Arquivos da Categoria: saúde pública

Telegrama Sindical: Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise.

Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise.

O programa “Mais Médicos”, na verdade uma bolsa temporária oferecida a título precário, ganhou musculatura no início pela importação de intercambistas cubanos. Esses profissionais foram dispensados de revalidar seus diplomas para exercerem a Medicina no Brasil. Além dessa medida de exceção, foram feitas denúncias consistentes de que esses profissionais são terceirizados por uma empresa estatal cubana e eles recebem bem menos do que os profissionais brasileiros e de outras nacionalidades. A diferença salarial é simplesmente embolsada pelo regime cubano, conhecido por ser uma ditadura onde se desrespeitam direitos humanos de forma sistemática. O procurador geral do Trabalho declarou que as condições de trabalho deles são “análogas à escravidão”. Existe uma distância enorme entre a cara propaganda oficial sobre o “Mais Médicos” e a realidade do programa. 

http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2015/08/22/Blog_do_JM/Governo-Dilma-conta-mentira-sobre-o-Mais-Medicos.shtml

Governo Dilma conta mentira sobre o ‘Mais Médicos’

Segundo a propaganda oficial, em dois anos programa já beneficiou mais de 63 milhões de brasileiros, que corresponde a 9.375 pacientes atendidos diariamente por cada médico
Em troca de milhares de médicos, a ditadura cubana já faturou mais de R$ 4,3 bilhões com o programa

Em troca de milhares de médicos, a ditadura cubana já faturou mais de R$ 4,3 bilhões com o programa

Telegrama Sindical: Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise..

#CRISEnoSUS – “Mais Médicos” bolivianos – Agenciador de falsos médicos foi preso em MG

#CRISEnoSUS – “Mais Médicos” bolivianos – Agenciador de falsos médicos foi preso em MG

Foi preso em Minas Gerais um agenciador de falsos médicos para atuar no SUS no interior de São Paulo. Eram falsos médicos terceirizados, muitos deles formados em faculdades bolivianas e trabalhando no país com CRMs falsos, que pertenciam, na verdade a outros profissionais.

Bertino Rumarco da Costa, que foi preso em Minas Gerais, e que também era um dos agenciadores que contratava falsos médicos para atuarem nos municípios de São Roque, Mairinque e Alumínio, depõe nesta sexta-feira, 21, na Delegacia de Mairinque.
Bertino Rumarco da Costa, também atuava ilegalmente utilizando o CRM de outro médico, ele atuou na Santa Casa, como plantonista, entre fevereiro de 2011 e fevereiro de 2013.
Segundo a delegada Fernanda Ueda, em entrevista a rede TV TEM, Bertino seria um dos responsáveis pela contratação de médicos que cursavam faculdade na Bolívia e eram contratados para exercer a função sem o registro de medicina nas redes públicas de saúde dos municípios.
Segundo a delegada, Bertino tinha papel muito importante no esquema, e espera ter novidades que possam ajudar nas investigações. Ela quer saber como era feito o ingresso destes falsos médicos no país e nas unidades de saúde

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – “Mais Médicos” bolivianos – Agenciador de falsos médicos foi preso em MG.

Telegrama Sindical: Paralisação afeta consultas em centros de saúde de BH

Paralisação afeta consultas em centros de saúde de BH

Médicos da Prefeitura de Belo Horizonte, diante das dificuldades em negociar com o governo municipal da capital mineira, optaram pela paralisação das atividades, para que os governantes sentem à mesa de negociações com propostas sérias. O movimento, pelo que se noticia, corre com completo êxito. 

Um dos pedidos da pauta de reivindicação é que o piso salarial seja igualado ao dos profissionais dos Mais Médicos, que é de R$ 10.513, segundo o sindicato. A entidade afirma que, em Belo Horizonte e em todo o estado de Minas, não há um piso definido para os médicos e que o salário-base no início de carreira é de cerca de três salários mínimos mais abonos.
Em nota, a Secretária Municipal de Planejamento informou que a Prefeitura de Belo Horizonte constituiu um grupo de trabalho composto pela Secretaria Adjunta de Recursos Humanos, Secretaria Municipal de Saúde e Sinmed. O principal objetivo, segundo a assessoria da pasta, é tem a construção de um  novo plano de carreira para a categoria dos médicos.



