Monthly Archives: setembro 2017

Médicos cubanos no Brasil na Justiça contra trabalho análogo à escravidão terceirizado pela OPAS para financiar governo de Cuba

 

Em um raro ato de desafio coletivo, dezenas de médicos cubanos que trabalham no exterior para ganhar dinheiro para suas famílias e seu país estão movendo processos judiciais para romper fileiras com o governo cubano, exigindo ser libertados do que um juiz chamou de “uma forma de trabalho escravo”.

Milhares de médicos cubanos trabalham no exterior sob contrato com as autoridades cubanas. Países como o Brasil pagam ao governo comunista da ilha milhões de dólares por mês para fornecer serviços médicos, o que efetivamente torna os médicos de Cuba sua exportação mais valiosa.

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Mas os médicos recebem uma pequena parte desse dinheiro, e um número cada vez maior dos que estão no Brasil começou a se rebelar. No ano passado, pelo menos 150 médicos cubanos moveram ações em tribunais brasileiros para contestar o acordo, exigindo ser tratados como profissionais independentes, ganhando salários plenos, e não como agentes do Estado cubano.

“Quando você sai de Cuba pela primeira vez, descobre muitas coisas que não sabia”, disse Yaili Jiménez Gutierrez, uma das médicas que moveu a ação. “Chega uma hora em que você se cansa de ser escravo.”

Screenshot 2017-09-30 at 22.57.14.png Operação de terceirização em escala internacional patrocinada pela OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), permite que funcionários cubanos recebam menos de um terço dos seus salários. O restante vai para o governo ditatorial de Cuba e para burocratas da OPAS.

Cubanos na Justiça brasileira contra trabalho em condições análogas à escravidão patrocinado pela OPAS e que ajuda a financiar a ditadura de Cuba. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2017/09/29/medicos-cubanos-se-revoltam-no-brasil-voce-se-cansa-de-ser-um-escravo.htm

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Por reposição salarial, data de pagamento e aposentadoria servidores públicos de Juiz de Fora vão parar

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PAUTA

 

a)      Pelo respeito à data-base;

b)      Imediato reajuste salarial;

c)      Pela garantia do pagamento no último dia mês;

d)      Pela manutenção da previdência pública;

e)      Autorização para o Sinserpu-JF negociar e firmar acordo para que a municipalidade apresente projeto de lei confirmando as reivindicações apresentadas;

f)       Discussão e deliberação sobre a deflagração do movimento grevista na forma da Lei 7.783/98.

#CRISEnoSUS UPAs trabalho precarizado e insegurança para atender emergências. Modelo em questão.

Não é o único caso. As UPAs são em sua maioria terceirizadas ou vinculadas a outras formas de trabalho precário, embora sejam serviços públicos, façam parte do SUS e terceirizem atividades fim em serviço público. Nossas autoridades, MP e Judiciário, são silentes ou coniventes diante disso, mas não aceitam que seus tribunais trabalhem no mesmo sistema. O Ministério da Saúde é indiferente ou incentiva a precarização do trabalho. Os resultados, cada vez mais, se revelam insatisfatórios. O SUS não pode ser um vale tudo.UPA

Santa Casa de Piracicaba anuncia suspensão de cirurgias eletivas pelo SUS a partir de sexta #CRISEnoSUS

Entidades filantrópicas de saúde continuam pagando o preço do calote e da tabela desatualizada do governo.

https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/santa-casa-de-piracicaba-anuncia-suspensao-de-cirurgias-eletivas-pelo-sus-a-partir-de-sexta.ghtml

Médicos especialistas de BH reivindicam respeito por parte da prefeitura

Médicos especialistas da rede pública de Belo Horizonte prometem paralisação nesta terça-feira (26), a partir das 7h, segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais.”

http://www.otempo.com.br/mobile/cidades/m%C3%A9dicos-paralisam-atendimentos-nesta-ter%C3%A7a-em-bh-diz-sindicato-1.1524276

Prefeitura de Juiz de Fora, mais uma vez, não paga complemento salarial a servidores estaduais do SUS

Pelo segundo mês consecutivo a prefeitura de Juiz de Fora não paga no dia 20, conforme é praxe e é habitual a complementação salarial devida aos servidores públicos estaduais. Essa situação tem gerado desconforto e indignação. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora, em nome dos médicos e de todos os funcionários públicos estaduais cedidos à prefeitura para atuarem no SUS levantam seu firme protesto à secretaria de saúde, dirigida pela senhora Elizabeth Jucá, à SARH e à administração municipal do senhor Bruno Siqueira. Pedimos que a prefeitura honre seu compromisso com aqueles que lhes prestam serviços, apesar das condições precárias de trabalho.

