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SUS joga fora R$ 16 milhões em medicamentos de alto custo

Um estado que remunera mago seus médicos e busca bodes expiatórios para as deficiências de seu sistema público de saúde, joga milhões de reais de medicamentos caros no lixo.

Um relatório inédito da Controladoria-Geral da União (CGU), concluído em abril, mostra que 11 Estados e o Distrito Federal jogaram remédios fora em 2014 e 2015. As causas do desperdício, que chega a R$ 16 milhões, foram validade vencida e armazenagem incorreta.

Para se ter uma ideia do tamanho do problema, o valor perdido seria suficiente para custear o tratamento de Moreira por 104 anos.

Os Estados em que houve descarte foram Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.”

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-41007650

Prefeitos vão protestar contra falta de recursos para financiar os governos municipais e suas obrigações

Prefeitos também vão fazer protestos contra o que chamam de “arrocho do governo federal contra os municípios”. O detalhe é a adesão de vários prefeitos petistas ao movimento. A matéria completa está em ->
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/08/1664366-contra-arrocho-de-dilma-prefeitos-da-oposicao-e-ate-do-pt-farao-protestos.shtml

Situação de crise que atinge prefeituras brasileiras afeta seriamente o SUS. Prefeitos planejam protesto.

Situação de crise que atinge prefeituras brasileiras afeta seriamente o SUS. Prefeitos planejam protesto.

Trabalhadores com alta qualificação ou “escravos do povo”?

Atualidade da Medicina: os “escravos do povo” pensam e sentem?

Dalai Lama pediu que as pessoas usem as suas profissões como uma contribuição à paz e ao futuro da humanidade. Esse apelo pode ser entendido como dirigido a cada indivíduo e sua consciência. Não pode ser entendido no contexto de governos que ignoram anseios e capacidades dos profissionais e sequestram o trabalho alheio para impor concepções próprias dos grupos políticos que controlam o poder. A matéria está em

http://m.jb.com.br/internacional/noticias/2014/12/14/dalai-lama-diz-que-pode-ser-fonte-de-problemas/ A declaração citada é:

“Usem suas profissões para contribuírem à paz e ao futuro da humanidade”, disse o líder espiritual. “É preciso desenvolver um senso de responsabilidade universal, diariamente e 24 horas por dia, sem muitas expectativas”.

Não se pode esperar resultados elevados quando o trabalho é compulsivo, submetido a ditames de mando e de medo.

Li, recentemente em um blog (do Alexandre Borges) algumas palavras que descrevem a forma com que as pessoas estão encarando acontecimentos e decisões que merecem reflexão e atenção. Ele se referiu a um livro escrito em 2005 por Malcolm Gladwell, intitulado “Blink: a decisão num piscar de olhos.” As decisões são tomadas antes que você tenha tempo para pensar e refletir. É um mundo em que as primeiras impressões e as ideias instantâneas são as que ficam, com a velocidade das redes sociais. Quantos absurdos as pessoas aceitam sem que possam refletir em um tempo certo sobre o mal que está abatendo sobre elas, seus semelhantes, seus filhos, a curto, longo e médio prazo?

Em uma obra de ficção traduzida em português com o título de “A revolta de Atlas”, a novelista e roteirista russa Ayn Rand, que viveu nos Estados Unidos, descreve uma situação gerada pela revolta das pessoas mais capacitadas de uma sociedade quando o governo começou a avançar no controle de comportamento, a criminalizar cada vez mais as ações propriamente humanas. As pessoas mais capacitadas, trabalhadores qualificados, empreendedores, inventores, intelectuais, médicos, começam a abandonar as cidades e viver incógnitos em comunidades menores e de difícil acesso. O livro, lançado nos anos 50, está na lista dos mais vendidos do mundo, é um dos livros mais lidos dos Estados Unidos e, quando foi lançado, atingiu rapidamente a marca de 11 milhões de cópias. Esse livro influente, tem sua versão em português. Quem se interessar pode procurar no link:

http://www.amazon.com/Revolta-Atlas-Shrugged-Volumes-Portugues/dp/8599296833

Um dos personagens é um neurocirurgião altamente qualificado e famoso, que também abandona tudo para se refugiar em uma área remota. Diz o personagem (Dr. Hendricks):

“Parei quando a medicina foi colocada sob controle estatal há alguns anos – contou o Dr. Hendricks. – A senhorita imagina o que é preciso saber para operar um cérebro? Sabe o tipo de especialização que isso requer, os anos de dedicação apaixonada, implacável, absoluta para atingi-la? Foi isso que me recusei a colocar à disposição de homens cuja única qualificação para mandar em mim era sua capacidade de vomitar as generalidades fraudulentas graças às quais conseguiram se eleger para cargos que lhes conferem o privilégio de impor sua vontade pela força das armas.

