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O caso Copasa e a penúria da saúde pública em Minas Gerais

MINAS: A RUÍNA DA SAÚDE E O CASO COPASA.

A lastimável situação dos hospitais estaduais



É inacreditável a situação em que se encontram os hospitais estaduais
em Minas Gerais. Além do Governo Anastasia não repassar os 12% para a
Saúde, como determina a lei, há reclamação para todo lado. 

O pessoal
da Saúde (médicos, enfermagem e administrativo) reclama da falta de
estrutura, falta de pessoal, baixos salários e a população é mal
atendida. Enfim, falta tudo nos hospitais do Estado. O governo não faz
nada.
Para completar, o Ministério Público está exigindo a devolução de R$
3,4 bilhões da Saúde, que o Governo Anastasia diz que repassou para a
Copasa investir em saneamento. O MP perguntou para a diretoria da
Copasa se recebeu o dinheiro. E a Copasa diz que nunca recebeu o
dinheiro. 

Cadê os R$ 3,4 bilhões da Saúde?



Alguns exemplos do desmazelo e desrespeito do Governo Anastasia com
a população de Minas.
1) Hospital de Ibirité – – Esse hospital é só uma placa, não existe. Lá está
anunciado: “Liberados R$ 10 milhões”. Cadê o Hospital de Ibirité? Cadê os
R$ 10 milhões? Só tem a placa.

2)Hospital de Janaúba – Não tem sequer um aparelho de Raio X.

3)Hospital de Sete Lagoas – É outra placa, não existe.

4)Hospital de Siderurgia do Vale do Aço – Só não foi completamente
fechado porque o prefeito Chico Simões correu a Brasília e conseguiu
recursos do Governo Federal para salvar o hospital.

5)Hospital do Câncer de Uberaba – Também foi salvo graças a ação de
lideranças do próprio hospital, de vereadores e do Prefeito que também
foram a Brasília buscar dinheiro no Governo Federal.

6)Hospital do Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado
de Minas Gerais) – O hospital vinculado ao IPSEMG também sofre muito com o
descuido do Governo Anastasia. Um grande hospital que está funcionando só
parcialmente por falta de recursos. A lista de descaso com o IPSEMG é
muito grande. Vale listar, no entanto, alguns exemplos: a) há oito anos
não há concurso para admissão de médicos; b) o Hospital, com capacidade
para internar mais de 500 pacientes, hoje não tem mais de 200 leitos
ativos; c) alguns ambulatórios não existem mais, como reumatologia,
geriatria, endocrinologia, dermatologia e outros; d) o servidor público
sofre para marcar uma consulta que, quase sempre, demora mais de 30 dias.


Essa é a situação da Saúde em Minas Gerais. 


Cadê os R$ 4,3 bilhões?

Escândalo da Copasa


MP acusa governo de Minas de desviar R$ 4,3 bilhões da Saúde 


Governador Anastasia e ex, Aécio Neves, devem ser denunciados por desvio
de recursos



Sob a grave acusação de desvio de R$ 4,3 bilhões do orçamento do Estado de
Minas Gerais e que deveriam ser aplicados na saúde pública, a
administração Aécio Neves/Antônio Anastasia (PSDB) terá que explicar à
Justiça Estadual qual o destino da bilionária quantia que supostamente
teria sido investida em saneamento básico pela Copasa entre 2003 a 2009.

Devido à grandeza do rombo e às investigações realizadas pelo Ministério
Público Estadual (MPE) desde 2007, por meio das Promotorias Especializadas
de Defesa da Saúde e do Patrimônio Público, o escândalo saiu do silêncio
imposto à mídia mineira e recentemente foi divulgado até por um site de
âmbito nacional (O Globo sem coragem de colocar o material no jornal
impresso, publicou no site do jornal).

Se prevalecer na Justiça o conjunto de irregularidades constatadas pelo
MPE na Ação Civil Pública que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública
Estadual sob o número 0904382-53.2010 e a denúncia na ação individual
contra os responsáveis pelo rombo contra a saúde pública, tanto o
ex-governador Aécio Neves, quanto o candidato tucano Antônio Anastasia, o
presidente da Copasa, Ricardo Simões, e a contadora geral do Estado
poderão ser condenados por improbidade administrativa.



Dos R$ 4,3 bilhões desviados, R$ 3,3 bilhões constam da ação do MPE, que
são recursos supostamente transferidos pelo governo estadual (maior
acionista da Copasa) para investimento em saneamento básico, na rubrica
saúde, conforme determina a lei, entre 2003 e 2008. Como a Justiça negou a
liminar solicitada pela promotoria no ano passado, para que fossem
interrompidas as supostas transferências, a sangria no orçamento do Estado
não foi estancada.

