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O Ministério Público deveria perceber os limites de seu poder.

O Ministério Público deveria perceber os limites de seu poder.
G. Sette – 26/11/2019

Falta ao país uma lei e uma cultura que iniba o abuso e autoridade e o excesso de poderes.

O Conselho Nacional do Ministério Público, desvencilhou-se de seu fato corporativo e decidiu punir um procurador que fez declarações nocivas. O alvo da punição é o notório Deltan Dallagnol, cuja atuação, no mínimo extravagante, na organização Lava Jato foi revelada claramente pela #VazaJato, tornada pública pelo site The Intercept ( https://theintercept.com/brasil/) As mensagens que revelam as entranhas do mecanismo da LavaJato se tornaram conhecidas por esse furo corajoso do The INTERCEPT (https://theintercept.com/series/mensagens-lava-jato/) Agora vemos o poderoso Deltan ser punido, vez primeira, por seus abusos no exercício e um cargo público. “A decisão foi tomada em julgamento definido por 8 votos a 3 a favor da punição. Ela ficará registrada no histórico funcional de Dallagnol no MPF.” Nesse processo, o conhecido promotor usou sua participação em um programa de rádio para atacar ministros do Supremo. Coisa totalmente disfuncional para um homem que ocupa um cargo público tornado poderoso pela Constituição de 88. Confiram em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/11/26/conselho-do-mp-pune-deltan-com-advertencia-por-criticas-a-ministros-do-stf.htm

ABUSO DE AUTORIDADE
LAWFARE
PUNIÇÃO A DELTAN
Ministério Público
CONDUTA DISFUNCIONAL
#VAZAJATO
CNMP

https://sindicatoexpresso.blogspot.com/2019/11/o-ministerio-publico-deveria-perceber.html

FENAM | Federação Nacional dos Médicos e Sindicato dos Médicos do Amazonas unidos na luta contra arbitrariedade policial.


26/12/2013

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mário Vianna, solicitou durante reunião do Conselho Deliberativo da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), em Natal (RN), na última quinta-feira (19.12) moção de apoio a médica pediatra Maria do Socorro Pereira, vítima do abuso de autoridade por parte de policiais militares, no dia 10 de dezembro, no Hospital de Pronto-socorro Infantil da Zona Oeste.

O grupo de dirigentes do movimento médico aprovou a sugestão e vai emitir uma moção de apoio, a favor da Dra. Maria do Socorro Pereira e em repúdio, a ação dos policiais militares que atuaram no caso. O documento  será entregue em mãos aos senadores do Amazonas e ao Ministro da Justiça.

“É necessário fazer justiça a médica que no exercício da profissão sofreu constrangimento em seu ambiente de trabalho e ainda foi duramente vítima de abuso de autoridade. O Simeam não vai aceitar nenhuma forma de  coação  a classe médica”, disse.

Confira no link:

FENAM | Federação Nacional dos Médicos.

 

Em um momento no qual a classe médica é colocada sob violento ataque pelo governo, pelo partido governante (que era “dos Trabalhadores”) e sua “base aliada”, acontecimentos como esse demonstram a necessidade de reagir, de resgatar a voz e a ação de toda uma classe que tem que se recusar a submeter a essa desmoralização.