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Médicos de Alagoas em greve há 72 dias

http://m.g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2013/02/sem-negociacao-greve-dos-medicos-em-al-ja-dura-mais-de-dois-meses.html

Sem avanço nas negociações com o Governo do Estado, a greve dos médicos em Alagoas , que já dura 76 dias, está longe de acabar. Os profissionais farão uma assembleia nesta segunda-feira (25) para avaliar a situação e definir os rumos do movimento.
Cerca de 1.500 profissionais paralisaram as atividades para cobrar melhorias salariais e mais estrutura de trabalho nos hospitais e unidades de saúde do estado. Dentre as reivindicações está a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), com parcelamento até 2014, e concurso público para a categoria.
Apenas 30% do atendimento nas unidades de emergência como o Hospital Geral do Estado (HGE), Maternidade Santa Mônica e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão sendo mantidos.

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O presidente do Sindicado dos Médicos de Alagoas (Sinmed/AL), Wellington Galvão, disse que representantes da categoria se reuniram, na última quinta-feira (21), com o secretario Alexandre Lages para tentar um acordo, mas nenhuma proposta foi feita por parte do governo. “O secretário diz que o governo não pode fazer concurso público ou dar o reajuste porque iria ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Sem acordo, a greve é mantida e não há previsão de acabar”, falou.
Galvão reclamou da falta de uma proposta para a categoria e disse que muitos médicos estão deixando estado por causa dos baixos salários. “Em cinco anos, cerca de 1.200 médicos deixaram Alagoas. Isso causa um problema sério de falta de profissionais nas unidades de saúde e até nos hospitais de urgência e emergência”, falou o sindicalista.
A reportagem do G1 tentou contato com o secretário Alexandre Lages, mas foi informada pela assessoria de imprensa que ele, junto com todos os secretários, estão no interior porque o Governo do Estado de Alagoas transferiu sua sede para o município de Santana do Ipanema, no Sertão alagoano, nesta semana. A assessoria confirmou que ainda não houve negociação com os médicos, mas disse que o diálogo permanece aberto.
 

Alagoas: Sindicato denuncia contratação irregular de médicos

Mais um escândalo da precariedade:

Sindicato vai denunciar improbidade com cooperativas na procuradoria do trabalho
Sem concurso público, sindicato quer barrar contratação de médicos via cooperativa
Sinmed critica acordo com Estado e promete levar caso a Procuradoria Regional do Trabalho
 
17/02/2013
Marigleide Moura

Após o acordo dos cirurgiões que prestam serviço ao Governo no Hospital Geral do Estado e na Unidade de Emergência do Agreste e dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com cooperativas, o Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) pretende levar o caso a Procuradoria Regional do Trabalho nesta segunda-feira (18).
 
Para o Sinmed, a prática do Governo de Alagoas de contratar cooperativas e prestadores de serviços para atuar na rede estadual de Saúde é ilegal.
 
Segundo a entidade, já está agendada uma audiência na Procuradoria Regional do Trabalho em Alagoas (PRT 19ª Região), com o procurador do Trabalho, Rafael Gazzaneo. O sindicato quer impedir as contrações para que o Governo seja obrigado a realizar concurso público para o setor.
 
O sindicato quer também uma audiência com o chefe da Controladoria Regional da União no Estado, Cláudio Pacheco Vilhena, para que sejam investigados os gastos do governo com cooperativas. No encontro, o Sinmed deve denunciar as contratações feitas em substituição ao concurso público para a não contratação de servidores efetivos.
 
CISÃO
 
O presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Wellington Galvão, já havia se pronunciado contrário a proposta do governo de contratação por meio de cooperativa. O sindicalista considera a forma lesiva à categoria, uma vez que a cooperativa não garante estabilidade aos profissionais e nem a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos.
 
Apesar disso, os médicos cirurgiões que atuavam sem contrato com o Estado e que ameaçavam desligamento em massa vão continuar trabalhando nos hospitais públicos através da Cooperativa de Médicos do Hospital do Açúcar. Os profissionais devem receber salários de R$ 15 mil.
 
