Arquivos de tags: Ceará

CBN – A rádio que toca notícia – Sindicato recomenda que médicos não compareçam ao trabalho em áreas sob ataque no Ceará

Médicos são vítimas frequentes de ataques virtuais, verbais, físicos de psicopatas e desajustados, além de pessoas desinformadas que jogam nos profissionais de saúde toda a responsabilidade por problemas e limitações do SUS ou de outras instituições. Além de tudo médicos são especialmente vulneráveis aso assédio moral de chefias, que frequentemente, não hesitam em usar as enormes responsabilidades decorrentes do exercício dsa Medicina como argumento contra os próprios profissionais. Tendo isso em consideração, havendo uma situação de motim, como ocorre atualmente no Ceará, é plenamente justificado que profissionais não compareçam aos equipamentos de saúde. A integridade física e moral e a própria vida não podem ser colocadas em risco a troco de um salário chinfrim. 

https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/237715/sindicato-recomenda-que-medicos-nao-comparecam-ao-.htm&ct=ga&cd=CAEYBioUMTc0NzkzOTA1MTAyMjQxMzU1MTIyHTNlMmEwN2ZhYzdkZGFkN2Y6Y29tLmJyOnB0OkJS&usg=AFQjCNHZGJnQIJvxhtYj0oxzlCjOCjsASQ

A lei como opressão – Mestres reagem à intransigência da Justiça estadual contra direito de greve

Professores resistem e mantêm greve; multa já é de 60 mil

Apesar de já acumularem dívida de R$ 60 mil com o Governo do Estado, em decorrência da decretação da ilegalidade da greve dos professores da rede pública estadual de ensino pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE), docentes do Estado decidiram, ontem, em assembleia geral, continuar a paralisação.

Munidos de bandeiras e cartazes com frases de apoio à continuação da greve e com críticas diretas ao governador Cid Gomes (PSB), professores avaliaram que o momento é de fortalecer o movimento. “Nós conseguimos avançar muito nessa semana, principalmente com o nosso ato no dia 7 de setembro”, frisaram professores de Fortaleza, da Região Metropolitana e da Região do Cariri.

Mesmo com a continuidade da greve, por medo de demissão, vários professores temporários, que não têm estabilidade nos cargos, já estão voltando às atividades. A palavra de ordem em algumas escolas na Capital e no interior do Estado, segundoO POVO apurou na Assembleia, também é de que os professores voltem às salas de aula.

Receosos de que o movimento seja enfraquecido pela volta, mesmo que parcial, de alguns docentes às escolas, o comando de greve solicitou durante a Assembleia que a categoria “continue na luta”.

Punição

Por meio de nota, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) informou que, desde o primeiro momento, a posição do Governo foi de retomar as negociações, mas que há “intransigência” por parte da categoria. “A Seduc vai tomar as medidas que a Justiça determina e cumprirá a ordem judicial”, enfatizou a nota.

De acordo com o assessor jurídico do Sindicato dos Professores do Estado do Ceará (Apeoc), Ítalo Bezerra, ao final da greve, há expectativa de que a dívida seja negociada com o Governo do Estado. “Pode ser feito um acordo político com o governador para retirar a multa”, ponderou.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

De acordo com decisão do desembargador Emanuel Leite Albuquerque, que determinou a suspensão da greve, professores teriam de voltar ao trabalho, sob pena de pagarem R$ 10 mil por dia de descumprimento.

SERVIÇO

Na Assembleia Geral, os professores grevistas marcaram duas atividades para a próxima semana, com intuito de fortalecer o movimento. De acordo com o presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Ceará (Apeoc), Anísio Melo, a agenda também será disponibilizada no site da entidade, no link:www.apeoc.org.br/agenda.html

1. Aulão de cidadania

O quê : Aula com a temática “A luta pelo Piso Salarial dos Professores e contra a criminalização dos movimentos sociais”

Quando: Dia 14 de setembro (Quarta-feira)

Onde: Praça do Ferreira.

Horário: 8 horas

2. Assembleia Geral da categoria

O quê : Assembleia Geral dos professores para decidir sobre a continuação ou não da greve

Quando: Dia 16 de setembro (Sexta-feira)

Onde: Ginásio Paulo Sarasate.

Horário: 8 horas

Entenda o caso

5/8 – Professores realizam assembleia e decidem entrar em greve. Paralisação foi motivada por discordância com proposta de reajuste oferecida pelo Governo do Estado.

19/8 – Governo pede à Justiça que seja decretada a ilegalidade da greve.

25/8 – Alunos e professores ocupam a Assembleia Legislativa e realizam manifestação. A Casa começa a intermediar o diálogo entre a categoria e o governo.