De acordo com demonstrativos oficiais da Secretaria de Estado da Fazenda,
somente em 2009 a Copasa recebeu mais de R$ 1,017 bilhões do governo
Aécio/Anastasia para serem aplicados em ações e serviços públicos de saúde
para cumprimento da Emenda Constitucional nº 29/2000, à qual os estados e
municípios estão submetidos, devendo cumpri-la em suas mínimas
determinações, como, por exemplo, a aplicação de 12% do orçamento em saúde
pública (a partir de 2004), considerada a sua gratuidade e universalidade.
Em 2003 a determinação era que se aplicasse o mínimo de10% da arrecadação.

Da mesma forma que não se sabe o destino dos R$ 3,3 bilhões questionados
pelo MPE, também não se sabe onde foram parar esses R$ 1,017 supostamente
transferidos para a Copasa em 2009.

O cerco do MPE às prestações de contas do governo estadual iniciou-se em
2007, quando os promotores Josely Ramos Ponte, Eduardo Nepomuceno de Sousa
e João Medeiros Silva Neto ficaram alertas com os questionamentos e
recomendações apresentadas nos relatórios técnicos da Comissão de
Acompanhamento da Execução Orçamentária (CAEO), órgão do Tribunal de
Contas do Estado (TCE), desde a primeira prestação de contas do governo
Aécio. 

Chamou-lhes a atenção, também, o crescimento, ano a ano, a partir
de 2003, das transferências de recursos à Copasa para aplicação em
saneamento e esgotamento sanitário.

GOVERNO AÉCIO: MUITO DESCONTENTAMENTO E MUITA PROPAGANDA.

O descontamento é generalizado no serviço público do Estado de Minas Gerais. As caras e exaustivas propagandas do Governo de Aécio Neves, divulgadas em horário nobre, são, cada vez mais, insuficientes para cobrir a realidade do seu governo. A greve da Polícia Civil representa o descontentamento de um importante setor do serviço público contra o governo do Estado de Minas.

A notícia está no Portal Acessa.com
http://www.acessa.com/cidade/arquivo/noticias/2009/11/26-greve/

Polícia Civil entra em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira
Aline Furtado
Repórter

Policiais civis de Minas Gerais entram em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, 30 de novembro. A decisão foi tomada em assembleia que reuniu cerca de 700 policiais na manhã desta quinta-feira, 26, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.

Durante o movimento grevista, serão mantidos apenas os serviços considerados essenciais, como ocorrências de flagrante e cumprimento de mandados judiciais. Segundo o delegado e diretor do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil Regional Zona da Mata (Sindipol), Marcelo Armstrong, apenas 30% dos trabalhadores devem permanecer a postos. Além disso, serão realizadas 30% das perícias que apresentam caráter de urgência.

A categoria votou pela deflagração da greve devido à rejeição, por parte dos policiais civis, da contraproposta apresentada pelo governo do Estado. “Na última quarta-feira, dia 25, o governo declarou estar disposto a criar carreira jurídica para delegados. As outras reivindicações, entretanto, não foram atendidas”, informa Armstrong.

A categoria luta pela criação da carreira jurídica para delegados devido ao fato destes profissionais exercerem funções típicas de juízes e promotores de justiça sem haver equiparação salarial. Além disso, pedem a implantação do terceiro grau para agentes e escrivães. Os policiais civis reivindicam ainda melhores salários. “Temos a pior remuneração da categoria em todo Brasil”, declara Armstrong.

Minas Gerais: crise na saúde. Hospital em protesto contra governo.

A crise dos serviços públicos de saúde do Estado de Minas Gerais prolongam-se como uma lenta agonia. O descontentamento generalizado dos trabalhadores do setor público de saúde ganha corpo em movimentos como o do Hospital João XXIII, onde condições de trabalho e salário precário empurram, como uma cruel necessidade, os médicos para um movimento reivindicário cada vez mais amplo. A população, diante da vista de tais acontecimentos, passa a ver como mero proselitismo político a verve publicitária do Governo do Estado, cujo titular, Aécio Neves, se oferece como presidenciável, acalentando sonhos de galgar as mais elevadas altitudes do poder. Os médicos do João XXIII, em Belo Horizonte, trabalham de preto. Forma de protesto visível e insofismável diante da falta de capacidade que os gestores públicos, nomeados por Aécio Neves, tem revelado para a negociação. A matéria abaixo, publicada no portal UAI, pode ser vista para ilustrar o descontentamento dos médicos que trabalham para o Governo do Estado de Minas Gerais. As consequencias das atitudes intransigentes dos governantes ofendem a população de Belo Horizonte e de Minas Gerais.
Atendimento no HPS só volta ao normal na próxima sexta

Atendimento no HPS só volta ao normal na próxima sexta
Elaine Resende – Portal Uai

O atendimento aos pacientes do Hospital João XXIII só volta ao normal a partir da próxima sexta-feira. Pela terceira vez este ano, os médicos do maior pronto-socorro de Minas fazem paralisação para pressionar o governo a aumentar o salário dos profissionais de saúde. Desde as 7h desta terça-feira, só estão recebendo atendimento os casos de politraumatismo, intoxicações e queimaduras de grandes proporções. Dessa vez, o protesto terá duração de 72 horas.