A negociação parece ter atraído os médicos do Samu que também abandonaram a negociação com o apoio do Sindicato e fecharam acordo com o Estado através de cooperativa. Os acertos desagradaram os médicos efetivos que querem equiparação salarial e ao sindicato que defende o concurso público.
 
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2013/02/17/sindicato-quer-barrar-contratacao-de-medicos-via-cooperativa

Médicos pedem concurso público e pccs como remédios para caos no SUS em Alagoas

Em Alagoas médicos apontam remédios para a crise do SUS:
1- Concurso Público
2- PCCS

Para sensibilizar autoridades e opinião pública e denunciar a inércia dos gestores e as distorções da gestão farão protestos e greve. O movimento médico amplia-se e se fortifica no Brasil. Confira a noticia em http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=137625

“Na próxima terça-feira, 11 de dezembro, todos os médicos efetivos do Estado prometem iniciar uma greve por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed), Wellington Galvão.
“Após dois anos de discussões o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria está pronto, mas, não avançou”, afirmou o sindicalista, acrescentando que, além da implantação imediata do PCCS, os médicos cobram a realização de concurso público.
Juntamente ao anúncio da greve dos médicos concursados, Galvão divulgou outras duas decisões que devem complicar ainda mais o atendimento na área da saúdepública: um pedido de demissão coletiva feito pelos médicos prestadores de serviço da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Hélvio Auto e outro entregue pelos pediatras (também prestadores de serviços) da Maternidade Santa Mônica.
“Esses profissionais devem deixar seus postos em 30 dias e os médicos concursados também não descartam a possibilidade de demissão coletiva caso as negociações com o governo não avancem. Ou seja: vai piorar o caos que já está instalado na saúde”, destacou o sindicalista, reforçando que, a partir da próxima terça-feira, somente 30% dos serviços de emergência serão mantidos.
“Antes, o Estado tinha 2.500 médicos efetivos, hoje são cerca de 1.600 incluindo os aposentados, quando a demanda é de três mil. Mais de 60% dos médicos do Estado são prestadores de serviço”, disse, exemplificando que no Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu), 90% dos médicos são prestadores de serviço e na Unidade de Emergência do Agreste a porcentagem chega a mais de 80%.
“É necessário implantar o PCCS e realizar concurso público, mas, o Estado não tem feito nada. Em Alagoas, o salário base de um médico com 20 horas é de R$ 1.600, enquanto em Pernambuco chega a quase R$ 5 mil. É uma vergonha”, argumentou.
O sindicalista disse que a categoria participou de uma reunião nesta segunda-feira (3) na Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp), mas, que, agora, a decisão em relação às reivindicações só depende dogovernador Teotônio Vilela Filho (PSDB), que ainda não se pronunciou sobre o assunto.”

Alagoas: protesto contra governo estadual que quer excluir aposentados do PCCS

  • Protesto fecha Porto de Maceió

    Por: ELISA AZEVEDO – REPÓRTER

    O Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal) realizou assembleia geral, ontem, no Clube Fênix Alagoano, no Centro de Maceió, para reafirmar a mobilização pela aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídio (PCCS) do magistério. A presidente do Sinteal, Maria Consuelo Correia, chegou a afirmar que o governo do Estado era autoritário e ditador.

    A principal discussão ainda é sobre o ingresso dos aposentados no PCCS do magistério. “Acho engraçado que o secretário [da Educação – Adriano Soares] aponta os aposentados como pessoas inativas. Os aposentados estão vivíssimos na luta. Inativos, uma conversa”, indignou-se a presidente do Sinteal.

    Segundo Consuelo, o secretário Adriano Soares teria informado na audiência com representantes do governo estadual, na última terça-feira (27), que os aposentados são vistos com carinho pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte. “Carinho? E carinho enche barriga? Qual é o valor dado a estes trabalhadores?”, questionou. De acordo com ela, o governo teria alegado não dispor de verba para pagar os aposentados, já que eles possuem um número maior quando comparados aos servidores ativos.


