Tag Archives: Artur Chioro

Telegrama Sindical: Dilma do PT rápida no gatilho. Destituiu ministro antes que ele se articulasse com a burocracia e a esquerda corporativa

Dilma demitiu Chioro. Em telefonema seco e breve disse que não precisava mais do ministro. A matéria do “Estadão” cita uma entrevista como causa precipitante da desgraça do ministro. Não foi apenas isso. Temia-se que setores da burocracia do ministério, organizações de esquerda e algumas corporações que são bem tratadas pelo Ministério se mobilizassem em defesa do ministro. A gestão dele foi ruim. Mas isso não foi levado em conta na decisão de tirar o ministro. Diz a matéria do Estadão:

A presidente ficou irritada com entrevista dada pelo ministro ao Estado, publicada anteontem, em que ele alertava sobre as dificuldades que sua pasta enfrentaria caso o Orçamento do próximo ano fosse aprovado da forma como foi proposto para o Congresso. Na entrevista, ele afirmou haver grande risco de o sistema entrar em colapso.
Dilma considerou as declarações uma afronta. Para ela, essa não era a atitude esperada de um ministro.

 

Fonte: Telegrama Sindical: Dilma do PT rápida no gatilho. Destituiu ministro antes que ele se articulasse com a burocracia e a esquerda corporativa

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Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – São José dos Campos perde clínica oftalmológica que atendia SUS

Nível secundário de atenção, onde atuam os médicos especialistas é o mais vulnerável. Serviço público é cada vez mais inapto para atrair e fixar profissionais da Medicina. Usuários sofrem com a deficiência que se expande. Gestores sempre dizem que o problema “não é bem assim”, não enxergando o quanto ele piora a cada ano. Aqui, o registro de mais um retrato da crise que se alarga no SUS. Desta vez em São José dos Campos.

Fonte: Próvisão deixa de atender especialidades pelo SUS – Meon – Notícias da Região do Vale do Paraíba e Litoral Norte

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – São José dos Campos perde clínica oftalmológica que atendia SUS

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – POA – Sindicato pede na Justiça fechamento de posto de saúde por causa de grande aumento de violência na área.

Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul pede na Justiça que seja mantido fechamento de unidade de saúde para que funcionários não corram grande risco de assalto, agressão e morte. Aguarda-se a decisão judicial. Esse é um aspecto que faz parte da crise atual do sistema de saúde: dificuldade de trabalho ocasionado pela incapacidade do estado em garantir a integridade física dos servidores que atuam em unidades de saúde. A notícia sobre os acontecimentos em POA é do site G1.

O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul ingressou na noite deste domingo (27) na Justiça pedindo que o Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul (PACS), na Vila Cruzeiro, Zona Sul de Porto Alegre, permaneça com as portas fechadas. O posto de saúde está sem funcionar deste a noite desta sexta-feira (25), como medida de segurança, após um ônibus ter sido incendiado no mesmo dia em queum tiroteio deixou uma vítima e sete feridos na região.

Em reunião realizada neste domingo (27) ficou decidido que a unidade será reaberta nesta segunda (28) às 7h. No entanto, a entidade entrou com uma ação cautelar com pedido de liminar, na qual, além de tentar impedir o funcionamento do posto, sugere que moradores da região sejam atendidos no Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas (HMIPV), na Região Central da cidade. Além da medida, o sindicato recomendou que os profissionais não compareçam ao posto.

Fonte:G1 – Simers vai à Justiça contra reabertura de posto de saúde em Porto Alegre – notícias em Rio Grande do Sul

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – POA – Sindicato pede na Justiça fechamento de posto de saúde por causa de grande aumento de violência na área.

Sindicato Expresso: A situação do HPS de Juiz de Fora, o risco de desassistência e o ativismo do MPE.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A situação do HPS de Juiz de Fora, o risco de desassistência e o ativismo do MPE.

