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FAX SINDICAL 914
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DATA: 10 DE JULHO DE 2011
DE: SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA MG

Assunto: CRISE NO SUS em Juiz de Fora. Prefeito Custódio de Matos dificulta negociações, médicos pedem demissão, Relações trabalhistas deterioram-se e avança judicialização da saúde

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AVISO IMPORTANTE:

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ NA TERÇA-FEIRA, 12 DE JULHO, DEZENOVE HORAS E TRINTA MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA. POR FAVOR, PARTICIPE, DIVULGUE, CHAME COLEGAS DE TRABALHO, MOBILIZE. ASSEMBLÉIA CHEIA É UMA RESPOSTA À TRUCULÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL QUE SUJEITA MÉDICOS A SALÁRIO DE 1.300 REAIS!

SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA

BOICOTE À BIOMETRIA! Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria.

Sindicato fará notificações judiciais conta a Prefeitura de Juiz de Fora por deficiência de médicos no HPS e contra o corte autoritário dos salários dos dias de greve, feito arbitrariamente, sem negociações. Dificuldades técnicas e desigualdades na aplicação do ponto biométrico e ausência de prontuarios nas clínicas especializadas também poderão ser objeto de notificação judicial.

O Sindicato dos Médicos trabalha com a perspectiva da pacificação, do reconhecimento do trabalho médico e da dignidade. Queremos uma pactuação pelo melhoramento do SUS. Infelizmente a administração municipal tem sido lerda no diálogo e tomado medidas truculentas e ameaçadoras, incentivando a crise e contrariando o interesse geral. Os aliados de Custódio de Matos deveriam informa-lo que esse não é um bom caminho e que democracia pede negociação, diálogo e transparência.

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O Fax Sindical saúda a diretora do Sindicato dos Médicos e médica de família e comunidade Adriane Brasilleiro, eleita delegada à Conferência Estadual de Saúde, representando o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata.

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PROTESTO: MÉDICOS DO RIO DE JANEIRO, COM APOIO DO CREMERJ, VÃO PARAR DE PREENCHER LAUDOS DE AIH E SUMÁRIOS DE ALTA NAS UNIDADES MUNICIPAIS DE SAÚDE

Com apoio do CREMERJ, médicos iniciam protesto contra prefeitura do Rio

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro

Médicos do município do Rio iniciam protesto

A partir de segunda-feira, médicos do município do Rio vão parar de preencher as guias de AIH.

Movimento reivindica aumento salarial e tem apoio do CREMERJ

A partir de segunda-feira, 4 de julho, os médicos de hospitais de emergência, maternidades e postos de saúde do município do Rio de Janeiro vão deixar de preencher o resumo de alta e a Autorização de Internação Hospitalar (AIH). A decisão foi tomada em assembléia realizada na quarta-feira, 29 de junho, no Hospital Souza Aguiar, que vem centralizando as reuniões do movimento que luta por reajuste salarial, condições adequadas de trabalho, plano de cargos, carreira e salário e concurso público.

A categoria vai manter o atendimento normal aos pacientes, mas vai parar de preencher os dois documentos administrativos, que interferem diretamente nos repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) para a Prefeitura.

O CREMERJ apóia o movimento, que reivindica o reajuste de R$ 9.188,72 (piso da Fenam). “A luta dos médicos por melhores salários e condições de trabalho estimula a melhoria da assistência médica à população. Para o CREMERJ, o movimento dos médicos é legítimo e ético”, afirma o Conselheiro Pablo Vazquez.

Uma nova assembléia está agendada para o dia 7, quinta-feira, às 12h, no auditório do Hospital Souza Aguiar.

Acompanhe as notícias do movimento em http://www.cremerj.org.br

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora notifica Prefeitura sobre falta de médicos no Hospital de Pronto Socorro

FAX SINDICAL 913

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DATA: 07 DE JULHO DE 2011
DE: SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA MG

Assunto: Prefeitura de Juiz de Fora receberá notificação extra-oficial sobre deficiência de pessoal médico no HPS

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Notificação extra-judicial, boicote à biometria e nova asembléia geral na próxima terça-feira

Uma das conseqüências da política de recursos humanos que a administração Custódio de Matos está adotando na área médica tem sido a falta de profissionais em vários setores. Além das clínicas especializadas e das unidades básicas, faltam médicos para pronto atendimento. Sábado passado encerraram-se as atividades do Hospital de Pronto Socorro por 12 horas. O motivo foi a falta de médicos. Como não havia greve, por lá não apareceu o promotor Rodrigo Ferreira de Barros e o Prefeito tucano resultou impune. A gravidade do fato ficou oculta na mídia.

A notificação extra-judicial tem por objetivo garantir a integridade moral e física de médicos que estão atuando com um quadro altamente deficitário de profissionais da Medicina.

Conforme noticiado no Fax Sindical anterior (912) outra notificação poderá ser feita para exigir que a administração de Custódio de Matos garanta prontuários médicos para os serviços especializados que atendem a consultas agendadas. Os serviços poderão ser suspensos se a prefeitura continuar descumprindo a lei.

A eleição de diretorias clínicas e de comissões de ética, outra norma que não é integralmente cumprida na prefeitura de Juiz de Fora, faz parte da pauta de reivindicações do Sindicato dos Médicos.
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AVISO IMPORTANTE:

A presença de todos na assembléia é importante. Nosso movimento

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ NA TERÇA-FEIRA, 12 DE JULHO, DEZENOVE HORAS E TRINTA MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA. POR FAVOR, PARTICIPE, DIVULGUE, CHAME COLEGAS DE TRABALHO, MOBILIZE. ASSEMBLÉIA CHEIA É UMA RESPOSTA À TRUCULÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL QUE SUJEITA MÉDICOS A SALÁRIO DE 1.300 REAIS!

SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA

BOICOTE À BIOMETRIA! Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria.

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O link da notícia é http://sindicatoexpresso.blogspot.com/2011/07/fax-sindical-913-07072011.html

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora ordem socorro!