  • http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=213544

    Médicos da Saúde da Família para em todo interior de Alagoas exigindo Plano de Carreira

    Médicos do PSF de Alagoas param por reivindicação de plano de cargos, carreira e vencimentos e em defesa do Piso nacional da FENAM

    http://www.primeiraedicao.com.br/noticia/2011/10/03/medicos-do-psf-paralisam-atividades-em-101-municipios-do-estado

    3/10 15:18

    Médicos do PSF paralisam atividades em 101 municípios do Estado

    De acordo com Sinmed, mais de 600 profissionais aderiram a paralisação; Maceió é o único município que cumpre o acordo

    Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (03), os mais de 600 médicos do Programa de Saúde da Família (PSF) estão com os braços cruzados. Os atendimentos estão parados na maioria dos municípios do interior, e apenas 30% dos profissionais permanecem com os trabalhos. A única cidade a não aderir ao movimento grevista foi Maceió.

    Em assembleia da categoria realizada na sede do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) na última quarta-feira (28), os médicos definiram parar os atendimentos a partir desta segunda. O movimento exige que para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, os médicos recebam um salário de acordo com o piso nacional, que hoje é de R$ 18.376,44, estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

    Além da questão salarial, os médicos exigem a implantação de um Plano de Cargos e Carreiras (PCC) e melhores condições de trabalho. Hoje, o salário dos profissionais do PSF é de R$ 5 mil, segundo os dados do Sindicato. A categoria também exige que as 40 horas de trabalho semanais, determinadas pelo Ministério Público Federal (MPF) sejam cumpridas. De acordo com o Sinmed, boa parte dos municípios alagoanos não cumpre essa determinação, informou o presidente do sindicato, Wellington Galvão.

    Com uma adesão maciça a greve, em 101 municípios alagoanos, os médicos deverão discutir o andamento das paralisações e quais serão os próximos passos do movimento, em nova assembleia que acontece nesta terça-feira (4), às 19h na sede do Sinmed.  Até que todos os municípios negociem com os médicos, a grave segue por tempo indeterminado.

    Maceió não participa da greve, pois o município vem cumprindo o acordo feito com a categoria. Na capital os médicos contam com o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV).
     

    Por Fran Ribeiro

    Alagoas: Manifestação repudia autoritarismo do governo estadual

    Movimentos Sociais protestam contra repressão em Alagoas

    O vereador por Maceió, Marcelo Malta (PCdoB), que também havia participado da manifestação da quarta-feira, fez-se presente na Academia da PM para visitar o capitão. A manifestação continuou na frente da Academia quando os manifestantes foram informados de que o comandante da PM havia proibido a visita de civis ao capitão e ainda que outro policial estava sendo interrogado simplesmente por ter observado a manifestação no Quartel Geral da PM.

    O vereador Marcelo Malta, em conjunto com a Assomal, reuniu-se com o coronel Paulo Sérgio para tentar garantir a visita dos manifestantes. Em seguida, prestou solidariedade pessoalmente ao capitão Marcelo Ronaldson. “Nossa solidariedade se estende à luta de todo povo alagoano que quer mais dignidade, é por um justo salário dos servidores e em defesa da democracia, contra arbitrariedades como a prisão do capitão” concluiu o vereador.

    De Maceió, Lindinaldo Freitas.
    http://www.vermelho.org.br/al/noticia.php?id_noticia=155624&id_secao=46

    SUS: Médicos pedem demissão em massa. Mais um caso.

    Deu no Estadão, página: Pediatras pedem demissão de maternidade pública em Maceió – Estadao.com.br.
    Infelizmente os sanitaristas que atuam nos corredores do Ministério da Saúde e periferias, ainda não se deram conta da importância de uma política séria e responsável de emprego e renda para médicos que atuam no SUS. Talvez motivados por uma visão preconceituosa, de que o doutor que atua no atendimento é um tipo ganancioso, que quer sempre mais dinheiro e não está disposto a exercer as funções para as quais é qualificado, experimento e habilitado. Isso tem gerado uma terrível distorção. Não podemos ver uma construção de um SUS melhor e nem um atendimento médico de qualidade para a maioria da população brasileira se não for desatado esse nó.