FAX SINDICAL

Juiz de Fora, 25 de setembro de 2015.
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.
EDITORIAL
POR QUE SÓ OS MÉDICOS?
Sobre MPE, HPS e os descaminhos da verdade na mídia local.
Ou reflexões sobre excesso de poderes e poder discricionário de certas autoridades.
Se você tem um cargo público não eletivo, mas que a legislação do país o investe de poderes consideráveis, seria razoável você não interferir em questões que envolvessem pessoas das quais você não gosta, alimenta ressentimentos, ou que você desconsidera completamente como indignos de qualquer respeito. Se investido de poderes que o estado lhe dá, seria razoável que você deveria se julgasse impedido, para poupar as possíveis futuras vítimas de vexames, humilhações e injustiças.
Se você é secretário de um governo municipal, você deve ser cioso de suas funções, zeloso delas, e não permitir que outras esferas de poder interfiram de forma pouco razoável em suas ações e decisões e em sua esfera de poder, a não ser que seja em acatamento a mandado judicial ou decisão legislativa ou administrativa superior.
Esses dois princípios parecem conter noções razoáveis ao senso comum das pessoas normais e de bem. Porém nenhum deles foi convenientemente respeitado quando o representante do Ministério Público do Estado de Minas Gerais tomou as folhas de ponto do mês em curso do HPS no mês de agosto. E o fez sem resistência, com a tranquila conivência dos gestores municipais de saúde.
Podemos pensar que o fiscal da lei quisesse fiscalizar a legalidade da assinatura dos pontos naquela instituição pública, motivado por alguma evidência ou denúncia de irregularidade. Não fiscalizou os pontos. Apenas tomou os pontos dos médicos. Esse mesmo promotor tem antecedentes de atrito com a classe médica em outros municípios. Suas condutas aqui nesse município já foram objeto de representações à Corregedoria por parte do Sindicato dos Médicos, contudo, tudo resultou em nada. Uns são mais iguais do que os outros. O corporativismo de uns vale mais do que o dos outros. A corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
As ações do MPE no HPS resultaram em matérias na mídia local. Em uma delas, na edição online do jornal “Tribuna de Minas”, surgiram comentários grosseiros, desarrazoados e ofensivos, pessoas pouco iluminadas pela luz do conhecimento. Um vigarista, escondido sob o véu do anonimato, chegou a usar a expressão “canalha”, referindo-se aos médicos daquela instituição. O site do citado jornal não tem mecanismos que permitam a denúncia direta de comentários feitos por marginais e pessoas maledicentes, desprovidos de equilíbrio e bom senso e urdidos de maneira de ferir ainda mais as vítimas da ação discricionária mencionada. A situação gerada pelos comentários da Tribuna está em exame na assessoria jurídica do sindicato. Mas, ao atropelar a autoridade administrativa da prefeitura e transformar um problema burocrático de assinaturas de folhas de ponto em caso de polícia, o Dr. Rodrigo de Barros agiu de modo a causar a desmoralização do corpo clínico do HPS. Seria esse objetivo deliberado ou um acidente de percurso? O dano moral infringido a cada médico que trabalha no HPS não tem preço.
A comunidade deveria entender que em um sistema público de saúde constituído por unidades sucateadas, desprovido de mecanismos de segurança no trabalho e de segurança pública, carente do fornecimento regular e constante de medicamentos e insumos necessários ao cuidado da saúde, em nada adianta o ativismo contra os médicos. Afugentar os médicos resultaria em desestímulo ainda maior para os profissionais e resultará em desassistência. Muitos autores de comentários maliciosos e ferinos em jornais, protegidos pelo véu do anonimato não entendem exatamente o significado de desassistência, até porque nem costumam frequentar leitos e consultórios do SUS e nem trabalham com as pessoas que os frequentam. Pelo contrário, nós entendemos.

Brasil fecha quase 500 mil empregos formais de janeiro a julho, revela Ministério do Trabalho

É o pior resultado desde que começou a ser contabilizado o acumulado do ano.

De janeiro a julho deste ano, o Brasil registrou um saldo negativo de quase 500 mil postos de trabalho formais, informou na tarde desta quarta-feira (23) o CAGED, realizado pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

No acumulado do ano até julho, as empresas do País abriram 11.286.776 vagas e fecharam 11.781.162, o que resultou num saldo de -494.386. Este é o pior resultado registrado desde que a pesquisa começou a contabilizar o acumulado do ano, em 2002.

#CRISEnoSUS – Governo do DF pede intervenção militar no SUS

Vice-governador se dirigiu aos comandantes das três forças para solicitar o fornecimento de médicos para UPAs. Em geral os quadros de médicos das UPAs são preenchidos por profissionais submetidos a contratos precários, que são contratos temporários ou terceirização de atividade-fim em serviços públicos de saúde. Isso acarreta alta rotatividade de mão de obra, além de possibilitar a contratação e demissão de profissionais sem qualquer transparência, ainda que essas contratações e demissões sejam feitas com dinheiro público repassado a terceiros. Leia a matéria completa no site da R7 -> Governo do DF pede ajuda de médicos das Forças Armadas para atendimento na rede pública – Notícias – R7 Distrito Federal

O Governo do Distrito Federal pediu às Forças Armadas a transferência de profissionais de saúde para hospitais da rede pública. O pedido aos comandos da Marinha, Aeronáutica e Exército foi feito pelo vice-governador Renato Santana, que ainda não recebeu respostas. Os médicos podem substituir 100 médicos que deixaram as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) a pós o fim dos contratos de trabalho. Santana diz que a medida é emergencial.