Não deixei que determinassem o objetivo ao qual eu dedicara meus anos de formação, nem as condições sob as quais eu trabalharia, nem a escolha de pacientes, nem o valor de minha remuneração. Observei que, em todas as discussões que precediam a escravização da medicina, tudo se discutia, menos os desejos dos médicos. As pessoas só se preocupavam com o “bem-estar” dos pacientes, sem pensar naqueles que o proporcionavam.

A ideia de que os médicos teriam direitos, desejos e opiniões em relação à questão era considerada egoísta e irrelevante. Não cabe a eles opinar, diziam, e sim apenas “servir”. Que um homem disposto a trabalhar sob compulsão é um irracional perigoso para trabalhar até mesmo num matadouro é coisa que jamais ocorreu àqueles que se propunham a ajudar os doentes tornando a vida impossível para os sãos.

Muitas vezes me espanto diante da presunção com que as pessoas afirmam seu direito de me escravizar, controlar meu trabalho, dobrar minha vontade, violar minha consciência e sufocar minha mente – o que elas vão esperar de mim quando eu as estiver operando? O código moral delas lhes ensinou que vale a pena confiar na virtude de suas vítimas. Pois é essa virtude que eu agora lhes nego.

Que elas descubram o tipo de médico que o sistema delas vai produzir. Que descubram, nas salas de operação e nas enfermarias, que não é seguro confiar suas vidas às mãos de um homem cuja vida elas sufocaram. Não é seguro se ele é o tipo de homem que se ressente disso – e é menos seguro ainda se ele é o tipo de homem que não se ressente.” (fim da citação do depoimento do Dr. Hendricks).

Concluindo: quem tem o poder, quando o assunto é a saúde pública e o trabalho médico a ela agregado, tem suas próprias noções e joga para convencer a opinião pública do acerto delas. Os anseios e conhecimentos dos médicos são desconsiderados sob o rótulo genérico de corporativismo. Pensam eles que o povo, embora sempre precise de médicos, não gosta deles. Os sinais são claros: o governo, por meio dos que agem em nome da lei, quer dos médicos apenas sequestrar o seu trabalho e tirar o seu dinheiro por meio de impostos elevados.  Isso se dá por meio de regras frias, assimétricas, entre um lado que concentra todo o poder e outro que é induzido ao silêncio e ao medo. O resultado que fica é a compulsão ao trabalho e o assédio moral. E uma pergunta que não quer calar: -Até quando?

Planos de carreira e salário digno são fundamentais para outra médicos brasileiros

Não é nova a elaboração de uma proposta de plano de cargos, carreira e salário para os médicos do setor público e do setor privado. Essa proposta deve orientar a luta dos médicos, ao lado da causa do piso salarial nacional. A sua consideração é importante para evitar a dispersão de forças da categoria, a pulverização de reivindicações necessárias, mas desordenadas, e o enfraquecimento da capacidade de mobilização, reivindicação e luta da classe médica.
Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=I7rz7gdYDVE&feature=youtube_gdata_player
Caso não funcione, selecione, copie e cole no seu navegador de InternetFenam já apresentou proposta de plano de carreira para médicos

Minas Gerais – SUS EM CRISE – o caso Juiz de Fora – Mobilização dos médicos especialistas e assédio moral na agenda sindical

DATA 21 de AGOSTO de 2010 -.-.- HORA 19:00
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SINDMED JF * Sindicato dos Médicos

 de Juiz de Fora e Zona da Mata
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AVISO SINDICAL

Importante! Divulgue.

Assembléia Geral dos Médicos da atenção secundária.

Médicos da Prefeitura e Municipalizados.

Dia 01 de setembro de 2010, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora.

