDICOS MUNICIPAIS E MUNICIPALIZADOS (SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS) DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA – SEMANA DE MOBILIZAÇÃO E LUTA – DIA 26 DE ABRIL – REUNIÃO DE DIRETORES DO SINDICATO DOS MÉDICOS COM SECRETÁRIO VITOR VALVERDE – ESPERAMOS QUE A ATUAL ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL OFEREÇA UMA PROPOSTA DECENTE DE PCCS PARA OS MÉDICOS. DIA 27 DE ABRIL – 19 HORAS E TRINTA MINUTOS – ASSEMBLÉIA GERAL COM INDICATIVO DE GREVE, NA SOCIEDADE DE MEDICINA – DIA 28 DE ABRIL – 15 HORAS – AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL SOBRE A LAMENTÁVEL SITUAÇÃO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA

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SEM  PCS  NÂO  TEM  BIOMETRIA!

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Para melhor informar e fornecer material para reflexão e debate para a categoria profissional dos médicos do serviço público municipal e os municipalizados do Estado e da União, transcrevemos abaixo manifesto dos servidores do Poder Judiciário Federal. Eles condicionam a implantação da biometria à aprovação de um plano de cargos, carreira e salários.

SINJUFEGO
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Goiás
http://www.sinjufego.org.br

Sem PCS, não tem biometria !

Senhor Ministro Ricardo Lewandowski
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral

Conforme é de conhecimento de Vossa Excelência, aguarda votação na Comissão de Finanças e Tributação– CFT, da Câmara dos Deputados, o PL 6613/2009, que prevê a revisão salarial dos servidores do Poder Judiciário Federal, encaminhado pelo Supremo Tribunal Federal ao Congresso Nacional ainda em 2009. Os trabalhos para elaboração de uma proposta de revisão salarial se iniciaram em 2008, com debates realizados no âmbito da Comissão Interdisciplinar criada para elaborar uma proposta de um novo Plano de Cargos e Salários da categoria e também nos eventos realizados pela Fenajufe – Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União.

Contrariando as expectativas dos servidores, o projeto continua parado na Comissão de Finanças, sem qualquer perspectiva de acordo entre os Poderes que garanta a sua aprovação, o que tem gerado frustração nos servidores, e diante do desprestígio e desvalorização da classe, hoje está havendo uma grande evasão no Judiciário da União, já reconhecido pelo próprio Presidente do STF. E apesar da mobilização da categoria, a chefia do Poder Judiciário da União não tem se mostrado atuante na defesa da revisão salarial dos servidores, o que tem causado grande descontentamento e inconformismo com a postura adotada, pois a aprovação dos PCSs anteriores sempre contou a atuação efetiva da cúpula do Judiciário.

Nas incontáveis reuniões que tivemos com os parlamentares, sempre obtivemos a resposta que a aprovação do PCS dependeria de um acordo entre o Poder Judiciário e o Planalto. Seguimos nos mobilizando em todo o país buscando um acordo com o governo, que nos disse depender da posição do candidato que viesse a ser eleito. Eis que as eleições acabaram, o governo elegeu sua candidata e até agora os servidores não têm nenhuma garantia de que terão seus salários revisados. Ao contrário, as notícias veiculadas na mídia nos levam a entender que a política do governo para os servidores do Judiciário Federal é de manutenção do congelamento salarial.

Diante de tal quadro, em que a remuneração da categoria encontra-se corroída pela inflação dos últimos anos, e sem a perspectiva da justa recomposição salarial, é que os servidores da Justiça Eleitoral iniciarão os trabalhos de recadastramento biométrico. Tal mister será exercido com zelo e dedicação, pois os servidores sempre se pautaram pela eficiência e compromisso com a gestão pública, porém, permanecendo o desinteresse da Administração em solucionar esse impasse que impede a aprovação do PCS, poderá restar comprometido o regular funcionamento do recadastramento biométrico, pois será inevitável a paralisação dos servidores, ante ao descontentamento geral desses trabalhadores da Justiça Especializada. A Fenajufe, nesse sentido, já estabeleceu calendário de paralisação a partir de 03/05/2011.

Considerando a relevância do projeto 6613/09 para o fortalecimento da nossa categoria, pedimos a colaboração e o empenho de Vossa Excelência para que o mesmo seja colocado em votação o mais brevemente possível e aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, gestionando ainda junto ao governo para que seja concluído um acordo com a cúpula do Poder Judiciário Federal que garanta a sua aprovação, em reconhecimento à necessidade de uma remuneração justa para os servidores do Poder Judiciário Federal.
Goiânia, 15 de abril de 2011.