26/8 – Após anunciar que não enviaria mais à Assembleia a proposta de reajuste temida pelo Sindicato Apeoc, o Governo propõe zerar a negociação com os professores.

29/8 – Justiça determina a suspensão da greve. Revoltados, professores decidem manter a paralisação.

1º/9 – Professores ocupam Assembleia e fazem a mais tensa das manifestações.

7/9 – Categoria realiza grande manifestação na avenida Beira-Mar, durante o desfile do dia da Independência.

9/9 – Ao analisar que a greve está ganhando força na opinião pública, categoria mantêm greve.

Fonte: O Povo Online – CE

Autor: Ranne Almeida

Data: 11/9/2011
http://www.gestaosindical.com.br/movimento/materia.asp?idmateria=3773

Na Justiça, Sindicato obriga Prefeitura a corrigir salário atrasado.

Fax Sindical 144
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.


16 de fevereiro de 2009.



ATRASO EM DÉCIMO-TERCEIRO E SALÁRIOS GERA AÇÃO DE MÉDICOS CONTRA A PREFEITURA, EM FORTALEZA.


Médicos ganham ação contra Prefeitura. Motivo: atraso de pagamento e décimo-terceiro  em 1988. Mais essa vitória é um prova de que vale a pena persistir na luta contra iniquidades do gestor e os danos materiais e morais que isso causa aos médicos e trabalhadores da saúde, em todo o Brasil. Salários pífios, atrasos no pagamento, assédio moral, condições precárias de atendimento, carência de ambientes de trabalho ergonômicos, carência de insumos básicos, tudo isso faz parte de uma realidade percebida no dia a dia de quem trabalha na área pública de saúde.
A notícia  foi divulgada no boletim eletrônico do SIMEC – Sindicato dos Médicos do Ceará.

15/02/2009
Justiça do Trabalho156 médicos ganham ação contra Prefeitura de Fortaleza

O Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará ganhou mais uma ação na Justiça do Trabalho. Dessa vez, os beneficiados foram os 156 médicos lotados na Prefeitura de Fortaleza, que pleiteavam a correção monetária dos salários de novembro e dezembro de 1988 e o décimo terceiro salário de 1988, pagos com atraso pela edilidade municipal. A reclamação foi ajuizada pelo Sindicato, no ano de 1989, contra o município de Fortaleza.

Os cheques foram entregues pelo presidente do Sindicato, Tarcísio Dias, em solenidade realizada na noite dessa quarta-feira (11.02), no auditório do SIMEC. Participaram ainda, os diretores da entidade, José Maria Pontes, Samuel Abranques e Luis Emanuel de Assiz e o assessor Jurídico Sandro Chaves.

Na ocasião, Tarcísio Dias fez um balanço da sua gestão que termina em março próximo; falou sobre as eleições para a renovação da diretoria do Simec, que acontecem no dia 18 de fevereiro, tendo como candidato a presidente o médico José Maria Pontes, em chapa única; e ressaltou a importância da sindicalização dos profissionais à entidade. Vários médicos presentes a solenidade aproveitaram para assinar suas fichas de filiação.

Categorias do Technorati , , , , , , , , , ,

Governo do Estado e Sindicato dos Médicos assinam acordo no Ceará.

Informe do Sindicato dos Médicos do Ceará – Concluídas negociações entre Governo do Estado e Sindicato dos Médicos. Assembléia sindical aprova o acordo. Matéria é enviada para discussão e votação na Assembléia Legislativa.

PCCS

Médicos aprovam plano que será enviado a Assembléia Legislativa

Mesa da assembléia do PCCS

A assembléia geral dos médicos servidores do Estado referendou na noite de ontem (15/10) todo o processo de negociação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários específico para a categoria. O PCCS, que vem sendo discutido há mais de três meses, será enviado agora para a Procuradoria Geral do Estado, seguindo depois para a apreciação do Governador Cid Gomes, que o envia para aprovação na Assembléia Legislativa.

Os médicos comemoraram a vitória do movimento, que conseguiu, antes de todos os outros estados brasileiros, um plano específico para a categoria. “A vitória não foi só financeira”, disse o presidente do SIMEC, Tarcísio Dias, lembrando o aumento do salário base de 238% (passou de R$ 679,15 para de R$ 2.296,00, retroativo a 01 de setembro). Mas deixou claro que a proposta ainda não foi considerada a ideal. “É um primeiro passo para o resgate da dignidade profissional, mas nós vamos continuar lutando para conquistar o que a gente acha que é justo ganhar”, completou Tarcísio.