 

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Mobilização dos médicos da atenção secundária em protesto contra salários vis e condições deterioradas de atendimento à população e queixas de assédio moral como consequência de terceirização no serviço público movimentam a agenda sindical dos médicos de Juiz de Fora.

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JUIZ DE FORA – MINAS GERAIS – SAÚDE PÚBLICA EM CRISE

MÉDICOS FAZEM ASSEMBLÉIA E DISCUTEM SALÁRIO E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA ATENÇÃO SECUNDÁRIA NO SUS DE JUIZ DE FORA.

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Em Assembléia realizada na noite de 18 de agosto, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, os médicos municipais e municipalizados da atenção secundária no SUS de Juiz de Fora, decidiram organizar a mobilização para um dia de paralisação de advertência e protesto contra os salários indignos e as condições deterioradas de trabalho e atendimento à população. Uma próxima assembléia irá acontecer no dia 1 de setembro, para organizar o movimento.

 

Um profissional que comece trabalhando hoje na Prefeitura de Juiz de Fora, independente de sua qualificação e formação acadêmica, ganhará vencimento inferior a mil e trezentos reais. Desconsidera-se a alta qualificação da mão de obra e a utilidade social do trabalho médico. O vencimento será inferior aos três salários mínimos preconizados na Lei Federal 3999/1961 e menor em 25% do que o nível superior da Prefeitura. Ainda assim, se o profissional médico aceitar esse emprego, estará condenado a trabalhar em consultório que, em regra, não poderia ser aprovado pela Vigilância Sanitária ou pelo Ministério do Trabalho. Terá que atender em sala com mobiliário que não atende às regras da ergonomia, o que lhe causará, com o tempo, lesões profissionais e desconforto e dores posturais. Dificilmente atuará em unidade de saúde que tenha banheiro decente, se necessitar usar. O acesso a água potável não é a regra e as condições adequadas para a higienização pessoal serão uma exceção. Apesar dessas vantagens, ele ainda terá vigilância eletrônica para cumprir com rigor matemático a sua carga horária, na forma de ponto biométrico.

 

Diante de tanto absurdo, não é moralmente justificável se calar e se omitir. A situação requer que se interponha um protesto. Os que governam a cidade e as autoridades que a regem não podem permanecer indiferentes a esta dura realidade. O gestor não pode se omitir ou negligenciar diante dessa realidade perversa.

 

Os médicos municipais e municipalizados têm que ir à luta e denunciar à opinião pública e aos usuários do SUS a realidade da situação adversa.

 

 

JUIZ DE FORA – MINAS GERAIS – SAÚDE PÚBLICA EM CRISE.

REGIONAL NORTE/POLICLÍNICA DE BENFICA

O assédio moral associado à terceirização como prática de gestão na saúde pública.

 

Benfica: médicos municipais e municipalizados queixam-se de pressões para pedir transferência.

 

O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora tem ouvido queixas de médicos municipais e municipalizados que atuam na Regional Norte/Policlínica de Benfica sobre pressões da diretoria da unidade para que solicitem transferência. São profissionais que atuam em regime de plantão médico.

 

O objetivo dessa prática de assédio moral é abrir caminho para a terceirização de atividade fim naquele estabelecimento de saúde. Médicos serão contratados para exercer atividades de serviço público, relacionadas com o tal dever do Estado em garantir saúde à população brasileira. Esses profissionais da Medicina serão contratados da mesma forma que vigias, pessoal de limpeza e serviços de manutenção.

 

A CAFETINA DA TERCEIRIZAÇÃO da saúde pública em Juiz de Fora tem sido a Fundação de Apoio do Hospital Universitário, vulgo Fundação HU. Ela é sujeita fiscalização do TCU (Tribunal de Contas da União).

 

O Sindicato dos Médicos, como a esmagadora maioria do movimento sindical e centrais sindicais, repudia o assédio moral e a terceirização do trabalho no serviço público. As queixas dos médicos municipais e municipalizados de Benfica estão sendo avaliadas. Medidas judiciais não podem ser descartadas.

