Monthly Archives: agosto 2013

A saúde do povo e os limites da demagogia

O governo engana o povo nutrindo falsas esperanças de que essa bolsa de três anos possa representar alguma melhoria na qualidade de serviços públicos de saúde. Padilha é o “poste” do Lula para o governo do Estado de São Paula. Lula animou-se com a eleição de outro “poste” para a Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad. Banca o Padilha no governo apesar de toda a polêmica. Padilha tem pedras no seu passado. Chegou a ser processado por improbidade administrativa, em razão de má gestão. http://www.sbpc.org.br/?C=2172 . Também existe uma polêmica relação dele com o notório Cachoeira. http://www.brasil247.com/pt/247/poder/55055/ .
Recusando meios usuais de atrair mão de obra, ele fez a lambança de oferecer “bolsas” e não contratos de trabalho, dispensando o certame público e a certificação dos profissionais. Nesse país não entra legalmente nem um queijo se não for certificado. Pode fazer mal à saúde. Mas, para nossas “otoridades” médico pode, para beneficiar essa mesma saúde.

Para completar sua obra nefanda
Padilha montou uma gigantesca operação de terceirização com Cuba. O governo mandará milhões de dólares dos cofres públicos e Cuba mandará 4.000 profissionais (médicos?) sem direitos civis e sociais. Não perceberão nem a bolsa de 10 mil reais do Padilha, que brasileiros e demais estrangeiros receberão.

Disse o jornalista Luiz Carlos Azedo: “O ex-prefeito carioca Cesar Maia (DEM) fez as contas de quanto custa cada médico cubano: o governo gastará R$
511 milhões para 4 mil
médicos cubanos por seis
meses, de setembro de 2013 a
fevereiro de 2014, segundo o
Ministério da Saúde. Então,
serão R$ 21.291,66 mensais, e
não R$ 10 mil, como foi
anunciado”.
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“O governo mentiu várias vezes” sobre a bolsa “Mais Médicos”

“O governo brasileiro mentiu
várias vezes nesse episódio.
Em maio último, o então
chanceler Patriota havia dito
que se preparava a
importação de 6 mil cubanos.
Dada a reação ruim, o
ministro Padilha disse que o
governo havia desistido do
projeto. Agora, assim de
repente, aparecem 4 mil
médicos preparados para vir
ao Brasil.

O governo apenas aproveitou
o momento para lançar o Mais
Médicos, com esse propósito
principal de trazer os
cubanos. Com marketing
quem pode ser contra a
colocação de médicos em
lugares carentes? Por outro
lado, a presidente Dilma
comprou uma briga feia com
os médicos brasileiros,
caracterizados como ricos
insensíveis no discurso oficial
e aliado. Uma ofensa, claro,
mesmo considerando que há
médicos que não cumprem
suas obrigações. A grande
maioria está aí, ralando.

Finalmente, e se algum
cubano entrar, por exemplo,
na embaixada dos EUA e
conseguir refúgio, o que fará
o governo brasileiro?”

“O médico cubano, destacados para trabalhar no Brasil – sob as regras contratuais do regime
cubano, uma ditadura. E não
poder trazer a família, que
permanece refém em Cuba,
sem poder viajar para o Brasil
ou para qualquer outro lugar –
isso é de uma violência sem
limite.
Os médicos ficam presos no
Brasil, suas famílias, em Cuba.
Parece exagerado, mas é a
pura verdade. Tanto que o
governo brasileiro foi logo
avisando os doutores cubanos
que não tentem fugir ou pedir
asilo, porque serão presos e
deportados.”

http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/opiniao/cubanos-presos-aqui-la-9734289 Enviado do meu BlackBerry® da TIM

Governo obscuro: CFM denuncia restrição à liberdade

Medida eleitoreira do governo Roussef confronta classe médica e irá deteriorar a qualidade da atenção médica às populações carentes. Além disso viola direitos civis e sociais e aprofunda percepção da insegurança jurídica no Brasil

Dinheiro público contribuirá para violação dos direitos humanos

CFM denuncia Governo Federal por restrição de liberdade e financiamento à ditadura cubana

Nota oficial do CFM

Médicos cubanos que participam de missões estrangeiras vivem sem direito a liberdades individuais, em regime análogo ao de semi-escravidão. É o que mostra o Regulamento Disciplinar aplicado à missão de 2006 aos cubanos que foram para a Bolívia trabalhar de forma similar à anunciada pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha, na última quarta-feira (21). “Tais regras ferem a legislação brasileira e não podemos concordar com tratamento desumano em nosso país”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Avila.