– A expectativa é de que essa unidade militares possam nos ajudar, é um momento difícil, é uma operação efetivamente de guerra, há um prazo para esse pedido, que é de, aproximadamente, seis meses, até que a Secretaria de Saúde se ajuste e busque os mecanismos para botar essa Upas em pleno funcionamento.

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Aprovada PEC que proíbe a União de transferir encargos aos municípios

Um avanço da responsabilidade e da razoabilidade. Finalmente foi aprovada a PEC que proíbe terminantemente ao governo federal transferir encargos e obrigações para os municípios e estados sem prover, por meio de recursos certos e “carimbados”, os recursos que serão empregados para o cumprimento desses encargos. A matéria completa está em -> Aprovada PEC que proíbe a União de transferir encargos aos municípios | FOLHAMAX

“É uma vitória dos municípios e uma porta que se abre para que haja correções no pacto federativo”, afirmou o deputado federal Victório Galli (PSC), sobre a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 172/2012), que proíbe a União de impor ou transferir qualquer encargo ou a prestação de serviços aos estados, ao Distrito Federal e municípios sem a previsão de repasses financeiros necessários ao seu custeio.

#CRISEnoSUS – Carreira de estado para médicos do SUS na agenda da greve dos residentes

Residentes que atendem em unidades do SUS fazem greve e entre as reivindicações está a carreira de estado para os médicos do SUS.

A matéria está em -> Bem Estar – Médicos residentes paralisam atividades no SUS em vários estados

G1 acompanhou atividades do “Dia da Valorização da Residência Médica” em mais de dez estados.

Entre as reivindicações dos residentes estão a fiscalização dos programas de residência do país para garantir sua qualidade, a suspensão de cortes orçamentários em serviços em que atuam médicos residentes, a criação de um plano de carreira para médicos preceptores (aqueles que supervisionam a atuação dos residentes), a criação de um plano de carreira nacional para médicos do SUS, o cumprimento da lei que garante auxílio moradia aos residentes, além de equiparação do valor da bolsa de residência com as bolsas de outros programas federais, como Mais Médicos e Provab.

#CRISEnoSUS – Financiamento da saúde – Piso constitucional da saúde é defendido em debate na Câmara

O estabelecimento de um piso constitucional equivalente a 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) está sendo defendido para a saúde. Em que pese a resistência do governo Dilma (PT) o debate segue na Câmara dos Deputados. A proposta é de uma PEC que obrigue o comprometimento do governo com o deficiente financiamento da saúde hoje vigente.

Uma matéria sobre esse debate está publicada em ->

Piso constitucional da saúde é defendido em debate na Câmara – Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

Uma prefeita e uma deputada estadual defenderam nesta quinta-feira (24) a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/15 para elevar o valor mínimo a ser aplicado pela União em ações e serviços públicos de saúde. Elas participaram de audiência pública da comissão especial que discute o projeto do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) para estabelecer uma regra de transição de cinco anos até o percentual de 18,7% da Receita Corrente Líquida (RCL) ser atingido. É o chamado “piso constitucional” da saúde.

Para mais informações vá em -> http://telegramasindical.blogspot.com

Sugestões, críticas, denúncias -> envie um email para o Fax Sindical – Endereço: guatemoz@gmail.com

Fonte: Sindicato Expresso: A situação do HPS de Juiz de Fora, o risco de desassistência e o ativismo do MPE.