    Abaixo transcrevemos a matéria do link acima. Mais uma que retrata pedidos de demissão de médicos do sistema público de saúde, em razão da falta de motivação decorrente de remuneração pífia e de condições de atendimento sofríveis. Mais um retrato do apagão da saúde no Brasil e mais um passo no sentido de aprofundar essa crise gravíssima. Temporão e seu Ministério, as autoridades que têm poder de decisão e o Governo, que têm a chave do cofre público, têm obrigação moral de responder por isso. A sociedade brasileira não sabe até quando durará o silêncio irresponsável desses mandatários e políticos que os sustentam diante de tamanho disparate. Leia a matéria e reflita.

    terça-feira, 3 de março de 2009, 16:12 | Online

    Pediatras pedem demissão de maternidade pública em Maceió

    Demissão dos pediatras faz parte do processo de descredenciamento em massa dos médicos do SUS em Alagoas

    Ricardo Rodrigues, especial para o Estado

    MACEIÓ – Pelo menos dez médicos pediatras que trabalham na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Maternidade Escola Santa Mônica – principal unidade de atendimento às parturientes de risco no Estado de Alagoas – estão pedindo demissão. Segundo a médica Edilma de Albuquerque Lins, diretora do Sindicato dos Médicos de Alagoas, as demissões serão formalizadas nesta terça-feira, 3, à Universidade Estadual de Saúde Pública (Uncisal), responsável pala Maternidade Escola Santa Mônica, que funciona em Maceió e administrada pelo governo do Estado, mas atende mulheres grávidas da Capital e do interior, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    A demissão dos pediatras faz parte do processo de descredenciamento em massa dos médicos do SUS em Alagoas. A decisão pelo descredenciamento total foi tomada na noite de segunda-feira, 2,, durante uma assembleia geral da categoria, realizada na sede do Sindicato, em Macei ó. De acordo com Edilma Lins, os demissionários irão cumprir os trinta dias de “aviso prévio”, deixando as funções após o dia 2 de abril. “Tomamos essa medida para não prejudicar ainda mais a população e dar um tempo para os gestores encontrarem uma solução para esse problema”, acrescentou.

    Para Edilma Lins, que é médica da Maternidade Santa Mônica e ganha por mês R$ 2.400,00; caso o governo do Estado, em conjunto com o governo federal e municipal, não resolva o impasse, o descredenciamento dos médicos do SUS será geral. “Com isso, o Estado inteiro será atingido, já que em Alagoas 94% da população não tem plano de saúde e depende do serviço público de saúde”. Segundo a sindicalista, a situação se agrava porque as negociações estão paralisadas, embora os médicos que atendem pelo SUS já estejam em processo de greve há mais de oito meses.

    “Existe uma insatisfação geral dos profissionais de saúde que recebem pela tabela do SUS. Por isso os pedidos de demissão em massa estão ocorrendo, e as autoridades estão tentando resolver a questão de forma paliativa, pagando salários altos a alguns profissionais, contratados por fora do serviço público, em quanto os servidores do quadro continuam com baixos salários, completamente defasados”, explicou Edilma Lins, que também é conselheira federal de saúde. “Caso não seja feito nada, Alagoas será o primeiro Estado do país a não contar com médicos credenciados ao SUS, com sérios prejuízos para a população”.

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    [FAX135]ALAGOAS: COMISSÃO VAI ANALISAR PCCS PARA MÉDICOS DO ESTADO E SINDICATO DISCUTE TABELA DO SUS.

    Em alguns Estados brasileiros, a unidade da classe médica tem mostrado um dinamismo expressivo. É o caso de Alagoas. Nesse início de ano, dois importantes avanços foram conquistados pelos médicos daquele estado nordestino: o primeiro foi a criação, por iniciativa do governo estadual, de uma comissão para analisar um novo plano de cargos, carreiras e remuneração para os médicos servidores públicos estaduais alagoanos. O segundo, foi a mobilização dos médicos que prestam serviços ao SUS como autônomos para valorizar os ridículos honorários previstos na tabela do Ministério da Saúde. O interesse da categoria profissional, sua organização, participação e disposição são fundamentais para o êxito definitivo dessas lutas. Mas fica a lição de Alagoas, para o aprendizado dos médicos do Brasil inteiro. Esses fatos, acontecidos e registrados, engrandecem o conceito da classe médica do Estado de Alagoas.