 

A deterioração das relações trabalhistas entre o Sindicato dos Médicos e a Prefeitura de Juiz de Fora, motivada pelos cortes salariais de 2009 e pela falta de palavra da Prefeitura em reestruturar a carreira de médicos municipal, tem levado a uma crescente judicialização das demandas e a uma crescente mobilização da categoria. A atual administração municipal, depois de ter entregado as UPAS a interesses privados e permitido terceirização de trabalhadores da saúde via Fundação HU, dá claros sinais de que quer avançar na terceirização. Esses sinais só seriam desmentidos por medidas concretas e efetivas para valorizar os médicos municipais. Coisa que ainda não apareceu no horizonte.

Nordeste: Sindicatos médicos mantém luta em defesa do SUS.


TELEGRAMA SINDICAL 208

Ano V Número 208 Juiz de Fora, 05 de janeiro de 2010. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.

Nordeste luta dos médicos em defesa do SUS vai continuar.

Governantes atentam contra a saúde da população e ficam impunes!!!!!!!!


Luta dos médicos em defesa do SUS e da saúde do povo brasileiro. No Piauí, mobilização para a greve contra os absurdos do governo local. Em Sergipe, fontes sindicais comentam que parece que o governo privatista de Marcelo Deda acabou, tal é a ruína em que se encontra a saúde pública no Estado. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora divulga os fatos e solidariza-se completamente com os doutores do Piauí e de Sergipe.
Luta dos Médicos em defesa da Saúde do povo brasileiro No Piauí greve está marcada para o próximo dia 07. Ainda aguarda-se o bom senso da Prefeitura de Teresina. A notícia está em http://www.cidadeverde.com/medicos-mantem-greve-para-o-dia-7-mas-esperam-proposta-50745


Em Sergipe, além dos ataques de privataria praticados contra os serviços públicos estaduais de Saúde, o desrespeito ao trabalho médico parece ser uma marca registrada do atual governo estadual. Fontes sindicais dizem que a crise é tão grande que parece que o governo está acabando. Confira a notícia em http://www.correiodesergipe.com/lernoticia.php?noticia=35013 ou a transcrição que segue àmatéria da greve no Piauí.

03/01/10, 17:05
Médicos mantêm greve para o dia 7, mas esperam proposta
Prefeitura ficou de apresentar proposta nos primeiros dias de 2010. Categoria quer 30% de aumento em cinco anos.
O presidente do Sindicato dos Médicos do Piauí – Simepi -, Leonardo Eulálio, confirmou ao Cidadeverde.com que o indicativo de greve a partir de 7 de janeiro de 2010 estámantido. Ele disse neste domingo (4) que a Prefeitura de Teresina prometeu ainda antes do Natal apresentar proposta de reajuste, e a categoria ainda espera resposta.”Tivemos uma reunião com o prefeito (Sílvio Mendes) antes do Natal (dia 22). No momento, não temos nada de concreto”, disse Eulálio, confirmando assembleia geral da categoria para a próxima quarta-feira (6). Em caso de desacordo com a proposta, ou inexistência de tal, a paralisação por tempo indeterminado começa no dia seguinte.Na reunião de dezembro, a Prefeitura de Teresina ficou de elaborar uma proposta que seja apresentada logo no início do ano. Os médicos fizeram paralisação em dezembro e aprovaram o indicativo de greve, mas alegaram respeito à população nas festas de fim de ano, onde a procura por atendimento nos hospitais é maior, e adiaram o movimento. Eles querem reajuste de 30% a cada seis meses em cinco etapas, o que elevaria o piso salarial da categoria para R$ 3.500 em 2012. O Governo do Estado sinalizou positivamente, e pediu até o fim de janeiro para que estudos para transformar a produtividade em remuneração, em projeto que deve ser enviado para a Assembleia Legislativa em fevereiro, na retomada dos trabalhos.Fábio Lima

