Monthly Archives: junho 2013

Juiz de Fora – 03 de julho médicos vão parar e protestar

Fax Sindical * 30.06.2013 * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora * 03 de julho – paralisação nacional dos médicos + 03/07 – 11 horas: ato público no PAM Marechal

FAÇA SUA PARTE – participe – divulgue – convide

O ato será em protesto contra a “importação” massiva de médicos estrangeiros planejada pelo governo como solução para os problemas que devastam o sistema público de saúde. Sabemos que as condições de trabalho no SUS acham-se seriamente comprometidas. Estabelecimentos de saúde estão sucateados, alguns transformados em verdadeiras espeluncas. Faltam medicamentos, é difícil o acesso a exames, consultas e procedimentos especializados e internações. Os salários são ruins e o assédio moral impera.

Sabemos que o trabalho de médicos estrangeiros no Brasil não é proibido. Basta que façam revalidação de diplomas, que obtenham visto de trabalho e se forem trabalhar no serviço público, que façam concurso público, nos termos do Artigo 37 da Constituição.

Se faltam médicos no serviço público isso se deve àquilo que é denunciado há muito pelos sindicatos médicos: o serviço público tem sido incapaz de atrair e fixar médicos em razão de condições precárias de trabalho, de falta de planos de carreira e de salários ruins.

Causa revolta mais uma vez, ver culparem a classe médica pelo fracasso de gestão e pela falta de financiamento. Por que não destinaram os 10% para a saúde, quando da regulamentação da Emenda Constitucional 29. O financiamento do SUS continua deficiente.

Por todas essas razões está plenamente justificado nosso protesto. Dia 03 de julho não compareça ao trabalho. Estamos paralisados em protesto. No mesmo dia compareça às 11 horas no PAM Marechal para nosso ato público de protesto.

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Experiências com “importação” de médicos não foram satisfatórias

Erigir “importação” de médicos (como se fossem escravos) em política pública de saúde pode ser demagogia ou equívoco. Se equívoco é totalmente irresponsável, porque é repetição dolosa de experimentos fracassados.

Representantes de entidades da Venezuela e Bolívia vivenciaram experiência há poucos anos

R7.COM
http://noticias.r7.com/saude/medicos-estrangeiros-relatam-experiencia-negativa-com-importacao-de-cubanos-26062013

A intenção do Governo Federal de trazer médicos de outros países para atuarem em regiões mais carentes brasileiras é alvo de crítica pelas entidades médicas. Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (26), em São Paulo, representantes brasileiros trouxeram representantes das classes médicas da Bolívia e Venezuela para contar a experiência de importação de cubanos aos seus países. Ambos criticaram fortemente a medida.

Foi em 2003 que o governo da Venezuela levou médicos de Cuba, de acordo com o médico Douglas Natera. Segundo ele, os profissionais não tinham “ao menos um título” que mostravam que eram médicos.

– Nós só sabíamos que eram cubanos, mas não demonstraram que eram médicos. Quando entraram de maneira oficial, eles já tinham supostamente quatro anos de exercício da profissão, mas não tinham título. O diploma parecia um papel feito por criança. Foram depois então expulsos do país. Na verdade, eles usurparam a função de médicos. Eram em sua maioria taxistas, veterinários, carpinteiros.

Por causa das mesmas condições enfrentadas na Venezuela, o representante médico Aníbal Cruz explica que na Bolívia o projeto também fracassou. A importação aconteceu em 2006.

– Me lembro de um homem de 36 anos que caiu de uma árvore e sofreu um trauma renal. Ele foi atendido por um médico cubano que lhe arrancou os dois rins. Os médicos bolivianos fizeram uma denúncia e iríamos fazer o transplante. Nós lutamos para que ele não fosse levado ara Cuba. Mas ele foi e nunca mais tivemos notícias.

Trabalho escravo

Para o presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), Roberto d?Ávila, a intenção de trazer médicos sem revalidação do diploma é ilegal, uma vez que a “lei da educação prevê a revalidação do diploma no estrangeiro”, além do registro no conselho regional de medicina.
Além da falta de revalidação do diploma, Geraldo Ferreira, presidente da ANM (Associação Nacional dos Médicos), afirma que trazer médicos de fora e obrigá-los a se fixar em determinada região pode ser considerado “trabalho escravo”.

