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DIA DO MÉDICO DATA PARA REFLETIR SOBRE MOBILIZAÇÃO E AÇÃO

No Dia dos Médicos, além de festejos e comemorações, devemos colocar uma reflexão sobre um assunto que tem excedido em importância e seriedade a muitos outros. Devemos falar da judicialização da saúde, que a par de seu pretexto de garantir um direito universal à saúde, “dever do Estado”, tem causado enormes dificuldades ao financiamento e à gestão da saúde pública e tem colocado a classe médica no olho do furacão.
Quando falamos de judicialização da Saúde, falamos de judicialização da vida, porque saúde é vida e não um fundamento burocrático ou algo que se decide por sentenças e decretos.
Sobre isso, vale reproduzir, para a reflexão de todos, o Editorial publicado no Estadão de ontem.
Ei-lo:
EDITORIAL ESTADÃO
Judicialização e política

Não se governa um país com o Judiciário, mas com a política, e o grande problema é que no Brasil de hoje as mudanças necessárias para que a política desempenhe seu papel não virão espontaneamente do Congresso Nacional

O Estado de S. Paulo

16 Outubro 2016 | 04h00

Não se governa um país com o Judiciário, mas com a política, e o grande problema é que no Brasil de hoje as mudanças necessárias para que a política desempenhe seu papel não virão espontaneamente do Congresso Nacional, porque, “compreensivelmente, as pessoas não mudam o sistema que as elegeu”. Assim, e isso é política, “a sociedade brasileira, mobilizada, é que deve cobrar as mudanças, começando pelo sistema de justiça, que é o fim do mundo”. Essa é a opinião do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, manifestada em entrevista exclusiva ao Estado, concedida ao repórter Luiz Maklouf Carvalho e publicada na quarta-feira passada.
Quando um ministro da Suprema Corte admite que o sistema de Justiça no Brasil é “o fim do mundo”, é preciso refletir sobre o sentido de suas palavras. Barroso foi nomeado em junho de 2013 por Dilma Rousseff. Dias atrás, ao indeferir mandado de segurança impetrado pelo PT e pelo PCdoB para obter a suspensão de tramitação na Câmara da PEC do teto dos gastos públicos, Barroso afirmou que “o Congresso Nacional é a instância própria para os debates públicos acerca das escolhas políticas a serem feitas pelo Estado”. E enfatizou o princípio de que a disputa em torno de medidas propostas para debelar a crise que o País enfrenta “não é um a questão constitucional, mas política, a ser enfrentada com mobilização social e consciência cívica, e não com judicialização”.
O ministro Barroso não fecha os olhos aos graves problemas da Justiça no Brasil. É enfático ao reconhecê-los, quando perguntado sobre o que o impressiona na Operação Lava Jato: (O que me impressiona é) “nós termos construído um país em que um Direito Penal absolutamente ineficiente não funcionou, durante anos, como mínima prevenção geral para evitar um amplo espectro de criminalidade”. E acrescenta: “Porque não é um episódio, nem dois, nem três. Onde você destampa tem alguma coisa. Nós criamos uma delinquência generalizada no País. E com um contágio que ultrapassa tudo o que seria imaginável”.
Ele é incisivo quando trata da judicialização da política: “Por mais que o Judiciário consiga fazer bem o seu papel, não se governa um país com o Judiciário. É a política que precisa ser reformada”. É essencialmente à política que cabe, portanto, promover a reforma também do Judiciário, o que não impede que ao longo do tempo correções de curso sejam promovidas pelos próprios magistrados, como ocorreu recentemente com a decisão do STF de estabelecer que condenados em segunda instância podem começar a cumprir pena, independentemente do trânsito em julgado de seus processos na instância superior.
Ao colocar o dedo na ferida da “delinquência generalizada (…) que ultrapassa tudo o que seria imaginável”, o ministro Barroso implicitamente sugere um olhar retrospectivo sobre a política brasileira, o que leva à reiteração de uma conclusão óbvia a respeito da maneira como o PT governou o País nos últimos 13 anos. Não foram Lula e o PT que inventaram a “delinquência” na gestão da coisa pública. Essa é uma das características perversas da mentalidade patrimonialista de origem colonial que contamina desde sempre a política no Brasil.
Mas é igualmente indesmentível o fato de que o mesmo partido que chegou ao poder prometendo “passar o País a limpo” chegou também, muito rapidamente, à conclusão de que a adesão aos métodos políticos que passara a vida condenando era o caminho mais rápido e prático para a perpetuação de seu projeto de poder. Quem conta essa história tenebrosa de mensalões e petrolões que enriqueceram os principais figurões do lulopetismo é a crônica policial dos últimos dois anos e meio.
Tem razão o ministro Barroso: a Justiça precisa ser muito aperfeiçoada, mas não é ela que vai tirar o País do buraco. É a política. A boa política. O profilático episódio do impeachment de Dilma Rousseff o comprova. “Acho que logo ali na frente”, preconiza o ministro, “o País vai ter que passar por uma campanha incisiva de desjudicialização da vida.”