Na última manifestação, realizada na semana passada, os médicos trabalharam em escala reduzida por 48 horas. Na quarta-feira, primeiro dia da paralisação, 233 pacientes foram atendidos, mas 85 foram encaminhados para outros hospitais. Já na quinta-feira, até as 15h, 59 casos foram considerados de urgência e passaram pela triagem dos médicos. Quase 80 pessoas, no entanto, tiveram que buscar ajuda em outros locais.

Na entrada do João XXIII, os médicos estão vestidos de preto nesta terça para simbolizar a falta de acordo com o governo do estado. Segundo o Sindicato dos Médicos (Sinmed-MG), a categoria pede um aumento conforme o estipulado pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), que atualmente é de R$ 8.209. Hoje, o salário-base para plantão de 24 horas no HPS é de R$ 2.407, três vezes menor conforme o sindicato.

Além disso, a categoria não ficou satisfeita com o abono concedido pelo governo estadual no fim do ano passado, no valor de R$ 1,5 mil. O pedido era de um salário extra de R$ 2 mil para os médicos da urgência e a manutenção dos R$ 1,5 mil para os profisisonais que trabalham no CTI e na internação. Para o sindicato, um abono não incorporado ao salário, que pode ser cortado a qualquer momento, não traz os mesmos benefícios de um reajuste sobre o valor do salário.

A assessoria da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) informou que nesta terça-feira à tarde o presidente da entidade, Luís Márcio Araújo Ramos, dará uma entrevista coletiva à imprensa para esclarecer sobre as negociações com os médicos, bem como investimentos futuros no hospital.

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O Imperador de Minas Gerais

O IMPERADOR DE MINAS.

O deputado estadual Sávio Souza Cruz, do PMDB - MG, comenta o momento político no estado. Critica o esquema de Aécio e Pimentel apoiando o milionário Márcio Lacerda, que acabou eleito prefeito de Belo Horizonte. Diz que a candidatura do rico empresário não poderia ser inventada sem trazer seqüelas políticas graves. Ele também comenta o controle exercido pelo Governo de Aécio sobre os meios de comunicação do Estado. Aécio, imperador de Minas, é a versão século XXI de ACM, outrora conhecido como imperador da Bahia. Avalia também que o resultado eleitoral não favoreceu os planos políticos dos apoiadores de Aécio. A matéria foi publicada no Novojornal, na página http://www.novojornal.net/politica_imprimir.php?codigo_noticia=8119


02/12/2008, 12:13 – Sávio denuncia “imperador de Minas”

Deputado Sávio Souza Cruz comenta que Aécio e Pimentel acreditaram que poderiam inventar candidatura sem trazer seqüelas

Deputado denuncia censura em Minas

O deputado estadual Sávio Souza Cruz (PMDB) tem enviado correspondência aos eleitores mineiros na qual afirma que o recado das urnas, nas últimas eleições, mostram que “hoje, a cidadania, a independência e a liberdade não podem conviver com o ressurgimento do mandonismo, coronelismo e caciquismo pós-moderno”.

Para Souza Cruz, o resultado das eleições de Belo Horizonte foi emblemático, pois dois líderes políticos bem avaliados acharam possível subtrair do povo o direito de escolha, através de controle exercido sobre os meios de comunicação, com o uso abusivo da publicidade oficial, transformada em novo instrumento de censura, mais eficaz que os canhões da ditadura.

Em sua análise, Sávio comentou que Aécio e Pimentel acreditaram que poderiam inventar uma candidatura que servisse ao interesse político e pessoal deles, sem trazer seqüelas. “Porém, Minas disse não ao “neocaciquismo”, ao mandonismo e coronelismo”.

O parlamentar do PMDB disse que “embevecidos pela popularidade, dois governantes delirantes” se esqueceram que o poder tem limites.

Sávio denunciou a existência em Minas de “um processo de mandonismo e de cooptação inadequada, inconfessável dos partidos.” E salientou que, por trás dessa construção do “marketing”, o povo percebeu jogadas perigosas que não deram os frutos esperados e ainda terão conseqüências sérias. “Este Estado não transige quando o assunto é liberdade! Não abre mão quando o assunto é democracia!”.

Ao citar muitas cidades onde o governo perdeu as eleições, o parlamentar argumentou que popularidade não traduz transferência de votos, explicando que o fenômeno se espalhou por toda Minas Gerais. “Que recado duro! O governador Tancredo Neves dizia que a força dos palácios impunha-se naqueles pequenos municípios que ele chamou de grotões. Hoje vemos o partido do governador transformar-se num partido dos grotões, que poderá imperar apenas onde prevalecer o mandonismo, onde a liberdade não tiver espaço para prosperar”, acrescentou Sávio.

Em razão da força do Executivo municipal, da pressão e da censura dos jornais e dos demais meios de comunicação, Sávio entende que o recado é duro também para o Legislativo. “O povo não nos quer submissos. O povo não aceita mais uma Assembléia homologativa, que faça apenas o “sim, senhor” ao imperador de Minas. O recado é também para nós”, concluiu o deputado.

