Arquivos da Categoria: Palácio da Saúde

JUIZ DE FORA – É HOJE A ASSEMBLÉIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA.

ASSEMBLÉIA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. PELO CUMPRIMENTO DA LEI E RESPEITO À JORNADA ESPECIAL DOS MÉDICOS, PELA ESTRUTURAÇÃO DA CARREIRA NA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, PELA INTEGRAÇÃO DO PSF NO SERVIÇO PÚBLICO E CONTRA A PRECARIZAÇÃO MÉDICA DE MÃO DE OBRA PELA PREFEITURA.


O que esperar dessa campanha salarial de 2009 na Prefeitura de Juiz de Fora? Dia 30 de abril, às 20 horas na Sociedade de Medicina e Cirurgia os médicos que atuam na Prefeitura farão assembléia. O objetivo é encaminhar a luta. Na pauta específica constam 3 ítens destacados. O primeiro é que a Prefeitura respeite a Lei Federal 3999/1961 e ponha fim à discriminação salarial contra os médicos, reconhecendo a carga horária especial estabelecida em Lei e equiparando os médicos ao nível superior. Isso significaria um aumento de 25%. O assunto já está na Justiça, mas o Sindicato deseja um acordo, já que o assunto é matéria pacificada em acórdão do STF e que a Prefeitura de Juiz de Fora é a única Prefeitura que tem mantido essa defasagem, a despeito da Lei. A administração estadual e federal e a iniciativa privada reconhecem a carga horária especial. O segundo tópico destacado é a necessidade de uma carreira para urgência e emergência. Envolve a manutenção de serviços essenciais e é o setor mais afetado pelas demissões pedidas por médicos. O terceiro tópico é que a Prefeitura cumpra o Termo de Ajuste de Conduta firmado com o Ministério Público do Trabalho e legalize a situação dos médicos do Programa de Saúde da Família, incorporando-os definitivamente ao serviço público, já que são profissionais do serviço público e como tal devem ser enquadrados.

A situação salarial dos médicos da Prefeitura é a mais grave de todas, que os salários defasaram a tal ponto que já não atraem e nem fixam médicos no serviço público municipal. São salários péssimos, não condizentes com a dignidade da Medicina. As consequencias dessa defasagem, a curto e médio prazo poderão ser o esvaziamento do atendimento público em Juiz de Fora, criando demandas reprimidas e privando a população de serviços médicos especializados, além do enfraquecimento e desestruturação dos serviços essenciais de urgência e emergência. Como se trata de assunto muito grave e de interesse de toda a população e autoridades, esperamos que Prefeitura não aja com negligência e empurre a Saúde de Juiz de Fora para uma crise perfeitamente previsível. Não adianta que os Senhores Secretários e o Prefeito e seus apoiadores tapem o sol com a peneira. Por que, certamente, essa negligência poderá lhes ser cobrada em anos eleitorais, caso haja uma deterioração do sistema público de saúde, o SUS, decorrente da carência e da falta de motivação dos profissionais da Medicina.

Importantíssima a presença de todos na Assembléia. O Sindicato insiste, devido à necessidade de reagirmos contra a grave deterioração salarial e de condições de atendimento, como essa que temos testemunhado no SUS de Juiz de Fora.


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Servidores estaduais da Saúde fazem Assembléia dia 06 de novembro.

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais e o núcleo regional do SindSaúde – MG, estão convocando os servidores públicos estaduais municipalizados para uma Assembléia Geral Extraordinária a se realizar no dia 06 de novembro de 2008, quinta-feira, às 19 horas, na sede administrativa do Sindicato dos Médicos, rua Braz Bernardino, 59, Centro, Juiz de Fora, prédio da Sociedade de Medicina e Cirurgia.


Na pauta:

1-Luta contra a discriminação no pagamento do adicional de insalubridade aos servidores públicos estaduais cedidos à Prefeitura. Pagamento de adicionais e vantagens também a aposentados e pensionistas.