Parece que estamos no fim do governo Data: 03/01/2010
CORREIO DE SERGIPE: Em primeiro lugar, deputado, estamos iniciando 2010, mas como o senhor pode sintetizar os três anos do governo de Marcelo Déda? VENÂNCIO FONSECA: É o governo que tem a durabilidade de quatro e que, após três anos de gestão, parece que já chegou ao seu final. Digo isso pelo fato de em tanto tempo as ações desenvolvidas terem sido muito tímidas. Isso em todas as áreas, a não ser a Comunicação Social. A propaganda, o marketing do governo é bem feito, é bonito. Mas é enganosa, não é real, é virtual. Na Educação todos os anos a Pasta foi reprovada no governo de Marcelo Déda. Não recebeu nem a média para passar de ano. É a pior do Nordeste. A Saúde é um caso de polícia! Após três anos nós vimos mortes de bebês; por soro vencido; por falta de higiene na UTI; pacientes são escolhidos para morrer conforme denúncias dos médicos; trocaram prontuários de pacientes; trocaram defuntos; faltam medicamentos, médicos e tudo; os hospitais no interior estão fechados; e se encerra com a diretora do Hospital João Alves denunciando os médicos na polícia.
CS: E quanto a outras áreas, como a Segurança Pública, por exemplo? VF: Na SSP, tenho que reconhecer que o secretário foi uma boa escolha porque ele é muito competente, ele é João Eloy, mas não é super-herói! Não vai poder fazer uma boa segurança com um ou dois policiais ficando responsáveis por todo um município e povoados, além da delegacia, como é o caso de Pedrinhas. Aumentou o número de assaltos a ônibus, de gado e de veículos. Na Agricultura, meu Deus, não existe. Acabaram com tudo! Acabaram com a secretaria, imagine com o Turismo! Na inclusão social só funciona o “Kit Conceição”, que ficou tão escandaloso que o governo teve que suspender um pouco. O Governo não conseguiu terminar as obras em andamento que pegou do governo passado, como é o caso da Ponte Mosqueiro/Caueira. Só de propaganda acho que já gastaram o valor da ponte. A pista que liga a Barra dos Coqueiros à Atalaia Nova são 5 km e até hoje não a concluíram. Costumo dizer que João Alves construiria a obra de ré. O governo não conseguiu liberar as emendas do Orçamento, mesmo sendo compadre do presidente. Não se tem aptidão para governar, faltam projetos e planejamento.
CS: Nós vimos, durante esses três anos, o líder do governo tendo que defender o que parece ser “indefensável” no plenário da AL. O Francisco Gualberto (PT) de hoje é o mesmo de antes? VF: Não! Porque para defender o governo ele teve que rasgar sua história política, aquilo que ele defendia. Hoje é um Gualberto ao contrário. Por várias vezes ele se viu aperreado no plenário ao ver as galerias cheias por servidores públicos e membros dos sindicatos, e ele tendo que defender propostas do governo que iam de encontro com os interesses do funcionalismo. Foi assim com vários sindicatos, com o Sintese e, em especial, com a CUT, instituição que ele jápresidiu. Ver Gualberto tendo que aprovar e defender reajustes insignificantes. Fatos desta natureza o constrangeram muito.

FAX SINDICAL 174

SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA.
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Número – 174 – Ano IV – 04/0/2009.
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GREVE DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA – CORTES SALARIAIS CAUSAM INDIGNAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS. SINDICATO VAI À JUSTIÇA.

A decisão da administração Custódio de Matos de realizar cortes salariais contra os médicos da Prefeitura, sem que a legalidade da greve fosse julgada e antes do encerramento das negociações coletivas causou indignação na Diretoria do Sindicato dos Médicos, entre os médicos da Prefeitura, que foram vítimas dos cortes e, também, repercutiu negativamente na grande maioria da classe médica. Os salários que a Prefeitura paga aos médicos já são sofríveis e os cortes os reduziram ainda mais. Diante da negativa da administração Custódio de Matos em negociar os salários dos médicos, a saída encontrada pela Diretoria do Sindicato foi recorrer à Justiça. No caso dos médicos vinculados à AMAC, haverá audiência no Ministério do Trabalho. Se não houver conciliação, o caso irá à Justiça do Trabalho. Ficará demonstrada a subordinação da AMAC à Prefeitura de Juiz de Fora. Há ação semelhante, movida por funcionários da Prefeitura de Santos Dumont, com ganho de causa para os trabalhadores. No caso dos médicos estatutários a situação é mais complicada, porque não dependem da Justiça Federal. O caso será julgado na Justiça do estado de Minas Gerais. O protesto judicial já foi feito pelo advogado do Sindicato dos Médicos e estaremos informando sobre o seu andamento.
Tramita na Justiça ação do Sindicato contra a Prefeitura, por causa das perdas salariais decorrentes da discriminação dos 25 por cento a menos que o nível superior, cuja reposição é reivindicação constante do Sindicato.
Nos meios profissionais, diante da indignação, muitos falaram na possibilidade de uma nova paralisação, ou greve de protesto contra os cortes efetuados pela administração do Custódio nos salário ruins dos médicos da Prefeitura.