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Fortalecido pela vitória em BH, Aécio ataca Lula

Após uma insofismável derrota no primeiro turno das eleições Aécio Neves reanimou-se com a vitória eleitoral em Belo Horizonte, no segundo turno. Emplacou o milionário Márcio Lacerda, filiado ao PSB e ex-caixa da campanha de Ciro Gomes. Nessa empreitada teve o apoio do Prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, do PT e de outros líderes petistas da capital mineira.

Em agradecimento, o Governador de Minas comparece ao Congresso Nacional e dirige um forte ataque a Lula. Aécio deixou bem claro que conta com o apoio de forças que hoje estão com Lula. “Nossas chances são enormes se tivermos juízo, desprendimento e soubermos aglutinar forças que estão sob Lula, mas não estarão no guarda-chuva do PT.” Não se sabe se falava do apoio do PT de Belo Horizonte à candidatura do PSDB em 2010, ou se falava de outra coisa.

A notícia foi publicada no site G1, página http://m.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL850891-5601,00-LULA+NAO+E+MIDAS+E+VITORIA+DO+PSDB+EM+E+VITAL+PARA+O+BRASIL+DIZ+AECIO.htmle está transcrita abaixo:

Política

Lula não é Midas, e vitória do PSDB em 2010 é ‘vital para o Brasil’, diz Aécio

Eduardo Bresciani – Do G1, em Brasília

O governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) visitou o Congresso nesta quarta-feira (5) e partiu para o ataque contra o governo Luiz Inácio Lula da Silva e em defesa do PSDB. Para o governador, as eleições municipais mostraram que o presidente não tem força de “ungir” um candidato a sua sucessão em 2010.

“Sobre o presidente da República, que era visto como um Midas que transformaria tudo em ouro, há um sentimento, não só na classe política como entre os analistas, de que ninguém inventa nada. O presidente não terá o dom de solitariamente ungir alguém na cadeira presidencial”, disse Aécio em um encontro com deputados federais tucanos.

Falando para o público interno, mas com a presença da imprensa, o governador foi duro em relação ao governo Lula. “A vitória do PSDB em 2010 é vital para o Brasil, porque seria perverso para o país mais quatro ou oito anos disso que está aí. Eles [o PT e aliados] fizeram uma base de proteção social que virou um instrumento eleitoral.”

Para Aécio, apontado como “presidenciável”, seu partido saiu das eleições municipais mais fortalecido para um projeto nacional. “O PSDB sai bem mais forte porque sai como principal alternativa de poder ao governo que está aí. Nossas chances são enormes se tivermos juízo, desprendimento e soubermos aglutinar forças que estão sob Lula, mas não estarão no guarda-chuva do PT. Será difícil para o governo reeditar em torno do PT a ampla base que tem com Lula”, afirmou.

Aécio disse acreditar que o grande debate da próxima eleição presidencial será em torno da capacidade gerencial e não sobre questões macroeconômicas. “A questão da qualidade da administração terá mais espaço. Não haverá a polarização econômica nas questões macro devido à guinada que o PT deu e assumiu toda a herança bendita do nosso governo”. Entre os itens da herança, o tucano citou o câmbio flutuante, as metas de inflação e o superávit primário.

Cotado ao lado do também governador José Serra (PSDB-SP) como um possível nome do partido para as eleições de 2010, Aécio defendeu a unidade em torno de um projeto. “Nossa força parte da unidade. Precisamos ter a capacidade de inspirar confiança e esperança na sociedade e em parcela da classe política que hoje não está do nosso lado”.

No projeto tucano, o governador de Minas Gerais acredita que os principais pontos têm de ser a qualidade da gestão, a realização de reformas e a questão ética.

Sobre a crise financeira internacional, Aécio afirmou que os efeitos serão sentidos na economia real do Brasil no próximo ano. “As conseqüências já estão vindo. Os investimentos estão se alongando em áreas como a da construção civil. A questão não é de esperar a crise porque ela já está aí, e os efeitos serão sentidos nos próximos dois ou três meses.”

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Eleições 2008: candidatos milionários levaram vantagem.

O Brasil elegeu e reelegeu um Presidente operário e de origem política na militância sindical. Mas, agora, nas eleições municipais, os ricaços parecem haver seduzido o eleitorado brasileiro.


Entre os prefeitos das cem principais cidades brasileiras, trinta por cento deles declararam patrimônio de mais de 1 milhão de reais. Levantamento feito pela FOLHA DE SÃO PAULO nos 99 municípios brasileiros com mais eleitores e em Palmas, capital de Tocantins, mostrou que 28 milionários foram eleitos prefeitos. O patrimônio médico deles é de 1,7 milhões de reais. Ou seja, teriam que acumular durante 11 anos o salário de Prefeito de São Paulo para atingirem essa fortuna pessoal.