SINJUFEGO – Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Goiás

FENAJUFE

Manifesto

Abril/2011


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“Aos poucos, estão criando uma ditadura judiciária no País”, afirmou o deputado Nazareno Fonteles.

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Congresso quer barrar atos do Judiciário

Deputado petista propõe emenda para estender poder dos parlamentares de sustar atos normativos, como já ocorre _com o Poder Executivo

22 de abril de 2011 | 23h 00

Denise Madueño e Felipe Recondo / BRASÍLIA

Insatisfeito com o resultado de _julgamentos de temas políticos e desconfiado com as últimas propostas do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso reagiu na tentativa de conter a atuação do Judiciário. A reação mais explícita veio do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), que propôs uma mudança na Constituição que daria a o _Congresso poder para sustar atos normativos do Poder Judiciário.

Além da nova proposta,_deputados tiram das gavetas _projetos que podem _constranger o Judiciário.

As _mais recentes decisões do STF -_de alterar a aplicação da Lei Ficha Limpa e de definir qual_ suplente de deputado a Câmara_ deve dar posse – reacenderam a _animosidade entre os dois _Poderes. A irritação aumentou com a_proposta do presidente do STF,_Cezar Peluso, de instituir um_ controle prévio de constitucionalidade das leis. As reações do Congresso, do governo e do próprio STF fizeram Peluso recuar. Mas o atrito já estava formado. “Aos poucos, estão criando uma ditadura judiciária no País”, afirmou Fonteles.

Em uma semana, o deputado recolheu quase 200 assinaturas e apresentou uma proposta de emenda constitucional para permitir ao Legislativo “sustar atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa”. Atualmente, esse artigo (art. 49) permite a suspensão pelo Congresso de atos do Executivo. A alteração estende a permissão ao Judiciário. “Não podemos deixar o Supremo, com o seu ativismo, entrar na soberania popular exercida pelo Congresso. O Supremo está violando a cláusula de separação dos Poderes, invadindo competência do Legislativo”, argumentou o deputado petista.

Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,congresso-quer-barrar-atos-do-judiciario,709680,0.htm


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TRANSPARÊNCIA ZERO: MINISTÉRIOS PÚBLICOS DE VÁRIOS ESTADOS NÃO DÃO SATISFAÇÃO DE COMO GASTAM O DINHEIRO PÚBLICO.

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Acostumado a ser a funda que dispara contra as vidraças, os Ministérios Públicos estaduais têm um enorme telhado de vidro opaco. No quesito transparência, item fundamental em uma sociedade democrática, os MPs estaduais não fazem o dever de casa e têm uma nota baixa. Isso é o que nos revela matéria publicada na página 5 do jornal “O Globo”, do domingo, 6 de março.

O jornal fez um cuidadoso levantamento, desde 2009, dos portais de transparência dos 27 MPs dos Estados e do Distrito Federal. Constatou que o detalhamento dos gastos com diárias, cartões de crédito corporativos e contratação de terceirizados são uma verdadeira caixa preta, descumprindo resolução do Conselho Nacional do Ministério Público. Nos estados de MINAS GERAIS, São Paulo e Rio de Janeiro, os gastos com viagens não são sequer justificados. Só o MP de Santa Catarina cumpre as resoluções do Conselho Nacional.

O Conselho Nacional do Ministério Público existirá nova resolução obrigando os MPs estaduais ao cumprimento democrático da transparência de seus atos e gastos.

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Recomendamos o blog http://minassemcensura.blogspot.com – Saiba o que DE  VERDADE está acontecendo em Minas Gerais.

Recebemos apoio e agradecimento do movimento dos bombeiros militares do Rio de Janeiro, cujo movimento apoiamos na blogosfera.

Deputado denuncia implantação gradativa de uma ditadura do Judiciário

“Aos poucos, estão criando uma ditadura judiciária no País”, afirmou o deputado Nazareno Fonteles.

Congresso quer barrar atos do Judiciário

Deputado petista propõe emenda para estender poder dos parlamentares de sustar atos normativos, como já ocorre com o Poder Executivo

22 de abril de 2011 | 23h 00

Denise Madueño e Felipe Recondo / BRASÍLIA

Insatisfeito com o resultado de julgamentos de temas políticos e desconfiado com as últimas propostas do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso reagiu na tentativa de conter a atuação do Judiciário. A reação mais explícita veio do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), que propôs uma mudança na Constituição que daria ao Congresso poder para sustar atos normativos do Poder Judiciário.