Matéria completa pode ser conferida na página do site G1 -> 

G1 – Paralisação afeta consultas em centros de saúde de BH, diz sindicato – notícias em Minas Gerais

Telegrama Sindical: Paralisação afeta consultas em centros de saúde de BH.

Condição de refugiado não permite que médico atue sem Revalida. A lei de exceção só vale para os cubanos do Mais Médicos.

Condição de refugiado não permite que médico atue sem Revalida. A lei de exceção só vale para os cubanos do Mais Médicos.

O site jurídico Conjur nos informa que o poder judiciário brasileiro diz que médicos estrangeiros, ainda que na condição de refugiados, não podem exercer a Medicina no Brasil. Diz que os cubanos que atuam, sem certificação, no Mais Médicos, são frutos de uma exceção. 

A condição de refugiado, ainda que assegure tratamento diferenciado, não permite que um médico formado fora do Brasil possa exercer a profissão sem concluir o Revalida, exame exigido como condição para o reconhecimento de diploma obtido no exterior. Além disso, o Programa Mais Médicos não pode ser utilizado como argumento, pois é uma exceção legislativa que só é aplicável e a quem participa do intercâmbio promovido pelo governo. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou o pedido de um médico sírio que solicitou autorização para exercer provisoriamente medicina no país.

A matéria completa pode ser consultada na página -> ConJur – Condição de refugiado não permite que médico atue sem Revalida

Telegrama Sindical: Condição de refugiado não permite que médico atue sem Revalida. A lei de exceção só vale para os cubanos do Mais Médicos..

Telegrama Sindical: Bahia – #CRISEnoSUS – Sindicato dos Médicos denuncia ao MPF 13 prefeituras por direitos trabalhistas

Falta respeito ao trabalho médico no SUS. Além de atrasos e parcelamentos de salários, de contratação precária e de salários indignos e condições inadequadas de trabalho, não respeitam nem os direitos trabalhistas que são inalienáveis para todos os trabalhadores do Brasil. Inclusive médicos que trabalham para as prefeituras. O Sindicato dos Médicos da Bahia já começou a denunciar formalmente as prefeituras que violam descaradamente estes direitos. Entrou com representação no Ministério Público FEDERAL.

Bahia – #CRISEnoSUS – Sindicato dos Médicos denuncia ao MPF 13 prefeituras por direitos trabalhistas

MPF: Médicos denunciam 13 prefeituras por direitos trabalhistas

Foto: Reprodução/ Voz da Bahia
A sede regional do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindmed), em Vitória da Conquista, denunciou ao Ministério Público Federal, na última quinta-feira (13), treze prefeituras do interior baiano que, supostamente, ferem direitos trabalhistas nas relações contratuais com seus profissionais de saúde.
 
LEIA A MATÉRIA COMPLETA CLICANDO NO LINK ABAIXO.

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Telegrama Sindical: Bahia – #CRISEnoSUS – Sindicato dos Médicos denuncia ao MPF 13 prefeituras por direitos trabalhistas.

Sindicato Expresso: Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil

Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil

O Dr. Renato Azevedo Jr., conselheiro do CRM SP, faz uma fundamentada análise dos dois anos do programa “Mais Médicos”, que foi celebrada com festejos pelo governo federal. Destaca o modelo adotado, que não foi fundado na certificação dos profissionais, mediante exames e provas, que foge inteiramente das experiências adotadas em outras parte do mundo civilizado. Ele destaca que : – “O termo “intercambista” foi criado pela própria Lei dos Mais Médicos a fim de burlar as leis trabalhistas. Como intercambistas eles são médicos “em programa de aperfeiçoamento” (conforme o texto da Lei) e, portanto, recebem “bolsa de estudos” e não salários. Como tal, deveriam contar com a presença de tutores e supervisores, o que não ocorre em inúmeros locais e nem mesmo se sabe se tais tutores e supervisores existem.”

E, ainda afirma, ao tratar dos descaminhos da Medicina sob a batuta do atual governo:

“A afirmação que o programa atende 63 milhões de pessoas, repetido à exaustão pelo Governo Federal como forma de propaganda, está sujeita a uma verificação isenta e independente, até pelo tamanho absurdo do número apresentado.

O anúncio da criação de novas vagas de Residência Médica esconde que a maioria será para o programa Saúde da Família e que, nas outras especialidades, o médico residente terá de cumprir, obrigatoriamente, 1 a 2 anos no programa. Fatalmente haverá impacto negativo na formação de especialistas no País.

