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Quem paga a conta da judicialização da Saúde?

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Municípios não conseguem pagar as contas da municipalização: #CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar

#CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar

Os servidores públicos municipais de São Vicente, SP, privados de receber total ou parcialmente seus vencimentos, ameaçam greve. A população se preocupa com o risco iminente de paralisação do hospital municipal. Os municípios brasileiros assumiram responsabilidades com os serviços públicos de saúde que são superiores à capacidade da maioria deles em bancar serviços de qualidade. A burocracia do Ministério da Saúde, que, de fato, controla a gestão da saúde pública no Brasil, finge que o problema não existe. E a cada semana, infelizmente, podemos publicar aqui retratos da crise que assola o SUS.

Matéria completa em -> Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente podem parar – A Tribuna

A situação pode piorar se a Prefeitura não cumprir o acordo firmado com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Vicente (Sindservsv) na semana passada, que é de quitar as cestas básicas de junho e julho, além das horas extras de junho. Se isso ocorrer, conforme estabelecido em assembleia, o funcionalismo deflagrará greve geral a partir da meia-noite.
Nas ruas, o tom é de preocupação. A Reportagem esteve no saguão do Hospital Municipal (antigo Crei)  e ouviu inúmeros questionamentos de populares sobre uma possível paralisação dos profissionais da Saúde. “Já não temos hospital decente. Se fechar isso daqui, é para a gente morrer sem atendimento”, preocupou-se o aposentado Osmar Dias.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar.

JÁ PAGAMOS UM TRILHÃO EM IMPOSTOS.

Para comer, vestir, morar, andar de ônibus, viajar, abastecer o carro, tomar uma cerveja ou fazer uma viagem de férias pagamos impostos. E ainda tem o de renda, que vai lhe abocanhar parte do seu salário ignorando as suas despesas, o seu consumo e o seu padrão de vida. Para onde vai tanto dinheiro? Para melhorar a saúde dos brasileiros é que não vai. A Câmara de Deputados e a equipe econômica resistem até à emenda da Saúde (PEC-29 Projeto de Emenda Constitucional 29), que define critérios para o financiamento do setor. Essa é uma pergunta que vem à mente de todos que conhecem o impostômetro, mecanismo criado para calcular todos os impostos que agravam o dia a dia do brasileiro e caem em cofres públicos. A enorme fortuna daria para fazer muita coisa. Mas devemos nos perguntar até que ponto ela é usada no interesse geral? Quem quiser conhecer o impostômetro e o que poderia ser gasto com a gigantesca quantia arrecadada em impostos taxas e contribuições, pode consultar o site InfoMoney, na página http://tinyurl.com/4h5e3k


Brasileiros completam R$ 1 trilhão em tributos pagos

Por: Roberta de Matos Vilas Boas

15/12/08 – 13h27

InfoMoney

SÃO PAULO – Faltam pouco mais de duas semanas para o fim do ano, mas os brasileiros já registraram um recorde, no pagamento de tributos federais, estaduais e municipais. Isso porque, no início da tarde desta segunda-feira (15), precisamente às 13h27, o impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) chegou à marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos, taxas e contribuições. Em todo o ano passado, o valor arrecadado chegou a R$ 921 bilhões.

A expectativa inicial da ACSP e do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) era de que a marca de R$ 1 trilhão seria atingida no fim do ano, mas, devido à velocidade do crescimento da arrecadação, a previsão foi revista para a primeira quinzena de dezembro, o que se confirmou na próxima semana.

O crescimento na arrecadação ocorreu mesmo com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), no início deste ano.

O impostômetro está instalado na sede da ACSP, na cidade de São Paulo, e é possível ser visualizado pela internet, no site www.impostometro.com.br

O que poderia ser feito?

Como todo esse dinheiro arrecadado, seria possível construir mais de 74 milhões de casas populares de 40 m2, ou 83 milhões de salas de aula equipadas, ou ainda pagar mais de 2,630 bilhões de salários mínimos.

Além disso, também seria possível comprar mais de 44 milhões de carros populares ou 6,247 bilhões de cestas básicas.

Melhorar a situação da saúde também seria possível, já que com todo esse montante dá para fornecer medicamentos para toda a população brasileira por 445 meses, ou construir mais de 3,982 milhões de postos de saúde equipados.

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