Sergio Dutti/AE

Invasão. Para Fonteles (PT), Supremo está ‘violando a cláusula de separação dos Poderes’

Além da nova proposta, deputados tiram das gavetas projetos que podem constranger o Judiciário. As mais recentes decisões do STF – de alterar a aplicação da Lei Ficha Limpa e de definir qual suplente de deputado a Câmara deve dar posse – reacenderam a animosidade entre os dois Poderes.

A irritação aumentou com a proposta do presidente do STF, Cezar Peluso, de instituir um controle prévio de constitucionalidade das leis. As reações do Congresso, do governo e do próprio STF fizeram Peluso recuar. Mas o atrito já estava formado. “Aos poucos, estão criando uma ditadura judiciária no País”, afirmou Fonteles.

Em uma semana, o deputado recolheu quase 200 assinaturas e apresentou uma proposta de emenda constitucional para permitir ao Legislativo “sustar atos normativos dos outros poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa”. Atualmente, esse artigo (art. 49) permite a suspensão pelo Congresso de atos do Executivo. A alteração estende a permissão ao Judiciário.

“Não podemos deixar o Supremo, com o seu ativismo, entrar na soberania popular exercida pelo Congresso. O Supremo está violando a cláusula de separação dos Poderes, invadindo competência do Legislativo”, argumentou o deputado petista.

 

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,congresso-quer-barrar-atos-do-judiciario,709680,0.htm

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora fazem assembléia com indicativo de greve

Indignação atinge médicos de todos os setores da Prefeitura de Juiz de Fora

Indignação atinge médicos de todos os setores da Prefeitura de Juiz de Fora

Fax Sindical 879

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Juiz de Fora

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Juiz de Fora, 19 de abril de 2011.

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Movimento médico em Juiz de Fora – Assembléia do dia 27 de abril poderá declarar GREVE

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Atenção médicos da Prefeitura de Juiz de Fora – Mobilização Geral – Divulgue – Telefone – Mande emails e mensagens. Assembléia Geral dos Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora –

Dia 27 (vinte e sete) de abril de 2011 – quarta-feira – 19:30 – na Sociedade de Medicina

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Audiência Pública – 28 de abril os vereadores de Juiz de Fora vão ouvir, mais uma vez, os graves problemas dos médicos da Prefeitura

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Dia 28 de abril às 15 horas, na Câmara Municipal – Audiência Pública sobre a situação dos médicos na Prefeitura de Juiz de Fora. Também importantíssima a presença e mobilização dos médicos.

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Médicos aguardam cumprimento do acordo de 2009!

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No dia 26 de abril haverá reunião entre o Secretário Vitor Valverde e diretores do Sindicato dos Médicos. A expectativa é que o secretário apresente uma propata decente de plano de cargos, carreira e salários para todos os médicos municipais, cumprindo o acordo de greve de 2009. A diretoria do Sindicato dos Médicos acredita que o secretário saiba exatamente o que é um plano de carreira. E sem a valorização do salário base da categoria será difícil a negociação. A categoria vai continuar mobilizada porque quer condições de trabalho, respeito, salário decente e trabalho decente. Coisas que a Prefeitura tem a obrigação e responsabilidade de garantir.

Terceirização: declaração de incompetência e descompromisso com o futuro da saúde pública

Fax Sindical 878

Juiz de Fora, 18 de abril de 2011.

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Caos na saúde – Prefeitura do Rio empurra a crise com política de terceirizações

Apesar da resistência e das denúncias e aço judiciais promovidas por sindicatos, associações e entidades da sociedade civil e da posição manifesta dos conselhos de saúde, a corrente privatista sanitária continua com suas manobras e iniciativas visando descaracterizar os serviços públicos de saúde, independente dos previsíveis danos a médio e longo prazo.

A Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro continua rasgando impunemente a Constituição e anunciando nos jornais a contratação de profissionais médicos para exercer atividades fim em seus estabelecimentos de saúde sem a realização do competente concurso público.