– Enquadraremos isso e entregaremos a OMT (Organização Mundial do Trabalho). Além disso, eles não podem trabalhar se não for por concurso. Se isso acontecer, vamos levar ao Judiciário. O importante é promover a valorização do trabalhador brasileiro para que ele tenha uma carreira decente.

Paralisação para melhoria na saúde

Entidades médicas prometem paralisar as atividades na próxima quarta-feira (3) a partir das 10h em todo o País. O objetivo dos profissionais é mobilizar e chamar atenção da população para o projeto do Governo Federal de importar médicos cubanos, além da precariedade dos atendimentos e infraestrutura nos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde) e da falta de incentivo de carreira.

O presidente da AMB (Associação Médica Brasileira), Florentino Cardoso, diz que por meio da mobilização será possível “mostrar o caos e as verdades da saúde pública do Brasil”. Segundo ele, a área médica enfrenta diversos “grandes problemas”, entre eles a falta de financiamento.

– Os médicos não suportam mais atender as pessoas com paredes caindo, com posto sem água há dois meses. Vamos aproveitar este momento histórico para reconstruir o País.

Governo quer médico este ano

Governo Federal quer trazer ao Brasil já neste ano os médicos estrangeiros para atuarem na rede pública de saúde. O edital de chamamento dará prioridade aos médicos brasileiros, mas as vagas que não forem ocupadas serão destinadas a médicos de outros países. A medida faz parte do Pacto da Saúde, assinado entre a presidente, Dilma Rousseff e governadores nesta segunda-feira (24). A data para a publicação do edital ainda não foi definida, mas segundo o ministro da saúde, Alexandre Padilha, há pressa:

Segundo o Ministério da Saúde, ao chegar no Brasil os médicos passarão três semanas em avaliação em uma universidade brasileira e com permanente acompanhamento para garantir a qualidade do atendimento ao paciente antes de irem para os hospitais. Eles deverão também ter capacidade de se comunicar bem, quem estiver fora dos padrões não poderá exercer a função e terá que voltar ao país de origem.

Para Alexandre Padilha, a medida é a mais acertada, no momento, para atender a carência de médicos. Enviado do meu BlackBerry® da TIM

A última vez que o Brasil importou mão de obra foi a escravidão

A presidente Dilma em seu discurso, seguiu a linha do ministro Padilha e usou a expressão “importação” de médicos. Está sofrendo fortes críticas porque importar médicos não é visto como saída eficiente para um sistema de saúde sucateado e sem financiamento.

Quando regulamentou a Emenda Constitucional 29, a presidente não destinou 10% do Orçamento para a saúde. Além disso, matérias na imprensa e fotos que vem sendo divulgadas na Internet atestam o sucateamento da saúde, conhecido já pelos trabalhadores da saúde.

É muito ofensivo para a classe médica falar em importação de médicos. Médicos estrangeiros que quiserem trabalhar no Brasil podem. Basta revalidar e diploma e obter visto de trabalho. O país importa automóveis, vinhos, celulares, bugingangas. Mas falar em importação de pessoas ofende a classe médica e, também, aos médicos estrangeiros que pretendam trabalhar no Brasil, conforme sua liberdade e decisão individual. Importa-se mercadorias, não pessoas.

A última vez que o Brasil importou mão de obra foi nos tristes tempos da escravidão.

A presidente deveria pensar nisso e entender que, ao falar de importação de médicos está ofendendo toda uma classe. Enviado do meu BlackBerry® da TIM