Para os médicos, a luta não termina com a conquista do PCCS, mas abre espaços para outras negociações que ficaram para ser decididas num segundo momento, como por exemplo, a gratificação por risco de vida, que será definida em lei específica, e a questão da gratificação de final de semana. Segundo a médica Teresinha Braga, ficou a garantia de que essas futuras negociações serão realizadas com a participação das entidades médicas, que vão com todo o embasamento necessário, com o objetivo de definir o melhor para os médicos.

Agora, a categoria tem que continuar mobilizada na pressão junto aos deputados estaduais. A matéria será enviada à assembléia para ser votada em regime de urgência e ser aprovada até o dia 10 de novembro. Todos os benefícios do Plano serão retroativos a primeiro de setembro.

Principais pontos do PCCS – Médicos do Estado

– Salário base de R$ 2.296,00.

– Os níveis salariais diminuem de 30 para 15, com interstício de 5%

– O percentual de gratificações será reduzido em 50%.

– Garantia de que as gratificações (RV, GED e titulação) serão consideradas para a aposentadoria, desde que contribuindo nos últimos cinco anos.

– Aposentados e pensionistas terão isonomia, com direito ao mesmo plano.

– Gratificações de titulação, GED e RV dos recém concursados serão retroativos à data da posse.

– Estão incluídos também nessa proposta os médicos da Secretaria de Ação Social, Secretaria de Justiça, Policias Civil e Militar, Bombeiros, IPEC, Detran e Dert.

Technorati : , , , , , , , ,
Zooomr : , , , , , , , ,

BRASIL URGENTE. APAGÃO DA SAÚDE PÚBLICA – Médicos do Ceará, em estado de greve, fazem Assembléia.

Em vários Estados e Municípios o movimento médico articula-se e conquista uma unidade admirável, levando um grande número de profissionais à mobilização para o resgate do valor do conhecimento médico, da dignidade do exercício profissional e do sistema público de saúde, que depende da existência de tudo isso para funcionar bem. Os nossos governantes, em que pesem eventuais declarações com aparente preocupação com a situação funcional dos médicos, não mostram vontade política de dar uma solução ao problema. Não se decidem pela aprovação da Emenda Constitucional 29 ou do piso salarial nacional do médico. Soluções apresentadas, claras e consistentes para resolver a questão. O resultado dessa negligência de governantes e autoridades é o chamado apagão da saúde. Desconforto para os que precisam de assistência médica e não podem pagar. Falta de motivação, indignação, revolta, greves e demissões em massa para os médicos.

Nesta quarta-feira, 10 de setembro de 2008, o Sindicato dos Médicos do Ceará estará promovendo a Assembléia Geral do PCCS, no auditório do Conselho Regional de Medicina. A lição sobre a importância da união tem sido relembrada pelos médicos do Nordeste em exemplares jornadas recentes. No Ceará os médicos do serviço público estadual declararam-se em estado de greve. A Associação Médica Cearense também assina a convocação. O PCCS está em negociação com o governo do Ceará já há algum tempo e a pauta dos médicos do serviço público cearense inclui o piso nacional da FENAM como norte das negociações salariais. Embora o trabalho médico na área pública tenha um universo de problemas muito grandes, a questão salarial é dos mais graves. O que se paga ao médico do serviço público no Brasil chega a ser humilhante para o conhecimento e aplicação exigidos dos profissionais.
Technorati Tags: , , , , , , , , ,

BRASIL: APAGÃO DA SAÚDE – CEARÁ – MÉDICOS DO SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL DECLARAM ESTADO DE GREVE.

Aqui no Fax Sindical temos dado uma coleção de exemplos, verdadeiros retratos de uma crise que muitas autoridades negam. Por cinismo, má-fé ou desconhecimento. A atual fase da longa crise que abate vários segmentos do sistema público de saúde no Brasil está atingindo um estado agônico. É o apagão da Saúde, por analogia com os já conhecidos apagões do abastecimento de energia elétrica e dos serviços de transporte aéreo. Temos falado em nossos artigos de dois problemas importantes:

1- a falta de financiamento da Saúde. Tentam resolvê-la pela Emenda Constitucional 29, a EC-29 ou Emenda da Saúde. Ela obriga o Governo Federal a destinar recursos orçamentários para o investimento e custeio da Saúde dentro de um limite (percentual). Está tramitando no Congresso. Foi aprovada no Senado. Foi desfigurada na Câmara, onde lhe acrescentaram mais um agravo tributário. Brasileiro já paga muito imposto. Voltou ao Senado. Está a depender da boa vontade dos congressistas, desses que pedem nosso voto a cada quatro anos e do popular presidente Lula. Ele, de origem sindical, precisa refletir que a saúde tem necessidades que não estão sendo atendidas.
2-A questão da gestão. Nesse caso, principalmente da gestão de recursos humanos. O nosso Governo, as nossas autoridades e o nosso povo devem saber valorizar o conhecimento. Conhecimento não tem preço. O conhecimento médico é precioso, porque lida com a vida. Os nossos governantes devem saber valorizá-lo. Sem essa valorização, não haverá motivação para os trabalhos especializados que a Saúde Pública necessita para se sustentar e progredir