O CFM denuncia, desde maio deste ano, a existência de acordo do governo da presidente Dilma Roussef com a ditadura cubana, tendo inclusive feito representação na Procuradoria Geral da República. O Conselho argumenta não ser cabível que o Estado Brasileiro, signatário de diversos tratados internacionais para a tutela dos Direitos Humanos, incluindo a erradicação do trabalho escravo, “admita a possibilidade de contratação de pessoas estrangeiras em situações precárias, inclusive com retenção de parte dos recursos percebidos para remessa a Cuba.”

O regulamento distribuído na missão de Cuba na Bolívia proíbe, por exemplo, que cubanos se casem com nativas. Em caso de deserção, os médicos da missão ficariam impedidos de manter contato com desertores. Procurado pelo CFM, o vice-presidente da Confemel para a região Andina (órgão similar ao CFM na Bolívia), Aníbal Atonio Cruz Senzano, informou que os cubanos aproveitaram a missão para fazer do país rota de fuga para os Estados Unidos.

Gasto público – Pela parceria firmada, o Ministério da Saúde repassará R$ 511 milhões para o governo cubano. Em entrevista, Alexandre Padilha afirmou que o valor pago aos quatro mil médicos será definido por Cuba e que habitualmente fica entre 25% e 40% do valor. O que significa que, dos R$511 milhões entregues pelo Brasil com verba da Saúde oriunda de impostos pagos pelos brasileiros, a ditadura cubana reterá de R$306 a R$383 milhões.

Diante da situação exposta, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que irá interferir e abrir inquérito. O procurador José de Lima Ramos Pereira, chefe da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do MPT, disse à imprensa que a forma de contratação é “totalmente irregular” e que “não está caracterizada com a urgência que exige uma situação de calamidade”, como epidemia e terremoto, havendo a obrigatoriedade de concurso público.

A relação de emprego tem que ser tratada entre empregador e empregado.

Ilegalidades – “A relação de emprego tem de ser travada diretamente entre empregador e empregado. O governo será empregador na hora de contratar e dirigir esses médicos, mas, na hora de assalariar, a remuneração é feita por Cuba ou por meio de acordos. Isso fere a legislação trabalhista”, concluiu o procurador Ramos Pereira.

O Ministério da Saúde pagará aos demais estrangeiros e aos brasileiros uma bolsa de R$10 mil, enquanto os cubanos receberão entre R$2,5 mil e R$4 mil, segundo informado pelo ministro Alexandre Padilha. Os presidentes da Confemel na Venezuela e na Bolívia, Douglas Natera e Aníbal Senzano, informaram ao presidente do CFM que cada médico cubano em missão recebe nesses países o equivalente a R$1,5 mil.
A lei brasileira determina ainda que médicos formados no exterior que quiserem trabalhar no Brasil devem revalidar seus diplomas. Diante das ações do governo federal, os médicos que trabalharem no programa Mais Médicos ou os quatro mil cubanos vindos em missão não precisam de revalidação. “Quando é do interesse do governo, o governo faz coisas que contrariam a lei”, afirma.

Assessoria de Imprensa do CFM.

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FENAM DENUNCIA ATITUDE DE CONFRONTO DO GOVERNO CONTRA A CLASSE MÉDICA E MOBILIZA PROFISSIONAIS A REAGIREM AO ATENTADO

Brasília, 22 de agosto de 2013

Aos
Presidentes dos Sindicados Médicos,

Senhor Presidente:

