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Médicos cubanos que fugiram da Venezuela protestam na Colômbia por visto dos EUA

 

Médicos cubanos que fugiram da Venezuela protestam por visto dos EUA

Médicos cubanos fogem às centenas da Venezuela. Um grupo de mais de cem protesta na Colômbia, onde estão refugiados, pedindo vistos para seguirem viagem para os EUA. As condições de trabalho oferecidas aos médicos cubanos na Venezuela são análogas à escravidão e a vida deles é agravada pela falta de alimentos, material de higiene e limpeza e medicamentos pela qual passa o país bolivariano.

Médicos cubanos que fugiram da Venezuela protestam por visto dos EUA – Internacional – Estado de Minas

Usando jalecos e portando seus diplomas, os médicos cubanos se juntaram em uma praça em Bogotá e muitos descreveram que as péssimas condições e tratamento na Venezuela estão levando muitos cubanos a atravessar a fronteira para a Colômbia em busca de um novo começo nos Estados Unidos. Fonte: Associated Press.

Telegrama Sindical: Médicos cubanos que fugiram da Venezuela protestam por visto dos EUA.

Telegrama Sindical: Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos

Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos

Descobriram mais uma utilidade para os médicos cubanos: prática
anti-sindical. O governo de Gana vai convocar médicos cubanos para
suprir os médicos do serviço público do país que estão em greve por
melhores condições nos contratos de trabalho. O governo foge às
negociações, por ser governo autoritário, e apela a médicos cubanos para
afrontar os sindicatos locais que representam os profissionais de
saúde. Mais uma vez se demonstra que uma ditadura, mesmo sendo de
esquerda e comunista, está disposta a contribuir nas lutas de governos
autoritários e corruptos contra os próprios trabalhadores. Matéria
completa na página ->Governo do Gana chama médicos cubanos para aliviar efeitos de greve – Mundo – RTP Notícias

Cerca de 2.800 médicos do serviço público

começaram a faltar ao serviço nos departamentos de ambulatório antes de a greve

se estender aos serviços de emergência. As equipas médicas de hospitais

militares, que se mantiveram em atividade na capital, dizem que têm recebido

civis para tratamentos hospitalares.

O Governo diz que esta paralisação é ilegal e que

só vai haver espaço para negociações quando os médicos, que se queixam de más condições

de trabalho, voltarem ao trabalho.

Os médicos em greve exigem habitação, vestuário e

subsídios de deslocação para os médicos seniores, assim como carros de

serviço. Pedem

ainda um aumento no pagamento das horas extra, pós-graduações gratuitas,

melhores pensões e cuidados de saúde gratuitos no es

Sindicato Expresso: MÉDICOS CUBANOS SÃO USADOS CONTRA MOVIMENTOS GREVISTAS NA ÁFRICA. REPRESSÃO ULTRAMARINA.

Telegrama Sindical: Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos.

Sindicato Expresso: Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil

Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil

O Dr. Renato Azevedo Jr., conselheiro do CRM SP, faz uma fundamentada análise dos dois anos do programa “Mais Médicos”, que foi celebrada com festejos pelo governo federal. Destaca o modelo adotado, que não foi fundado na certificação dos profissionais, mediante exames e provas, que foge inteiramente das experiências adotadas em outras parte do mundo civilizado. Ele destaca que : – “O termo “intercambista” foi criado pela própria Lei dos Mais Médicos a fim de burlar as leis trabalhistas. Como intercambistas eles são médicos “em programa de aperfeiçoamento” (conforme o texto da Lei) e, portanto, recebem “bolsa de estudos” e não salários. Como tal, deveriam contar com a presença de tutores e supervisores, o que não ocorre em inúmeros locais e nem mesmo se sabe se tais tutores e supervisores existem.”

E, ainda afirma, ao tratar dos descaminhos da Medicina sob a batuta do atual governo:

“A afirmação que o programa atende 63 milhões de pessoas, repetido à exaustão pelo Governo Federal como forma de propaganda, está sujeita a uma verificação isenta e independente, até pelo tamanho absurdo do número apresentado.

O anúncio da criação de novas vagas de Residência Médica esconde que a maioria será para o programa Saúde da Família e que, nas outras especialidades, o médico residente terá de cumprir, obrigatoriamente, 1 a 2 anos no programa. Fatalmente haverá impacto negativo na formação de especialistas no País.

O Programa Mais Especialidades ainda é uma incógnita, pois até o momento, mesmo questionado, o Ministério da Saúde não explicitou nem detalhou o que será este programa.

Persiste a marcha da insensatez da abertura desenfreada de novas escolas de Medicina no Brasil, sem nenhuma garantia de qualidade.”

A matéria completa pode ser lida clicando no link ->http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,777549,Dois_anos_do_Programa_Mais_Medicos_-_Por_Renato_Azevedo_,777549,9.htm 

Sindicato Expresso: Dois anos do Programa Mais Médicos e outros abusos contra a qualidade da Medicina praticada no Brasil.