Dia 23 de julho – Jornada de Protesto Nacional – Os médicos de Juiz de Fora vão parar

Atenção médicos de Juiz de Fora
Aviso sindical urgente!

De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
Data: 19 de julho de 2013

Aviso sindical e de utilidade pública

Dia 23 de julho os médicos dos serviços de atenção primária (UAPS) e os médicos especialistas não comparecerão ao trabalho. Os serviços de urgência, só atenderao urgências
As pessoas devem evitar, exceto em casos de urgência, procurar os serviços de saúde.

A jornada nacional de protesto dos médicos cumpre mais uma etapa de sua agenda.

Divulgue – participe – convide – fale com familiares, amigos e colegas – repercute – espalhe – DIA 23 É Paralisação Nacional e os Médicos de Juiz de Fora vão parar.

Em uma mesma semana a presidente vetou a Lei da Regulamentação da Medicina, chamada “Ato Médico” e propôs o “Mais Médicos”. A lei tramitou onze anos no Congresso, foi tratada em 27 audiências públicas. A presidente desrespeitou todo esse trabalho. Depois anunciou o programa “Mais Médicos”. Agora sabemos que “Mais Médicos” significa “Mais Precariedade”. Chega de tanto desrespeito e achincalhe. Abaixo a opressão e a indignidade! Leia abaixo e saiba o que a propaganda oficial esconde.

MINISTRO PADILHA: A DIGNIDADE DO MÉDICO NÃO SE VENDE POR DEZ MIL REAIS

Algumas informações que são omitidas pelo governo no programa “Mais Médicos”:

1- Quem aceita é obrigado a ficar trabalhando 180 dias. Se desiste, tem que devolver ao governo todo o salário. Se o profissional em razão de questões pessoais ou falta de condições de trabalho desistir com quatro meses de trabalho, terá que devolver tudo o que recebeu e terá trabalhado 4 meses de graça. Alguém conhece algum contrato de trabalho assim?

2- Não se recebe salário e sim “bolsa”. Não se tem direitos trabalhistas. A única garantia é o INSS que o governo diz que vai descontar e pagar. Não existe décimo terceiro, férias e horas extras e outros direitos e conquistas próprias dos trabalhadores brasileiros. “Bolsa” é própria de estágios e cursos de pós-graduação e não se aplica a um vínculo empregatício de “fato”.

3- A duração da “bolsa” é de três anos. Não é compatível com a necessidade de regularidade e continuidade necessária aos serviços públicos de saúde, que devem ser permanentes.

Por essas razões e várias outras muitos estão desistindo e a federação sindical dos médicos levou o governo na Justiça.

Veja a matéria publicada em:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/07/1312756-medicos-alegam-falta-de-direitos-e-desistem-de-programa-de-dilma.shtml Enviado do meu BlackBerry® da TIM

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