Colocadas essas questões que nos parecem óbvias para o entendimento do apagão da saúde e desses movimentos reivindicatórios que empolgam a classe médica em diferentes partes do Brasil, passaremos a mostrar mais um retrato da crise, mais um aspecto do apagão da Saúde que castiga os brasileiros. Dessa vez no Ceará: médicos querem PCCS e entram em estado de greve após concorrida assembléia. Abaixo transcrevemos o comunicado do SIMEC.

02/09/2008

Médicos da rede estadual de saúde decretam estado de greve
Mesmo em estado de greve, os médicos não suspenderam os atendimentos à população nem reduziram o efetivo de profissionais nos hospitais

BRASIL APAGÃO DA SAÚDE RETRATO DA CRISE NO CEARÁ.
Reunidos em Assembléia do Sindicato dos Médicos do Ceará, os médicos do serviço público estadual declaram-se em estado de greve:

02/09/2008
Médicos do serviço público estadual decidiram entrar em estado de greve. A categoria está em campanha por um novo piso salarial. Na última segunda-feira à noite, houve assembléia geral, no auditório do Conselho Regional de Medicina (Cremec), para avaliar contraproposta do governo Cid Gomes que acabou rejeitada. Os médicos estadfuais querem um piso de R$ 3.751,59. O governo ofereceu 50% desse valor agora e o pagamento do restante até 2010. No Estado, o médico ganha hoje menos do que os médicos da Prefeitura de Fortaleza. O menor salário no município é de R$ 1.900,00, enquanto na administração estadual o piso é de R$ 640,00. Na próxima terça-feira, será reliazada uma reunião entre o Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará (Simec) e a secertária do Planejamento e Gestão, Silvana Perente, para discutir as reivindicações da categoria.
Eliomar de Lima
E Comunicado Oficial do SIMEC Sindicato dos Médicos do Ceará sobre o Estado de Greve.

AssembléiaMédicos decretam “estado de greve” http://www.simec.med.br/noticias/imgs/noticia-330-ftpcp-resultado_assembleia.jpg

Insatisfeitos com o resultado da audiência acontecida na tarde de ontem (01/09) com a secretária de Planejamento e Gestão, Silvana Parente, os médicos servidores do Estado aprovaram o “estado de greve” em assembléia da categoria, realizada na noite do mesmo dia. Apesar das negociações continuarem com o governo do Estado, os médicos se disseram decepcionados com o resultado da audiência. O governo não aceitou a proposta de um piso de R$ 2.490 reais, com as gratificações incidindo em 30% do salário base agora em setembro, 40% em 2009 e 50% em 2010. Segundo a secretária Silvana Parente o governo insiste em dizer que o impacto na folha de pagamento dos médicos tem de ser apenas de 50%. Com o piso que os médicos propõem, o impacto chega hoje a 80%.A assembléia contou com a presença de mais de 100 profissionais, fazendo questão de ressaltar que a categoria não aceita negociar dentro desse impacto de apenas 50% da folha. Hoje, um médico do Estado tem um salário base de R$ 679,15. Com a maioria das gratificações não são incorporada na aposentadoria, um médico com mais de 30 anos de serviço chega a se aposentar com um salário em torno de R$ 1.500,00.GanhosOs médicos entendem também que nas negociações com o governo do Estado já obtiveram alguns ganhos. O Governador Cid Gomes garantiu um Plano de Cargos, Carreiras e Salários exclusivo para a categoria, vigorando a partir de 1º de setembro. A divergência estáno valor do piso salarial.A próxima rodada de negociação está marcada para terça-feira (09/09), ficando a assembléia dos médicos para quara-feira (10/09).Visit nosso site!

© Copyright 2008 – Todos os direitos reservados http://www.simec.med.br Rua Pereira Filgueiras 2020 – Sala 908, Aldeota – Cep: 60160-150 – Fone/Fax: 32614788

No virus found in this incoming message.
Checked by AVG.
Version: 7.5.524 / Virus Database: 270.6.14 – Release Date: 30/8/2008 00:00

BlogBlogs.Com.Br , Pingar o BlogBlogs, Technorati Favoritos, Technorati Tags: , , , , , , ,