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O neoliberalismo não convive bem com a democracia. 

A SUSTENTAÇÃO DO NEOLIBERALISMO – Como uma ideia perversa sobrevive?

G. Sette – 13:30


A SUSTENTAÇÃO DO NEOLIBERALISMO 
 “A formação do ser neoliberal” é um interessante artigo publicado no site Outras Palavras. É uma resenha feita por Eleutério F. S. Prado do livro “El ser neoliberal” (Gedisa, 2018) de Pierre Dardot e Christian Laval. O neoliberalismo se mantém não por uma ideologia, mas pela produção e reprodução de uma subjetividade. A matéria coloca o perfil dessa subjetividade neoliberal: “Empresário de si mesmo. Iludido pelo consumo. Alienado da natureza. Suscetível a seitas que o impedem de desabar”. O neoliberalismo é colocado, também nessa obra, como nocivo à democracia. Essa tese é defendida, com evidências e fortes argumentos pelo filósofo Grégoire Chamayou, em entrevista que pode ser lida em http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/585343-para-se-defender-o-neoliberalismo-faz-a-democracia-se-esgotar-entrevista-com-gregoire-chamayou

“Em novo livro, Pierre Dardot e Christian Laval mostram como a nova racionalidade capitalista criou o sujeito que a reproduz. ” 
“No livro El ser neoliberal (Gedisa, 2018), publicado na Espanha, os pesquisadores franceses Pierre Dardot e Christian Laval mais uma vez interpretam o neoliberalismo, não como uma ideologia, mas como uma racionalidade e uma mentalidade que se impõe. Uma ideologia é uma representação do mundo – nele baseada, mas em última análise falsa ou apenas aparente. Uma racionalidade é algo que constitui o ser social em sua prática cotidiana, posta historicamente por meio de práticas de poder que, segundo Foucault, são também formas de governar as mentalidades. 
 O modo de produção capitalista sob a regência do neoliberalismo é, segundo os autores, inseparável da produção contínua de uma subjetividade apropriada.” Vale a pena ler a matéria em https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/a-formacao-do-ser-neoliberal/

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Paulo Guedes

Médicos cubanos no Brasil na Justiça contra trabalho análogo à escravidão terceirizado pela OPAS para financiar governo de Cuba

 

Em um raro ato de desafio coletivo, dezenas de médicos cubanos que trabalham no exterior para ganhar dinheiro para suas famílias e seu país estão movendo processos judiciais para romper fileiras com o governo cubano, exigindo ser libertados do que um juiz chamou de “uma forma de trabalho escravo”.

Milhares de médicos cubanos trabalham no exterior sob contrato com as autoridades cubanas. Países como o Brasil pagam ao governo comunista da ilha milhões de dólares por mês para fornecer serviços médicos, o que efetivamente torna os médicos de Cuba sua exportação mais valiosa.

Aumento do turismo tira comida do prato dos cubanos
Raúl Castro diz que Lula sofre ‘perseguição política’
Cuba ganha primeiro shopping de luxo
Mas os médicos recebem uma pequena parte desse dinheiro, e um número cada vez maior dos que estão no Brasil começou a se rebelar. No ano passado, pelo menos 150 médicos cubanos moveram ações em tribunais brasileiros para contestar o acordo, exigindo ser tratados como profissionais independentes, ganhando salários plenos, e não como agentes do Estado cubano.

“Quando você sai de Cuba pela primeira vez, descobre muitas coisas que não sabia”, disse Yaili Jiménez Gutierrez, uma das médicas que moveu a ação. “Chega uma hora em que você se cansa de ser escravo.”

Screenshot 2017-09-30 at 22.57.14.png Operação de terceirização em escala internacional patrocinada pela OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), permite que funcionários cubanos recebam menos de um terço dos seus salários. O restante vai para o governo ditatorial de Cuba e para burocratas da OPAS.

Cubanos na Justiça brasileira contra trabalho em condições análogas à escravidão patrocinado pela OPAS e que ajuda a financiar a ditadura de Cuba. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2017/09/29/medicos-cubanos-se-revoltam-no-brasil-voce-se-cansa-de-ser-um-escravo.htm

Sindicato Expresso: Um governo sem rumo: Ministro da Educação vem a público dizer idiotices sobre a Medicina.

Um governo sem rumo: Ministro da Educação vem a público dizer idiotices sobre a Medicina.

Não sabemos o
entendimento que o sr. Renato Janine Ribeiro, que é ministro da
educação de um governo rejeitado por 71% da população que diz
governar, quando vem a público afirmar que “mais educação, mais
médicos” sobre questões relativas à Medicina e ao trabalho
médico. Pessoas interessadas em verificar a credibilidade daquilo
que houve poderão perguntar: _ O que o ministro Janine entende de
Medicina? A resposta mais evidente é: _ Não entende NADA!
Basta ler o que ele
diz e faz publicar triunfalmente. Sim, podem acreditar. Existem
idiotices triunfalistas. Está aí o Janine que não deixa ninguém mentir:

Cabe ao MEC, na atual gestão, expandir as vagas de graduação em
medicina e residência médica, sobretudo nas cidades do interior,
muitas das quais não possuem nem mesmo um médico lá residindo. O
compromisso do MEC, nesse sentido, é não apenas com a quantidade de
cursos, mas com a qualidade deles. Eis alguns de nossos critérios: o
número de leitos do SUS para utilização acadêmica deve ser maior
ou igual a 5 por aluno.

Os estágios finais dos cursos, que ocupam a fase final da formação no
5º e 6º anos da graduação em Medicina, chamados de Internato,
devem ter no mínimo 30% de sua carga horária voltada ao ensino da
atenção básica e da urgência e emergência. Além disso, todos os
médicos que almejam ser especialistas deverão realizar formação
de um a dois anos junto a programas de residência em Medicina Geral
de Família e Comunidade, mesmo que sigam outra especialidade médica.
Os novos cursos autorizados pelo MEC devem ter pelo menos três
programas de residência em especialidades prementes: clínica
médica, cirurgia, ginecologia-obstetrícia, pediatria e medicina da
família.
Serão criadas 11,4 mil vagas de graduação até 2017, sendo que 5.306
delas já foram autorizadas pelo MEC para 82 municípios, dentre os
quais 27 não tinham graduação em medicina. Para a residência
médica, 12,4 mil vagas para formação de especialistas estarão
disponíveis até 2018, sendo que 4.742 delas já foram autorizadas.
Para os cursos de medicina criados ou previstos nas universidades
federais, foram liberadas 880 novas vagas para docentes.

Fonte:
Renato Janine Ribeiro: “Mais educação, mais médicos” – Correio do Estado

Sindicato Expresso: Um governo sem rumo: Ministro da Educação vem a público dizer idiotices sobre a Medicina..