O Programa Mais Especialidades ainda é uma incógnita, pois até o momento, mesmo questionado, o Ministério da Saúde não explicitou nem detalhou o que será este programa.

Persiste a marcha da insensatez da abertura desenfreada de novas escolas de Medicina no Brasil, sem nenhuma garantia de qualidade.”

A matéria completa pode ser lida clicando no link ->http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,777549,Dois_anos_do_Programa_Mais_Medicos_-_Por_Renato_Azevedo_,777549,9.htm 

Sindicato Expresso: Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil.

#CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve

Uma crise que se repete em todo o Brasil. Aqui postamos retratos dessa crise, para que sejam sempre lembradas e relembradas. Quando o governo quer desinformar, propagandeando uma falsa imagem da realidade atual do SUS, compete-nos exibir fatos, que desmerecem a propaganda oficial e fazem surpreender o Ministério da Saúde em flagrante mentira. 

Aqui mais um caso. Sem salário e sem reajuste médicos de hospital em São Leopoldo, RS, mantém greve. 

Matéria completa em:

G1 – Médicos do Hospital Centenário decidem manter greve no RS – notícias em Rio Grande do Sul

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve.

 

Apesar do fim da greve dos servidores públicos de São Leopoldo, no Vale do Sinos, os médicos do Hospital Centenário decidiram na noite de terça-feira (11) que vão manter a paralisação que começou ainda em junho. Os motivos que levaram ao ato foram o atraso no pagamento dos salários, a indefinição sobre reajuste, a falta de médicos e a estrutura para atendimento. A decisão foi tomada em assembleia do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

O Simers e a Associação dos Médicos do Centenário (AMHCE) dizem que vão buscar uma agenda com o prefeito Anibal Moacir e apresentar uma proposta. A administração do Hospital Centenário afirmou ao G1 que está fazendo um levantamento da paralisação dos médicos nesta quarta (12). Segundo a instituição, o atendimento estava ocorrendo normalmente e ao menos 30% da categoria trabalhará para manter o serviço essencial.

Na última segunda (10), a categoria, ligada ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, decidiu encerrar a mobolização depois que a Prefeitura de de São Leopoldo sinalizou que abonaria os dias parados. Foi aprovado ainda o índice de 8,42% de reajuste salarial. Na semana passada, os professores municipais também terminaram com a greve da categoria, que durou mais de dois meses.

#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

Para dissipar dúvidas, é necessário mostrar aqui retratos de uma crise que se agrava: a crise no SUS, o sistema público de saúde do Brasil. Embora municipalizado, todo o sistema funciona com grande dose de centralização, dependendo de repasse de recursos pelo governo federal e de decisões tomadas por uma poderosa burocracia incrustada no Ministério da Saúde, órgão do governo federal.

Em Campo Grande, bem que os médicos dos serviços de urgência e emergência e da atenção básica tentaram. Fizeram uma greve para melhorar sua remuneração, seu contrato de trabalho, suas condições para exercer a profissão com dignidade e oferecer um serviço de qualidade aos necessitados. Como o movimento não resultou em diálogo e não houve a construção de uma agenda positiva, os pedidos de demissão se multiplicaram. O coordenador do SAMU na cidade revela que houve aumento expressivo dos atendimentos das ambulância após a diminuição do quadro de médicos do SUS naquela capital. A matéria completa está na página (link) -> Greve e redução de médicos em unidades sobrecarregam Samu – Correio do Estado

De acordo com o coordenador do Samu na Capital, José Eduardo Cury, o número de ligações recebidas saltou de uma média de 32 mil, no começo do ano, para 43 mil (em média) nos meses de maio, junho e julho. Aumento de 34%. Ele atribui o problema ao deficit de médicos nas unidades de urgência e emergência da Capital, além do longo período de greve da categoria.
Cury afirma que a sobrecarga ocorreu justamente durante os meses em que houve paralisação dos profissionais da saúde no município. “Em função dessas greves muitos profissionais acabaram se desligando da rede municipal  de saúde e as unidades de urgência e atenção básica ficaram sem ter como fechar seus quadros de plantões”, explica.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU.

#CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS

#CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS

Essa crise nem sempre é evidente. Mas existe. Os fatos insistem em aparecer. Pois mais que a propaganda oficial do Ministério da Saúde se esforce por dar aos brasileiros uma falsa ideia do que acontece no SUS, a realidade é sentida por quem usa os serviços e neles trabalha e insiste em aparecer e reaparecer entre as gretas do noticiário. Confirma a vivência dos milhões de brasileiros que convivem com o sistema público de saúde. Em Nova Iguaçu, RJ, mais um retrato da crise no SUS. Em tempo, pesquisas indicam que oitenta por cento dos brasileiros reprovam o sistema público de saúde, tal como ele se encontra atualmente. É uma crise que já alcança a idade adulta sem luz no fim do túnel. 

A matéria completa sobre a dramática situação do hospital da Posse está no link -> G1 – Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ – notícias em Rio de Janeiro

Pacientes reclamam da situação do Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, um dos maiores da Baixada Fluminense. Eles destacam a falta de médicos e de uma previsão para as cirurgias. Com isso, eles vão ficando no hospital sem saber o que vai acontecer no dia seguinte. Quem chega, é internado em macas, nos corredores. E aí falta espaço e limpeza.
Para quem não conhece, a pastora Vilma Silva apresenta o hospital: “Lotado, muita gente, atendimento em pé, soro na mão, braço todo enfaixado. Gente encostada pelas paredes, nesse estado, chão imundo, banheiro com cheiro horrível e os enfermeiros não sabem o que fazer”.
“Ontem (domingo, 9) meu vizinho chegou aqui com as pernas quebradas, entrou rápido. Mas está desde ontem sentado numa cadeira. Gente, isso é o fim da picada”, reclama a operadora de marketing Flávia Regina da Silva Lima.
As imagens foram feitas com uma câmera escondida. Olhando, parece até um quarto, pela quantidade de leitos. Mas é o corredor do hospital. Várias pessoas atendidas num espaço improvisado.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS.

Mais um retrato da #CRISEnoSUS _ Florianópolis, hospital público terceirizado não paga funcionários e poderá ter greve

Funcionários públicos terceirizados de hospital público de Florianópolis vão parar. Mais um retrato da crise no SUS.

Hospital público terceirizado em Florianópolis vai parar. Motivo: funcionários não recebem salário e a empresa responsável pelo vínculo trabalhista, uma “oscip”, declara que não sabe quando vai pagar, responsabilizando a secretaria de saúde pelo atraso. 

Esse é o retrato, que se repete com insistência, da crise do SUS, que não foi capaz de gerar uma política séria de recursos humanos. A crise se alonga, se estende e ninguém sabe se já chegamos ao fundo do poço ou ainda falta muito. Os burocratas do Ministério da Saúde permanecem cegos, surdos e mudos diante de tantas evidências de sua incompetência em organizar o sistema. Sobre mais esse retrato da crise, a matéria completa está em _> Funcionários do Hospital Florianópolis não recebem salário e sindicato ameaça paralisação – Notícias do Dia Onl

 Nesta segunda-feira (10), o SindSaúde (Sindicato dos Trabalhadores na Saúde de Florianópolis e Região) afirmou que desde a semana passada tenta contato com a SPDM (Associação Paulista Para o Desenvolvimento da Medicina), que administra o hospital, mas que não ainda não recebeu informações sobre uma nova data.
Marco Santiago/Arquivo/ND

“Os trabalhadores não aguentam mais. Se a direção avisasse com antecedência, as pessoas podiam se preparar, mas eles nem têm expectativa de quando vai ser pago”, disse Wallace Fernando Cordeiro, técnico de enfermagem e diretor de assuntos jurídicos do SindSaúde. Segundo ele, esta é a quinta vez que os funcionários, que somam aproximadamente 520 profissionais, têm o pagamento atrasado.
Cordeiro relatou que a SPDM alega que a Secretaria de Saúde do Estado não repassou a verba, sendo esse o motivo do atraso. Nesta manhã, o sindicato esteve no hospital e, em conversa com a diretoria, ainda não houve estimativa de data para o pagamento. Sendo assim, membros do SindSaúde decidiram por se reunir nesta tarde, para tratar das estratégias da categoria. “É muita revolta, porque as pessoas já ganham um salário reduzido, e ainda com atrasos”, disse Cordeiro.

Sindicato Expresso: Funcionários públicos terceirizados de hospital público de Florianópolis vão parar. Mais um retrato da crise no SUS..