    Notícia da Gazetaweb, de Alagoas, nos dá ciência de que o Governo do Estado de Alagoas resolveu criar uma comissão, composta por funcionário da Secretaria de Estado da Saúde e do Sindicato dos Médicos de Alagoas para analisar um plano de cargos, carreira e remuneração para os médicos do serviço público estadual alagoano. Decisões governamentais desse tipo, independente do seu desfecho, significam respeito dos governantes para com toda a categoria profissional e com a importância do conhecimento que ela carrega e representa. Esperamos que esse exemplo alagoano possa se refletir também em Minas Gerais.

    15.01.2009 – 08h40

    Criada comissão para analisar PCC dos médicos

    Integram o grupo membros da Sesau e do Sinmed

    Gazetaweb – Adelaide Nogueira e Janaina Ribeiro

    Já foi criada a Comissão Mista da Secretaria Estadual de Saúde que vai analisar a proposta de alteração do Plano de Cargos e Carreira – PCC dos médicos que atual no serviço público. Os nomes dos membros estão no Diário Oficial desta quinta-feira (15).

    De acordo com a Portaria nº 0356, foram nomeados Camille Lemos Cavalcante Wanderley, Robson José da Silva, Maria Auxiliadora de Lima Leão Maia, Erlon Barros do Nascimento. Todos são funcionários da Secretaria.

    Integram ainda a Comissão o presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas, Welligton Moura Galvão, Edilma de Albuquerque Lins Barbosa, Hélio Gonçalves Filho e Antônio José Guedes Gerbase. Estes últimos, membros da mesma entidade.

    A Portaria veio assinada pelo secretário interino da pasta, Hebert Motta de Almeida.

    Enquanto isso o Sindicato realizará uma reunião sobre a péssima remuneração que o Ministério da Saúde reserva aos médicos prestadores de serviços autônomos para o SUS. A meta da reivindicação é a implantação da CBHPM no SUS. A luta visa estabelecer padrões decentes de remuneração para os médicos que ainda prestam serviços ao SUS na condição de autônomos. Para a reunião estão convidados os médicos credenciados, representantes das cooperativas de especialidades e das cooperativas de hospitais.

    O Sindicato dos Médicos de Alagoas entende que, inicialmente, seria justa uma proposta para que o SUS pagasse 50% dos honorários preconizados na CBHPM.

    A notícia pode ser conferida em http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=maceio&cod=5089

    Assembleia discutirá paralisação da classe médica

    Categoria se reúne nesta quinta-feira

    (15/01/2009 15:57)

    Os médicos que prestam serviço para o SUS no estado podem voltar a paralisação. Eles têm assembléia nesta quinta-feira, 15, onde vão votar um novo indicativo de greve. Participam os médicos que participam da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos no SUS (CBHPM), dentre eles médicos credenciados, presidentes de cooperativas de especialidades e cooperativas de hospitais. O encontro será no Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed).

    A pedido do Defensor Público Ricardo Melro – que intermediou a situação com os gestores estaduais -, os médicos cessaram a paralisação da categoria no mês de dezembro – 2008, tendo em vista o sofrimento da população. Segundo o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, em reunião nesta quarta-feira (14) na Defensoria Pública Estadual, o representante enviado pelo Estado não apresentou nenhuma proposta para resolver a situação dos médicos.

    De acordo com o Wellington Galvão, os gestores não oferecem condições dignas de trabalho. “A proposta em negociação era a implantação de 50% dos valores da (CBHPM) para as cirurgias e 100% sobre os valores atuais da tabela SUS para os demais procedimentos”, explica.

    “A assembléia discutirá a volta da paralisação dos atendimentos de média e alta complexidade nos hospitais da rede conveniada ao SUS”, informa o presidente.

    por Pollyana dos Anjos – colaboração

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    Secretário culpa crise mundial pela ruína da saúde.

