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Na Justiça, Sindicato obriga Prefeitura a corrigir salário atrasado.

Fax Sindical 144
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.


16 de fevereiro de 2009.



ATRASO EM DÉCIMO-TERCEIRO E SALÁRIOS GERA AÇÃO DE MÉDICOS CONTRA A PREFEITURA, EM FORTALEZA.


Médicos ganham ação contra Prefeitura. Motivo: atraso de pagamento e décimo-terceiro  em 1988. Mais essa vitória é um prova de que vale a pena persistir na luta contra iniquidades do gestor e os danos materiais e morais que isso causa aos médicos e trabalhadores da saúde, em todo o Brasil. Salários pífios, atrasos no pagamento, assédio moral, condições precárias de atendimento, carência de ambientes de trabalho ergonômicos, carência de insumos básicos, tudo isso faz parte de uma realidade percebida no dia a dia de quem trabalha na área pública de saúde.
A notícia  foi divulgada no boletim eletrônico do SIMEC – Sindicato dos Médicos do Ceará.

15/02/2009
Justiça do Trabalho156 médicos ganham ação contra Prefeitura de Fortaleza

O Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará ganhou mais uma ação na Justiça do Trabalho. Dessa vez, os beneficiados foram os 156 médicos lotados na Prefeitura de Fortaleza, que pleiteavam a correção monetária dos salários de novembro e dezembro de 1988 e o décimo terceiro salário de 1988, pagos com atraso pela edilidade municipal. A reclamação foi ajuizada pelo Sindicato, no ano de 1989, contra o município de Fortaleza.

Os cheques foram entregues pelo presidente do Sindicato, Tarcísio Dias, em solenidade realizada na noite dessa quarta-feira (11.02), no auditório do SIMEC. Participaram ainda, os diretores da entidade, José Maria Pontes, Samuel Abranques e Luis Emanuel de Assiz e o assessor Jurídico Sandro Chaves.

Na ocasião, Tarcísio Dias fez um balanço da sua gestão que termina em março próximo; falou sobre as eleições para a renovação da diretoria do Simec, que acontecem no dia 18 de fevereiro, tendo como candidato a presidente o médico José Maria Pontes, em chapa única; e ressaltou a importância da sindicalização dos profissionais à entidade. Vários médicos presentes a solenidade aproveitaram para assinar suas fichas de filiação.

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BRASIL: APAGÃO DA SAÚDE – CEARÁ – MÉDICOS DO SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL DECLARAM ESTADO DE GREVE.

Aqui no Fax Sindical temos dado uma coleção de exemplos, verdadeiros retratos de uma crise que muitas autoridades negam. Por cinismo, má-fé ou desconhecimento. A atual fase da longa crise que abate vários segmentos do sistema público de saúde no Brasil está atingindo um estado agônico. É o apagão da Saúde, por analogia com os já conhecidos apagões do abastecimento de energia elétrica e dos serviços de transporte aéreo. Temos falado em nossos artigos de dois problemas importantes:

1- a falta de financiamento da Saúde. Tentam resolvê-la pela Emenda Constitucional 29, a EC-29 ou Emenda da Saúde. Ela obriga o Governo Federal a destinar recursos orçamentários para o investimento e custeio da Saúde dentro de um limite (percentual). Está tramitando no Congresso. Foi aprovada no Senado. Foi desfigurada na Câmara, onde lhe acrescentaram mais um agravo tributário. Brasileiro já paga muito imposto. Voltou ao Senado. Está a depender da boa vontade dos congressistas, desses que pedem nosso voto a cada quatro anos e do popular presidente Lula. Ele, de origem sindical, precisa refletir que a saúde tem necessidades que não estão sendo atendidas.
2-A questão da gestão. Nesse caso, principalmente da gestão de recursos humanos. O nosso Governo, as nossas autoridades e o nosso povo devem saber valorizar o conhecimento. Conhecimento não tem preço. O conhecimento médico é precioso, porque lida com a vida. Os nossos governantes devem saber valorizá-lo. Sem essa valorização, não haverá motivação para os trabalhos especializados que a Saúde Pública necessita para se sustentar e progredir