FAX SINDICAL 912

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DATA: 06 DE JULHO DE 2011
DE: SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E ZONA DA MATA MG

Assunto: Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora mantém resistência e mantém boicote à biometria enquanto prefeito Custódio recusa negociações.

AVISO IMPORTANTE:

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA

PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ NA TERÇA-FEIRA, 12 DE JULHO, DEZENOVE HORAS E TRINTA MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA. POR FAVOR, PARTICIPE, DIVULGUE, CHAME COLEGAS DE TRABALHO, MOBILIZE. ASSEMBLÉIA CHEIA É UMA RESPOSTA À TRUCULÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL QUE SUJEITA MÉDICOS A SALÁRIO DE 1.300 REAIS!

SEM ACORDO NÃO TEM BIOMETRIA

BOICOTE À BIOMETRIA! Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria. Sem acordo não tem biometria.

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Quando os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora deflaram a greve, no dia 02 de maio, estavam decepcionados e frustrados com as negociações com a administração do prefeito Custódio de Matos. Desde 2009, apesar de sucessivos pedidos, o prefeito nunca recebeu a representação classista dos médicos. O Sindicato pede melhores condições para atender à população e salários decentes. Após meses de tentativas frustradas de negociações, a assembléia votou pela greve.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, apesar de todo zelo do sindicato em manter a legalidade do movimento, declarou a ilegalidade. A assembléia acatou a decisão da Justiça, mas aprovou o boicote ao ponto biométrico. Era a forma de resistência diante da opressão e da falta de acordo.

Em reunião realizada na manhã dessa quarta-feira, 6 de julho, o sr. Vitor Valverde, representante de Custódio de Matos, exigiu que se suspenda o boicote à biometria para que se negocie a reposição dos dias parados. Nenhuma nova proposta. Nada quanto à reestruturação da carreira ou à reconstituição do aviltado salário inicial dos médicos ( menos de um mil e trezentos reais com descontos fiscais e previdenciários). Nada quanto a qualquer dos 7 itens da pauta de reivindicações apresentada ao Prefeito Custódio. Sinal vermelho para os médicos da Prefeitura. Falta de diálogo constatada e comprovada.

O que Custódio de Matos espera com essa deterioração das relações trabalhistas contra os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.

Na Assembléia de 5 de julho a categoria decidiu encaminhar ofício a chefias e autoridades dizendo que, caso não se forneçam imediatamente prontuários médicos nos serviços que não os tenham, não haverá realização de consulta agendada.
Atender sem prontuário expõe o paciente e o médico a erro médico e a iatrogenia e fere o Código de Ética Médica, expondo os profissionais e seus chefes a processo ético.

A Lei Federal 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto 44.045, de 19 de julho de 1958, modificado pelo Decreto 6.821, de abril de 2009 e pela Lei 11.000, de 15 de dezembro de 2004, conferem aos Conselhos de Medicina a capacidade de normatizar e regularizar o exercício ético da Medicina. O Código de Ética Médica diz que “é vedado ao médico deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente” (Art. 87). Está no Capítulo II, IV que “é direito do médico recusar-se a exercer sua profissão em instituição pública ou privada onde as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar a própria saúde ou a do paciente, bem como a dos demais profissionais. Nesse caso, comunicará imediatamente sua decisão à comissão de ética e ao Conselho Regional de Medicina.”

São coisas que as nossas autoridades, que se propõe a fiscalizar o cumprimento da lei, cochilam e não vêem.

Mobilize! Denuncie! Documente! Grave! Fotografe!

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Fonte:
http://sindicatoexpresso.blogspot.com/2011/07/fax-sindical-912-06072011.html

Última instância para ilegalidade de Terceirizações na saúde pública.

FAX SINDICAL 242
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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V .’. N° 242 .’. 13 de março de 2010.

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Atenção médicos AMAC / Prefeitura de Juiz de Fora.

AVISO SINDICAL – Assembléia Geral Extraordinária dos Médicos da AMAC. Motivo: proposta da Prefeitura para as rescisões contratuais e PSF/ESF. Na próxima quarta-feira, 17 de março de 2010, a partir das dezenove horas e trinta minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rua Braz Bernardino, 59.

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Terceirização da Saúde: Decisão judicial torna evidente a ilegalidade da terceirização da saúde pública. Privatistas sofrem derrota decisiva.

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Decisão judicial, em última instância e transitada em julgado expõe a ilegalidade dos processos de terceirização usados por gestores do SUS, vários prefeitos e alguns governadores. Importante vitória da Democracia e do Serviço Público.

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Os Sindicatos Médicos, unidos em torno da FENAM, Federação Nacional dos Médicos, representam uma base de 350.000 profissionais, a maioria deles vinculados, total ou parcialmente, ao serviço público, em especial, ao SUS. Um contingente importante de servidores públicos formado por profissionais altamente qualificados e que desmpenham uma missão muito nobre. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata é uma organização de frente inserida nessa imensa luta sindical dos médicos brasileiros e não pode se omitir diante de alguns de seus aspectos fundamentais. Inclui na sua agenda a desanimam do serviço público em geral e dos médicos nele engajados.

Para desempenhar suas funções próprias, o Sindicato tem legitimidade, legalidade e representatividade. E, na defesa do trabalho médico e do SUS tem manifestado firme oposição contra a terceirização dos serviços públicos de Saúde. O nosso Sindicato se opôs, com firmeza, ao processo privatista de terceirização do SUS, iniciado na cidade de Juiz de Fora pela entrega de duas policlínicas, transformadas em UPAs, a entidades privadas. As policlínicas de Santa Luzia e de São Pedro foram entregues à Maternidade Terezinha de Jesus e à Fundação Hospital Universitário, respectivamente. Ambas são pessoas jurídicas de direito privado.

No Rio de Janeiro, o Sindicato dos Médicos também foi a trincheira da legalidade, em defesa do serviço público de saúde, lutando com determinação contra a obra maléfica dos privatistas da saúde. Lá, esgotados os canais de entendimento e rotos os argumentos da racionalidade, os sindicalistas foram à Justiça, em defesa do bem do serviço público e dos trabalhadores e usuários do sistema público de saúde.