    Os gestores públicos de saúde parecem ser formados em uma escola que os condiciona mentalmente a omitir dados da realidade. Nunca dizem que os governantes não financiam o sistema como deveria ser. Encontram bodes expiatórios em toda parte. Os médicos são usualmente usados para essa função. Como há uma reação crescente desses profissionais, já cansados com a remuneração pífia e com as condições de atendimento precárias, procuram-se outros. E, nessa busca, muitos chegam às raias do ridículo.

    A notícia pode ser conferida na página http://tinyurl.com/4rrzns

    Em Alagoas, gestor de saúde culpa a crise econômica internacional pela falta de medicamentos, materiais médicos e insumos nas unidades de saúde.

    SaúdeFalta material médico-hospitalar e Sesau culpa crise mundial 08h36, 18 de dezembro de 2008

    Da Redação

    Assessoria

    Vice-governador, secretários e representantes de unidades de saúde alegam que a crise mundial afetou abastecimento

    De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Saúde, a falta de material e de produtos médico-hospitalares, denunciado por sindicalistas na semana passada, nos hospitais de Alagoas está se dando por conta da crise cambial que – segundo a Secretaria Estadual da Saúde – afetou o abastecimento.

    A assessoria de imprensa divulgou texto onde utiliza o argumento da crise financeira para justificar a falta de luvas, seringas e diversos correlatos importantes. Ainda conforme a Secretaria Estadual da Saúde, até a tragédia de Santa Catarina estaria contribuindo para agravar o problema, em função do Estado ser o grande fornecedor de gaze e algodão.

    O vice-governador José Wanderley Neto (PMDB) já se reuniu com o secretário de Estado da Saúde em exercício, Herbert Motta, o reitor da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), André Falcão, para discutir as dificuldades no abastecimento de medicamentos e correlatos em virtude da crise financeira internacional, que tem afetado o setor em todo o País.

    Na oportunidade, o secretário Herbert Motta também garantiu um repasse financeiro adicional na ordem de R$ 4 milhões para que a Uncisal também possa restabelecer o abastecimento das suas unidades.

    “A alta do dólar e o recuo do mercado ocasionaram o desabastecimento dos fornecedores e o aumento nos preços dos medicamentos e correlatos; as unidades geridas pela Uncisal passaram a consumir itens da reserva, fugindo da previsão orçamentária financeira da instituição”, explicou.

    Para André Falcão, este momento de crise está afetando seriamente o setor saúde, tendo gerado um grande aumento de custo para o atendimento. “Temos que ampliar a discussão de forma integrada entre Sesau e Uncisal para garantir a saúde dos que batem à porta de nossas unidades. Tenho certeza que encontraremos uma saída satisfatória para esse impasse”, acredita.

    A situação das unidades hospitalares do Estado de Alagoas já foi alvo de denúncia do Sindicato dos Médicos, que coloca que a falta de material tem prejudicado o atendimento da população, sobretudo a mais carente, que utiliza os serviços do Hospital Geral do Estado, recém-inaugurado. O presidente do sindicato Wellington Galvão cobra postura do Governo para a reposição do material em tempo hábil.

    Fonte: Com assessoria

    Olá Genilda, Will, Anthony e Carlos. Respeitamos os posicionamentos, mas não nos falta memória, visto que a matéria que fala sobre abastecimento diz que até sexta-feira (18) o estoque seria normalizado e que os chamados correlatos (tudo aquilo que não é remédio como luva,algodão, atadura, etc) chegaria hoje. Essa crise cambial trouxe consequências, porque fornecedores, afirmam os gestores, recuaram em suas entregas em função do dólar. Reiteramos, mais uma ve, o respeito pelas opiniões.

    Ascom

    Esclarecimento – Ascom – 18/12/2008 21h22

    Esse problema nem de longe é por causa da crise Mundial, e sim por interesse da iniciativa privada (hospitais particulares), vê se o vice governador tem interesse de resolver esta questão!.

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    [Fax110]MÉDICOS DE HOSPITAL RECÉM INAUGURADO PEDIRÃO DEMISSÃO EM MASSA.

    ALAGOAS: médicos do HGE recém-inaugurado, vão pedir demissão em massa.