COMISSÃO PREPARA DISCUSSÃO DE PCCS.

Os representantes indicados pelo Sindicato dos Médicos para acompanhar a elaboração de um PCCS para os profissionais do serviço público municipal realizaram a sua primeira reunião preparatória. Experiências, propostas e sugestões foram discutidas, bem como questões referentes às políticas de recursos humanos aplicadas à área da saúde. A reunião é o primeiro passo nessa importante luta da classe médica em Juiz de Fora.

A indicação dos representantes sindicais para a Comissão tripartite que irá analisar a deterioração das condições de atendimento médico no SUS de Juiz de Fora já foi comunicada ao Conselho Municipal de Saúde e à Secretaria de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora. A formação dessa comissão está na contraproposta sindical formulada nas negociações coletivas desse ano e encaminhada à Prefeitura.

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS REAGE A PRISÃO ARBITRÁRIA DE MÉDICA NO RJ.

A coluna do Ancelmo Góis, no Globo de domingo (2 de agosto) falou sobre o caso da prisão de uma médica reguladora do SUS no Rio de Janeiro. O colunista conclui que a corda arrebentou do lado mais fraco. A médica não conseguiu cumprir uma determinação judicial porque não havia vaga de UTI disponível na rede pública. Por faltar vaga em UTI o juiz mandou prendê-la. Diz Ancelmo que deveria mandar prender o Governador ou o Secretário de Saúde. Mas a corda, mais uma vez, se rompeu contra o lado mais fraco. A Federação Nacional dos Médicos e o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro se posicionaram firmemente ao lado da médica. A notícia pode ser conferida na página http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1249488-5606,00-FEDERACAO+DIZ+QUE+VAI+DENUNCIAR+JUIZ+QUE+MANDOU+PRENDER+MEDICA.html. A FENAM vai tomar todas as medidas cabíveis para a apuração e o esclarecimento desse caso tenebroso. Se o juiz agiu em respeito à lei, para garantir a um usuário do SUS um direito constitucional, por outro lado, errou no alvo. Mandou prender quem não tem poder para criar ou contratar leitos de UTI.

Na mesma semana um desembargador de Brasília, notório amigo da família Sarney, censurou o Estado de São Paulo, proibindo notícias de fatos referentes aos escândalos que envolvem o filho do Senador Sarney, apurados na conhecida operação Boi Barrica, da Polícia Federal. A filha do Senador Sarney, Roseana, conseguiu, também por decisão judicial, derrubar o governador eleito pelo povo do Maranhão, Jackson Lago, e ocupar o governo do Estado.

PROBLEMA DOS PRESOS NO HPS DE JUIZ DE FORA DERRUBOU SECRETÁRIA DE SAÚDE?

A Dra. Eunice Caldas pode ter sido vítima de um desajuste. A grande quantidade de presos acautelados no HPS, exposta em cadeia nacional por uma programa de televisão, mostrou aos brasileiros os pés de barro do governo Aécio. A dívida social para com o povo mineiro é imensa. Fontes ligadas ao governo do Estado acharam que a matéria foi instigada pela Secretária ou pessoas a ela ligadas. Os aecistas são muito zelosos quanto às aparências. Calculam os efeitos publicitários de cada evento que envolve, direta ou indiretamente, o seu chefe. Com isso uma deficiência grave do sistema penal do Estado de Minas Gerais, a quem cabe a responsabilidade para com a população carcerária, ficou evidente. É a dívida social que não se paga dando vans e ambulâncias para prefeitos.

Publicado pelo Wordmobi

O tamanho do Estado e sua necessidade.