Por meio de Mandato de Segurança, o Sindicato dos Médicos do Rio solicitou a anulação de licitação para prestação de serviços de saúde em unidades públicas, alegando que a atividade estatal na área de saúde não pode ser terceirizada, bem como a atividade fim de serviços públicos de saúde. Alegou violação do Artigo 37,II da Constituição. A ação, de número 2000.001.048041-8, foi ajuizada na 5a. Vara da Fazenda Pública do Estado do Rio de Janeiro.

O juiz Marcello de Sá Baptista , em 18 de julho de 2001, declarou a ilegalidade da licitação realizada e todos os atos administrativos vinculados e derivados da realização a mesmas, inclusive o contrato celebrado com a vencedora da licitação. O Sindicato ganhou. A Prefeitura perdeu e recorreu.

A apelação cível 2322/2002, relatada pelo desembargador Alves de Brito, teve uma ementa bem esclarecedora:

O serviço público de saúde não pode e não deve, ser terceirizado, admitindo o art. 197 da Constituição Federal, em caráter complementar, permitir a execução dos serviços de saúde através de terceiros. O caráter complementar não pode significar a transferência do serviço à pessoa jurídica de direito privado.

O Sindicato ganhou. A Prefeitura perdeu e recorreu.

Na última instância, foi relatado pelo Ministro Carlos Ayres Britto. O Ministro recebeu o processo no dia 01 de março de 2005. Seu parecer foi assinado no dia 18 de dezembro de 2009. Ele citou a Ação Direta de Inconstitucionalidade, ADIN, contra a Lei Distrital 418/93 (de Brasília), que julgou a Lei inconstitucional. Seu relatório foi contra o recurso da Prefeitura. O Sindicato venceu. A Prefeitura perdeu. E não pode mais recorrer.

Pelas mesmas razões, já expostas, discutidas e julgadas, o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora irá notificar o Prefeito de Juiz de Fora, Sr. Custódio Antônio de Matos, A Sra. Secretária Municipal de Saúde, Maria Rute dos Santos e a presidência do Conselho Municipal de Saúde para solicitar que, também aqui, a lei seja cumprida e cesse a terceirização da Saúde onde ela está sendo aplicada. Se não responderem em tempo hábil, restará ao Sindicato o caminho dos tribunais e a denúncia à opinião pública e aos órgãos competentes contra essa evidente ilegalidade.

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Acompanhando Fax Sindical no Twitter. http://twitter.com/faxsindical

Operação Pasárgada. Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais estavam envolvidos e escapavam ao julgamento. Agora poderão ser indiciados. Decisão judicial permite Ministério Público Federal denunciar conselheiros do Tribunal de Contas de MG a matéria pode ser lida em http://bit.ly/d7lOQX

Saúde em crise: dengue devasta MS.http://bit.ly/anLOVJ

Minas Gerais. Aécio Neves usou dinheiro da saúde para ajuste fiscal. Saiba como em http://bit.ly/cSUqdz

Minas Gerais. Eleições 2010. A base parlamentar de Aécio começa a desintegrar. Anastasia impopular sai mal nas pesquisas. A matéria pode ser conferida em http://bit.ly/d2y2cu

Em Belo Horizonte – salários e condições de trabalho precários levam a greve no hospital João XXIII. Faltam médicos e salários desanimam.Governo Aécio insensível ao problema expõe civis e não apresenta contraproposta decente. A matéria pode ser lida em http://bit.ly/9amY4L

