A última vez que o Brasil importou mão de obra foi a escravidão

A presidente Dilma em seu discurso, seguiu a linha do ministro Padilha e usou a expressão “importação” de médicos. Está sofrendo fortes críticas porque importar médicos não é visto como saída eficiente para um sistema de saúde sucateado e sem financiamento.

Quando regulamentou a Emenda Constitucional 29, a presidente não destinou 10% do Orçamento para a saúde. Além disso, matérias na imprensa e fotos que vem sendo divulgadas na Internet atestam o sucateamento da saúde, conhecido já pelos trabalhadores da saúde.

É muito ofensivo para a classe médica falar em importação de médicos. Médicos estrangeiros que quiserem trabalhar no Brasil podem. Basta revalidar e diploma e obter visto de trabalho. O país importa automóveis, vinhos, celulares, bugingangas. Mas falar em importação de pessoas ofende a classe médica e, também, aos médicos estrangeiros que pretendam trabalhar no Brasil, conforme sua liberdade e decisão individual. Importa-se mercadorias, não pessoas.

A última vez que o Brasil importou mão de obra foi nos tristes tempos da escravidão.

A presidente deveria pensar nisso e entender que, ao falar de importação de médicos está ofendendo toda uma classe. Enviado do meu BlackBerry® da TIM

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