Ao cumprimenta-lo cordialmente a Federação Nacional dos Médicos informa que em reunião com os sindicatos médicos em Brasília, dia 21 de agosto, para analisar os próximos passos diante dos vetos da presidente Dilma para o Ato Médico e ao anúncio do governo em trazer 4000 cubanos para o Programa Mais Médicos, ficou definido que os sindicatos de base deveriam convocar assembleias locais já na segunda-feira, 26 de agosto de 2013, havendo flexibilidade com esta data, de acordo com os estatutos próprios, para definir se o movimento nacional deverá marchar para ações de natureza jurídica, manifestações ou greve geral nacional, conforme sentimentos expressados em e-mails e correspondências a esta Federação por médicos de várias localidades do Brasil.
Informamos que a Fenam fará reunião no dia 27 de agosto de 2013, às 12h, na sua sede, em Brasília, com os sindicatos brasileiros para colher os resultados das assembleias e definir uma posição nacional. Ao mesmo tempo convidamos Vossa Senhoria para reunião com as Centrais Sindicais, também na terça-feira, às 14h e às 17h iremos protocolar a ADIN no Supremo Tribunal Federal, assim como uma denúncia no Ministério Público do Trabalho.
Informamos ainda que houve convocação de Audiência Pública para o dia 28 de agosto de 2013, às 10h, no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados, em que os deputados ligados ao movimento médico solicitaram a presença das lideranças médicas e representação dos sindicatos para debater o Programa Mais Médicos.
Os custos referentes às despesas de Vossas Senhorias e comitivas serão de responsabilidade dos seus respectivos sindicatos.
A título de organização interna, solicitamos confirmação de presença.
A sua presença é muito importante. Participe!

Atenciosamente,

Geraldo Ferreira Filho
Presidente

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NOTA DENUNCIA DEFICIÊNCIA NO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL DA SAÚDE

Na Venezuela e Bolívia médicos cubanos não certificados receberam o apelido de “doutores pastilhinhas”. Em ambos os países os programas não foram satisfatórios e houve manipulações de informações e estatísticas.

A lista de controvérsias é enorme, o governo parece ter perdido o senso de realidade e aprofunda a vertente esquerdista de sua gestão. Vamos lá: na Venezuela as missiones coordenadas pelos médicos cubanos fracassaram, ganharam um apelido – doutores pastilhinhas. Pois diante dos problemas trazidos pelos pacientes só receitavam analgésicos, anti-inflamatórios ou anti-térmicos. Quem relata isso é Enrique Krauze em seu livro “O Poder e o Delírio”. O exercício da medicina no Brasil está regulamentado, a ação do governo viola essa regulamentação. O trabalho de estrangeiros no país está regulamentado, a ação do Ministro da Saúde viola essa regulamentação. Alternativas para o atendimento a populações marginais não foram consideradas, como, por exemplo, o transporte e remoção para centros regionais. No RJ aonde moro, frequentemente se vêem carros de prefeituras vizinhas trazendo pacientes para serem atendidos em hospitais públicos da cidade.

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CRM MG NÃO REGISTRARÁ MÉDICOS NÃO CERTIFICADOS EM PROVAS DE CONHECIMENTOS

Governo federal se permite a ilegalidades e violações, mas o CRM resistirá 23/08/2013

Barreira a cubanos
Conselho regional pretende denunciar por exercício ilegal da profissão os médicos da ilha caribenha que estiverem trabalhando em Minas sem revalidação do diploma no Brasil Sandra Kiefer

