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Brasil – não há laboratórios suficientes para analisar o veneno que chega na nossa mesa

Brasil – não há laboratórios suficientes para analisar o veneno que chega na nossa mesa

G. Sette – 08:20


Agrotóxicos: sua saúde está em risco
Matéria do site Repórter Brasil mostra que maioria dos estados brasileiros não possuem laboratórios habilitados a identificar agrotóxicos em alimentos. Sobre os laboratórios a matéria informa: “Os especialistas consultados pela reportagem avaliam que é um número baixo quando se compara com o uso de agrotóxicos no país. De acordo com o último boletim de comercialização de agrotóxico do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 539,9 mil toneladas de pesticidas foram vendidos no Brasil apenas em 2017.” Com o uso disseminado de agrotóxicos e a liberação de muitos deles no atual governo, vemos que a população não está protegida contra o veneno que pode chegar às suas mesas. A matéria pode ser conferida em https://reporterbrasil.org.br/2019/11/maioria-dos-estados-nao-tem-laboratorios-para-identificar-agrotoxicos-em-alimentos/

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https://sindicatoexpresso.blogspot.com/2019/11/brasil-nao-ha-laboratorios-suficientes.html

Obras da Copa do Mundo no Rio prejudicam fiscalização de alimentos

http://m.terra.com.br/noticia?n=0a3eba8cb360d310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD&ei_pid=7097891

O Sindicato de Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) programou para a semana que vem uma manifestação no Rio contrária ao fechamento do Laboratório Nacional Agropecuário do Rio (Lanagro Rio), informou o presidente da entidade, Wilson Roberto de Sá.

O encerramento das atividades do complexo laboratorial do Ministério da Agricultura (Mapa) no Rio de Janeiro, ocorrido no final de janeiro deste ano, ainda provoca apreensão e revolta entre os profissionais do setor.

O complexo funcionava ao lado do estádio do Maracanã, vizinho ao Museu do Índio, e teve pesquisadores e equipamentos transferidos para um prédio da superintendência regional do ministério, na Rua Barão de Tefé, na zona portuária do Rio, devido à venda do terreno, pertencente à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para o governo do Estado.

Wilson de Sá considerou lamentável o “desmanche” do laboratório. “Poderia ter havido uma negociação diferente, com outro desfecho. A gente está de luto por causa disso”, acrescentou.

Embora reconheça que a área seja importante para a realização dos eventos esportivos programados para a cidade do Rio, a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o titular da Anffa Sindical argumentou que o espaço poderia ter sido negociado para ocupação posterior pelo mesmo complexo laboratorial do Mapa.

O assunto foi “pessimamente conduzido” pela gestão anterior da superintendência regional Rio do ministério. “A coisa foi manobrada de forma errada, inconsistente, que acabou nesse desfecho”, protestou.

Wilson Roberto de Sá considerou que o encerramento das atividades do Lanagro do Rio constituirá uma perda para o Estado e um risco para a população consumidora fluminense. Lembrou que transitam pelo Rio produtos de outros Estados e países. “O laboratório servia de suporte para essas análises, com pessoal treinado, capacitado, tanto na área de bebidas, como de produtos de origem animal e vegetal, garantindo que pudessem chegar à mesa do consumidor brasileiro de uma forma segura”.

Ele disse ainda que a medida traz risco para a população do ponto de vista de saúde pública. “Um risco enorme e risco de ingresso de doenças e pragas no território nacional”.

INCERTEZAS QUANTO A PREÇO DE ALIMENTOS, SERVIÇOS CAROS E JUROS ELEVADOS COMPROMETEM SALÁRIOS.

Aumento de preços de serviços, incertezas quanto ao futuro do preço dos alimentos e juros elevados podem dificultar o poder de compra do salário dos trabalhadores brasileiros.

As anunciadas quedas nos preços dos alimentos não dão aos brasileiros motivos de tranqüilidade. Esse ano os preços dos alimentos acumulam alta de 9,58%. Em igual período do ano passado a alta foi de 6,73%.

O IPCA (dos últimos 12 meses) desacelerou passando de 6,37% em julho para 6,17%. Este ano sua alta foi de 4,48%.

A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou pelo terceiro mês consecutivo. Em agosto, com a alegada diminuição dos preços alimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, os preços dos serviços (eletricidade, telefonia, taxas de água e esgoto) aumentaram e não há qualquer evidência de que os preços dos alimentos permanecerão estáveis de maneira consistente.

Espera-se que o Banco Central, órgão governamental encarregado de estabelecer taxas de juros, determine ao Governo Federal novo aumento das taxas. Isso teria impacto negativo sobre a vida pessoal de brasileiros que têm dívidas ou fazem compras de eletrodomésticos ou outros bens de consumo em prestações.

FONTE:

http://www.gestaosindical.com.br/conjuntura/materia.asp?idmateria=1683

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