#CRISEnoSUS – Pernambuco – Médicos de UPA pediram demissão coletiva

#CRISEnoSUS – Pernambuco – Sindicato dos Médicos reúne-se com profissionais da UPA da Caxangá

Do corpo clínico de 25 médicos, 21 estão demissionários. A demissão coletiva dos médicos que exercem atividade laboral precarizada em estabelecimento público de saúde vai inviabilizar o funcionamento de UPA. Sindicato dos Médicos de Pernambuco tenta negociar uma saída. Difícil. A contratação de mão de obra nas UPAs têm vício de origem. Quem quiser saber mais sobre esse retrato da crise no SUS, clique na matéria abaixo:

Sindicato dos Médicos reúne-se com profissionais da UPA da Caxangá | Local: Diario de Pernambuco

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Pernambuco – Sindicato dos Médicos reúne-se com profissionais da UPA da Caxangá

#CRISEnoSUS – PE – Médicos da UPA Caxangá pedem demissão conjunta

responsabilidades, condições de trabalho sucateadas. Essa é a realidade comum nos serviços públicos de saúde (SUS). Em algum momento, por uma tênue esperança, os médicos fazem greves e paralisações. Em um momento seguinte, morta qualquer esperança, pedem demissão. Em Pernambuco, o corpo clínico inteiro de uma UPA não aguentou mais. Pediu demissão coletiva. O serviço público de saúde é inóspito para os médicos. Cobranças excessivas, trabalho precário e salário não condizente contrastam com a importância do trabalho médico e com o tamanho da responsabilidade dos profissionais da Medicina.

Os médicos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Caxangá, na Zona Oeste do Recife, se demitiram na última quarta-feira (16). Dos 25 profissionais da Unidade, 21 pediram demissão e cumprem aviso prévio. O motivo teria sido o anúncio de uma nova redução no quadro de médicos e a falta de insumos básicos para atendimento.

Fonte: Médicos da UPA Caxangá pedem demissão conjunta – Jornal do Commercio

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – PE – Médicos da UPA Caxangá pedem demissão conjunta

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Dr. Hélio Angotti de Uberaba em greve.Terceirização irregular. Salário atrasado.

#CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Dr. Hélio Angotti de Uberaba em greve.Terceirização irregular. Salário atrasado.

A falta de respeito ao trabalho médico tem sido uma constante no SUS. Esse hospital de Uberaba, que atende pacientes com câncer usa terceirização irregular de mão de obra para atividades-fim e não paga os médicos. Salário estão 6 meses atrasados e faltam medicamentos e insumos necessários ao exercício da Medicina. A greve é a resposta dos profissionais.

G1 – Médicos do Hospital Dr. Hélio Angotti entram em greve em Uberaba – notícias em Triângulo Mineiro

Conforme o ofício encaminhado pelo corpo clínico à direção do hospital, as atividades só serão retomadas normalmente quando houver restabelecimentos de estoques de insumos e medicações (medicações padronizadas e esquemas quimioterápicos); das rotinas em patologia clínica e cirúrgica; de insumos para realização de procedimentos cirúrgicos com segurança para médico e paciente (ar condicionado); e pagamento de honorários médicos atrasados e previsão de pagamentos futuros.
Conforme nota enviada à imprensa, a “direção do Hospital Dr. Hélio Angotti entende como justa a manifestação dos médicos, e os apoia por entender que melhores condições de trabalho cobradas pelo corpo clínico resultarão em melhoria no atendimento aos pacientes em luta contra o câncer. Além disso, os integrantes da direção lembram que entre eles, presidente, diretor clínico, diretor técnico e diretor de desenvolvimento são também médicos e entendem perfeitamente o posicionamento dos colegas”.
Segundo a assessoria da imprensa do hospital, atualmente, estão em atividade no Hospital Dr. Hélio Angotti 89 médicos, contratados através de suas empresas para prestação de serviços na instituição. Outros cerca de 20 médicos atuam esporadicamente na instituição.
Ainda de acordo com a assessoria, os médicos estão recebendo este mês um dos seis meses atrasados e o Setor de Quimioterapia do hospital volta ao normal nos próximos dias, com a compra de medicamentos.

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Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Dr. Hélio Angotti de Uberaba em greve.Terceirização irregular. Salário atrasado.

#CRISEnoSUS – Teresópolis discute possibilidade de decretar calamidade pública por causa de crise no SUS

#CRISEnoSUS – Teresópolis discute possibilidade de decretar calamidade pública por causa de crise no SUS

Será correto aos que repetem a todo momento o mantra de que defendem o SUS ignorar a crise que abala todo o sistema? Não propõem remédios ou corretivos. Não separam os ideais que orientaram a criação do sistema público de saúde da dura realidade provada na sua existência. Aqui, neste mesmo blog, temos mostrado sucessivos retratos de um sistema em crise. E agora, mais um retrato dessa crise que se repete de norte a sul , de leste a oeste. Sem condições para financiar o SUS, o município fluminense de Teresópolis pensa em decretar estado de calamidade pública na saúde.