A classe médica deve ser chamada à maturidade política, já que aprendeu aprendeu a se mobilizar movida por acontecimentos adversos. Quando o governo de um partido que se dizia dos trabalhadores resolveu importar mão de obra para atuar na área médica sem a devida certificação, contratar essa mão de obra por uma operação de terceirização e negar aos médicos a reivindicação de um piso salarial nacional e de uma carreira de estado, notamos que havíamos sido traídos, que os governantes não tinham, na verdade, compromisso trabalhista. Para eles, como na “Revolução dos Bichos” de Orwell, uns são mais iguais do que os outros.
A maturidade política dos médicos deve levá-los a erguer a voz “por uma campanha incisiva de desjudicialização da vida.”

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora reivindicam PCCS

Fax Sindical.

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

Data: 14 de Setembro de 2016

Assunto – MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA CONTINUAM AGUARDANDO NEGOCIAÇÕES DO PCCS

A classe médica de Juiz de Fora aguarda, com grande interesse, negociações com a administração municipal sobre um plano de cargos, carreira e salários para os médicos que trabalham no município de Juiz de Fora, por entender a importância do mesmo.

Esse assunto frequenta há muitos anos as pautas de reivindicações reiteradamente apresentadas pelo sindicato dos Médicos a sucessivas administrações municipais.

O poder público tem desconhecido o que o movimento sindical médico já percebeu há décadas: o serviço público é cada vez mais ineficiente para atrair e fixar médicos nos serviços assistenciais que a população usuária do SUS necessita. O PCCS dos Médicos poderia resultar em uma iniciativa positiva para reduzir essa ineficiência.

Houve surpresa não agradável entre os médicos municipais com a publicação da PORTARIA N.º 9373 que “cria Grupo de Trabalho para realização de estudos referentes à Carreira de Técnico de Nível Superior, nomeia seus membros e dá outras providências.”

Eis aí exatamente o problema, porque na prefeitura médicos formam um rodapé dos “técnicos de nível superior”, inclusive com remuneração inferior aos demais.

Há muitas distorções, e, entre elas, situações gritantes como a de médicos do PSF (estratégia saúde da família) que atuam em postos de saúde que trabalham 8 horas diárias e receberão aposentadoria como se tivessem carga horária de apenas 4 horas, ou médicos dos serviços de urgência e emergência, que trabalham em condições difíceis e sob estresse elevado e que não perceberão suas gratificações nem de forma proporcional em caso de aposentadoria ou de remoção para outros serviços, configurando uma situação evidentemente injusta (considere que gratificações como as de chefia ou zona rural se incorporam aos vencimentos).

Diz o Art. 5º da portaria do prefeito que: ” O relatório final dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo art. 1º desta Portaria deverá ser submetido à apreciação do titular da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH).”

Até o presente momento não há qualquer razão para supor que os médicos da prefeitura estejam incluídos nos estudos desse grupo de trabalho, haja vista a inexistência de negociações entre as partes sobre essa pauta.