PEC da carreira de estado para médico é debatida na Câmara

O salario inicial p plano de
carreira q será proposto pelo
governo é 15 mil !!! . . . A
comissão especial que analisa a
proposta de emenda à
Constituição (PEC 454/09) que
estabelece a carreira de Estado
para médicos vai realizar
audiências públicas nos estados
para saber da demanda e da
oferta desses profissionais em
cada localidade. A PEC
determina que os médicos
serão nomeados de acordo com
a classificação no concurso
público para trabalhar em
regime de dedicação exclusiva,
ou seja, não poderão ocupar
outra função pública a não ser
o magistério.
A proposta também determina
que a ascensão funcional do
médico seguirá os critérios de
aperfeiçoamento profissional e
de antiguidade.
Segurança jurídica – Para o
tesoureiro da Associação
Médica Brasileira, José
Bonamigo, a proposta vai dar
segurança jurídica para os
médicos que muitas vezes são
atraídos para o interior por
salários altos que não são
pagos na prática.
José Bonamigo destacou que
salários de R$ 20 a 30 mil
ferem a Lei de Responsabilidad
e Fiscal (Lei Complementar
101/00), que determina que
nenhum servidor municipal
pode ganhar mais que o
prefeito.”Em geral, quando
ocorre essa remuneração, ela
está composta de recurso
federal, estadual e do
município”, explica Bonamigo.
“Isso é óbvio que não se
compõe um vínculo de
trabalho: o médico está lá e ele
recebe essa composição
salarial à medida que o prefeito
libera esses recursos. Não
existe uma contratação formal,
nenhum concurso e nenhuma
colocação desse profissional
como estatutário.”
Garantir cobertura médica – O
presidente da comissão,
deputado Saraiva Felipe
(PMDB-MG), explicou que a
criação da carreira de Estado é
fundamental para garantir uma
cobertura médica melhor em
todo o País.”Não há como nós
organizarmos o sistema de
saúde nacionalmente com
profissionais de saúde, mas
sobretudo, garantindo a
presença de médicos em todos
os municípios do País e nas
periferias das grandes cidades,
sem criarmos uma carreira de
Estado para o médico que
trabalha no Sistema Único de
Saúde”, disse o deputado.
Salário de R$ 15 mil – A
proposta estabelece ainda um
salário inicial de R$ 15 mil
para os médicos que optarem
pela carreira de Estado. Na
próxima semana a Comissão se
reúne novamente para
apresentar a votar o
cronograma de reuniões nos
estados e no Distrito Federal.
Íntegra da proposta:
PEC-454/2009
Fonte: Agência Câmara
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AMB explica processo contra Padilha

AMB explica o processo contra o ministro Padilha

Na manhã desta terça-feira (18/6), na sede da Associação Médica Brasileira (AMB), em São Paulo, Florentino Cardoso, presidente da AMB; José Bonamigo, 1º tesoureiro; e Carlos Michaelis Júnior, advogado da entidade, apresentaram detalhes sobre a ação de responsabilidade por improbidade administrativa movida pela AMB contra o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Entramos com uma representação no Ministério Público Federal cobrando a aplicação do dinheiro que foi destinado à pasta da Saúde. Também acionamos o ministro em uma ação civil pública no Superior Tribunal Federal. Após a intimação ser confirmada, o ministro terá 15 dias para prestar informações”, disse Michaelis Júnior.

A entidade quer entender os motivos de o Ministério da Saúde ter deixado de investir R$ 17 bilhões. “Em 2012, sobraram R$ 9,01 bilhões de créditos não utilizados. Historicamente, 2% a 3% não são investidos em projetos devido à morosidade e burocracia da máquina pública, mas 9,64% do orçamento aprovado é inaceitável. Do total empenhado, R$ 8,3 bilhões foram inscritos em restos a pagar não processados, porém o Tribunal de Contas da União não sabe onde estão essas contas ou se elas existem”, afirmou Cardoso.

No ano passado, a União empenhou recursos suficientes para dar cumprimento à regra de aplicação mínima no setor. “Como pedir mais dinheiro para financiar a Saúde diante desses valores absurdos? Reconhecemos que faltam investimentos, mas o que está disponível nem foi utilizado. Parece que a saúde é prioridade apenas durante as campanhas eleitorais”, declarou o presidente da AMB.

Em 2000, a União tinha participação de 58% relativa aos entes da Federação nas despesas com ações de saúde. Na metade da década, esse valor caiu para 48% e caindo para 45% em 2010. “A Emenda Constitucional 29 não foi regulamentada do jeito que a população precisava, pois desobriga a União a investir porcentagem adequada, sacrificando Estados e municípios”, expôs Cardoso.

Segundo Bonamigo, a população ganhou consciência e está ficando cada vez mais desapontada com o abismo entre o que paga de imposto e o que recebe em termos de serviços. “Essa ação não foi feita de um dia para o outro, mas corre em paralelo e tem a mesma raiz dos movimentos que estão eclodindo pelo Brasil. Esse dinheiro retornará para o Tesouro e não temos expectativa de vê-lo investido na saúde no curto prazo. Relutamos em entender que deixar de utilizar esse dinheiro seja somente uma decisão política.”

O presidente da AMB afirmou que está acompanhando atentamente as manifestações, sobretudo aquelas que pedem melhorias na saúde e educação. “Não descartamos ir à rua em movimento legítimo e ordeiro. Estamos comprometidos com tudo o que diz respeito à saúde e à Medicina”, concluiu Cardoso.

