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Planos de carreira e salário digno são fundamentais para outra médicos brasileiros

Não é nova a elaboração de uma proposta de plano de cargos, carreira e salário para os médicos do setor público e do setor privado. Essa proposta deve orientar a luta dos médicos, ao lado da causa do piso salarial nacional. A sua consideração é importante para evitar a dispersão de forças da categoria, a pulverização de reivindicações necessárias, mas desordenadas, e o enfraquecimento da capacidade de mobilização, reivindicação e luta da classe médica.
Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=I7rz7gdYDVE&feature=youtube_gdata_player
Caso não funcione, selecione, copie e cole no seu navegador de InternetFenam já apresentou proposta de plano de carreira para médicos

Terceirização na saúde atesta incompetência do governo e falência da Constituição

Estado

Simed diz que terceirização da Saúde é atestar incapacidade do Estado

10/06/2011 10h20

“Terceirizar a gestão da Saúde pública é o mesmo que o Estado assinar um atestado de incapacidade de gerir aquilo que lhe é obrigação e que  foi conferido pelo povo do Tocantins no dia do voto”. A opinião é da presidente do Sindicato dos Médicos do Tocantins (Simed), Janice Painkow, em entrevista ao CT na tarde desta quarta-feira, 8, ao comentar a assinatura do convênio entre o governo do Estado a  Confederação das Santas Casas de Miseridórdia (CMB), nessa terça- feira, 7, em Brasília.

Segundo Janice, não é apenas o Simed que se posiciona contrário à  terceirização da gestão hopistalar. “Mas todas as entidades médicas do  país, como o Conselho Federal de Medicina, Federação Nacional dos  Médicos, Associação Médica Brasileira e Sindicato dos Médicos”, afirmou. Opinião semelhante sobre a terceirização já foi expressa pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Tocantins (Sintras), cujo  presidente, Manoel Miranda, afirmou que a terceirização é “atestado de  incompetência do Estado, cuja maior parte do seu tempo foi governador pelo governador Siqueira Campos”.

A presidente do Simed criticou também o fato do Estado “importar”  profissionais para executar os serviços necessários para a melhoria da  Saúde, decretada em estado de calamidade pública pelo governador  Siqueria Campos (PSDB), no dia 19. “Será se é preciso trazer pessoas
de fora para gerir a Saúde. A incapacidade é dos profissionais da  Saúde, do povo tocantinense ou é da gestão do Estado? É uma pergunta  que precisamos fazer”, afirmou. A terceirização, segundo Janice, é uma  forma de facilitar ao Estado burlar leis e prestações de contas.

Alternativa
Segundo a presidente do Sindicato dos Médicos, o governo do Estado tem  alternativas para melhorar a Saúde sem precisar terceirizar a gestão e  sugeriu ao governo do Estado que conheça como funciona o sistema de  Saúde Pública no Acre. “Recentemente visitei o Estado do Acre,  inclusive junto com o Ministro da Saúde [Alexandre Padilha], e não  temos nenhuma clínica particular no Tocantins que supere um hospital  público do Acre. Tudo feito sem terceirização, pelo Estado, com gestão própria. Quando os gestores entendem de como funciona a Saúde Pública,  eles conseguem colocar o sistema para funcionar”, contou.  De acordo com Janice, o intuito das entidades médicas é ajudar a  melhorar a Saúde pública. (Da  assessoria)


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