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Fax Sindical 184

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora ===================================== ________ FAX SINDICAL 184 __________ ===================================== Número 184 Ano IV 28 de agosto de 2009 https://faxsindical.wordpress.com No Twitter – http://twitter.com/faxsindical AVISOS SINDICAIS – Servidores públicos municipais só perdem direito a férias prêmio se tiverem 25 faltas injustificadas em um ano. /// O Ministério Público do Trabalho tentará mediar a crise entre o Sindicato dos Médicos e a AMAC – o Sindicato denuncia a repressão ao movimento e que a AMAC seguiu a orientação repressiva da Prefeitura, caracterizando subordinação. /// Médicos vão receber mala direta sobre o pagamento da Perícia da ação dos vinte e cinco por cento – perdas salariais infringidas pela Prefeitura de Juiz de Fora contra os médicos do serviço público municipal. /// Aguarda-se para os próximos dias a nomeação da nova secretária municipal de saúde e das comissões que vão tratar do plano de carreira dos médicos e das condições de atendimento. – A discussão sobre o PCCS dos médicos da Prefeitura será uma discussão particularizada e própria, resultando em um plano específico para a categoria, conforme os termos da contraproposta que o Sindicato entregou à Prefeitura e a administração atual aceitou em declaração escrita e oficialmente assinada pelo Secretário de Administração e Recursos Humanos. Juiz de Fora: HPS DE JUIZ DE FORA MAIS UMA VEZ EM EVIDÊNCIA. FALTA DE PLANTONISTAS VOLTA À PAUTA – DESSA VEZ NA CÂMARA MUNICIPAL. Recentemente houve grande repercussão pública pela situação dos presos no HPS. O número excessivo de apenados aguardando perícia judicial ou cumprindo medida de segurança que permaneciam algemados nos leitos e ocupando vagas chamou atenção até da imprensa nacional. O assunto ganhou destaque em programa de televisão de audiência nacional. Agora, as escalas incompletas de plantão alimentaram os debates na Câmara Municipal de Juiz de Fora. A Comissão de Saúde puxou a discussão sobre esse assunto grave. O questionamento não é recente. Em novembro de 2006 o Diretor Clínico dirigiu correspondência ao Ministério Público Estadual denunciando a situação. Esse ano os cirurgiões do Hospital já fizeram um movimento, que foi repreendido pelo Subsecretário de Urgência e Emergência. A carência de recursos humanos no Hospital só está se agravando. Embora haja concurso público realizado e profissionais aguardando nomeação, a administração do Prefeito Custódio de Matos tem insistido em fazer contratos precários. Profissionais concursados e aprovados chegaram a ser convidados para aceitar contratos precários. Essa situação tem causado revolta na classe médica. Nos últimos meses, depois da posse do atual prefeito, o problema só está piorando. A Câmara tomou conhecimento da situação e exige providências. Os vereadores José Fiorillo e Wanderson Castelar fizeram pronunciamentos da tribuna da casa, denunciando a gravidade da situação e exigindo que a administração de Custódio de Matos (PSDB) tome providências sobre o assunto. Essa crise ocorre em momento de tensão trabalhista entre a classe médica e a administração de Custódio de Matos (PSDB), originada pela medida repressiva da Prefeitura em cortar salários de médicos que aderiram à greve justa pela melhoria das condições de atendimento e pela valorização profissional dos médicos. A Prefeitura de Juiz de Fora paga um péssimo salário – R$ 1.277,88. As condições de trabalho, como se pode ver no HPS, estão se deteriorando progressivamente. As Comissões, acertadas entre o Sindicato e a Prefeitura, para discutir um plano de carreira para os médicos e avaliar as condições de atendimento ainda não foram convocadas. Isso agrava a tensão. Para piorar, a Secretaria de Saúde encontra-se acéfala. A atual secretária está demissionária e a profissional indicada por Custódio de Matos não aparece para tomar posse. Nas discussões da Câmara Municipal essa acefalia foi lamentada até pelos vereadores que apoiam o Prefeito. Sobre a situação das escalas incompletas de plantão no HPS, os vereadores da Comissão de Saúde serão levados pelo Pastor Carlos Bonifácio, líder do Governo de Custódio de Matos, para uma conversa no gabinete do Prefeito. Custódio irá lidar com o descontentamento desses vereadores. O Pastor Carlos Bonifácio, da Igreja Universal do Reino de Deus, foi um dos apoiadores do ex-prefeito Alberto Bejani, cuja administração afundou no maior mar de lama da história política de Juiz de Fora. O Sindicato está atento à situação do HPS e à deterioração geral das condições de atendimento no SUS de Juiz de Fora e aguarda as providências. Não descarta recorrer novamente ao Ministério Público Estadual, à auditoria do Ministério da Saúde, ao Conselho Regional de Medicina e a outras instâncias para exigir providências. O HPS de Juiz de Fora parece um território sem lei, esquecido das autoridades, longe dos olhos do poder e absolutamente afetado por todo tipo de mazela que afeta o SUS em Minas Gerais e em Juiz de Fora. Pernambuco: PROSSEGUE O MOVIMENTO MÉDICO NO BRASIL: GREVE DOS MÉDICOS EM PERNAMBUCO. O Sindicato dos Médicos de Pernambuco distribuiu comunicação, por fax, avisando sobre o movimento dos médicos no município de Caruaru. A sua pauta ecoa a de outros lugares do Brasil – melhores condições para atender à população necessitada e valorização profissional. Em Pernambuco, o piso salarial dos médicos do Estado e das Prefeitura de Recife e Petrolina é de R$ 3.060,00 (três mil e sessenta reais). Os médicos d
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Fax Sindical 183

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
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Número 183, ano IV, 27 agosto 2009.

ATENÇÃO! ATENÇÃO! ATENÇÃO!
Férias prêmio dos médicos da Prefeitura – está na Lei do Regime Jurídico dos Servidores Municipais que o servidor só perde as férias prêmio se tiver 25 dias de faltas injustificadas durante um ano. Portanto, não procede a informação de que a represália da administração de Custódio de Matos contra os médicos da Prefeitura prejudicará as férias prêmio. A administração considerou injustificadas as faltas das paralisações de advertência e das greves de protesto contra os baixos salários pagos pelo Custódio e contra a deterioração das condições de atendimento ao povo de Juiz de Fora que têm ocorrido sob a atual administração. O Sindicato considera que nada disso é injustificado.

Atenção! Atenção! Atenção!

O Sindicato enviará aos médicos da Prefeitura uma mala direta para contribuições para o pagamento da perícia da ação da perda salarial imposta à categoria, desde que os médicos passaram a ganhar vinte e cinco por cento a menos do que o nível superior. A perícia vai determinar o prejuízo sofrido pelos profissionais com essa injustiça da Prefeitura e o valor da indenização a que cada qual terá direito. Mantenha-se informado. O interesse de cada um está em jogo.

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2009 – PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.

SINDICATO DOS MÉDICOS CONTRA A REPRESSÃO – LUTA CONTRA OS CORTES SALARIAIS PUNITIVOS APLICADOS AOS MÉDICOS DA PREFEITURA.

No próximo dia 09 de setembro, vai se realizar uma audiência patrocinada pelo Ministério Público do Trabalho (federal), com o objetivo de mediar o contencioso entre a AMAC e o Sindicato por causa dos cortes salariais praticados pela administração Custódio de Matos contra os médicos da Prefeitura. Esses prejuízos aos profissionais tiveram caráter intimidatório, como represália ao bem sucedido movimento dos médicos. A AMAC adotou a mesma atitude da SARH, demonstrando sua subordinação, também nesse aspecto, à Prefeitura. Para os médicos estatutários que sofreram cortes em seus salários, o advogado do Sindicato, Dr. João Fernando Lourenço, entrou com ação na Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG). Essa ação, denominada PROTESTO JUDICIAL, ainda está tramitando e dela ainda não temos notícia.

Os cortes salariais dificultam a normalização das relações trabalhistas entre os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora e a administração do Prefeito Custódio Antonio de Matos.

Leia também: as relações dos médicos, seus interesses trabalhistas e o mundo da política. Universidade inglesa faz estudo que aponta relação direta entre demissões, suicídios e assassinatos. Por que as pesquisas da FIOCRUZ têm dificuldades em perceber os problemas das relações de trabalho dos médicos? Atenção médicos que atuam em áreas violentas: Projeto de Lei quer considerar perigosas as atividades que expõem o trabalhador ao risco de violência física.