A contratação de médicos cubanos por meio do programa Mais Médicos, do governo federal, pode virar caso de polícia em Minas Gerais. A ameaça partiu ontem do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), que pretende denunciar os caribenhos por exercício ilegal de profissão, uma vez que o governo permite a vinda desses profissionais sem a obrigatoriedade de enfrentar o processo de revalidação do diploma estrangeiro e o exame de proficiência em língua portuguesa.
“Se ouvir dizer que existe um médico cubano atuando em Nova Lima, por exemplo, mando uma equipe do CRM-MG fiscalizar. Chegando lá, será verificado se ele tem o diploma revalidado no Brasil e a carteirinha do CRM-MG. Se não tiver, vamos à delegacia de polícia e o denunciamos por exercício ilegal da profissão, da mesma forma que fazemos com um charlatão ou com curandeiro”, avisa o presidente da entidade, João Batista Gomes Soares. Segundo ele, não adiantará o profissional apresentar um papel em que consta ter sido contratado por convênio estabelecido entre Brasil e Cuba.
“Esse programa do governo federal é conversa e conversa não é superior à lei vigente no país”, protesta o médico, irritado com a decisão do governo federal de contratar 4 mil médicos cubanos pela Medida Provisória 621/13, como resposta à baixa adesão de profissionais de outras nacionalidades ao Mais Médicos. Em termo assinado com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) para preencher as vagas, Cuba foi o primeiro a fechar convênio com o Brasil.
“Não vou respeitar medida provisória, que é coisa da época da ditadura. Não entendo que MP revoga lei e vou me ater ao que a lei determina”, avisa Soares. Ele afirma que vai se recusar a emitir carteirinhas para estrangeiros que não revalidaram o diploma no Brasil nem estão fluentes no português, de acordo com as exigências previstas na Lei 3.268, que regulamenta a forma de registro médico no conselho. “Nossa preocupação é com a qualidade desses médicos, que são bons apenas em medicina preventiva, não sabem tirar tomografia. Vou orientar meus médicos a não socorrerem erros dos colegas cubanos”, ameaça.
O CRM de Minas está afinado com o Conselho Federal de Medicina (CFM), que ingressou na Justiça Federal para que as entidades nos estados não sejam obrigadas a fornecer o registro provisório aos estrangeiros. Na terça-feira, presidentes dos conselhos se reúnem no conselho federal, em Brasília, para discutir a questão cubana e o veto ao Ato Médico. CURSO DE
CONHECIMENTO
Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, os cubanos farão três semanas de curso de acolhimento, sob supervisão de tutor nomeado pelas instituições de ensino que aderiram ao programa no país de origem. Caso não sejam aprovados em conhecimentos médicos e em língua portuguesa, serão desligados do programa. Com validade de três anos, a carteira provisória deverá ser emitida em nome dos médicos intercambistas pelos CRMs.

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Entidades médicas condenam a contratação de médicos cubanos

Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), medida é eleitoreira e evidencia a real intenção do governo de trazer profissionais de Cuba “sem qualquer avaliação”

Mais Médicos: Entidades que representam a classe condenam a contratação de 4.000 médicos cubanos (Wendy Hope/Getty Images/Thinkstock)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nota em que considera “eleitoreira, irresponsável e desrespeitosa” a contratação de médicos cubanos para atuar no país, anunciada nesta quarta-feira pelo governo federal. “O CFM condena de forma veemente a decisão irresponsável do Ministério da Saúde que, ao promover a vinda de médicos cubanos sem a devida revalidação de seus diplomas e sem comprovar domínio do idioma português, desrespeita a legislação, fere os direitos humanos e coloca em risco a saúde dos brasileiros, especialmente os moradores das áreas mais pobres e distantes”, diz a nota da entidade.

O governo federal firmou convênio com a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) para a contratação de 4.000 profissionais cubanos. Os médicos irão suprir as vagas não preenchidas no programa Mais Médicos. Para o CFM, o anúncio evidencia a real intenção do governo de “abrir as portas do país para profissionais formados em Cuba, sem qualquer avaliação de competência e capacidade”. A avaliação do Conselho é que o programa Mais Médicos, com seus prazos difíceis de serem cumpridos e falhas de sistemas, já apontava para o desfecho anunciado.

“Alertamos à sociedade que o Brasil entra perigosamente no território da ‘pseudoassistência’ calcada em evidentes interesses pessoais e políticos eleitorais. Todos os brasileiros devem ter acesso ao atendimento universal, integral, gratuito e com equidade, conforme previsto pela Constituição ao criar o Sistema Único de Saúde (SUS). Não há cidadãos de primeira e segunda categoria, e é isso que essa medida cria”, diz o CFM.

Trabalho irregular – A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) também se manifestou oficialmente, afirmando que a vinda dos médicos cubanos no formato proposto pelo Ministério da Saúde constitui trabalho escravo. O Ministério da Saúde repassará o valor de 10.000 reais por mês para Opas, que encaminha o dinheiro para o governo cubano – e não diretamente aos médicos. Cabe a Cuba decidir o quanto pagará a cada um dos médicos. Para Geraldo Ferreira, presidente da Fenam, isso mostra que o acordo “guardará características irregulares”.

Além da forma em que a remuneração dos profissionais será feita, o órgão também criticou os a “ausência de direitos trabalhistas do programa e a falta de liberdade no país de destino, já que os profissionais continuam submetidos às regras cubanas”. Segundo Ferreira, se essa relação de trabalho escravo ou forçado vier a ser comprovada, a Fenam irá recorrer à Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“A entidade entende que a melhor maneira para levar o profissional onde ele não está, é com concurso público, com contratação pelo governo e o melhor financiamento da saúde, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz a nota.