Slides com informações sobre o assunto estão à disposição caso seu veículo necessite.

Assessoria de Imprensa

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A Emenda Constitucional 29 poderia melhorar a saúde

As pessoas sabem que o sistema público de saúde precisa ter um financiamento garantido e decente para garantir serviços dignos à população. Para garantir esse financiamento o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 29, que garantiria percentuais fixosnos orçamentos da União, dos Estados e dos Municípios para a saúde. Mas “a emenda ficou pior do que o soneto”. A presidente Dilma recusou-se a aprovar a destinação de 10% dos recursos federais para a saúde.

Na ocasião o Conselho Federal de Medicina assim se pronunciou:

A aprovação recente da
Emenda Constitucional 29,
que garante recursos para a
saúde, frustrou a esperança
dos brasileiros: após longa
tramitação e tentativas de
atrelá-la a mais um imposto
ou contribuição social, a
emenda saiu pior que o
soneto. Nesse contexto, a
União deverá aplicar
anualmente em ações e
serviços públicos o montante
correspondente ao valor
empenhado no ano anterior,
acrescido do percentual da
variação nominal do PIB, ao
invés dos 10% de sua receita
bruta,conforme se propunha,
restando a destinação de 12%
e 15% da receita bruta dos
estados e dos municípios,
respectivamente.

Fonte: http://www.portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=22836:emenda-constitucional-29&catid=46

Para conhecer melhor a História da EC 29:

A Constituição Federal de
1988, no artigo 198,
parágrafo 3º determinou que,
por meio de Lei
Complementar, seriam
definidos os percentuais que a
União, os Estados e os
municípios aplicariam na área
da saúde, explicitando
critérios de reavaliação,
normas de fiscalização e
controle.
Em 2000, foi aprovada a
Emenda Constitucional 29,
consolidando o Sistema Único
de Saúde. A EC 29 fixou a
vinculação dos recursos
orçamentários que seriam
destinados à saúde pelas três
esferas de governo,
incumbindo o Congresso
Nacional de regulamentar a
matéria de forma a assegurar
que os recursos sejam,
efetivamente, empregados no
SUS.
Pelo texto aprovado, a EC 29
estipulou norma transitória
determinando que a União
deveria destinar para a saúde,
no ano 2000, 5% a mais sobre
o valor de 1999 e, nos anos
seguintes, que esse valor fosse
corrigido pela variação
nominal do Produto Interno
Bruto (PIB).
Os Estados seriam obrigados
a destinar 12% do seu
orçamento; e os municípios,
15%. A EC 29 vigência até o
exercício de 2004, momento
que deveria ser promulgada a
Lei Complementar regulando
a matéria em definitivo.Após
quase uma década, a
regulamentação da EC 29
voltou ao debate de forma
contundente em dezembro de
2007 em razão da derrota da
União em prorrogar a
Contribuição Provisória sobre
Movimentação Financeira
(CPMF).
Passados mais de três anos de
discussões, a Câmara dos
Deputados concluiu, em 21 de
setembro de 2011, a
aprovação do Projeto de Lei
Complementar (PLP) 306 de
2008, que regulamenta a
Emenda Constitucional 29. O
Senado aprovou o projeto em
7 de dezembro de 2011 e a
presidente Dilma Rousseff
sancionou em 15 de janeiro de
2012.
Foram vetados, porém, 15
dispositivos do texto aprovado
pelo Congresso Nacional. Os
vetos evitam a necessidade de
ajustes nos cálculos caso haja
revisão da variação do PIB de
anos anteriores, para impedir
“instabilidade na gestão fiscal
e orçamentária”, segundo
justificativa da Presidência.

Fonte: http://www.saudemaisdez.org.br/index.php/component/content/article/9-legais/25-historico-da-ec-29

O Conselho Nacional de Saúde também foi favorável à regulamentação:

A regulamentação da EC nº
29 permitirá que os recursos
aplicados nas ações e
serviços de saúde não sofram
“desvio de finalidade”, visto
que a lei definirá o que
poderá ser considerado
como tal, tendo a Resolução
322/2003 do CNS como
referência nesse quesito. Ou
seja, será introduzido um
componente qualitativo na
análise do gasto com ações e
serviços de saúde, visto que,
até o momento, o componente
quantitativo (percentual de
aplicação) não foi suficiente
para garantir a eficácia dos
serviços prestados, alocando-
se, em muitos lugares,
conforme denúncias recebidas
pelo CNS, despesas de outra
natureza para comprovar o
cumprimento do percentual
mínimo.