SAÚDE E ATIVIDADE LEGISLATIVA NO BRASIL.

Não há como negar que os problemas múltiplos e frequentes nos serviços públicos de saúde têm impressionado os legisladores nacionais. A multiplidade dos debates e dos projetos de lei que atingem o setor demonstram a vitalidade dessa tese. Entre a maior parte dos integrantes da classe médica, há uma percepção muito nítida que os resultados dessas preocupações declaradas, desses debates e de toda essa atividade não beneficia os discípulos de Hipócrates. Isso merece uma reflexão. Há muitos médicos no mundo da política. Os há dirigentes partidários, militantes nas mais diferentes instituições públicas, candidatos a cargos públicos e exercendo mandatos de vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores. Sem dúvida que a Medicina, por sua natureza própria de profissão de ajuda, obriga os que a exercem a um contato humano e próximo com doentes, suas famílias e suas comunidades. Essa atividade desperta, em muitos, a vocação política.

A relação entre a classe médica e o mundo da política entretando não é uma matéria pacífica. Ao contrário é cheia de polêmicas, aparentes contradições e dificuldades virtualmente intransponíveis. Exemplo disso são os projetos de lei que atualizam o salário mínimo profissional dos médicos e o que regulamenta o exercício da Medicina no Brasil, definindo o ato médico. Essas tramitam com dificuldade e demora impressionante, pousando em gavetas e mesas um tempo excessivo e amarelando suas páginas pelos gabinetes e corredores do Congresso Nacional.

Exemplo da preocupação do legislador com os negócios da Saúde são os projetos de lei PLS 196, de 2009, de autoria da Senadora Patrícia Saboya, que estabelece um piso salarial nacional para os agentes comunitários de saúde e agentes de endemias, o 17, do deputado Arnaldo Faria de Sá, que cria a profissão de Técnico em Imobilização Ortopédica. Essa preocupação, no entanto, foi incapaz, até o presente momento e apesar de todas as crises, de incorporar o importantíssimo e decisivo tema das relações de trabalho do médico com o sistema público de saúde.

Não havendo explicação lógica, transparente ou evidente, para essa má vontade legislativa para com assuntos sérios e tão graves, como os que dizem respeito ao trabalho médico, torna-se possível imaginar a má-fé de uma ação contrária, paralisante e negativista, originária ou de corporações da área da saúde que, tendo agenda pobre, ocupam-se de obstruir, por inveja e mesquinhez, a agenda das reivindicações médicas. Ou, sendo falsa essa hipótese, a ação desmobilizante anti-médica promovida por grupos médicos empresariais, que lucram com a exploração fácil do trabalho médico e agem no setor privado ou público. Nesse caso, esses doutores mais espertos, detentores do controle de contratos públicos, agências, empresas, consórcios, sociedades cooperativas e outros negócios, não se preocupam com a emancipação do trabalho médico porque enriquecem ou tiram vantagens rendosas da exploração desleal desse trabalho. Ou haveria uma curiosa e monstruosa aliança entre esses dois fatores? Ou ainda haveria mais algumas mãos a golpear os médicos trabalhadores em nome sabe-se lá de quê? Na verdade os doutores precisam ter a esperteza de conhecer a mão que os golpeia. Lá e cá.

DEMISSÃO E SUICÍDIO.

Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, concluíram que o impacto da crise financeira na Europa e mais grave do que se imaginava inicialmente. Provocou alteração nas curvas de mortalidade. Suicídios e assassinatos aumentaram em razão direta do desemprego. A cada 1% de aumento de demissões, o número de suicídios subiu em 0,8%. O trabalho será, em breve, publicado no The Lancet. A notícia saiu em 20 de julho de 2009, no site G1, publicada pelo médico Luiz Fernando Correia, apresentador do programa Saúde em Foco, da Rádio CBN, do Rio de Janeiro.

FIOCRUZ, TRABALHO MÉDICO E CONCLUSÕES CURIOSAS.

Estudo fiocruzista supõe que médico não quer ganhar dinheiro pelo seu trabalho.

Matéria do site InfoMoney, de autoria Flávia Furlan, nos informou que o Sr. Romulo Maciel Filho, pesquisador da Fiocruz, percebeu que os médicos não são guiados por salários mais altos quando buscam um emprego. Explica que salários atrativos oferecidos em lugares remotos não atraem profissionais da área. Várias conclusões podem ser tiradas do trabalho do Sr. Maciel Filho. Mas o fato é que as avaliações da FIOCRUZ sobre as relações trabalhistas na área médica geram sempre ilações, no mínimo, curiosíssimas.

PARA FICAR ATENTO – RISCO DE AGRESSÃO FÍSICA NO TRABALHO PODERÁ SER CONSIDERADO PERICULOSIDADE.

Trabalhadores sujeitos a situações de risco de vida, a perigo iminente de acidente ou ao risco de sofrer violência física poderão ter direito ao adicional de periculosidade. Esse é o objetivo do Senador Paulo Paim, do PT, que lançou o projeto de Lei PLS 387/20088. Muitos médicos que atendem na periferia de cidades maiores poderão ter a proteção da lei para as atividades que exercem sob condições de risco. Os gestores municipais tendem a minimizar esse risco como forma de super-exploração do trabalho médico. Em Juiz de Fora há casos conhecidos e registrados e agressão contra médicos. Um profissional quase foi abatido a tiros em sua mesa de trabalho em uma UBS. Uma médica levou uma pedrada na cabeça que lhe expôs a grave risco. E tantos outros casos de agressões e ameaças. Portanto, os médicos da Prefeitura devem ficar atentos à tramitação dessa iniciativa de grande interesse de todos os trabalhadores.
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Fax Sindical 177

SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA.
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NÚMERO 177 – ANO IV – 07/agosto/2009.

