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Ajuste fiscal já ameaça atendimento no SUS

Ajuste fiscal já ameaça atendimento no SUS Santas Casas do interior de São Paulo ameaçam suspensão do atendimento por falta de recursos. Prefeituras alegam crise financeira e falta de repasses. Dinheiro para o SUS está assumindo devido a políticas de ajuste fiscal. Quando um governo faz opção pelo neoliberalismo, saúde é um dos primeiros setores a serem afetados. A questão é grave já que mais de 4/5 da população brasileira dependem exclusivamente do SUS para atender suas demandas

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Ajuste fiscal diminuirá financiamento do SUS e aumentará mortalidade

Estamos ameaçados pela necropolítica decorrente da economia neoliberal. 


Dr. Gastão Wagner diz que teto dos gastos prejudicará financiamento do SUS e elevará mortalidade


Medidas de ajuste fiscal, parte de toda agenda de um governo com orientação neoliberal no campo social e econômico, prejudicam setores mais vulneráveis a esses cortes, como Saúde, Educação e Previdência. A médio e curto prazo, esses serviços públicos são muito prejudicados e, consequentemente, seus usuários e trabalhadores. 

Nessa excelente entrevista, Dr. Gastão Wagner pontua que o impacto desses “ajustes” sobre o SUS causará aumento da mortalidade e


Para o ex-presidente da Abrasco, Gastão Wagner, o subfinanciamento do SUS se agravou com a aprovação do teto dos gastos. 


“Se a sociedade brasileira não pelejar pelo SUS no cotidiano, quando for votar e escolher quem é a favor do SUS, se os profissionais não defenderem o SUS, ele fica muito mais ameaçado.

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RIO GRANDE DO SUL: PROFESSORES EM GREVE CONTRA AJUSTE FISCAL QUE PREJUDICA EDUCAÇÃO

Pacote de medidas de ajuste neoliberal propostas pelo governador do Rio Grande do Sul prejudicarão professores e educação pública. “Pacote do governo contém medidas de ajuste fiscal e resultará em perdas importantes para o SUS e educação. O pacote é de caráter claramente neoliberal. É demonstra, mais uma vez, que sob as declarações toscas e a performance “casca grossa” do presidente, hoje a continuidade do “grande acordo nacional com Supremo e tudo” iniciado já no governo Temer (veja a Reforma Trabalhista). Todo mundo sabe que essas medidas, ao tirarem direitos e representatividade dos assalariados, causam perda de renda e aumentam a desigualdade. “O Plano Mais Brasil, proposta do governo de Jair Bolsonaro, traz um vasto conjunto de medidas divididas em três PECs (Propostas de Emenda à Constituição): PEC do pacto federativo; PEC emergencial; PEC dos fundos públicos, todas com a lógica de desvincular, desobrigar e desindexar o orçamento.” 
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Telegrama Sindical: Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

A crise política e econômica que incomoda o Brasil apresentou mais uma séria consequência: concursos públicos foram suspensos na administração federal. Apenas aqueles já marcados ainda vão acontecer. Isso vai afetar a vida de milhares de “concurseiros”, que gastam tempo e dinheiro em cursos preparatórios e com apostilas e livros para se preparar para esses concursos.

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Concursos da PRF, IBGE, IBAMA, Receita estão cortados; INSS está em análise: Brasil – ClickPB

O corte anunciado na noite desta segunda-feira (14) pelo Ministério do Planejamento irá impedir a criação de 40.389 vagas no serviço público federal em 2016. Esse total de vagas a serem abertas era o total previsto para serem utilizadas, de acordo com a LDO de 2016. De acordo com o Ministério, não será destinado nenhum recurso para a realização de concursos públicos. Para 2016 estava prevista a destinação de R$ 1,5 bilhão para a efetivação dos certames.
A assessoria de imprensa do Ministério de Planejamento explicou que “em tese, os concursos já autorizados não estão incluídos no corte”, no entanto, o concurso do INSS mesmo já tendo sido autorizado, o setor técnico do orgão realiza uma análise para poder confirmar se também será suspenso.
A UFPB informou, através de sua assessoria que o Pró-reitor de Gestão de Pessoas, Francisco Ramalho, está neste momento tentando entrar em contato com o Ministério de Planejamento para saber se dá continuidade ao processo. O concurso já tinha contratado a banca e faltava apenas a publicação do edital do certame no Diário Oficial da União.
Dentre alguns dos concursos que estavam previstos para acontecerem em 2016 estão o da Polícia Rodoviária Federal, ANTT, Anvisa, Banco Central, Funai, IBGE, Ibama, Ministério da Fazenda e Receita Federal.

Fonte: Telegrama Sindical: Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

Telegrama Sindical: Governo federal e servidores públicos – uma relação tumultuada por perdas inflacionárias e ajuste fiscal.

Governo federal e servidores públicos – uma relação tumultuada por perdas inflacionárias e ajuste fiscal.

O governo federal e os servidores públicos disputam uma queda de braço sem luz no fim do túnel. De um lado, a demanda dos funcionários públicos que assistem a perda de poder de compra dos seus salários, corroídos pela inflação. Do outro lado o governo Dilma, que levanta a bandeira do ajuste fiscal diante de uma crise econômica grave. 

Servidor aumenta pressão e greves por reajuste salarial se espalham | Economia: Diario de Pernambuco

Na reta final da campanha salarial de 2015, os servidores públicos federais aumentam a pressão contra a equipe econômica e a presidente Dilma Rousseff. O governo tem até 31 de agosto para enviar o Projeto de Lei Orçamentária Anual ao Congresso, com a previsão das despesas com a folha de pessoal em 2015. Como o Ministério do Planejamento mantém inalterada a oferta de reajuste de 21,3%, em quatro anos (5,5%, em 2016; 5%, em 2017; 4,7%, em 2018; e 4,5%, em 2019), greves, paralisações pontuais, movimentos de entrega de cargos de chefia e atos de protesto se espalham pelo país.

“Historicamente, a consolidação de conquistas e a manutenção de direitos acontecem com muita resistência, e não será diferente agora”, disse Sérgio Ronaldo, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que representa 80% do funcionalismo. A Condsef recomendou aos servidores da base que reforcem e ampliem os movimentos nos locais de trabalho. Segundo a Confederação, ocorrem protestos em quinze estados e a mobilização tende a crescer.

Além dos servidores do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS), em greve desde 7 de julho, cruzaram os braços docentes e administrativos das universidades federais, servidores do Poder Judiciário, e diversas categorias nos ministérios da Fazenda, da Saúde, do Trabalho e da Agricultura. Reforçam o movimento carreiras típicas de Estado. Delegados da Polícia Federal, advogados federais, procuradores do Banco Central, da Previdência e da Fazenda entregaram cargos de chefia

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