Porém, isso tudo poderá ser
perdido diante da emenda que
retira da base de cálculo da
aplicação mínima em saúde a
dedução da receita oriunda do
Fundo de Valorização dos
Profissionais de Educação
(FUNDEB). Trata-se de um
artifício que desrespeita a
proposta originalmente
estabelecida na EC 29, visto
que a vinculação deve ocorrer
sobre a base “bruta”, antes
dessa dedução e de qualquer
outra dedução, como forma de
priorizar a saúde tanto quanto
a educação, nos termos da
Constituição Federal. Com
essa redução da base de
cálculo, haverá menos
recursos para o financiamento
da saúde pública no âmbito
dos Estados e Distrito
Federal.

Fonte: http://conselho.saude.gov.br/webec29/index.html

Esse assunto tem que ser levantado agora porque a presidente, fazendo vista grossa ao sucateamento do sistema público de saúde, percebido por todos “brasileiros e brasileiras” vem a público sugerir que vai solucionar a grave crise da saúde por meio da importação de médicos, o que, na verdade não representa uma solução completa e eficaz.

Devemos pedir à presidente que garanta o financiamento do sistema, revendo a sua decisão anterior. Enviado do meu BlackBerry® da TIM

Médicos de Pernambuco param hoje em protesto contra anúncio de importação de médicos

A notícia está em http://m.g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/06/medicos-de-pe-anunciam-paralisacao-em-hospitais-publicos-na-terca-feira.html

Médicos de PE anunciam paralisação em hospitais públicos na terça-feira

Categoria é contra medida anunciada por Dilma sobre médicos estrangeiros. Secretaria Estadual de Saúde afirma que não foi informada oficialmente, 24/06/2013 12h01 – Atualizado em 24/06/2013 12h01
Do G1 PE

Os médicos de hospitais federais, municipais e estaduais em Pernambuco anunciam uma paralisação das atividades nas principais unidades públicas do estado nesta terça-feira (25), por 24 horas, como forma de protesto contra a medida anunciada pela presidente Dilma Rousseff de trazer profissionais estrangeiros para atuar nas cidades do interior. Serviços de emergência e urgência, chamados do Samu e atendimento aos pacientes internados devem continuar sem interrupções de acordo com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe).
Pessoas que tiverem consultas e cirurgias programadas para esta terça em alguma unidade de saúde pública terão os encontros reagendados, sob responsabilidade de cada hospital. O Simepe orienta a população a procurar os postos de saúde, policlínicas e hospitais que frequentam para saber como remarcar os procedimentos.
De acordo como presidente do sindicato, Mário Jorge, a categoria não é contra a entrada de médicos estrangeiros no país, e sim contra a proposta da presidente, que não esclarece se os profissionais trazidos vão se submeter a avaliação de currículo e competências. Mais de 4 mil médicos no estado foram notificados e uma assembleia geral extraordinária está marcada para as 14h de terça-feira, no auditório do Memorial da Medicina de Pernambuco, Rua Amaury de Medeiros, nº 206, bairro do Derby, área central do Recife .
O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) demonstrou apoio o movimento do Simepe e, em seu pronunciamento publicado no site oficial sobre o discurso da presidente da república, também discorda das medidas que serão adotadas pelo governo federal sobre o intercâmbio dos profissionais estrangeiros. O conselho também afirma que não vai habilitar nenhum médico estrangeiro sem a devida avaliação de competência e fluência em língua portuguesa.
A Secretaria de Saúde de Pernambuco afirmou não ter sido notificada oficialmente do movimento e não tem nenhum plano para suprir as consultas já agendadas. Enviado do meu BlackBerry® da TIM

Nota Oficial da FENAM

Comunicado Oficial – Federação Nacional dos Médicos

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, convocou na manhã desta segunda-feira (24), os sindicatos médicos brasileiros para participarem de reunião emergencial para deliberações sobre manifestações e greve geral, contra o anúncio da presidente Dilma Rousseff de que trará médicos estrangeiros para atuarem no Brasil.

A reunião será nesta quarta-feira (26), às 9 horas, na sede da Associação Médica Brasileira (AMB). Logo após, às 10 horas, haverá uma coletiva de imprensa, convocada pela FENAM, onde todas as deliberações serão comunicadas a mídia brasileira, bem como os motivos da categoria para repudiar a medida governamental.