PREFEITURA NÃO GARANTE SEGURANÇA DOS TRABALHADORES EM SAÚDE CONTRA GRIPE SUÍNA.

A influenza A H1N1 parece esquecida na mente dos gestores de saúde que estão sob a batuta do Prefeito Custódio de Mattos.

Recomendam-se os devidos cuidados para a prevenção da gripe suína. Para os profissionais de saúde, em situações como essa, incluem-se entre os E.P.I. (equipamentos de proteção individual) OBRIGATÓRIOS luvas e máscaras. considerando o grande risco para as grávidas, recomenda-se o seu afastamento de funções onde haja séria ameaça de contágio.

A administração Custódio dew Matos não está disponibilizando de forma adequada, regular e ampla os equipamentos de proteção obrigatória e nem afastado as trabalhadoras grávidas de finções de risco. As consequencias disso são de inteira responsabilidade do Prefeito e como tal terão de ser cobradas.

TENSÃO TRABALHISTA ENTRE MÉDICOS DA PREFEITURA E ADMINISTRAÇÃO CUSTÓDIO POR CAUSA DA RETALIAÇÃO CONTRA O MOVIMENTO DOS MÉDICOS.

A administração Custódio de Matos, agindo pelo secretário de Administração e Recursos Humanos, Vítor Valverde, com a óbvia aprovação do Prefeito, prossegue sua retaliação contra o movimento dos médicos. O objetivo é desmoralizar os médicos da Prefeitura, infundindo neles receios e medos para que não reajam contra os seus salários péssimos e contra as condições deterioradas que são oferecidas para o atendimento aos usuários do SUS.

O Sindicato já procurou o Ministério do Trabalho, tentando uma mediação para os médicos que são funcionários da AMAC e está aguardando uma resposta da Prefeitura. Caso não seja satisfatória, o Sindicato vai entrar na Justiça do Trabalho contra a Prefeitura. Para os médicos estatutários, o Sindicato já entrou com uma ação chamada “protesto judicial”. Aguardamos o pronunciamento da Justiça do Estado de Minas Gerais a esse respeito.

Lembramos, mais uma vez, que os médicos realizaram um movimento justo, em protesto contra os salários indignos (vencimento básico inicial de hum mil duzentos e setenta e sete reais e oitenta e oito centavos) e contra as condições precárias de atendimento oferecidas aos usuários do SUS e aos médicos. Equipamentos físicos deteriorados, falta sistemática de medicamentos, equipamentos, materiais, insumos e mobiliário ergonômico. Há consultórios sem pia, sem condições de iluminação e aeração. No entendimento da administração Custódio de Matos, quem protesta contra isso deve ser penalizado. Acontece que essa penalizaçao, além de injusta, tem sido conduzida também de forma injusta. Em nenhum momento a legalidade da greve foi colocada em questão.

Uma médica que trabalha em dois vínculos e seguiu o movimento, recebeu no contracheque de agosto o desconto de nove faltas em um contracheque e de oito faltas no outro. Uma prova da incapacidade da administração do Custódio de aplicar sua punição injusta aos médicos.

Segundo declarou o superintendente da AMAC em reunião com a Diretoria do Sindicato dos Médicos no Ministério do Trabalho, a administração CUstódio de matos pretende punir os médicos da Prefeitura descontando em seus salários os seguintes dias:

Em maio: 06, 13, 20, 21, 26, 27 e 28 – total 7 dias, a serem penalizados no pagamento de 31 de julho.

Em junho: 02, 03, 09, 10, 17, 23, 24, 25 – total 8 dias. A serem penalizados no pagamento de 31 de agosto.

Os 10 dias da greve serão cortados dos médicos a partir do pagamento de setembro, dois dias por mês.

Esclarecemos que os cortes foram aplicados antes mesmo do encerramento das negociações e que nunca, em nenhuma outra administração, a Prefeitura cortou salários de médicos. O Custódio foi o primeiro a fazê-lo. Que a greve não foi declarada ilegal em momento algum e nem a Prefeitura pediu que se julgasse a legalidade da greve. Que o Sindicato tomou as competentes medidas jurídicas contra esse absurto. Que os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora continuam recebendo um salário sofrível, que por si só já os penaliza e que continuam atendendo em condições precárias. Muitos consultórios deveriam ser interditados, cabendo isso ao Ministério do Trabalho e à Vigilância Sanitária.

Por todas essas razões elencadas e que são do conhecimento de todos, porque o Sindicato tem primado pela transparência em todos os seus atos, continua a tensão trabalhista entre os médicos e a Prefeitura. Esperamos que a abertura das comissões de PCCS e de condições de atendimento médico, que, por força de acordo, deverá ocorrer até 11 de agosto, contribua para sanar esse ambiente insalubre.

SAIBA MAIS – conheça o FAX SINDICAL em https://faxsindical.wordpress.com

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Movimento dos Médicos prossegue em Juiz de Fora

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
PROSSEGUE O MOVIMENTO MÉDICO DE JUIZ DE FORA.

(19/06/2009) Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.
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MOVIMENTO DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA PROSSEGUE COM NOVAS AÇÕES.