Colocadas essas questões que nos parecem óbvias para o entendimento do apagão da saúde e desses movimentos reivindicatórios que empolgam a classe médica em diferentes partes do Brasil, passaremos a mostrar mais um retrato da crise, mais um aspecto do apagão da Saúde que castiga os brasileiros. Dessa vez no Ceará: médicos querem PCCS e entram em estado de greve após concorrida assembléia. Abaixo transcrevemos o comunicado do SIMEC.

02/09/2008

Médicos da rede estadual de saúde decretam estado de greve
Mesmo em estado de greve, os médicos não suspenderam os atendimentos à população nem reduziram o efetivo de profissionais nos hospitais

BRASIL APAGÃO DA SAÚDE RETRATO DA CRISE NO CEARÁ.
Reunidos em Assembléia do Sindicato dos Médicos do Ceará, os médicos do serviço público estadual declaram-se em estado de greve:

02/09/2008
Médicos do serviço público estadual decidiram entrar em estado de greve. A categoria está em campanha por um novo piso salarial. Na última segunda-feira à noite, houve assembléia geral, no auditório do Conselho Regional de Medicina (Cremec), para avaliar contraproposta do governo Cid Gomes que acabou rejeitada. Os médicos estadfuais querem um piso de R$ 3.751,59. O governo ofereceu 50% desse valor agora e o pagamento do restante até 2010. No Estado, o médico ganha hoje menos do que os médicos da Prefeitura de Fortaleza. O menor salário no município é de R$ 1.900,00, enquanto na administração estadual o piso é de R$ 640,00. Na próxima terça-feira, será reliazada uma reunião entre o Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará (Simec) e a secertária do Planejamento e Gestão, Silvana Perente, para discutir as reivindicações da categoria.
Eliomar de Lima
E Comunicado Oficial do SIMEC Sindicato dos Médicos do Ceará sobre o Estado de Greve.

AssembléiaMédicos decretam “estado de greve” http://www.simec.med.br/noticias/imgs/noticia-330-ftpcp-resultado_assembleia.jpg

Insatisfeitos com o resultado da audiência acontecida na tarde de ontem (01/09) com a secretária de Planejamento e Gestão, Silvana Parente, os médicos servidores do Estado aprovaram o “estado de greve” em assembléia da categoria, realizada na noite do mesmo dia. Apesar das negociações continuarem com o governo do Estado, os médicos se disseram decepcionados com o resultado da audiência. O governo não aceitou a proposta de um piso de R$ 2.490 reais, com as gratificações incidindo em 30% do salário base agora em setembro, 40% em 2009 e 50% em 2010. Segundo a secretária Silvana Parente o governo insiste em dizer que o impacto na folha de pagamento dos médicos tem de ser apenas de 50%. Com o piso que os médicos propõem, o impacto chega hoje a 80%.A assembléia contou com a presença de mais de 100 profissionais, fazendo questão de ressaltar que a categoria não aceita negociar dentro desse impacto de apenas 50% da folha. Hoje, um médico do Estado tem um salário base de R$ 679,15. Com a maioria das gratificações não são incorporada na aposentadoria, um médico com mais de 30 anos de serviço chega a se aposentar com um salário em torno de R$ 1.500,00.GanhosOs médicos entendem também que nas negociações com o governo do Estado já obtiveram alguns ganhos. O Governador Cid Gomes garantiu um Plano de Cargos, Carreiras e Salários exclusivo para a categoria, vigorando a partir de 1º de setembro. A divergência estáno valor do piso salarial.A próxima rodada de negociação está marcada para terça-feira (09/09), ficando a assembléia dos médicos para quara-feira (10/09).Visit nosso site!

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