Quem quiser conferir o inteiro teor da portaria pode acessar no link:

https://www.pjf.mg.gov.br/e_atos/e_atos_vis.php?id=48545

 

O SINDICATO NÃO ACEITA RETALIAÇÕES CONTRA OS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA, PORQUE É INJUSTIÇA

FAX SINDICAL.
24 de agosto de 2016.
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata de MG
O SINDICATO NÃO ACEITA RETALIAÇÕES CONTRA OS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA, PORQUE É INJUSTIÇA
Em interlocução feita por meios presenciais e Internet, o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora pôde verificar o clima de tensão que existe entre os médicos que trabalham para o SUS e a administração pública.
Em recente movimento grevista, deflagrado em defesa da
reposição salarial pelas perdas do IPCA, a percepção da maioria dos médicos que trabalham para a Prefeitura de Juiz de Fora foi de que a mobilização e participação da classe foi muito importante ou decisiva para o desfecho do movimento.
Há importante suspeita que a atual atitude de confronto percebida pelos profissionais seja fruto de uma retaliação da administração em relação ao movimento grevista e todos estão atentos a isso.
Por que estão desenterrando defuntos para torná-los zumbis ameaçadores contra os que cumprem a delicada missão de servir no sistema público de saúde?
Uma série de e-mails de 2014, em que uma funcionária, em desvio de função, passava informações à burocracia da SMS, sobre supostas ou imaginadas faltas ao trabalho de plantonistas veio à tona, causando comoção entre os médicos do HPS. Criaram um clima de “big brother”, no sentido orwelliano, como no livro “1984”. O secretário de saúde, à época, é atual candidato a vereador e tem em seu currículo a adesão ao “Mais Médicos” e o patrocínio à vinda de bolsistas terceirizados cubanos para ocupar vagas de médicos da atenção básica.
A PJF levantou outro zumbi ao inverter o ônus da prova e, poupando-se ao trabalho de investigar por seus próprios meios, exigir que alguns médicos comprovem que efetivamente trabalharam em alguns dias de agosto de 2015.
A atual administração municipal deveria reconhecer a importância dos recursos humanos de que ainda dispõe, já que é sabido que são fundamentais para manter o funcionamento do sistema público de saúde, que funciona em equipamentos obsoletos ou inadequados e está sujeito, sistematicamente, à falta de medicamentos e insumos.
Seria interessante que o senhor prefeito e as senhoras secretárias de Administração e Recursos Humanos e da Saúde perceberem que a recepção dessas medidas não está se dando com culpa ou medo, mas está sendo vista como retaliação e gerando descontentamentos e revolta. Há um clima de assédio moral.

 

Reconhecida a incapacidade geral dos serviços públicos de saúde em atrair e fixar a mão de obra altamente qualificada que necessitam, se impõe uma pergunta a S. Exa. o Prefeito e às secretárias de Administração e Recursos Humanos e de Saúde. ONDE ESTÁ O PCCS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA?

Fonte: Sindicato Expresso: O SINDICATO NÃO ACEITA RETALIAÇÕES CONTRA OS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA, PORQUE É INJUSTIÇA

Crise no SUS – trabalho médico no serviço público é difícil e mal remunerado.

FAX SINDICAL
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

13 de Julho de 2016.

CRISE NO SUS EM JUIZ DE FORA.

MÉDICOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA REJEITAM ATRIBUIÇÃO DE NOVAS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

Foi realizada ontem (12/09), à tarde, na sede do Sindicato, reunião entre subsecretário de Atenção Primária e representantes dos médicos da atenção primária (UAPs) e da diretoria do Sindicato para tratar da questão da atribuição de novas funções burocráticas aos médicos das UAPs.

A questão tem preocupado os médicos e a diretoria do Sindicato por atribuir novas funções aos médicos que não são aquelas próprias do trabalho médico e estão além daquelas para os quais os profissionais foram contratados.

Trata-se de marcação de consultas na atenção secundária, trabalho que está, até aqui, ao encargo de uma central de marcação de consultas que foi criada com essa finalidade.