A matéria completa está em

–> Saúde pública de Teresópolis beira o estado de calamidade | NetDiário

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Teresópolis discute possibilidade de decretar calamidade pública por causa de crise no SUS

Casal de médicos cubanos foge no interior de São Paulo para buscar asilo político nos EUA

Casal de médicos cubanos foge no interior de São Paulo para buscar asilo político nos EUA

É a oportunidade de muitos profissionais cubanos a saída da ilha, para procurarem asilo em outros países que os aceitem na condição de refugiados, quando fogem da ditadura que oprime o seu povo. Vários casos já foram registrados no Brasil. Agora, mais um. Aproveitando a rara oportunidade de se reunir, uma família cubana aproveitou para fugir da cidade onde exerciam seu trabalho em “condições análogas à escravidão”.

É sempre bom lembrar que o Ministério da Saúde do Brasil e a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) não têm qualquer pudor em negociar com o mais tirânico de todos os governos da América Latina e submeter médicos cubanos a humilhações e condições vis de contratação. Os cubanos intercambistas do Mais Médicos são dispensados de fazer prova de validação de seus diplomas (“Revalida”) o que os impede a muitos de pedir asilo no Brasil, porque aqui não podem procurar empregos próprios de médicos. Além disso, os profissionais cubanos temem que, se pedirem asilo ao governo brasileiro, sejam presos e repatriados para Cuba, onde sofrerão duras consequências.

Há um ano a prefeitura de Agudos SP (região de Jundiaí), criou uma lei que permitia o pagamento de um auxílio para contemplar os intercambistas do programa Mais Médicos. Essa lei, chamada “auxílio filho” permitia uma ajuda de custo para os profissionais do “Mais Médicos”, de acordo com o número de filhos que tivessem. Teve que recuar. “Pelo tratado de Brasil com Cuba, eles não poderiam trazer familiares. Gerou mal-estar e a gente teve que remodelar essa situação”. O “tratado” entre o governo brasileiro e a ditadura cubana, o mesmo que transferiu milhões de dólares dos impostos pagos pelos brasileiros para os cofres da mais duradoura e violenta de todas as ditaduras latino-americanas, impedia que os cubanos trouxessem familiares.

Matéria completa em -> Casal de médicos cubanos ‘some’ – JCNET

Fonte: Telegrama Sindical: Casal de médicos cubanos foge no interior de São Paulo para buscar asilo político nos EUA

#CRISEnoSUS – Crianças com autismo em MT ficam sem atendimento na rede do SUS

G1 – Crianças com autismo em MT ficam sem atendimento na rede do SUS – notícias em Mato Grosso

O atendimento universal no SUS (“direito de todos”) é uma promessa (“dever do estado”), está longe de ser uma realidade. Isso tem gerado distorções de toda sorte, como a judicialização do sistema e a existência de buracos negros, onde qualquer tipo de atendimento desaparece e fica invisível e inacessível as usuários que deles dependem. Mostramos aqui, mais uma vez, mais um retrato da crise no SUS. Diz matéria publicada pelo site noticioso G1, sobre a situação da assistência a crianças com autismo no Mato Grosso:
As unidades que supostamente seriam responsáveis por receber essas crianças no Sistema Única de Saúde (SUS) apresentam limitações e falta de estrutura necessária, sem contar que os pais são constantemente redirecionados de uma unidade para outra devido à falta de referência na própria rede pública.
No Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa, em Cuiabá, por exemplo, pais que levam seus filhos portadores de autismo relatam que já receberam negativas porque, no local, só seriam admitidas pessoas com alguma deficiência física. A direção confirma que esta é a função do local, mas nega que seja recusado acompanhamento a crianças encaminhadas sem qualquer tipo de deficiência física.
Já no Capsi, o argumento é de que o local é destinado a receber pessoas com síndromes e distúrbios que apresentem surtos – e não que apenas manifestam uma forma leve da síndrome ou do distúrbio em questão.
Pais que já levaram crianças com autismo leve ao local relatam que seus filhos receberam alta e foram redirecionados ao Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial, mas o local se limita a prestar orientações, e não o atendimento com acompanhamento multidisciplinar necessário – o qual, na rede privada, chegaria a custar cerca de R$ 400 por semana, segundo a mãe de uma criança com autismo.
Matéria completa no G1. Basta clicar no link ->

G1 – Crianças com autismo em MT ficam sem atendimento na rede do SUS – notícias em Mato Grosso

Fonte: Telegrama Sindical: G1 – Crianças com autismo em MT ficam sem atendimento na rede do SUS – notícias em Mato Grosso