Médicos de Juiz de Fora – Assembleia e Paralisação

[Fax Sindical * 24/06/2013 * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora] *** Comunicado Sindical Importante *** Por favor – divulgue. URGENTE!
Amanhã 25 de junho, 19 horas e 30 minutos – Assembleia Geral dos Médicos Municipais de Juiz de Fora – divulgue e compareça. Dia 03 de julho – Paralisação geral dos médicos do SUS – contra o sucateamento da saúde pública. Importação de médicos não é solução. Mobilize divulgue participe.

Dia 26 as entidades médicas organizam protesto nacional em repúdio à ideia de que importação de médicos seja solução eficiente e duradoura para os graves problemas do SUS. Em Juiz de Fora, os médicos devem parar no dia 03 de julho. Por toda parte há protestos contra o anúncio oficial. Vamos reverter esse quadro na luta.

A importação de médicos estrangeiros, um dos projetos invocados por Dilma Rousseff para fazer a rua voltar para casa, levará mais gente ao asfalto. Entidades médicas organizam para as 16h desta quarta-feira (26) um protesto nacional em defesa da valorização dos profissionais brasileiros e investimentos no SUS.

Em reação ao pronunciamento feito por Dilma em rede nacional de rádio e tevê, as entidades divulgaram uma “carta aberta aos médicos e à população brasileira”. No texto, anotam que o projeto do governo “é de alto risco” e “simboliza uma vergonha nacional.” Subscrevem o documento quatro entidades. Entre elas a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, que formulou proposta para levar médicos aos fundões do país.

Para essas entidades, a iniciativa do governo seria arriscada porque exporia a população brasileira “à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados.” Seria vergonhosa porque “tem valor inócuo, paliativo, populista e esconde os reais problemas que afetam o SUS.”

Que problemas? Falta de leitos e de medicamentos, ambulâncias paradas por falta de combustível, infiltrações nas paredes e goteiras nos hospitais, infraestrutura precária e baixa valorização dos médicos. Provocativo, o texto recorda o câncer que levou Dilma a tratar-se no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

“Há alguns anos, a presidente Dilma Rousseff foi vítima de grave problema de saúde”, anota a carta. “O tratamento aconteceu em centros de excelência do país e sob a supervisão de homens e mulheres capacitados em escolas médicas brasileiras. O povo quer acesso ao mesmo, e não quer ser tratado como cidadão de segunda categoria, tratado por médicos com formação duvidosa e em instalações precárias.”

As entidades informam que tomarão “todas as medidas possíveis, inclusive as jurídicas” para tentar barrar o projeto do governo. Além do protesto prevista para esta quarta-feira, as entidades organizam para o dia 3 de julho uma “paralisação nacional” dos médicos.

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