Todos sabemos que um dos setores mais críticos da atenção é a secundária, já que o número de especialistas diminui a cada ano. Querem os gestores “compartilharem” essa crise para o qual não dão resposta adequada. Má remuneração e fala de plano de carreira são espantalhos de médicos no serviço público e um dos setores mais afetados tem sido exatamente a atenção secundária. A maioria dos médicos que atuam no setor é composta por servidores públicos estaduais e federais (ex-INAMPS), cedidos ao município (municipalizados) e grande parte deles já as portas da aposentadoria. Há um franco desmonte do setor e marcar consultas com especialistas se tornará uma tarefa a cada dia mais difícil. Isso os gestores não dizem para a população, que apenas percebe a dificuldade quando necessita ver um especialista. Não é justo envolver nessa crise, prevista e anunciada, os médicos da atenção primária, que já tem seis próprios afazeres. O Sindicato sempre advertiu sobre a incapacidade do serviço público para atrair e ficar médicos, nas atuais condições.

A informação que temos é que nenhum dos médicos da atenção primária se comprometeu com EaD tarefas burocráticas, chamadas, pejorativamente, de “filipetas”. O argumento gestor é sempre o modelo de alguma outra cidade, que ninguém conhece bem como funciona e, que, certamente, atende a peculiaridades que não temos aqui.

Torna-se compreensível a rejeição dos médicos e de sua representação classista a esse tipo de medida que visa aumentar atribuições, em um horizonte de crises sucessivas do SUS e sem perspectiva de melhorias das condições que envolvem o complexo trabalho do médico no serviço público.

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O CONTO DA TERCEIRIZAÇÃO DAS UPAS

O que está por trás da ameaça de desassistência? Há muita coisa além da falta de planejamento.

Terceirização de atividade fim em serviço público de saúde é bom negócio para quem?

Apesar dos problemas e das despesas públicas exageradas envolvidas nesses casos, conforme podemos constatar em matérias citadas abaixo, prosseguem os projetos baseados em terceirização de atividade fim em serviços públicos de saúde. Rumores que circulam em Juiz de Fora dão conta de que há disputa entre grupos de interesses diversos para assumir o controle de UPAs terceirizadas. Com isso fica clara uma pergunta que não quer calar: por que entidades “sem fins lucrativos” disputam tanto à terceirização de serviços públicos de saúde? Onde está o “lucro”?

A terceirização de serviços públicos da saúde costuma ser vista como uma porta aberta ao crime e à corrupção. Já houve casos de pessoas jurídicas que fazem contratos de terceirização de serviços do SUS usarem falsos médicos.

Em setembro de 2015, investigações policiais flagraram falsos médicos atendendo na região de Mairinque e Franca, no interior de São Paulo. Os falsos médicos atendiam usuários do SUS. Recebiam dinheiro público como se médicos de verdade fossem. A negociata foi feita por meio de terceirização de trabalho médico no SUS. Uma OSS, organização social em saúde, espécie de ONG especializada em fazer “gato” (intermediar mão de obra) com trabalhadores da saúde para serviços públicos do SUS, ICV, Instituto de Ciências da Vida, estava envolvida com o negócio.

Ano passado foi instalada, pela Câmara Municipal, uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) para investigar a terceirização de trabalho médico no município de Franca, SP.

O assunto está no site oficial da Câmara daquela cidade: http://site.camarafranca.sp.gov.br/tags/cei

Em abril de 2016 a comissão recomendou a cassação do prefeito. Veja no link http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2016/04/cei-dos-falsos-medicos-recomenda-cassacao-do-prefeito-de-franca-sp.html

Diz a matéria:
“O relatório final da comissão especial de inquérito (CEI) sobre irregularidades na saúde pública em Franca (SP) recomenda que a Câmara instaure um comitê processante pela cassação do prefeito Alexandre Ferreira (PSDB).

“Essa é uma das conclusões apontadas após oito meses de apuração, em um documento de 157 páginas protocolado nesta segunda-feira (11) na Câmara que será lido nesta terça-feira (12) no Legislativo.

“Ele lista irregularidades como improbidade administrativa, quarteirização, falta de fiscalização no contrato e suspeita de manutenção de trabalho análogo à escravidão na contratação de médicos por intermédio do Instituto Ciências da Vida (ICV) para o Pronto-Socorro “Doutor Álvaro Azzuz”, em 2014.