O mais rico da leva de milionários eleitos é Márcio Lacerda, que tem patrimônio de 55 milhões. Ele foi o candidato de Aécio Neves à Prefeitura de Belo Horizonte e foi tesoureiro da campanha de Ciro Gomes. Seu nome foi citado na CPI do Mensalão como receptor de uma quantia em dinheiro que seria destinada à campanha política. O vídeo da CPI, feito pela TV Câmara, que seria exibido no horário político gratuito, foi censurado pela Justiça mineira.


A notícia sobre os prefeitos milionários é da FOLHA e pode ser vista em http://wap.folha.com.br/noticias/96-463138.wml

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Minas Gerais: ELEIÇÕES DIMINUÍRAM INFLUÊNCIA DO PALÁCIO DA LIBERDADE.

A imprensa internacional destaca a vitória eleitoral do Governador de São Paulo, José Serra, que se habilita a ser candidato à sucessão de Lula em 2010. Pela primeira vez desde a redemocratização do Brasil, Lula não poderá ser candidato e o PT terá que optar por outro nome. Em uma outra nota Josias de Souza analisa o trincamento do projeto político aparentemente pretendido pelo grupo de Aécio. Embora tenha ganho as eleições em Belo Horizonte, onde teve habilidade para desestruturar o PT, e em Juiz de Fora, o resultado geral representou uma derrota para o Governador, já no primeiro turno. No segundo turno, os resultados de Contagem e Montes Claros não foram os que o Governador preferia.

Leia:

1-Imprensa internacional considera fortalecimento de José Serra.

Brasil

28/10/08 09:41

Serra é "o homem a ser batido" em 2010, diz El País

O jornal espanhol El País destaca em sua edição on-line que o governador de São Paulo, José Serra, é o "homem a ser batido" na eleição presidencial de 2010.

A reportagem enfatiza que o PT não definiu quem será o sucessor de Lula, que pela primeira vez desde 1989 não será candidato a presidente, já que um terceiro mandato só seria possível com uma reforma constitucional, o que não deverá acontecer.

Para o El País, a vitória de Gilberto Kassab, candidato de Serra, sobre Marta Suplicy, candidata de Lula, é aprova da crescente popularidade do governador de São Paulo.

A matéria destaca a trajetória política de Serra, desde seu tempo de exílio no Chile até sua participação como ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso e a iniciativa de quebrar as patentes dos medicamentos para o tratamento da AIDS, enfrentando a indústria farmacêutica.

Redação Terra

Confira em: http://tinyurl.com/5smu7y

2-Josias de Souza, em seu blog, considera o enfraquecimento da influência política de Aécio Neves.

Josias de Souza escreveu sobre a construção de uma tese do pós-Lula por Aécio Neves. Para Josias a tese de Aécio trincou irreversivelmente diante da manifestação das urnas.

25/10/2008 - 22h43

Blog do Josias: Tese do "pós-Lula", erigida por Aécio, perde força

A julgar pelos dados que o Datafolha colecionou, Marcio Lacerda (59% dos votos válidos) vai prevalecer, finalmente, sobre Leonardo Quintão (41%). O resultado afasta das cercanias de Aécio Neves (PSB) um vexame. Mas a estratégia política do governador tucano de Minas trincou, informa o blog do Josias.

De acordo com o blog, Aécio levara ao noticiário a tese do "pós-Lula" na disputa que trava com José Serra pela vaga de presidenciável do PSDB.

Baseia-se na percepção de que um "anti-Lula" não teria a mínima chance de chegar ao Planalto em 2010.

O blog diz que para Aécio a aliança preferencial do tucanato em 2010 não seria com o DEM, mas com legendas que gravitam em torno de Lula. Leia mais no blog do Josias. Confira em:

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2008/10/25/ult4728u19648.jhtm

que

transcrevemos abaixo:

A julgar pelos dados que o Datafolha colecionou, Márcio Lacerda (59% dos votos válidos) vai prevalecer, finalmente, sobre Leonardo Quintão (41%).

O resultado afasta das cercanias de Aécio Neves um vexame. Mas a estratégia política do governador tucano de Minas trincou.

Na briga que trava com José Serra pela vaga de presidenciável do PSDB, Aécio levara ao noticiário a tese do "pós-Lula".

Baseia-se na percepção de que um "anti-Lula" não teria a mínima chance de chegar ao Planalto em 2010.

Na cabeça de Aécio, a aliança preferencial do tucanato em 2010 não seria com o DEM, mas com legendas que gravitam em torno de Lula.

Para mostrar-se mais agregador do que Serra, o governador mineiro não deixou por menos. Associou-se de cara ao PT do prefeito Fernando Pimentel.

Mais: dividiu com o parceiro petista o peso de um poste do PSB. Escolheu-o a dedo. Márcio Lacerda é amigo de Ciro Gomes (PSB-CE), o mais ácido desafeto de Serra.

De resto, Lacerda traz na biografia uma passagem pela Esplanada de Lula. Foi secretário-executivo de Ciro na pasta da Integração Nacional.

No quebra-cabeça montado por Aécio, Ciro poderia ser encaixado no espaço reservado ao vice de uma chapa presidencial.