O descaso e negligência da administração Custódio de Matos com relação à situação da Saúde e do trabalho médico dentro do serviço público municipal tem sido um obstáculo considerável nas negociações coletivas de 2009. Realizadas desde o início de abril, as reuniões tem se mostrado pouco resolutivas. Nota-se a falta de vontade política do administração de Custódio de Matos para resolver as questões de política de recursos humanos para o SUS local. Há promessas de comissões que trabalham sem propostas concretas e efetivas e uma negativa sistemática em negociar as reivindicações econômicas e laborativas dos médicos. Diante da falta de progresso nas negociações coletivas e da desesperadora situação do trabalho médico na Prefeitura de Juiz de Fora, o movimento irá prosseguir.
*A Diretoria do Sindicato avalia os nomes dos médicos que não estão fazendo paralisações em defesa de toda a categoria (inclusive deles mesmos). Como as paralisações são decididas por assembléias participativas e democráticas, onde é assegurado o direito de manifestação, considera-se que o movimento é legítimo. O Artigo 78 do Código de Ética Médica considera que é vedado ao médico opor-se a movimentos legítimos da categoria em troca de vantagens pessoais.
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Os próximos atos da campanha dos médicos nas negociações coletivas de 2009 serão:
1-PARALISAÇÃO DE SETENTA E DUAS HORAS DOS PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA, NOS DIAS 23, 24 E 25 DE JUNHO PRÓXIMOS.
2-ATO PÚBLICO, NA TERÇA-FEIRA, 23 DE JUNHO, NO PAM MARECHAL, COM CONCENTRAÇÃO ÀS 9 HORAS NA RUA MARECHAL, EM FRENTE AO PAM, COM PANFLETAGEM DO PAM MARECHAL.
3-DIVULGAÇÃO DE UMA NOTA PÚBLICA, PELA IMPRENSA, SOBRE O MOVIMENTO DOS MÉDICOS.
4-REALIZAÇÃO DE UMA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, NO DIA 24 DE JUNHO, ÀS DEZ HORAS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA, MANTENDO O INDICATIVO DE GREVE.
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Os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora formaram uma Comissão de Mobilização para desenvolver ações de mobilização para reforçar ainda mais o movimento. A Comissão se reuniu, pela primeira vez, no dia 18 de junho, na sede da Sociedade de Medicina, com a Diretoria do Sindicato. Uma caravana médica irá percorrer as unidades de saúde, para esclarecer profissionais e usuários sobre a importância do movimento dos médicos.
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O MOVIMENTO DOS MÉDICOS JÁ RECEBEU A ADESÃO DOS ODONTÓLOGOS, QUE TAMBÉM REIVINDICAM O RECONHECIMENTO DA CARGA HORÁRIA ESPECIAL DEFINIDA NA LEI E DE REMUNERAÇÃO COMPATÍVEL COM ESSA CARGA HORÁRIA. AGORA EXISTE A POSSIBILIDADE DE ADESÃO DOS MÉDICOS DO ESTADO CEDIDOS À PREFEITURA, OS MUNICIPALIZADOS.
O motivo é demora injustificada no pagamento das complementações, que tem provocado dificuldades aos profissionais do Estado, que não podem contar com esses recursos. Esse mês, já se fala em atraso do pagamento, que irá extrapolar o dia 20. Essa adesão irá reforçar ainda mais o movimento médico.
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O Sindicato dos Médicos está tentando uma audiência com o Prefeito CUstódio de Matos. O Presidente da Sociedade de Medicina, Dr. Jairo Silvério, já tentou agendar essa audiência, bem como vereadores (Dr. José Tarcísio, Dr. Luiz Carlos, entre outros). Também foi solicitada ao Secretário Vitor Valverde. Até agora tudo sem êxito. Por isso, a Diretoria do Sindicato protocolou formalmente um ofício, no Gabinete do Prefeito, solicitando essa audiência. Isso para não alegarem que desconhecem o assunto.
'Visite http://sindicatoexpresso.blogspot.com
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JUIZ DE FORA: MÉDICOS DA PREFEITURA EXIGEM DIGNIDADE E RESPEITO.

JUIZ DE FORA: MÉDICOS VÃO PARAR EM DEFESA DO SUS E DA CATEGORIA.
Data:14 de maio de 2009.
De :Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata

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////////// * TELEGRAMA SINDICAL * \\\\\\\\\\
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JUIZ DE FORA: SALÁRIOS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA NO RANKING DOS PIORES DO PAÍS. CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO DETERIORADAS. A ADMINISTRAÇÃO CUSTÓDIO DE MATOS TEM RESPONSABILIDADE COM OS MÉDICOS E COM OS PACIENTES QUE RECORREM AO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE (SUS). TEM QUE CONSTRUIR UMA POLÍTICA SÉRIA, DECENTE, CONSEQUENTE, DE RECURSOS HUMANOS PARA A SAÚDE E TEM QUE MELHORAR AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E GARANTIR O ABASTECIMENTO DAS UNIDADES DE SAÚDE.

O SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA CONVOCA TODOS OS PROFISSIONAIS DA MEDICINA QUE ATUAM NO MUNICÍPIO PARA A PARALISAÇÃO NOS DIAS 20 E 21 DE MAIO DE 2009 E PARA A ASSEMBLÉIA NO DIA 20 DE MAIO, QUARTA-FEIRA, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA.
-OS MÉDICOS NÃO DEVEM COMPARECER NOS DIAS 20 E 21 DE MAIO DE 2009, QUARTA E QUINTA-FEIRA, NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE E NAS UNIDADES DE CLÍNICAS ESPECIALIZADAS (PAM’s MARECHAL E ANDRADAS, UNIDADE DE CLÍNICAS ESPECIALIZADAS, SAÚDE DA MULHER, SAÚDE MENTAL, CRRESAM, CAPS E OUTRAS UNIDADES ESPECIALIZADAS).
-OS MÉDICOS PLANTONISTAS DAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DEVERÃO COMPARECER NORMALMENTE NAS SUAS UNIDADES. OS MÉDICOS DIARISTAS DAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA QUE TENHAM PACIENTES INTERNADOS OU EM OBSERVAÇÃO AOS SEUS CUIDADOS, TAMBÉM DEVERÃO REALIZAR OS ATENDIMENTOS.
-CASOS DE ASSÉDIO MORAL: AMEAÇAS, CHANTAGENS OU TENTATIVAS DE SABOTAR OU DESQUALIFICAR O NOSSO MOVIMENTO DEVERÃO SER COMUNICADOS À ASSEMBLÉIA, À DIRETORIA DO SINDICATO OU AO DEPARTAMENTO JURÍDICO.
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A disposição da administração Custódio de Matos de jogar a discussão de assuntos importantes para comissões, de dividir a categoria para governar, não vingou. Foi repelido pela Assembléia dos Médicos. Como trabalhadores intelectualizados eles rechaçaram essa manobra. Exigem respeito e dignidade. A equiparação dos médicos com o nível superior não é matéria para discussões econômicas e orçamentárias. É uma questão de justiça. O Prefeito deveria se envergonhar de ter na folha de pagamento da Prefeitura médicos que ganham menos que o mínimo profissional.
Por dignidade e respeito essa luta dos médicos terá que continuar. Paralisação nos dias 20 e 21 de maio. Assembléia – quarta, 20 de maio, às dez horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia.