Leia também:

Médicos estrangeiros escolhem áreas menos carentes
Governo preenche apenas 6% das vagas do programa Mais Médicos

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/entidades-medicas-condenam-a-contratacao-de-medicos-cubanos Enviado do meu BlackBerry® da TIM

Governo Dilma vai importar 4.000 médicos de Cuba – 22/08/2013

Acordo prevê violação de direitos civis e sociais no Brasil. Semi-escravos trabalham para governo brasileiro e governo estrangeiro recebe pagamento. Viramos republiqueta!
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/125265-governo-dilma-vai-importar-4000-medicos-de-cuba.shtml

Mais Médicos: Mandetta questiona autoria de possíveis erros | Notícia | Nordeste

http://www.sidneyrezende.com/noticia/214798+mais+medicos+mandetta+questiona+autoria+de+possiveis+erros

Mais Médicos: Mandetta questiona autoria de possíveis erros
Carlos Cavalcanti | Blog do Magno

O deputado federal e membro da comissão especial que está discutindo a MP dos Médicos na Câmara dos Deputados, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), disse ontem (15), em audiência pública na Associação Médica de Pernambuco, que três pontos são inegociáveis na votação da medida: o Revalida, prova que avalia conhecimento na profissão e de língua portuguesa; o vínculo trabalhista e a exigência para que os profissionais estrangeiros sejam submetidos ao controle dos conselhos de medicina.

“O governo errou no diagnóstico e quer trazer médico sem avaliar se ele está preparado para atender ao paciente. Você entregaria sua mãe ou seu filho nas mãos de um médico sem saber se ele está capacitado?”, questionou Mandetta, ressaltando que o Governo Federal precisa responder por erros médicos que venham a ser cometidos por esses profissionais, que, segundo ele, vão atender a população sem que sejam medidos seus conhecimentos.

De acordo com o deputado, é importante a sociedade estar atenta para a forma como o governo está tratando a vinda de médicos estrangeiros. “Como bolsistas, sem vínculo empregatício e sem serem avaliados pelos conselhos de medicina, no primeiro erro médico esses profissionais pegam a mala e voltam pro país de origem.”

Mandetta participou da audiência pública a convite do deputado federal Mendonça Filho (DEM) e de entidades médicas como Cremepe, Sindicato dos Médicos, Associação Médica e Associação dos Médicos Residentes.

Autor de 22 emendas à MP dos Médicos, Mendonça reafirmou a posição contra a decisão do governo de não submeter os médicos estrangeiros ao Revalida e a forma de contratação dos profissionais, que seria através de bolsas, quando no Brasil, a contratação de médicos em cargos públicos é feita através de concurso ou seleção simplificada.

Mendonça disse ainda que é importante que os médicos se mobilizem mandando e-mails, telefonando para os deputados e senadores, explicando aos pacientes e a sociedade em geral que essa luta não é contra mais médicos e sim a favor de soluções efetivas para a saúde publica no país. “De que adianta mandar um médico para uma cidade e ele não ter como pedir um exame, não ter remédio para dar ao paciente, nem ter condições de trabalho?”, indagou o democrata.

Médicos estrangeiros não estão preparados para a realidade brasileira

PUBLICADO EM 18/08/13 – 03h00
Isabella Lacerda

A chegada de médicos de diferentes nacionalidades para atuar no programa Mais Médicos, do governo federal, sem a necessidade de comprovação de boa formação preocupa representantes de entidades ligadas à saúde. E isso não acontece por acaso. A reportagem de O TEMPO consultou as grades curriculares das principais universidades de medicina de Argentina, Bolívia, Cuba e Espanha – países preferidos pelos brasileiros – e comparou as disciplinas disponíveis e as cursadas no Brasil. As principais diferenças são encontradas na formação prática e no reconhecimento de doenças. Em nenhum dos países, por exemplo, há aulas de epidemiologia.

 

Na primeira fase do programa, os médicos estrangeiros virão, principalmente, de Argentina (141), Espanha (100), Cuba (74), Portugal (45) e Venezuela (42), para ocupar vagas não procuradas por brasileiros.

