Arquivos de tags: mais impostos

Governo Dilma quer ressuscitar a CPMF. “Mais Impostos” sob pretexto de financiar a saúde.

Governo Dilma quer ressuscitar a CPMF. “Mais Impostos” sob pretexto de financiar a saúde.

Adib Jatene faleceu em 2014. O necrológio do cardiologista Adib Jatene registra que ele “atuou como ministro da saúde dos presidentes Fernando Collor de Melo, por oito meses, no ano de 1992; e Fernando Henrique Cardoso, entre 1995-1996. Foi durante este período que criou a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), para financiar a saúde pública. ”

(Fonte: http://portalamazonia.com/noticias-detalhe/cidades/morre-cardiologista-acreano-adib-jatene/)

Adib Jatene ficou com essa pecha na sua biografia, lembrada no seu necrológio, que foi a invenção de um novo imposto, para agravar ainda mais os bolsos dos brasileiros, que seria para “financiar a saúde pública” e, bem nos lembramos, serviu para muita coisa, menos para financiar a saúde pública.

Mas, como muitos já esqueceram, o governo de Dilma joga a suposta “memória curta do eleitor” para tentar emplacar, mais uma vez, a mesma fracassada experiência. E isso já não é segredo para ninguém.

O ministro Artur Chioro é o homem que quer enfiar a mão no bolso do contribuinte. A questão é saber se os congressistas também apostarão na “memória curta do eleitor” e aprovarão alegremente a criação de mais impostos. A burocracia do Ministério da Saúde já está em ação e Chioro acredita já ter convencido o Planalto. O Planalto, se aceita os argumentos do Ministro da Saúde, prova que está sem crítica de sua impopularidade. Os burocratas do Ministério da Saúde não se preocupam com isso. Afinal simpatizam com o modelo cubano.

Leia a matéria sobre as tramóias para criar um “Mais Impostos” na matéria -> Governo propõe recriar CPMF com alíquota de 0,38% e vinculação à saúde – Economia – Estadão

O governo vai propor a recriação da CPMF, mesmo enfrentando a resistência de parlamentares e empresários. Pela proposta, será cobrado 0,38% sobre cada movimentação financeira, a mesma alíquota que vigorava em 2007, quando a contribuição foi extinta. A decisão foi tomada nesta quinta-feira pelos ministros da equipe econômica e pela presidente Dilma Rousseff. Na segunda-feira, o anúncio deve ser feito junto com a proposta de lei orçamentária para 2016.
A expectativa é que a recriação do tributo seja proposta por emenda à Constituição. As estimativas do governo apontam que, com alíquota de 0,38%, a CPMF poderia trazer aos cofres públicos cerca de R$ 70 bilhões ao longo de um ano.

Fonte: Telegrama Sindical: Governo Dilma quer ressuscitar a CPMF. “Mais Impostos” sob pretexto de financiar a saúde.

Municípios não conseguem pagar as contas da municipalização: #CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar

#CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar

Os servidores públicos municipais de São Vicente, SP, privados de receber total ou parcialmente seus vencimentos, ameaçam greve. A população se preocupa com o risco iminente de paralisação do hospital municipal. Os municípios brasileiros assumiram responsabilidades com os serviços públicos de saúde que são superiores à capacidade da maioria deles em bancar serviços de qualidade. A burocracia do Ministério da Saúde, que, de fato, controla a gestão da saúde pública no Brasil, finge que o problema não existe. E a cada semana, infelizmente, podemos publicar aqui retratos da crise que assola o SUS.

Matéria completa em -> Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente podem parar – A Tribuna

A situação pode piorar se a Prefeitura não cumprir o acordo firmado com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Vicente (Sindservsv) na semana passada, que é de quitar as cestas básicas de junho e julho, além das horas extras de junho. Se isso ocorrer, conforme estabelecido em assembleia, o funcionalismo deflagrará greve geral a partir da meia-noite.
Nas ruas, o tom é de preocupação. A Reportagem esteve no saguão do Hospital Municipal (antigo Crei)  e ouviu inúmeros questionamentos de populares sobre uma possível paralisação dos profissionais da Saúde. “Já não temos hospital decente. Se fechar isso daqui, é para a gente morrer sem atendimento”, preocupou-se o aposentado Osmar Dias.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS Em meio à crise, servidores da Saúde em São Vicente, litoral de SP, podem parar.