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Visite o Telegrama Sindical em http://telegramasindical.blogspot.com
Também com versão para dispositivos móveis, PDA, Palm, Smartphones e IPhone, em http://telesind.wirenode.mobi
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Postado por Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

SOROCABA: REPRESSÃO A MOVIMENTO MÉDICO IMPÕE CRIATIVA NA LUTA DA CATEGORIA.


Na luta pela valorização da profissão, por uma carreira atraente, por salários dignos e condições de atendimento decentes, pela defesa do sistema público de saúde, os médicos enfrentam repressões, dissenções e incompreensões. Muito frequente são as sentenças judiciais que ameaçam jogar para o já populoso campo da marginalidade os nossos movimentos. Essa notícia, saiu no jornal da cidade de Sorocaba e pode ser conferido na página http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=39&id=181505

Os médicos querem aumento salarial de 166%. Eles reivindicam salários de R$ 8.239,24 por 20 horas semanais. Atualmente, recebem R$ 2.220,00 por 15 horas semanais, assim, por hora, os médicos recebem R$ 30,95 e querem receber R$ 82,39.

A criatividade é uma arma decisiva nessas lutas contra a repressão. A causa dos médicos é justa e, cada vez mais, a maioria da população a reconhece, apesar de não ser uma causa com grande respaldo e repercussões midiáticas. Afinal, doutor não é celebridade.

CLIMA DE GREVE NA SAÚDE – [ 01/05 ]
Liminar força médicos a mudarem estratégia
Fernando Guimarães
Notícia publicada na edição de 01/05/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 5 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

A Prefeitura de Sorocaba obteve ontem liminar da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba que obriga o Sindicato dos Médicos de Sorocaba e Região (Simesul) a manter, no mínimo, 60% dos serviços de saúde prestados por esses profissionais, sem prejudicar a população que precisa de atendimento nos Pronto-Atendimentos (PAs) da cidade.

Em razão disso, de acordo com o presidente do Simesul, Antônio Sérgio Ismael, a categoria mudou a estratégia: manterá 100% dos médicos nas unidades básicas de saúde, porém, os profissionais priorizarão o atendimento, levando-se em consideração casos de emergência e urgência.

Essa paralisação, com características de operação tartaruga, começará nesta segunda-feira, havendo uma assembleia geral na quarta-feira, às 19h. Mas, ontem, os reflexos do clima grevista dos médicos já era sentido nas duas unidades pré-hospitalares de Sorocaba, onde usuários abordaram a reportagem para reclamar da demora no atendimento.

Na terça-feira, às 14h, os secretários municipais de Recursos Humanos, Rodrigo Moreno, e da Saúde, Milton Palma, iniciarão as negociações sobre a pauta de reivindicações apresentada pelos médicos.

Os presidentes do Simesul e do Sindicato dos Servidores Municipais, Ismael e Sérgio Ponciano de Oliveira, respectivamente, participarão da reunião. O fim da paralisação dependerá do que o Paço irá apresentar aos profissionais e é isso que levaremos na assembleia de quarta-feira, quando votaremos pelo fim da greve ou a manutenção dela, além de traçarmos outras estratégias para que a Prefeitura atenda aos nossos pedidos, afirma Ismael.

Ponciano, que assumiu o compromisso de mediar o processo de negociação das demandas levantadas pelos médicos, desde que não comprometa a negociação salarial de toda a categoria, pois mais de dez mil servidores da ativa, aposentados e pensionistas estão insatisfeitos com a demora por mais de 120 dias no fechamento do acordo, já que a categoria aguarda ao menos a reposição da inflação de 2008, referente a 6,16% do IPC FIPE, cuja data-base é janeiro, disse que na oportunidade exigirá que a administração municipal contemple as demandas dos demais segmentos profissionais que atuam na rede municipal de saúde, enfermeiros, cirurgiões dentistas, auxiliares de enfermagem, atendentes de consultório dentário e outros profissionais. Desde 2006 eles lutam pela reestruturação global da Secretaria da Saúde, tanto na área funcional, de cargos e carreiras e de melhoria das condições de trabalho.

Os médicos querem aumento salarial de 166%. Eles reivindicam salários de R$ 8.239,24 por 20 horas semanais. Atualmente, recebem R$ 2.220,00 por 15 horas semanais, assim, por hora, os médicos recebem R$ 30,95 e querem receber R$ 82,39.

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Comentários
Cristine A. Cocchiarali [ 01/05/2009 ]

Estou totalmente favorável à greve dos médicos mesmo necessitando muito dos seus serviços profissionais, pois é um absurdo que uma categoria tão importante receba um salário tão aviltante como este ; e esta nova reunião que esta marcada com o representante do Sindicato dos Funcionários Municipais, mostra, para muitos, como pude presenciar ontem em um Posto de Saúde, o comentário de uma enfermeira que eles são melhores que os médicos.Desculpem-me mas eles não podem aplicar uma injeção sem autorização de um médico!!!!
Milton Paes Andrade Rosa [ 01/05/2009 ]

Os médicos querem aumento salarial de 166%. Eles reivindicam salários de R$ 8.239,24 por 20 horas semanais. Atualmente, recebem R$ 2.220,00 por 15 horas semanais, assim, por hora, os médicos recebem R$ 30,95 e querem receber R$ 82,39.

Os médicos querem aumento salarial de 166%. Eles reivindicam salários de R$ 8.239,24 por 20 horas semanais. Atualmente, recebem R$ 2.220,00 por 15 horas semanais, assim, por hora, os médicos recebem R$ 30,95 e querem receber R$ 82,39.

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