O pneumologista e ex-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson Andrade, que já foi a Cuba conhecer a estrutura do ensino de medicina no país, é enfático ao dizer que a diferença de realidade entre os países pode ser prejudicial. “Cuba é um país empobrecido, que oferece saúde de forma contingenciada. O objetivo do governo é fazer com que os estudantes atuem na realidade do país. Quem só termina o curso de medicina e vem para o Brasil tem uma dificuldade imensa de atuar aqui”. Andrade ressalta as diferenças tecnológicas e de medicamentos como pontos questionáveis, assim como a falta de estrutura de laboratórios.

Para o vice-presidente do CFM, Carlos Vital, o maior objetivo da União com o Mais Médicos é abrir vagas para os cubanos. “Já há um acordo para que venham 6.000 cubanos, foi um pretexto”, diz. Segundo o médico, as diferenças curriculares realmente são problemáticas. “O tempo de formação é diferente, a grade curricular não atende o que é preciso para o Brasil. Não é por acaso que os índices de reprovação no exame de revalidação do diploma são de 90% para estrangeiros”.

Contraponto. Médicos estrangeiros que atuam no Brasil relatam que as diferenças existem, mas são superáveis. É o caso da psiquiatra Heloise Delavenne, 33. Formada na França, ela veio para o Brasil em 2011, após se casar com um brasileiro.

Heloise conta que a adaptação linguística foi o maior desafio. “Na França, as matérias são parecidas com as do Brasil. Cheguei a estudar um pouco das doenças tropicais lá. Aos poucos vamos adaptando”, conta Heloise, que foi aprovada no Revalida em 2012 e mora em Belo Horizonte.

O iraniano Leonardo Dargahi, 36, não teve a mesma sorte. Formado no Teerã, capital do Irã, ele se mudou em 2010 para o Rio de Janeiro, mas por um problema no visto de permanência ainda não pode revalidar seu diploma. “Estou estudando para fazer a prova. Estou vendo algumas doenças que não conhecia, como a tuberculose”.

http://www.otempo.com.br/cidades/médicos-não-estão-preparados-para-a-realidade-brasileira-1.698951

Médicos cubanos no país da piada pronta

http://www.dm.com.br/texto/137847-madicos-cubanos-e-o-paas-da-piada-pronta

Enviado em 17/08/2013 às 21h21
Médicos cubanos e o País da piada pronta

Diário da Manhã
Daniel de M.C.

O governo brasileiro conseguiu se superar, mais uma vez, mas para pior, muito pior. Não faz o menor sentido para qualquer ser, que tenha dois neurônios ou mais na cabeça, que um País de 190 milhões de habitantes precise importar médicos cubanos para reestruturar seus hospitais. Essa medida é a prova concreta e cabal da incompetência do País no quesito Educação de qualidade e acessível a todos. Também é a prova concreta e cabal que o comando do País está mais perdido que cego em tiroteio e age por puros interesses e ideologias particulares. Eu não sei como que isso ainda não virou piada no exterior. Que País é esse? Que governo é esse? Como assim médicos cubanos? Como assim perdoar dívidas milionárias de outros países no exterior? O público virou privado? Interesses particulares se sobrepondo aos interesses públicos? Como que a presidenta perdoa dívidas no exterior se ela nem começou a quitar as dívidas aqui no Brasil? Adianta ter médicos cubanos no Brasil se não existem leitos, nem UTIs, nem camas, nem remédios, nem seringas, nem os materiais mais básicos que um hospital precisa ter? Esses médicos cubanos ao menos sabem falar Português? Chegamos ao fundo do poço, literalmente… só não vê quem não quer.

Quando um é igual a zero _ Algumas verdades sobre uma bolsa de 3 anos chamada “Mais Médicos”

O professor David Uip relata sua experiência pessoal, como acadêmico e médico voluntário nos rincões do Brasil e conclui que um médico não qualificado, não dominando a língua portuguesa e sem meios pode fazer pouco para ajudar nas agruras que agravam a saúde de uma população. Quando um é igual a zero, é mais uma denúncia, de um profissional qualificado e entendedor da Medicina e da Saúde Pública, sobre as dificuldades da bolsa de 3 anos denominada “Mais Médicos”. Padilha, o ministro da Saúde, tenta vender essa bolsa como se fosse a solução mágica para o sucateamento e má qualidade do sistema público de saúde.
http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/08/1321282-david-uip-quando-um-e-igual-a-zero.shtml

Fax Sindical Assembleia Médicos Municipais Juiz de Fora 20 de agosto

URGENTE! FAVOR DIVULGAR!