2-Cobrar o reposicionamento dos servidores públicos estaduais da Saúde por tempo de serviço, progressão horizontal, na tabela remuneratória do Estado.

3-Reivindicar salários decentes.

4-Cobrar o pagamento de adicional de insalubridade.

5-Relação dos servidores públicos estaduais cedidos à Prefeitura que querem se desmunicipalizar.

6-Contra a prática de assédio moral contra trabalhadores do serviço público.

7-Pelo fortalecimento do IPSEMG e melhores condições de atendimento aos servidores públicos estaduais.


Todos os servidores públicos estaduais da saúde estão convidados. Essa luta é muito importante.

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JUIZ DE FORA E ELEIÇÕES: PROMESSA É DÚVIDA.

Das duas candidaturas propostas à Prefeitura de Juiz de Fora, um observador atento perceberá sem dificuldade que uma delas aparenta gastar muito mais que a outra e mostra mais visibilidade nas ruas. É a candidatura apoiada pelo Governador Aécio Neves.

As dificuldades decorrentes de falta de diálogo e boa vontade política entre o Governador de Minas e os trabalhadores do setor público são evidentes e resultam em greves, paralisações e manifestações. Os salários dos funcionários mineiros andam muito baixos e a insatisfação é grande em vários setores.

Há poucos meses o jornal do SINDSAÚDE MG, sindicato que representa os trabalhadores do setor público de saúde do Estado, publicado em Belo Horizonte, chamou atenção sobre a obra do Palácio da Saúde, em Juiz de Fora. No dia 27 de agosto de 2008, o Fax Sindical publicou matéria intitulada OBRA DO PALÁCIO DA SAÚDE, EM JUIZ DE FORA, ARRASTA-SE SEM EXPLICAÇÕES. Isso pode ser conferido na página

https://faxsindical.wordpress.com/2008/08/27/minas-gerais-obra-do-palacio-da-saude-em-juiz-de-fora-arrasta-se-sem-explicacoes/ . Não apenas como sindicalistas, mas como cidadãos, eleitores e contribuintes merecemos todos algum tipo de explicação pública. A própria placa publicitária plantada no local pelo Governo do Estado de Minas Gerais informa sobre prazos e recursos para a conclusão da obra. Ambas as informações já estão desatualizadas.

Situada no cruzamento de duas das principais vias de Juiz de Fora, a Avenida Rio Branco e a dos Andradas, a obra inacabada insiste em exibir-se como monumento evidente e indiscutível à incapacidade de seus autores em cumprir prazos e previsões de gastos do dinheiro público. A sua simples existência, evidente e indiscutível, permite a qualquer testemunha que a veja, colocar em dúvida as promessas do candidato que é aliado de Aécio Neves sobre obras nessa cidade.

Serão essas tantas obras prometidas, com um futuro e provável apoio do Governo Estadual, executadas como o está sendo o Palácio da Saúde? Ou serão obras etéreas, como o Hospital da Zona Norte prometido (por Aécio, à cidade ou ao candidato?) e jamais realizado? Obra que ninguém sabe e ninguém viu.

Se isso ocorre nas obras públicas intermináveis ou simplesmente prometidas, não se realizam ou não se completam, que sorte não reservam os tucanos para os servidores públicos? Sejam eles doutores, procuradores, garis ou motoristas. Todos nós conhecemos a animosidade interposta entre servidores públicos e políticos tucanos.

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Partidários de Aécio-Lacerda atacam Leonardo Quintão.

Até que ponto vai a turma do Aécio?

Ameaça obriga candidato a Prefeito a pedir proteção policial. Leonardo Quintão, candidato à Prefeitura de Belo Horizonte que lidera as pesquisas, foi sitiado durante um debate em Belo Horizonte e ameaçado. Para sair do local precisou de proteção policial. Registrou queixa contra o ataque. Até que ponto a turma do Aécio está disposta a ir para tentar reverter parte do quadro eleitoral que lhes é amplamente desfavorável?