Porém, a despeito das articulações feitas por Tasso Jereissati (PSDB-CE), outro desafeto de Serra, Ciro parece hoje mais próximo da candidatura própria do que de Aécio.

A parceria com Pimentel rendeu a Aécio apenas a ira do petismo nacional. E não há vestígio de legenda governista que se disponha a aderir às pretensões de Aécio.

O PMDB, que chegara a sonhar com uma filiação de Aécio, patrocina, em Belo Horizonte, a candidatura de Leonardo Quintão, rival de Lacerda.

No plano Nacional, o PMDB tricota a mais não poder com Lula. Em São Paulo, a legenda foi levada ao colo de Serra por Orestes Quércia.

Para complicar, a crise financeira global fez subir no telhado a teoria do "pós-Lula".

A percepção de que um candidato genuinamente oposicionista estaria fora da briga sucessória de 2010 já não parece tão sólida.

Os humores do eleitorado estarão condicionados, no médio e no longo prazos, ao comportamento da economia.

Em que patamar vai estacionar a popularidade de Lula se o desemprego aumentar? Quais serão os efeitos de eventuais PIBs miúdos no prestígio do presidente? São variáveis novas.

Interrogações que não faziam parte do xadrez no momento em que Aécio pôs de lado um anti-lulismo que ele agora terá dificuldades de representar.

No primeiro turno das eleições estaduais mineiras já se via que a influência política de Aécio havia trincado. Seu governo, já em conflito com grandes segmentos do serviço público estadual, perdeu importantes prefeituras. Inclusive São João del Rey. A isso, acrescentou-se o crescimento político de José Serra, com a vitória de Kassab na cidade de São Paulo. Resultado: o enfraquecimento da influência de Aécio, no plano nacional, dentro de seu próprio partido, o PSDB.

O ministro Hélio Costa anunciou o desempenho do PMDB mineiro, comunicando o grande número de vitórias eleitorais do partido no Estado. A notícia foi publicada em http://www.otempo.com.br/hotsites/eleicoes2008/?IdNoticia=18973' .

O PMDB mineiro não se incluiu na aliança forjada por Aécio Neves em Belo Horizonte e é um partido que não tem apresentado submissão completa ao Palácio da Liberdade, como acontece com outros partidos. Exemplo: PSB.

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CUT REAGE À PROVOCAÇÃO DOS PARTIDÁRIOS DE AÉCIO NEVES E DO PSDB.

A candidatura do rico empresário Márcio Lacerda, ex-tesoureiro da campanha de Ciro Gomes, foi articulada pelo Governador Aécio Neves e seus apoiadores, com a colaboração do Prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel. Essa candidatura conseguiu impedir o PT de postular seriamente a Prefeitura de Belo Horizonte e substituir uma possível candidatura petista por uma candidatura apontada por Aécio Neves. O PT apresentava-se em um momento favorável, devido à grande popularidade do Presidente Lula e à boa avaliação da administração municipal petista. Todo esse patrimônio foi jogado fora por Pimentel e seus aliados, para agradar Aécio. As razões disso não são publicamente conhecidas.

A candidatura do rico empresário apoiado pelo Aécio adota uma postura agressiva. Não apenas contra seu adversário, mas contra todos que reagem ao conchavo. E assim é com a CUT de Minas Gerais, representação regional da maior central sindical brasileira. A atitude do milionário Márcio Lacerda em relação à CUT é de acusá-la, por meio do jornal oficioso de Aécio Neves, ESTADO DE MINAS, de ser aliada do PMDB. E, por outro lado, usando de sindicalistas não autorizados pela direção da Central, para aparecerem em público com bandeiras e símbolos da central para dar às pessoas a falsa impressão de um apoio oficial da CUT ao rico empresário, que é o candidato oficial de Aécio.

Por trás dessa postura não se encontram premissas inocentes. É a própria tentativa de dividir e achincalhar a representação classista dos trabalhadores. Coisas próprias do modo neoliberal de ser que tem ficado claro na relação de Aécio Neves com a coisa pública e com os trabalhadores do serviço público.

Quando se articulava o sacrifício do PT de Belo Horizonte e o grande conchavo para favorecer Aécio, a CUT de Minas Gerais deixou o testemunho de seu protesto e seus dirigentes tiveram a dignidade de declarar sua opinião contrária a isso. Como dizia Moshe Yerushalmi, pensador judeu que viveu a era sombria dos campos de concentração, há momentos em que erguer protestos é uma exigência da moralidade, ainda que aparentemente não sirvam para nada.


Belo Horizonte, 24 de outubro de 2008.

Aos Sindicatos afiliados

As CUT’ s Regionais

Federações

Ramos

ASSUNTO: Nota de esclarecimento da CUT/MG

ELEIÇÕES MUNICIPAIS: O LADO DA CUT É O LADO DOS TRABALHADORES

A Diretoria Executiva da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais, reunida em 22 de Outubro de 2008, vem a público esclarecer aos trabalhadores, dirigentes sindicais, população de Belo Horizonte e lideranças políticas do nosso estado, fatos que, lamentavelmente, aconteceram nos últimos dias com o objetivo de confundir os trabalhadores quanto a posição da CUTMG frente ao processo eleitoral de Belo Horizonte.