Tem sido um mote usado por certas correntes políticas a questão do tamanho do Estado. Isso se traduz em discursos que preconizam o corte de gastos públicos, ouvidos frequentemente na tribuna do Congresso, em declarações de governadores e prefeitos e lidos em artigos publicados. A declaração de que a máquina do estado é grande e precisa ser reduzida é um dos pontos centrais do chamado neoliberalismo, fundado em idéias econômicas que foram muito populares nos anos 70 e 80 do século passado. Um de seus paradigmas é o governo conservador da Sra. Margareth Thatcher na Grã-Bretanha e outro é a economia chilena, na fase final da ditadura do General Pinochet. Essas idéias foram irrigadas pela chamada Escola de Chicago de economia e pelo pensamento do Sr. Milton Friedman, agraciado com um Prêmio Nobel de Economia.

No jornal ”O Globo” deste domingo, na página 7, lemos um interessante artigo intitulado ”O emprego público não é excessivo no Brasil”. Seus autores são os pesquisadores do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, do Rio de Janeiro) Eneuton Pessoa, Fernando Mattos e Marcelo Britto.

Os autores reclamam de que o mote de diminuição do tamanho do Estado, quando abordado do ponto de vista do emprego público, precisa ser melhor qualificado. Lembram que a maior parte de nossa população necessita de serviços essenciais. E isso implica o emprego de um contingente maior de professores, médicos, aumento de oferta de creches e do atendimento social. E essa participação do serviço público na vida brasileira seria uma forma de saldar a enorme dívida social do país, que tem uma das piores distribuições de renda do mundo.

Os políticos que defendem idéias de inspiração neoliberal, e se expressam por declarações sobre a necessidade da redução do tamanho do Estado deveriam deixar claro o que querem, exatamente, ver reduzido. Creches, escolas, hospitais e postos de saúde? Essa informação é importante para o eleitorado e para a formação da opinião pública. Não é honesto omiti-la.

O artigo lembra ainda que, no Brasil, o emprego público representa apenas 12% do total de pessoas ocupadas no mercado de trabalho. Número pequeno diante das fortes necessidades. Compara com outros países, como a França, que tem 28% do número de pessoas ocupadas no setor público. Nos países escandinavos esse percentual vai a um terço do total do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos chega a 15%, no México, 14%. No Uruguai é de 15%, no Panamá, 15% e até no Paraguai chega a 13%, volume maior que o do Brasil. Na Argentina, que foi vitimada pelas políticas neoliberais durante o Governo de Carlos Menen, o número de trabalhadores do setor público por mil habitantes é de 12,6. No Brasil é de 7,4.

Os autores fazem ver, com base em sólidos dados e resultados de pesquisas, que, nos últimos dez anos, o emprego público no Brasil cresceu na mesma proporção que a população residente. Não há aí nenhum inchaço. E no total, o emprego público cresceu apenas na esfera municipal, onde há maior número de empregados em serviços públicos de saúde e na educação fundamental e infantil.

Essas informações, vindo de uma fonte séria e bem fundamentada, fornecem informações importantes que permitem vacinar a nossa mente contra declarações falaciosas sobre a diminuição do tamanho do Estado.

Technorati : , , , , , , , , , , , , , ,
Del.icio.us : , , , , , , , , , , , , , ,

Desistência de médicos aprofunda crise no sistema público de Saúde.

Um evento grave e pouco noticiado na mídia

Médicos continuam saindo do atendimento público de saúde no Brasil. A deterioração desses serviços tem decorrido da carência de políticas de recursos humanos responsáveis e sérias para assegurar um lugar decente aos médicos dentro do serviço público. O Fax Sindical tem publicado vários artigos sobre essa situação trágica. As representações sindicais dos médicos, a começar da FENAM, tem denunciado essa situação perante as autoridades e o Congresso Nacional. Soluções são propostas, como um novo piso salarial nacional para os médicos e a correção do financiamento para a saúde pública por meio do Projeto de Emenda Constitucional 29, a Emenda da Saúde. As soluções não progridem e não são tratadas com a devida urgência. Aqui mais dois casos: o Corpo Clínico do Hospital Evangélico de Dourados, no Mato Grosso do Sul, decidiu por esmagadora maioria que não quer atender o SUS. O presidente da Associação Médica da Grande Dourados declarou: “Estes médicos estão há um ano longe do SUS; é claro que agora eles não querem voltar a atender”, disse o presidente. “A classe médica como um todo está fugindo do serviço público; se houver uma proposta muito boa, talvez os profissionais pensem diferente”

No Rio Grande do Norte, como resultado da precariedade dos vínculos empregatícios dos médicos com o serviço público, o Governo estadual foi levado a declarar estado de calamidade. Abaixo transcrevemos a matéria.

