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Telegrama Sindical: Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

A crise política e econômica que incomoda o Brasil apresentou mais uma séria consequência: concursos públicos foram suspensos na administração federal. Apenas aqueles já marcados ainda vão acontecer. Isso vai afetar a vida de milhares de “concurseiros”, que gastam tempo e dinheiro em cursos preparatórios e com apostilas e livros para se preparar para esses concursos.

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Concursos da PRF, IBGE, IBAMA, Receita estão cortados; INSS está em análise: Brasil – ClickPB

O corte anunciado na noite desta segunda-feira (14) pelo Ministério do Planejamento irá impedir a criação de 40.389 vagas no serviço público federal em 2016. Esse total de vagas a serem abertas era o total previsto para serem utilizadas, de acordo com a LDO de 2016. De acordo com o Ministério, não será destinado nenhum recurso para a realização de concursos públicos. Para 2016 estava prevista a destinação de R$ 1,5 bilhão para a efetivação dos certames.
A assessoria de imprensa do Ministério de Planejamento explicou que “em tese, os concursos já autorizados não estão incluídos no corte”, no entanto, o concurso do INSS mesmo já tendo sido autorizado, o setor técnico do orgão realiza uma análise para poder confirmar se também será suspenso.
A UFPB informou, através de sua assessoria que o Pró-reitor de Gestão de Pessoas, Francisco Ramalho, está neste momento tentando entrar em contato com o Ministério de Planejamento para saber se dá continuidade ao processo. O concurso já tinha contratado a banca e faltava apenas a publicação do edital do certame no Diário Oficial da União.
Dentre alguns dos concursos que estavam previstos para acontecerem em 2016 estão o da Polícia Rodoviária Federal, ANTT, Anvisa, Banco Central, Funai, IBGE, Ibama, Ministério da Fazenda e Receita Federal.

Fonte: Telegrama Sindical: Concursos PRF, IBGE, IBAMA, Receita cortados;INSS está em análise

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Telegrama Sindical: Governo federal e servidores públicos – uma relação tumultuada por perdas inflacionárias e ajuste fiscal.

Governo federal e servidores públicos – uma relação tumultuada por perdas inflacionárias e ajuste fiscal.

O governo federal e os servidores públicos disputam uma queda de braço sem luz no fim do túnel. De um lado, a demanda dos funcionários públicos que assistem a perda de poder de compra dos seus salários, corroídos pela inflação. Do outro lado o governo Dilma, que levanta a bandeira do ajuste fiscal diante de uma crise econômica grave. 

Servidor aumenta pressão e greves por reajuste salarial se espalham | Economia: Diario de Pernambuco

Na reta final da campanha salarial de 2015, os servidores públicos federais aumentam a pressão contra a equipe econômica e a presidente Dilma Rousseff. O governo tem até 31 de agosto para enviar o Projeto de Lei Orçamentária Anual ao Congresso, com a previsão das despesas com a folha de pessoal em 2015. Como o Ministério do Planejamento mantém inalterada a oferta de reajuste de 21,3%, em quatro anos (5,5%, em 2016; 5%, em 2017; 4,7%, em 2018; e 4,5%, em 2019), greves, paralisações pontuais, movimentos de entrega de cargos de chefia e atos de protesto se espalham pelo país.

“Historicamente, a consolidação de conquistas e a manutenção de direitos acontecem com muita resistência, e não será diferente agora”, disse Sérgio Ronaldo, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que representa 80% do funcionalismo. A Condsef recomendou aos servidores da base que reforcem e ampliem os movimentos nos locais de trabalho. Segundo a Confederação, ocorrem protestos em quinze estados e a mobilização tende a crescer.

Além dos servidores do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS), em greve desde 7 de julho, cruzaram os braços docentes e administrativos das universidades federais, servidores do Poder Judiciário, e diversas categorias nos ministérios da Fazenda, da Saúde, do Trabalho e da Agricultura. Reforçam o movimento carreiras típicas de Estado. Delegados da Polícia Federal, advogados federais, procuradores do Banco Central, da Previdência e da Fazenda entregaram cargos de chefia

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