“Também são responsabilizados por irregularidades a secretária municipal de Saúde, Rosane Moscardini e diretores do ICV.

“Não houve fiscalização da Prefeitura em cima do serviço realizado. Não existia uma fiscalização em cima das horas contratadas”, afirma o vereador Daniel Paulo Radaelli (PMDB), relator da CEI.”

Fato que houve graves prejuízos às finanças da municipalidade
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/09/caso-dos-falsos-medicos-pode-ter-gerado-prejuizo-de-quase-r-700-mil.html

No Rio de Janeiro o governo do Estado conclui que os contratos de terceirização não são benéficos aos cofres públicos. Leia mais em http://telegramasindical.blogspot.com.br/2016/06/terceirizacao-de-upas-se-esse-modelo.html?m=1

Em Brasília há um movimento pedindo uma CPI das organizações sociais.

BANCADA DO DF NO SENADO É CONTRA AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NO DF, AFIRMA HÉLIO JOSÉ (PMDB)

http://www.politicadistrital.com.br/2016/07/02/bancada-do-df-no-senado-e-contra-as-organizacoes-sociais-no-df-afirma-helio-jose-pmdb/

#ORGANIZAÇÕESSOCIAIS #OSS #CPIDASOSS #HELIOJOSÉ #PMDB

A terceirização não é um assunto pacífico. Seu questionamento está sendo feito constantemente. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora sempre defendeu o concurso público. Terceirizações vão na contramão do concurso público.

Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

Profissionais de saúde que trabalham em unidades públicas de saúde, além das responsabilidades próprias de cada profissão, agora estão mais expostos do que nunca à violência decorrente da criminalidade que se expande de forma assustadora nesse país.

Enquanto a mídia e as pessoas se preocupam com a horrível corrupção, roubos, furtos e assassinatos, sequestros e golpes, varrem o país e vitimam a cada dia mais trabalhadores.

http://www.alagoas24horas.com.br/981035/criminoso-invade-posto-de-saude-e-leva-dentista-de-refem/

Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

13/06/2016 15:06 Da redação, com Já é Notícia

Alagoas 24 Horas

Polícia Militar de Alagoas

Um criminoso invadiu, na tarde desta segunda-feira, 13, um posto de saúde do Povoado Lagoa do Algodão, zona rural da cidade de Craíbas, e levou uma dentista de refém.

A vítima, que teve o nome preservado, atendia a um paciente quando foi obrigada a ir com o criminoso, que estava com uma espingarda 12. Eles saíram do local no veículo da dentista, um veículo Hyundai HB20, de cor branca e momentos depois, a vítima foi liberada.

Após libertar a dentista, o criminoso,que usava uma camisa verde e calça jeans, seguiu com o carro em direção a cidade de Arapiraca.

A Polícia Militar foi acionada, realizou buscas nas imediações, mas até o momento não localizou o suspeito e nem o veículo. A vítima foi orientada a procurar à Central de Polícia Civil para confeccionar um Boletim de Ocorrências (BO).

Médicos do SUS fazem paralisação dia 15/6 em Juiz de Fora. Em defesa da reposição.

Fax Sindical
14.06.2016
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.

ATENÇÃO MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. AVISO SINDICAL IMPORTANTE.

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PARALISAÇÃO E ASSEMBLEIA PELA REPOSIÇÃO DO IPCA
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AMANHÃ, 15 DE JUNHO, É DIA DE PARALISAÇÃO NA PREFEITURA.

PELA MANHÃ HAVERÁ ASSEMBLEIA GERAL DE TODOS OS SERVIDORES MUNICIPAIS, NA PRAÇA DA ESTAÇÃO, ÀS 8:30 HORAS.

ATENÇÃO!

ASSEMBLEIA ESPECÍFICA D OS MÉDICOS MUNICIPAIS SERÁ À NOITE, 19:30 (DEZENOVE HORAS E TRINTA MINUTOS), DA QUARTA-FEIRA, 15 DE JUNHO DE 2016, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA. Rua Brás Bernardino, 59, Centro, Juiz de Fora.

