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PREFEITURA DE JUIZ DE FORA – MÉDICOS ESTADUAIS CEDIDOS À PREFEITURA EXIGEM ISONOMIA


 FAX SINDICAL – 30 DE JANEIRO DE 2020

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais.

ASSUNTO: PONTO BIOMÉTRICO MUNICIPAL PARA SERVIDORES ESTADUAIS CEDIDOS AO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA. SITUAÇÂO DA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Impasse entre médicos estaduais cedidos ao município de Juiz de Fora (SUS) e Prefeitura de Juiz de Fora.

Médicos estaduais municipalizados do SUS de Juiz de Fora não estão sendo tratados com isonomia pela prefeitura.

Nesse caso há dois pesos e duas medidas, que é uma expressão que denuncia, como se sabe, uma injustiça e uma desonestidade – o julgamento de atos semelhantes segundo critérios diversos, conforme seus autores sejam mais ou menos simpáticos a quem julga, conforme o ensinamento do reconhecido professor Pasquale Cipro.

O ponto biométrico foi adotado, segundo o modelo clássico de organização do trabalho industrial, para controle rigoroso do horário de trabalho dos servidores públicos municipais. É obra da administração do ex-prefeito Custódio de Mattos, sendo secretario de administração do ex-prefeito o sr. Vítor Valverde. A resolução da antiga administração municipal, posteriormente rejeitada nas urnas, foi estendida pela atual administração (do dr. Antônio Almas, continuador de Bruno Siqueira) aos servidores estaduais cedidos à prefeitura (municipalizados), já que se acham sob gestão do município. Mas, nesse caso, não foi dado tratamento igual, aquilo que se chama (ou se chamava) ISONOMIA foi amplamente desconsiderado.
Aplica-se o peso do controle biométrico do ponto para os servidores estaduais cedidos à prefeitura, sem a medida da carga horária adotada pela gestão municipal. E isso afeta especialmente todos aqueles servidores municipalizados que atuam em serviços de urgência e emergência, como se o relógio pudesse regular as necessidades geradas pelas emergências conforme a imposição das horas e do tempo. Não é uma situação igual a desligar uma máquina quando se toca a sirene ou a sineta de fim de expediente.


Desde julho de 2019, quando essa situação foi acertada entre o sindicato e a secretaria de Administração e Recursos Humanos essa situação permanece sem desfecho ou conclusão. Diante disso fica claro que há uma tremenda má vontade da administração municipal em resolver a questão e uma incapacidade da Superintendência Estadual de Saúde de proteger os trabalhadores do serviço público estadual. Isonomia não é privilégio, é direito.

Nesse quadro não é de se esperar boa vontade dos profissionais e de quem os representa diante de exigência que parece tão descabida. Os profissionais afetados se reunirão para discutir os rumos da situação e o sindicato vai reavaliar as negociações com a prefeitura. Estamos todos, servidores públicos, cientes de que houve uma quebra de confiança.

O Sindicato dos Médicos passará novas informações aos interessados conforme o desenrolar dos acontecimentos. Vamos nos mobilizar e agir. Solicitamos a todos os médicos estaduais municipalizados que atuam em unidades de urgência e emergência que entrem em contato com o sindicato.

Juiz de Fora, 30 de janeiro de 2020

#CRISEnoSUS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – ASSEMBLEIA GERAL POR ISONOMIA E EQUIPARAÇÃO

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***** FAX SINDICAL  13 / 03 / 2 0 1 4 *****

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***** .’. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata .’. *****

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*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***

Juiz de Fora, 13 de março de 2014

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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA FARÃO ASSEMBLÉIA NO DIA 18 DE MARÇO

 

PAUTA: CAMPANHA POR EQUIPARAÇÃO SALARIAL E ISONOMIA.

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora – Muitos, talvez a maioria, já sabe que a Prefeitura de Juiz de Fora aderiu ao programa “Mais Médicos”, apesar da alta relação de médicos por habitante existente na cidade e da existência aqui de três faculdades de Medicina.

 

Essa medida inopinada, causou, em princípio, o afastamento de médicos locais, filhos de famílias locais, moradores da cidade, que foram aprovados em prova de seleção pública para contrato temporário na atenção básica e não serão mais convocados. Serão substituídos pelos bolsistas do programa “Mais Médicos”.

 

O programa “Mais Médicos” prevê que cada profissional contratado por ele, além de dispensa de prova de revalidação, receba 10.000 (dez mil) reais, além de auxílios para moradia e transporte (contrapartida do município).

 

Não considera o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora que haja justiça em se atribuir a um bolsista que vai atuar tal qual um profissional dos serviços públicos de saúde um salário que seja bem superior aquele que a Prefeitura de Juiz de Fora pratica com seus médicos, efetivos, temporários e terceirizados (UPAs).

 

Considerando que ainda existe o princípio da Isonomia o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora vai apresentar à Prefeitura a reivindicação de que se respeite esse princípio e, descartando o cinismo das doutrinas prejudiciais e a prática nociva da desigualdade que sacrificam a isonomia, estabeleça, de modo imediato, a igualdade entre a remuneração dos bolsistas que a administração municipal convocou e a dos médicos municipais de Juiz de Fora.

 

Para que isso se viabilize, torna-se necessária a presença massiva dos médicos municipais na Assembléia Geral dos Médicos Municipais da Prefeitura de Juiz de Fora, a se realizar na próxima terça-feira, 18 de março de 2014, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, cita à rua Braz Bernardino, 59 – centro – Juiz de Fora.

 

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA  – TODOS A ASSEMBLÉIA GERAL – PAUTA ÚNICA – EQUIPARAÇÃO E ISONOMIA JÁ!

QUANDO E ONDE?

DIA 18 DE MARÇO DE 2014 – TERÇA-FEIRA – 19 HORAS E 30 MINUTOS – SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA. RUA BRAZ BERNARDINO,59 – CENTRO – JUIZ DE FORA -MG