A CUT, desde sua fundação há 25 anos, tem como princípios a liberdade e autonomia sindical. Esta concepção que nos garantiu a preferência da maioria dos trabalhadores do Brasil.

Orientada por esses Princípios e zelosa por sua credibilidade junto aos trabalhadores e a sociedade, nossa central através de sua Diretoria estadual manifestou em resolução sua preocupação com o processo eleitoral e denunciou a articulação política protagonizada pelo Governador e o prefeito que contribuiu para desarticular o campo democrático popular e de esquerda que vem governando a capital desde o inicio dos anos 90 e possibilitou a implantação de projetos e métodos de gestão que contribuíram com o avanço da consciência política dos trabalhadores e da sociedade belo-horizontina.

Fatos ocorridos nos últimos dias serviram para deixar duvidas nos trabalhadores e na população de Belo Horizonte, quanto a essa posição da CUT MG e determinaram a necessidade dessa nota.

O primeiro fato foi a presença de pessoas em carro de som da campanha do candidato Marcio Lacerda, vestidos com a camisa da CUT e o segundo fato foi a matéria jornalística do Jornal “O Estado de Minas” informando o apoio da Central Única dos Trabalhadores á candidatura do Sr Leonardo Quintão, vide pagina nº 3 da edição de 22/10/08.

Esclarecemos que os Srs. Gilson Reis e Carlos Calazans não são membros da direção da CUT em nível Estadual e muito menos em nível Nacional. Portanto nenhum dos dois tem delegação nem condições de representar a Central ou mediar e falar em nome da nossa direção. Nenhum dos dois cidadãos citados ao que nos consta são ao menos filiados a sindicatos da base CUTISTA.

Esclarecemos também que a Sra. Rita Calazans, embora seja nossa funcionária também não tem autorização nem delegação para representar, mediar ou falar em nome da CUT/MG.

É inadmissível a tentativa de confundir a opinião pública com artifícios não muito claros ou com o apoio de alguns meios de comunicação que divulgam informações unilaterais, com o intuito de desrespeitar movimentos dos trabalhadores.

A direção executiva da CUT/MG reafirma o lado da CUT: o lado da classe trabalhadora, que é o lado do trabalho decente, digno e de uma sociedade justa. Lado que por irresponsabilidade de lideranças e direções partidárias, deixam de fora do processo eleitoral em Belo Horizonte.

A CUT que é a favor do desenvolvimento com distribuição de renda, valorização do trabalho; defende o controle social sobre o estado e combate o controle do estado sobre a sociedade, entende que nenhum dos candidatos ao 2º turno da eleição em Belo Horizonte possui perfil, vivencia política, nem inspiram confiança para assumir compromissos com os ideais dos trabalhadores.

Somos fortes, somos CUT.

DIREÇÃO EXECUTIVA DA CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES DE MINAS GERAIS.

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Poderes excepcionais:Candidatos de Aécio tiram do ar vídeos e sites.

Mais uma vez, candidatura apoiada por Aécio Neves, consegue calar um adversário. O poder em Minas Gerais está sendo exercido de uma maneira que traz reminiscências da Bahia, no apogeu de Antonio Carlos Magalhães.


Saiu no plantão de O GLOBO on-line. Márcio Lacerda conseguiu e OBTEVE na Justiça Eleitoral mineira, a retirada de um vídeo, que seria exibido no horário eleitoral, onde aparece o conhecido Marcos Valério dizendo que Lacerda foi o contato para o pagamento das dívidas eleitorais da campanha do Ciro Gomes para Presidente. A gravação foi feita durante uma sessão da CPI do Mensalão. Ao que consta, não foi feita ilegalmente. Mas, em Belo Horizonte, não poderá ir ao ar porque prejudicaria o candidato de Aécio. Os eleitores que não se lembram da transmissão ao vivo, na TV Senado, da CPI do Mensalão, ficarão sem ver a cena. Em Juiz de Fora, Custódio Matos, candidato do PSDB e de Aécio, solicitou e OBTEVE na Justiça Eleitoral, que fosse retirado do ar um vídeo publicitário que ele produziu em 2004, no qual aparecia o candidato ao lado do já então governador Aécio Neves. O governador prometia o Hospital da Zona Norte que, quatro anos depois, não havia sido construído.

Observadores independentes têm notado a solicitude da Justiça Eleitoral, sua prontidão e presteza em acatar as demandas das candidaturas apoiadas pelo Palácio da Liberdade. Todas julgadas com grande rapidez e cumpridas com eficiência. Jô Moraes, candidata derrotada do PCdoB em Belo Horizonte, não teve o mesmo tratamento. Minas Gerais protagonizou, nesse período eleitoral, os dois únicos casos conhecidos de censura política da Internet no Brasil: contra o Novojornal, de Belo Horizonte, e contra o blog do empresário Omar Peres, em Juiz de Fora. As campanhas dos candidatos apoiados por Aécio, tanto em Belo Horizonte quanto em Juiz de Fora, aparentavam, pela fartura e diversidade de material e pelo número de pessoas contratadas, gastar muito mais do que as candidaturas concorrentes. Pessoas que se lembraram do que acontecia na Bahia, no auge do poder de Antonio Carlos Magalhães, não deixaram de fazer as devidas analogias.