Na pauta da assembleia deliberações importantes sobre nosso movimento em prol da REPOSIÇÃO do IPCA. Não podemos deixar que nosso salário perca ainda mais poder de compra, enquanto as condições de trabalho estão a cada dia mais difíceis. É pauta única, sobre as medidas que serão tomadas para garantia de nossos direitos. A Assembleia irá decidir. Divulgue, compareça, mobilize.

ATENÇÃO MUNICIPALIZADOS.

O próximo dia 20 cai em uma segunda-feira, o que aumenta o risco de nossa complementação cair em conta com atraso, na terça ou na quarta. Para que o dinheiro entre em conta na segunda é necessário que liberem na sexta. Estejamos todos atentos.

Quem paga a conta da judicialização da Saúde?

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Chega de abuso _ 10 de Junho os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora vão parar

FAX SINDICAL 09.06.16 -> paralisação dia 10 de junho.
NÃO MAIS DEVERES SEM DIREITOS.
ATENÇÃO MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA
PARALISAÇÃO DE ATIVIDADES AMANHÃ, 10 DE JUNHO, EM CONJUNTO COM TODOS OS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS
ASSEMBLEIA PARA DELIBERAR SOBRE A CONTINUIDADE DO MOVIMENTO NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, 15 DE JUNHO, 19 HORAS E TRINTA MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA DE JUIZ DE FORA.
A hora é de mobilização. Por favor, divulguem.

O que os médicos da prefeitura de Juiz de Fora podem esperar da atual administração.
A gota d’água hoje é a recusa em repor as terríveis perdas inflacionárias que acharam um salário que já não é condigno.
No caso dos médicos ainda há outros problemas que podem ser reputados graves. Não vamos nos esquecer que a atual administração municipal introduziu na cidade o programa MAIS MÉDICOS, que, todos os médicos sabem, serviu para financiar a ditadura mais longeva e mais sanguinária da América Latina, que é a de Cuba, além de permitir o exercício de profissionais que se dizem médicos, sem a devida revalidação do diploma.
Mas a coisa não fica feia só por aí. Agora sabemos que a Secretaria Municipal de Saúde quer impingir o exercício de atividades administrativas aos médicos da atenção básica (PSF) e impor o exercício de função de perito para médicos que foram concursados e sempre trabalharam na prestação de assistência à população.
A senhora secretária de saúde argumenta que tal desvio de função seria previsto no Estatuto do Servidor, esquecendo-se levianamente que a maioria dos médicos especialistas da prefeitura não são médicos municipais e sim municipalizados, sendo regidos pelos estatutos próprios do Estado e da União. Portanto, apresenta um argumento esfarrapado para justificar um absurdo.
Diante de tantos absurdos ainda correm todos os servidores municipais o risco de assimilarem uma perda de poder de compra superior a dez por cento esse ano porque, por vez primeira, a PJF entende que não pode conceder a reposição das perdas nem pelo IPCA. Ora, todos sabem que as perdas do funcionalismo são grandes e vão além desse IPCA acumulado, mas a prefeitura se recusa a dar o IPCA.
Não precisam ter dúvidas, nobres colegas médicos, que o momento é de apoiarmos o nosso movimento e paralisar as atividades amanhã, sexta-feira, 10 de junho. Os médicos realizarão uma assembleia no próximo dia 15 de junho, quarta-feira, quando serão debatidos os rumos do movimento. Uma greve ou novas paralisações e outros atos de protestos não estão descartados, porque motivos não bastam. Somos profissionais que lutamos por uma dignidade que tem sido denegada por legisladores, gestores e autoridades. O nosso caminho é reagir por meio da união, que nos dá a força. Quebrar a cadeia da nossa união é a principal arma dos que desvalorizam a nossa profissão e a própria Medicina.
(Correspondência para o Fax Sindical para gh7a@oi.com.br. Ou deixe seu recado no Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora)

sindicatoexpresso.blogspot.com.br/2016/06/chega-de-abuso-10-de-junho-medicos-da.html?m=0

CONFLITOS TRABALHISTAS ENTRE MÉDICOS E PREFEITURA DE JUIZ DE FORA ESTÃO AMPLIANDO

CONFLITOS TRABALHISTAS ENTRE MÉDICOS E PREFEITURA DE JUIZ DE FORA ESTÃO AMPLIANDO

Não bastasse a negativa da prefeitura em conceder sequer a reposição de parte das perdas inflacionárias que achataram os salários dos servidores públicos municipais, representada pelo índice do IPCA, achatando ainda mais salários já defasados, outros problemas muito graves estão surgindo e afetando o trabalho dos médicos da Prefeitura, gerando insegurança e apreensão.