    Descontentes com a demanda excessiva dos plantões do Hospital Geral do Estado e com a remuneração irrisória reservada aos médicos do serviço público, os médicos do Hospital Geral do Estado, em Alagoas, irão decidir pela demissão em massa. Os pedidos de demissão serão individuais, cada qual alegando a insatisfação com a remuneração percebida e com as condições de atendimento, pelas quais os profissionais declararão o seu desinteresse em atuar naquela unidade. O Sindicato pretende reunir os pedidos para tentar uma última negociação com o Governo para reverter a situação. Analistas políticos consideram difícil que o Governo do Estado queira negociar. Autoridades estaduais já fizeram declarações dizendo que a demissão em massa seria um blefe que os médicos estão usando para pressionar por um salário decente. E que não estão dispostos a transigir nesse tópico, por questões econômicas. Sindicalistas médicos e do serviço público estadual consideram que a decisão de muitos profissionais de pedirem demissão, mesmo inviabilizando o funcionamento do Hospital, poderá ser a saída para o problema. A notícia, na íntegra, poderá ser lida em http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=6802

    Os salários do médicos do serviço público estão tão defasados, se comparados a outras carreiras bem sucedidas, a insensibilidade dos governantes diante do problema tem sido tão grande que espera-se uma luta prolongada, ainda cheia de desdobramentos sérios, até que a categoria médica seja respeitada e conquiste sua dignidade dentro do serviço público.

    Médicos vão pedir demissão em massa do HGE

    (24/11/2008 16:10)

    Os médicos do recém-inaugurado Hospital Geral do Estado (HGE) podem anunicar, nesta segunda-feira à noite, uma demissão em massa. O motivo desta vez, além dos baixos salários, é a sobrecarga de trabalho.

    Na assembléia geral desta segunda-feira (24), a partir das 19h, a Defensoria Médica entregará aos médicos que desejam pedir demissão do Estado os formulários que deverão ser preenchidos e entregues na Secretaria de Estado da Gestão Pública.

    segundo o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, os pedidos de demissão são individuais, mas o Sindicato reunirá os médicos que não querem mais trabalhar para o Estado para que façam a entrega dos pedidos coletivamente.

    “O Governo não acredita nos pedidos de demissão e acha que os médicos vão se sujeitar, indefinidamente, a trabalhar nas condições em que estão trabalhando hoje, com salário de 1.400 reais e sobrecarga de trabalho”, afirma Wellington.

    Leitos do HGE: faltam insumos e profissionais

    Segundo Galvão, a situação no HGE é grave. O local abriu com uma grande oferta de leitos, mas – segundo ele – sem pessoal suficiente para atender à demanda. O Sinmed denuncia que faltam médicos de todas as especialidades, como cirurgiões-gerais, ortopedistas, intensivistas, neurologistas e até clínicos.

    Wellington denuncia que os plantões estão “desesperadores”. Além disso, faltam insumos e há carência não só de médicos como também de pessoal de apoio. “Neste final de semana, recebi inúmeros telefonemas de colegas que querem deixar o Estado porque não agüentam mais o HGE. Nós estamos incentivando esses pedidos de demissão, porque alguém nesse Governo precisa entender que o trabalho do médico deve ser respeitado. A categoria precisa de salários dignos, condições éticas de trabalho. Sem isso, não tem como continuar trabalhando para o Estado”, continua Wellington.

    O Sinmed tenta negociar com o Governo a implantação do PCCS dos médicos da rede estadual. Porém, segundo Wellngton, estão evitando que a categoria se reúna com o governador. “Estão nos blindando do governador Teotonio Vilela Filho. Eu espero que ele nos receba, porque essa questão tem que ser resolvida”, denuncia.

    PCCS – No ano passado, o Governo, logo após a greve dos médicos, prometeu implantar o PCCS, que seria proposto pelo Sinmed, tendo como base o piso salarial calculado pela Fenam. O Sindicato elaborou e encaminhou o projeto, mas não teve resposta oficial do Governo.

    Segundo o Sinmed, fontes ligadas aos gestores estaduais afirmaram que o projeto “está fora da realidade”.

    por Carlos Madeiro c/ Divulgação

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