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS MÉDICOS MUNICIPAIS DE JUIZ DE FORA

Dia 20 de agosto, terça-feira, 19 horas e trinta minutos.
Na Sociedade de Medicina.

[Fax Sindical * 16 de agosto de 2013 * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais ]

Em Juiz de Fora, a gestão municipal plena do SUS está sob ameaça. Circulam informações que o Ministério Público Estadual, por meio de um de seus representantes, pretende assumir uma gestão paralela da saúde. Todas as pessoas esclarecidas sabem que o Ministério Público tem o papel de ser o “fiscal da lei”. Nesse caso exerce um papel importante de combater a improbidade administrativa e a corrupção. Mas o fiscal da lei deveria ocupar o papel que compete ao gestor municipal? Poderia assumir a função de regular o direito de férias de trabalhadores? Poderia assumir o poder de autorizar profissionais de saúde de obterem a devida licença para participarem de congressos e eventos. Ressaltamos que a esmagadora maioria dos profissionais participa desses congressos e eventos, que possibilitam atualização, informação, aperfeiçoamento e treinamento às próprias expensas. O poder público não os financia, embora os frutos desses eventos sejam benéficos ao atendimento no serviço público. Apesar disso, o intervencionismo quer inibi-lo, buscando pretextos que justifiquem a razoabilidade para justificar suas ações.

Diante dessa situação alarmante, montada por preconceitos e razões superficiais e apelativas, resta, mais uma vez, aos médicos municipais o caminho da união, mobilização e luta ou um outro caminho, que leva à servidão.

Reaja. Compareça à assembleia. Mobilize. Convide os médicos municipais à participação. A assembleia é uma reunião de pessoas honestas que honram o trabalho ético e o serviço público e que não querem ser desprespeitadas e assediadas.

O FINANCIAMENTO DEFICIENTE DESORGANIZOU E SUCATEOU O SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE

O governo quer esconder o fato de que gasta menos do que deve em saúde e a corrupção devasta o dinheiro contado da saúde

A classe médica brasileira vive um momento de agruras. Diante do evidente sucateamento do sistema público de saúde e da má vontade do governo em financiar dignamente o sistema público de saúde. Em expediente de caráter eleitoreiro e como forma de lidar com a má qualidade dos serviços, o governo desencadeou uma operação cujo objetivo foi tornar o médico “bode expiatório” do fracasso do governo. E sendo “bode expiatório” deve ser sacrificado. Aí o Ministro Alexandre Padilha sacou do bolso do colete o programa “Mais Médicos”, uma simples bolsa de 3 anos, sem direitos trabalhistas, dispensando certame público e certificação.

A falta de recursos desorganizou sistema público de saúde no Brasil e é a causa mais importante da má qualidade dos serviços públicos de saúde.
Movimento Saúde Mais 10 pede que Dilma forneça recursos para melhorar o sistema.
http://www.correiodoestado.com.br/noticias/falta-de-recursos-desorganizou-sistema-de-saude-publica-do-p_190797/ Enviado do meu BlackBerry® da TIM

O orçamento impositivo e a saúde pública deficiente

Ao sentir a perspectiva concreta de aprovação da proposta pela Câmara dos Deputados, a presidente Dilma tentou negociar e manifestou a disposição do governo em aceitar o orçamento impositivo, desde que fosse destinada à área da saúde metade do valor total das emendas propostas pelos parlamentares. Conhecedores do destino da maioria dos compromissos do governo, os deputados admitiram aceitar o acordo, mas pediram garantias de que ele seria cumprido.

Não tendo obtido as tais garantias, os deputados deixaram a conversa para lá e aprovaram a proposta original. Talvez lembrados da recente regulamentação da PEC 29, que definia a participação das três esferas de governo no setor da saúde – com os municípios entrando com 15% de suas receitas correntes, os estados com 12% e a União, mais rica e poderosa do que todos, com apenas 25%. Só que a presidente Dilma não concordou, e hoje a União destina à saúde pública apenas 4% de sua receita. Daí os deputados não terem ido na onda de dirigir para a saúde 50% das suas emendas. Acreditam que a presidente, apesar de todas as suas manifestações de intenção, não tem mesmo grande estima pelo setor.

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