Confira.

A notícia: Lacerda consegue liminar para tirar propaganda de Quintão do arPlantão | 22/10 às 22h46 está em http://tinyurl.com/5564pw

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Belo Horizonte: Partidários de Aécio caem no desespero.

O Governador Aécio Neves está desesperado. Pede aos deputados estaduais domiciliados em outros municípios que interfiram na eleição de Belo Horizonte e peçam votos para Márcio Lacerda. Nem ele, pelo jeito, acredita nessas pesquisas que dizem que seu candidato Lacerda, está na frente. Aécio, do PSDB, que governa Minas com práticas neoliberais, deixa sempre claro quem é o seu candidato. Depois da derrocada eleitoral do primeiro turno, interessa a ele salvar ao menos a Prefeitura da capital e resgatar a derrota moral de não ter vencido no primeiro turno. A notícia pode ser lida em http://wap.folha.com.br/noticias/96-459184.wml

Pior ainda que o desespero de Aécio foi o destempero do milionário Márcio Lacerda. Ele, que esbanja seu poder econômico nessa eleição, disse que ele era o inimigo da direita e acusava Quintão de fascista, enquanto recebia o apoio do DEM. Causou desconforto aos que foram apoiados. E causou mal estar à inteligência dos que tiveram dificuldade em entender o esquerdismo do candidato milionário, cheio de poder econômico e apoiado pelo neoliberal Aécio.

Leonardo Quintão, candidato do PMDB, disse que Lacerda, pelo fato de não ter sido indiciado na CPI do Mensalão, poderá ser, contudo, alvo de processo judicial, como aconteceu com vários outros mensaleiros.

A notícia está em http://tinyurl.com/59wt8q

E tem mais. Deu no NOVOJORNAL:

Por campanha, Marcio Lacerda paga R$ 10 milhões ao jornal Estado de Minas e R$ 15 milhões a Duda Mendonça

A campanha para a Prefeitura de Belo Horizonte tem todos os ingredientes para se tornar um dos maiores escândalos eleitorais desta década.

Depois de gastar aproximadamente R$ 10 milhões na compra de apoio dentro do PSB, PT e demais partidos coligados antes de começar a campanha eleitoral do primeiro turno, o candidato Marcio Lacerda gastou com material promocional, “militância” e despesas com os programas de rádio e TV, outros R$ 12 milhões.

Diante do fracasso atribuído pelo candidato a intrigas e calúnias que circularam pela internet, processando inclusive o diretor responsável pelo Novojornal, tenta através de uma aliança com o jornal Estado de Minas, instituto de pesquisa Vox Populi e Duda Mendonça reverter o quadro negativo que apresenta para sua candidatura no segundo turno.

Sabedor do quanto repercutiria a contratação de Duda, ex-coordenador das campanhas de Maluf, Collor e Lula, quando estourou o escândalo do mensalão, devido ao preço cobrado pelo mesmo, solicitou ao TRE-MG autorização para aumentar seus gastos eleitorais, o que foi negado.

Mesmo assim, através de arranjos contábeis na prestação de conta de outros partidos que participaram de sua “aliança”, contratou o esquema anteriormente citado pela “bagatela” de R$ 25 milhões, 50% do valor de seu patrimônio declarado na Justiça Eleitoral.

Isto sem dizer os R$ 10 milhões gastos na “aliança” e R$ 12 milhões no primeiro turno, que praticamente liquidaria seu patrimônio.

O Novojornal teve informações seguras de que o acordo estava para ser celebrado.

Diante deste fato, mantivemos uma cobertura permanente dos participantes deste acordo. Não deu outra, conseguimos documentar o encontro. Embora portando um boné para disfarçar, Duda Mendonça, junto com Marcos Coimbra, encontra-se com Marcio Lacerda para selar o acordo.

A contratação de Duda é uma aquisição de alto risco, principalmente depois de instaurado um inquérito pelo Ministério Público Eleitoral para investigar abuso de poder político e econômico.

O desespero do candidato da Fiemg e do jornal Estado de Minas é tão grande que estão dispostos a fazer qualquer coisa para ganhar a eleição. O que aconselha ao candidato Leonardo Quintão em redobrar seus cuidados, principalmente ao participar do debate promovido pela TV Alterosa.

Desnecessário lembrar a “edição” feita por Duda Mendonça no famoso debate promovido pela Rede Globo, ocasião em que Lula foi derrotado.

Veja a seqüência de fotos do encontro entre Duda Mendonça, Marcio Lacerda e Marcos Coimbra

 



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