Não existe nenhuma emenda constitucional que tenha abolido o concurso público para os serviços públicos de saúde e a legislação trabalhista veda a terceirização de atividades fim. Apesar disso, prefeituras como a do Rio de Janeiro resolvem abolir o concurso público e terceirizar atividade fim.

Volta-se, com esse mecanismo, aos tempos do coronelismo, das nomeações, de favorecimentos, da forma que era antes da legislação brasileira obrigar ao certame público para a seleção de servidores públicos. Os profissionais assim admitidos ficam desprotegidos de garantias, promoções e planos de carreira e vencimentos, vivendo ao sabor dos humores dos eventuais hóspedes do poder.

Esse tipo de vinculação não atende à realidade de serviços públicos de saúde que, além de serem considerados essenciais, devem ter continuidade, regularidade e normalidade. Não são função transitória como a de empreiteira contratada para fazer ponte.

Planos de saúde não podem dar gorjetas para cercear trabalho médico

ANS punirá plano que oferece bônus aos médicos

Agência quer evitar acordos para reduzir os pedidos de exames dos pacientes

POR MAX LEONE

Rio – Médicos e planos de saúde que combinarem pagamento de bonificação para que os profissionais reduzam número de pedidos de exames e consultas serão punidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Súmula 16 publicada pela agência determina multa de R$ 35 mil para coibir a prática, conhecida como “consulta bonificada” ou “pagamento por performance”. De acordo com a ANS, médicos pressionados pelos planos têm feito denúncias à agência.

O mecanismo voltado a diminuir a quantidade de exames pedidos para um paciente ocorreria com plano firmando um contrato em que o médico que pedir menos procedimentos clínicos recebe em troca, no fim do mês, um preço melhor pela consulta ou até pagamento em dinheiro. O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Bruno Sobral, informou que as denúncias serão investigadas pela agência. “Médicos e clientes de planos podem denunciar a prática pelo 0800-7019656 ou pelo site http://www.ans.gov.br”, orientou.

O contabilista Marcos Nascimento, 51 anos, cliente de um plano de saúde pequeno, em rede de clínicas nas zonas Norte e Oeste, diz que já teve que exigir de um médico que ele solicitasse o pedido de exames. “Eles (médicos) raramente pedem algum exame. Da última vez que eu fui, eu mesmo pedi para o médico tudo o que eu queria fazer. Até pela minha idade, eu queria fazer um check-up completo. E fui obrigado a exigir os exames disponíveis”, reclama.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) informaram que desconhecem a prática de suas filiadas de tentar inibir procedimentos médicos, como consultas e exames.

Cremerj reclama dos honorários
A presidente do Conselho Regional Estadual de Medicina do Estado Rio (Cremerj), Márcia Rosa de Araujo, questiona o procedimento da ANS com a adoção da Súmula 16. Segundo ela, a agência deveria adotar medidas para fazer com que os planos de saúde reajustassem os honorários médicos, motivo que levou a categoria a um dia de boicote contra os planos em 7 de abril.

Márcia achou estranho nenhuma denúncia ter chegado ao conselho, tendo somente a ANS registrado o fato. Mas ela disse que os médicos podem ser punidos, caso irregularidades sejam comprovadas. “O profissional que tenta obter vantagem responde à sindicância ética e pode ter o direito de exercer a profissão suspenso”, diz.

http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2011/4/ans_punira_plano_que_oferece_bonus_aos_medicos_158008.html

Flexibilidade de jornada avança no mundo do trabalho e hseante otimização

As corporações econômicas privadas, que visam liverô e que são responsáveis por setores mais dinâmicos e avançados da economia, tem usado modelos de flexibilização com ótimos resultados, no Brasil e no mundo. Mas, na tradição escravocrata e fordista, autoridades e imprensa conservadora tem adotado o legalismo covarde das biometrias e do policiamento sistemático das cargas horárias. São tendências que ainda vão disputar por décadas.

Flexibilidade de jornada otimiza o trabalho e garante bons resultados

Qua, 13 de Abril de 2011 – 18:29h

Companhias que oferecem flexibilidade de horários têm funcionários mais engajados e satisfeitos. Levantamento global realizado com 3.300 gerentes e profissionais mostra que políticas nesse sentido ajudam a levantar os índices de retenção nas organizações em 25% no caso dos homens e em 40% entre as mulheres.

O estudo indica que quanto mais específicos e customizados forem esses programas para atender os diferentes perfis dos colaboradores, melhores serão os resultados para as empresas.