No mesmo dia, às 12 horas, um Fórum sobre as experiências com a importação de Médicos em outros países será realizado no auditório da AMB, onde o vice-presidente da Confederação Médica Latino Americana (CONFEMEL), Douglas Natera, falará das consequências que a importação de médicos pode trazer para o Brasil e para a população brasileira.

Sequencialmente, os sindicatos convocarão nas suas bases assembleias com seus médicos para implementarem as decisões que serão anunciadas na coletiva do mesmo dia.

O momento é histórico e decisivo para os médicos e a saúde da nação.

Confira a agenda: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/404579

Atenciosamente,
Imprensa – Federação Nacional dos Médicos (FENAM)
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Médicos de Juiz de Fora – Assembleia e Paralisação

[Fax Sindical * 24/06/2013 * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora] *** Comunicado Sindical Importante *** Por favor – divulgue. URGENTE!
Amanhã 25 de junho, 19 horas e 30 minutos – Assembleia Geral dos Médicos Municipais de Juiz de Fora – divulgue e compareça. Dia 03 de julho – Paralisação geral dos médicos do SUS – contra o sucateamento da saúde pública. Importação de médicos não é solução. Mobilize divulgue participe.

Dia 26 as entidades médicas organizam protesto nacional em repúdio à ideia de que importação de médicos seja solução eficiente e duradoura para os graves problemas do SUS. Em Juiz de Fora, os médicos devem parar no dia 03 de julho. Por toda parte há protestos contra o anúncio oficial. Vamos reverter esse quadro na luta.

A importação de médicos estrangeiros, um dos projetos invocados por Dilma Rousseff para fazer a rua voltar para casa, levará mais gente ao asfalto. Entidades médicas organizam para as 16h desta quarta-feira (26) um protesto nacional em defesa da valorização dos profissionais brasileiros e investimentos no SUS.

Em reação ao pronunciamento feito por Dilma em rede nacional de rádio e tevê, as entidades divulgaram uma “carta aberta aos médicos e à população brasileira”. No texto, anotam que o projeto do governo “é de alto risco” e “simboliza uma vergonha nacional.” Subscrevem o documento quatro entidades. Entre elas a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, que formulou proposta para levar médicos aos fundões do país.

Para essas entidades, a iniciativa do governo seria arriscada porque exporia a população brasileira “à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados.” Seria vergonhosa porque “tem valor inócuo, paliativo, populista e esconde os reais problemas que afetam o SUS.”

Que problemas? Falta de leitos e de medicamentos, ambulâncias paradas por falta de combustível, infiltrações nas paredes e goteiras nos hospitais, infraestrutura precária e baixa valorização dos médicos. Provocativo, o texto recorda o câncer que levou Dilma a tratar-se no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

“Há alguns anos, a presidente Dilma Rousseff foi vítima de grave problema de saúde”, anota a carta. “O tratamento aconteceu em centros de excelência do país e sob a supervisão de homens e mulheres capacitados em escolas médicas brasileiras. O povo quer acesso ao mesmo, e não quer ser tratado como cidadão de segunda categoria, tratado por médicos com formação duvidosa e em instalações precárias.”

As entidades informam que tomarão “todas as medidas possíveis, inclusive as jurídicas” para tentar barrar o projeto do governo. Além do protesto prevista para esta quarta-feira, as entidades organizam para o dia 3 de julho uma “paralisação nacional” dos médicos.

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Atenção: Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora com indicativo de greve

[18.06.2013]Atenção médicos da Prefeitura de Juiz de Fora: URGENTE!

A Assembleia Geral dos Médicos Municipais de Juiz de Fora, reunida na noite de 17 de junho, na Sociedade de Medicina rejeitou a proposta do governo municipal de (1) reposição das perdas salariais pelo IPCA e (2) pagamento, a partir de janeiro, de uma parcela de 2,5% referentes à futura recomposição da diferença que inferioriza os médicos em 25% em relação aos vencimentos do nível superior.

Foi também decidido convocar uma nova assembleia para o dia 25 de junho, 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina, com indicativo de paralisação.

Solicitamos a todos que divulguem essa assembleia, que distribuam esse e-mail entre colegas e amigos e convidem os colegas de trabalho. O momento é grave, os médicos municipais sofrendo com salários aviltados, condições indignas de trabalho, assédio moral e discriminação salarial. A administração municipal não mostrou vontade política de valorizar os médicos da prefeitura.

Vamos comparecer em massa. Está na hora de virar esse jogo.

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