Reunião da ABMM discute judicialização na saúde 

Os prejuízos da crescente JUDICIALIZAÇÃO da saúde estarão em discussão em evento.

A Associação Paulista de Medicina e a Associação Brasileira de Mulheres Médicas realizam em 21 de setembro, a partir das 20h, uma reunião cientifica sobre os impactos da judicialização na saúde, tendo em vista o crescente número de processos e gastos com ações governamentais. O evento será coordenado por Fatima Regina Abreu Alves, otorrinolaringologista e presidente da ABMM.

http://www.segs.com.br/saude/82096-reuniao-da-abmm-discute-judicializacao-na-saude.html

CNPL e entidades sindicais propõe projeto de iniciativa popular para anular a reforma trabalhista.

Em conjunto e união com outras entidades sindicais, a CNPL, Confederação Nacional dos Profissionais Liberais, decidiu aderir ao movimento nacional que tem como objetivo coletar assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que revoga a recente reforma trabalhistas, que contém pontos nocivos às pessoas que dependem de seus empregos e salários.

Vamos apoiar a convocação da CNPL?

CONVOCAÇÃO

A Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, em conjunto com o Fórum Sindical dos Trabalhadores – FST, convoca os dirigentes sindicais da base filiada para fortalecer o “Movimento Nacional de Resistência às Reformas: por um Brasil melhor”, nos estados. O objetivo é que as entidades da base filiada intensifiquem a coleta de assinaturas para encampar o Projeto de Iniciativa Popular em favor da revogação da lei da reforma trabalhista.

Na obrigação moral de contribuir com a democracia do país, a CNPL assumiu, muito além do trabalho já realizado no Comitê 2, do Movimento Nacional, que abrange Mato Grosso, Bahia, Tocantins, Rio de Janeiro e Piauí, a reivindicação nacional junto às 29 Federações e mais de 500 sindicatos da base filiada para que a luta contra o retirada de direitos tenha força, voz e voto em todo o Brasil.

Para facilitar o trabalho nos estados, a CNPL disponibiliza a versão online e em anexo com opção de download do material de divulgação do Movimento Nacional, bem como da listagem de apoio para coleta de assinaturas junto às categorias de profissionais liberais localmente. É importante ressaltar que a listagem será recolhida para apresentação no Congresso no dia 30 de outubro. Ou seja, os dirigentes sindicais precisam encaminhar para o endereço da sede da CNPL, em Brasília/DF, as assinaturas até o dia 28 de outubro.

Vale ressaltar que os trabalhadores precisam estar com o número do título de eleitor em mãos para assinatura do abaixo assinado, conforme modelo legalmente aceito pelo Congresso. 

http://www.cnpl.org.br/new/index.php/81-destaque/1407-comite-de-trabalho-do-movimento-nacional-de-resistencia-as-reformas-implementa-acoes-imediatas

Peritos e médicos legistas realizam paralisação em Belém e no interior do estado

O desrespeito ao trabalho médico no serviço público brasileiro atinge quase todas as áreas. Inclusive médicos legistas e peritos. No Pará legistas entram em greve.

Peritos e e médicos legistas realizaram uma paralisação nesta segunda-feira (11) em Belém e nos municípios de Marabá e Castanhal, no sudeste e nordeste do estado. Eles pedem reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Com a paralisação as liberações de corpos, na capital foi prejudicado, deixando familiares angustiados.

Os profissionais cruzaram os braços durante a manhã e até o final do dia os serviços ainda não estavam normalizados. Eles pedem para receber um reajuste de 20% pelo risco de vida e para as perícias judiciárias. Além da incorporação de um abono ao salário.De acordo com a categoria eles estariam sobrecarregados. Cerca de 350 profissionais atuam nos Institutos Médico Legais do Pará. Segundo os peritos o ideal seria um número quatro vezes maior.

http://g1.globo.com/pa/para/noticia/peritos-e-medicos-legistas-realizam-paralisacao-em-belem-e-no-interior-do-estado.ghtml

Cpers/Sindicato realiza protesto nesta segunda 

O Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul inicia jornadas de protesto contra a vergonhosa prática do parcelamento de salários, vigente em vários estados, inclusive Minas, e em dezenas de municípios. Parcelamento é digno de protesto.

http://jornalibia.com.br/destaque/cperssindicato-realiza-protesto-nesta-segunda-em-montenegro/