Em Juiz de Fora, outra cidade de Minas em que os tucanos disputam segundo turno, além de espalharem boatos falsos contra a candidatura petista, um carro de som percorre ruas da cidade com gravação da voz do Governador. Nela ele declara que pretende fazer obras em Juiz de Fora. Diz que esse é seu compromisso com um determinado candidato. Compromisso com o candidato ou com a cidade?

A promessa de obras por Aécio desperta dúvidas no eleitor de Juiz de Fora. Obra do Palácio da Saúde, no cruzamento de duas das principais avenidas da cidade, se estende muito além do anunciado na própria placa publicitária da obra. E o valor gasto nela também excede o anunciado. As policlínicas construídas nos bairros Santa Luzia e São Pedro estão inoperantes. Não adiante construir unidades de saúde sem pensar em recursos humanos. Falta ao Governo Aécio definir uma política decente de recursos humanos para a área de Saúde. Uma outra obra, a de uma agência de saúde, não corresponde exatamente a um órgão público, voltado ao benefício da população do município. Se o Governo do Estado não consegue operacionalizar e concluir obras de vários anos, como pode prometer outras? Sem contar a problemática Expominas e o Aeroporto Regional, há tantos anos inoperante. No primeiro turno um dos candidatos colocou no ar no horário eleitoral em que aparecia Aécio prometendo em 2004 um hospital da Zona Norte. O hospital ainda não existe mas a promessa voltou. Afinal de contas, o compromisso de S. Exa. o Governador, deve ser com a cidade de Juiz de Fora ou com um ou outro candidato?

O Governador, tão bem tratado na grande imprensa e nas pesquisas de opinião, indiferente à insatisfação do funcionalismo público, parece estar desorientado diante do resultado das urnas. Seus partidários restantes, desesperados, partem para a agressão e ameaçam o candidato do PMDB à Prefeitura de Belo Horizonte. É histórico: o povo mineiro nunca gostou de conviver com a violência e a repressão. A liberdade é um valor inscrito na bandeira de Minas.

A notícia sobre a agressão contra Leonardo Quintão pode ser vista em http://wap.folha.com.br/noticias/96-456244.wml e o desespero dos aecistas pode ser visto nas ruas de Minas.

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MINAS GERAIS: OBRA DO PALÁCIO DA SAÚDE EM JUIZ DE FORA ARRASTA-SE SEM EXPLICAÇÕES.

Pedestres, motoristas e passageiros que passam no movimentado cruzamento da Avenida dosAndradas com a Rio Branco, em Juiz de Fora, vêem há quase dois anos uma obra inacabada. O Palácio da Saúde jaz inútil entre tapumes e andaimes.Essa obra deveria ser iniciada no final de 2006. No final de agosto de 2008 continua, aparentemente, do mesmo jeito. Há poucos meses o jornal do SindSaúde MG ( de março/abril) publicou matéria a respeito.**Núcleo denuncia atraso do Governo para entrega da obra.

Com prazo de execução de 240 dias e com um investimento de 2,5 milhões de reais, a reforma da GRS de Juiz de Fora continua parada.***

Inclui uma foto, de outubro de 2007, onde se vê a obra parada.

Comenta-se que a Gerência Regional de Saúde ocupa dependências alugadas e que o Governo do Estado paga trinta e oito mil reais pelo atual espaço ocupado pela instituição.

Essas questões permitem duvidar da idoneidade da obra. Por que tanta demora?

O Governo do Estado de Minas Gerais e seus agentes devem uma explicação aos contribuintes, aos eleitores, aos usuários do sistema público de saúde, aos trabalhadores do setor público de saúde, aos pedestres que se incomodam com a obra. Por que demoram? Chegamos em ano eleitoral e os políticos chapa-branca do governo Aécio estão aí a pedir votos. Esse pedido pode soar a descaramento, se não vier junto com uma explicação pública e plausível sobre o que está acontecendo com o Palácio da Saúde.


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