Fonte: Diário MS página http://tinyurl.com/8gojwd

Mato Grosso do Sul, Terça-Feira, 06 de Janeiro de 2009 – 08:51

Médicos do HE rejeitam retomar atendimento pelo SUS

Enquanto a prefeitura de Dourados e a administração do Hospital Evangélico negociam a retomada do atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde), médicos da instituição teriam rejeitado, por unanimidade, o atendimento pelo sistema público de saúde. A informação foi confirmada ontem pelo presidente da Associação Médica da Grande Dourados, Jorge Luiz Baldasso. Segundo ele, a classe médica está ‘fugindo’ do serviço público, situação que se repete em todo o país. Já o secretário de Comunicação da prefeitura, Eleandro Passaia, confirmou as negociações entre o município e a direção do hospital. Segundo ele, a negociação já está bastante avançada e, agora, depende apenas de trâmites legais.

Segundo Baldasso, o corpo clínico do Hospital Evangélico se reuniu há aproximadamente 20 dias, em assembléia, onde a retomada do atendimento pelo SUS foi rejeitada por unanimidade. Segundo Baldasso, os médicos se recusam a voltar a atender pelo SUS por três motivos: falta de estrutura, más condições de trabalho e baixa remuneração.

“Estes médicos estão há um ano longe do SUS; é claro que agora eles não querem voltar a atender”, disse o presidente. “A classe médica como um todo está fugindo do serviço público; se houver uma proposta muito boa, talvez os profissionais pensem diferente”, acrescentou.

Jorge Baldasso falou ao Diário MS em nome da Associação Médica. Ele disse que não estava presente na assembléia que reuniu o corpo clínico do HE. O Diário MS tentou conversar com representantes dos médicos que atendem no hospital, mas nenhum deles foi localizado pela reportagem para comentar o assunto.

Atendimento

Enquanto isso, prefeitura e Hospital Evangélico mantêm a negociação para retomada do atendimento pelo SUS, suspenso há 14 meses. Segundo o secretário de Comunicação da prefeitura, Eleandro Passaia, as negociações já estão bastante avançadas e agora dependem apenas de trâmites legais. “A negociação avançou bastante e há uma possibilidade muito grande que esta retomada aconteça”, garantiu.

Segundo ele, a retomada do atendimento pelo SUS no HE, suspensa em novembro de 2007, faz parte da política de reestruturação da saúde pública em Dourados. Segundo Passaia, o prefeito Ari Artuzi (PMDB) sempre defendeu que o HE retomasse o atendimento pela saúde pública, por ser bem estruturado, estar localizado na área central e próximo ao terminal de transbordo.

O secretário informou, ainda, que a retomada do atendimento pelo SUS no HE tem como objetivo desafogar os outros hospitais da cidade, como o HUT (Hospital de Urgência e Trauma) e o HU (Hospital Universitário).

RN decreta estado de calamidade na saúde pública

Anna Ruth, Portal Terra

NATAL – O Governo do Rio Grande do Norte decretou nesta quarta-feira estado de calamidade pública na saúde. A medida foi provocada pelo impasse criado entre as cooperativas médicas, que prestam serviço ao Estado, e o Executivo.

O contrato dos médicos terceirizados se encerra nesta quarta-feira, mas por recomendação do Ministério Público, o Governo não pode renovar o contrato. A ausência desses profissionais na rede pública significa 500 médicos de 22 especialidades, que realizam um total de 3,5 mil procedimentos por mês na rede pública e na rede privada ligada ao SUS.

Com o estado de calamidade, decretado pelo governador em exercício Iberê Ferreira e publicado no Diário Oficial, a Secretaria Estadual de Saúde poderá realizar contratos emergenciais com hospitais privados e planos de saúde.

– Tivemos de tomar essa medida drástica para garantir o atendimento público. A partir de agora a Secretaria de Saúde poderá adotar todas as medidas necessárias. O decreto é amplo e não significa que serão feitos esses contratos com as cooperativas, mas serão ações para manter o atendimento- destacou o governador Iberê Ferreira.

Fonte: JB online http://tinyurl.com/7asb2m

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