Já é conhecida por todos a falta de segurança nos locais de trabalho, com ocorrências de agressão registradas contra profissionais de várias unidades de saúde, que se soma à falta de condições de trabalho e a recorrente falta de medicamentos e insumos.

Além dessas graves questões, outras estão aparecendo.

Médicos da atenção secundária estão recebendo parecer da assessoria jurídica da Secretaria de Saúde do município que, em tese, os quer obrigar a realizar perícias para o Poder Judiciário. Todos sabemos que o trabalho pericial requer treinamento específico e toma longo tempo, sendo necessário disponibilidade para ouvir pessoas, outros médicos e profissionais, analisar documentos e exames complementares, além do conhecimento dos processos judiciais. É trabalho que normalmente não é feito exclusivamente nos consultórios ou unidades de saúde, exigindo que o profissional leve o dever de casa, para chegar a conclusões as mais exatas e precisas possíveis. Desde o edital de concurso nenhum médico da atenção secundária viu ser incluída entre suas atribuições a realização de perícias. Nenhum foi contratado para isso. A prefeitura nunca ofereceu aos profissionais cursos para formação de peritos. Essa exigência imposta mediante “parecer jurídico” parece de todo descabida e merece ser recusada pelos profissionais.

Por outro lado, os profissionais médicos da atenção primária (PSF) estão sendo obrigados a exercer tarefas auxiliares administrativas, preenchendo as filipetas da CMC (Central de Marcação de Consultas) para pacientes que agendam suas consultas especializadas (atenção secundária). O presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão, levará hoje ao Conselho Municipal de Saúde, documento no qual informa que essas filipetas não serão mais preenchidas pelos profissionais médicos da Saúde da Família que atendem em UAPS.

A atribuição de tarefas que são humilhantes ou depreciativas para a qualificação do profissional, bem como a de grau de dificuldade excessivo e não habituais para a classe de trabalhadores afetada pode indicar prática de assédio moral.

Por tudo isso é necessária a unidade dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora nesse momento crítico, por meio do comparecimento às assembleias e da participação massiva na paralisação coletiva do dia 10 de junho próximo. Há muitas questões ameaçando o trabalho médico na prefeitura, além do achatamento salarial.

PRÓXIMA PARALISAÇÃO – 10 de junho, sexta-feira.
PRÓXIMA ASSEMBLEIA   – 15 DE JUNHO DE 2016, 19 HORAS E TRINTA MINUTOS, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA.

O negócio dos falsos médicos está proliferando no Brasil

Mais médicos? Pessoas que se passam por médicos roubam usuários do SUS

Aumentam os problemas envolvendo o trabalho médico em serviços públicos de saúde. Desta vez a questão a atuação de falsos médicos em hospital universitário do Rio Grande do Sul.

 A polícia investiga um golpe no qual bandidos se passam por médicos dentro do Hospital Universitário de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, para cobrar por exames e cirurgias que não serão realizadas. Em um dos casos, o grupo chegou a pedir resgate de R$ 70 mil, mas a criança tinha morrido há um ano (assista ao vídeo acima a reportagem do Jornal do Almoço).
A babá Priscila Dias recebeu um telefone no domingo no qual um homem dizia ser do Hospital  Universitário de Santa Maria (HUSM). Ele afirmou que o filho do casal precisava de uma transfusão de sangue urgente. No entanto, a criança tinha morrido no ano passado.

A matéria completa pode ser lida clicando no link http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/10/policia-investiga-golpe-de-bandidos-que-se-passam-por-medicos-no-rs.html