“Oferecer essas alternativas aumenta significativamente o bem-estar dos trabalhadores, mas é preciso entender quais modelos se encaixam melhor para cada um deles”, afirma Marcial Rapela, sócio da consultoria Bain & Company, responsável pela pesquisa.

No caso da IBM, empresa que possui 400 mil funcionários em todo o mundo, oferecer programas customizados de flexibilidade foi a solução para atender às necessidades de pessoas que trabalham em turnos deslocados ou em cidades onde não há escritórios da companhia, por exemplo.

Gabriela Herz Francoio, gerente do programa de diversidade da empresa, afirma que uma das alternativas mais populares é o home office, praticado por pelo menos 10% dos colaboradores no Brasil e no mundo.

Até mesmo dentro desse sistema existe maleabilidade. Para algumas pessoas há possibilidade de alternar dias de trabalho em casa e no escritório. “É uma forma de usufruir dos benefícios do trabalho em casa sem perder o contato com o escritório”, afirma Gabriela, que também aderiu à prática duas vezes por semana.

A IBM possibilita a negociação de uma semana ou um dia de trabalho mais flexível – o profissional pode entrar mais tarde, sair mais cedo e até mesmo compensar horas não trabalhadas em outro dia -, além de licenças não remuneradas que podem durar até 3 anos.

Cada tipo de flexibilidade, porém, possui um público “ideal”, que muda de acordo com o momento pessoal e de carreira.

Segundo a pesquisa, existem funcionários que abrem mão de crescer rapidamente na empresa para trabalhar menos horas e ter uma rotina mais planejada. Outros são mais ambiciosos e buscam desafios e resultados, mesmo que isso signifique um dia a dia imprevisível.

Na DuPont, empresa do setor têxtil com 2.500 funcionários no Brasil, há opções como licenças não remuneradas, que atendem desde profissionais que querem se dedicar temporariamente aos estudos a mães que desejam estender a licença maternidade além do tempo regulamentar.

Também existe a possibilidade de mudar os horários de entrada e saída do trabalho, caso o profissional tenha que deixar os filhos na escola ou queira fugir do trânsito. Segundo Claudia Pohlmann, diretora de RH da empresa, a ideia é reforçar o conceito de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “Na prática, todos os públicos são receptivos e valorizam algum tipo de flexibilidade.”

Mesmo assim, existe uma parcela de trabalhadores que ainda resiste na hora de aderir a essas políticas. Na indústria de engenharia SKF, empresa com 980 funcionários no Brasil, há aqueles que não abrem mão de ficar no escritório. A empresa implementou o home office para as áreas administrativas há três anos.

De acordo com Antonio Boueri, diretor de RH da companhia, essa é uma alternativa normalmente rejeitada por profissionais que precisam do contato diário com os colegas ou que não têm um ambiente adequado em casa para trabalhar. “Na área comercial, é uma prática bem recebida. Para as demais, existe desde inadequação até preocupação de parecer pouco importante ou desprestigiado”, afirma.

No caso dos funcionários mais jovens, porém, a visão já começa a mudar. Segundo Boueri, eles são os que melhor se adaptam a esse tipo de programa oferecido pela empresa. Um dado do levantamento confirma a tendência: 86% dos profissionais de até 30 anos esperam algum tipo de flexibilidade de seus empregadores.

Desenvolver projetos que ofereçam maleabilidade de horários, no entanto, não é suficiente. Segundo Rapela, da Bain & Company, é importante que os funcionários sejam estimulados a usá-los.

A pesquisa mostra que, em média, 60% das empresas possuem algum modelo flexível, mas apenas 18% delas têm essas opções aproveitadas amplamente pelos profissionais. “É importante deixar claro que as pessoas que optam por essa possibilidade não perderão oportunidades de carreira e nem o respeito de colegas, clientes e chefes”, diz.

A diretora de RH da DuPont afirma que afastar essa preocupação foi parte de um projeto de educação da empresa. Em 1994, quando deu início aos programas de flexibilidade, a companhia elaborou um guia que ajudava as pessoas a enfrentar a nova realidade e a entender o que era o home office.

Hoje, essa política está totalmente incorporada pelos profissionais. “O conceito evoluiu muito. O profissional percebe que não estar fisicamente no escritório não o afasta do time”, afirma. (Fonte: Valor Econômico)
http://www.diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/16692–flexibilidade-de-jornada-otimiza-o-trabalho-e-garante-bons-resultados-