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COVID-19: Vacina salvou 54 mil mortes de idosos no Brasil em 8 meses –

A vacina poderia ter salvo muito mais vidas. Infelizmente o negacionismo do governo federal e o apoio ao negacionismo na extrema direita, inclusive médicos, causou uma tragédia análoga ao genocídio. Esperamos que os processos decorrentes das investigações da CPI da COVID não deixe esses monstros impunes.

A vacinação contra a COVID-19 salvou a vida de 54 a 63 mil idosos durante os primeiros oito meses de 2021. Também evitou de 158 mil a 178 mil internações de pessoas com 60 anos ou mais em hospitais brasileiros, no mesmo período. Os números, divulgados na revista científica The Lancet Regional Health Americas, podem ser ainda melhores. Isso porque fazem parte de uma análise considerada “conservadora” pelos autores do estudo, integrantes do Observatório COVID-19 BR.
— Ler em www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/11/22/interna_bem_viver,1424127/covid-19-vacina-salvou-54-mil-mortes-de-idosos-no-brasil-em-8-meses.shtml

Médicos do país criam documento com propostas para os primeiros 100 dias do governo Lula

Médicos e entidades que representam a classe debateram neste sábado, por zoom, ao longo de 3 horas, propostas na área de saúde para serem executadas nos primeiros 100 dias do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Elas serão entregues a Geraldo Alckmin e Aloizio Mercadante, coordenadores do grupo de transição do governo Lula.
Liderada pela cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, a reunião teve a participação de 25 profissionais de saúde das mais variadas especialidades. Entre eles, os infectologistas Julio Croda, Alexandre Naime, Luana Araújo, Rosana Richtmann e Alberto Chebato, a pneumologista Margareth Dalcomo, o oncologista e ex-ministro Nelson Teich, os epidemiologistas Wanderson Oliveira e Pedro Hallal e o pesquisador brasileiro da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, André Kalil.
Entre as propostas que serão formalizadas, estão as seguintes:
– Reestabelecer imediatamente o protagonismo do Ministério da Saúde na área de comunicação. Isso vai resultar em benefícios imediatos para a população;
– Revisão imediata das formações das câmaras técnicas e núcleos do Ministério da Saúde para incluir pessoas técnicas qualificadas e de sociedades médicas para ter a ciência como protagonista;
– Uniformizar o calendário da vacinação de Covid-19 no país – Lidar com transparência e velocidade na compra e distribuição de vacinas de covid-19 para o ano de 2023
– Agir rapidamente para evitar risco de desabastecimento de vacinas, insumos, medicamentos, testes e insumos;
– Dar total independência às agências de saúde para se ter a ciência determinado as políticas públicas;
– Ter políticas específicas de cuidado de doentes críticos, idosos, e na área de saúde mental.
— Ler em valor.globo.com/politica/noticia/2022/11/19/mdicos-do-pas-criam-documento-com-propostas-para-os-primeiros-100-dias-do-governo-lula.ghtml

Rio Saúde: Processo Seletivo admite médicos com salários de até 15 mil

Seleção é destinada ao preenchimento de 18 vagas ofertadas em diferentes especialidades; confira
— Ler em www.pciconcursos.com.br/noticias/rio-saude-processo-seletivo-admite-medicos-com-salarios-de-ate-15-mil

Sindicato dos Médicos quer exoneração de gestora da UPA da Cidade Nova, em Ananindeua, após denúncia de assédio moral

Abusos contra o exercício da Medicina se repetem em UPAs do Pará, diante do silêncio cúmplice das autoridades. É uma luta contínua e indispensável pelo respeito ao exercício profissional diante de gestores irresponsável e sem compromisso com a saúde da população.

“A liberação de um paciente com indicação de internação, por um lado, enseja, para o médico, risco de responsabilização ético-profissional, cível e criminal; e por outro, constitui conduta irresponsável, que põe em risco a segurança e mesmo a vida do paciente”.
— Ler em g1.globo.com/pa/para/noticia/2022/11/18/sindicato-dos-medicos-quer-exoneracao-de-gestora-da-upa-da-cidade-nova-em-ananindeua-apos-denuncia-de-assedio-moral.ghtml

Polícia Civil de MG contra classe médica.

Está se ampliando no Estado de Minas Gerais uma guerra movida pela Polícia Civil e IML contra a classe médica.

Os policiais, em uso e abuso de sua autoridade, estão obrigando médicos de serviços de urgência e emergência, geralmente superlotados, a atenderem casos que seriam obrigação do IML. A autoridade ainda usa em excesso seus poderes para ameaças e processos contra os profissionais de saúde.

O prevaricador se torna prevaricado? Observamos que a maioria das UPAs é terceirizada e seus trabalhadores não são servidores públicos, portanto não poderiam responder por prevaricação.

“Segundo a Polícia Civil, em setembro de 2020, o médico atendia como plantonista na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e lhe foi apresentado o cadáver de pessoa em situação de rua, devidamente identificada e que havia morrido de causa natural. O servidor público teria se negado a declarar o óbito e afirmado que isto seria um “problema do delegado”.”

CPI da COVID permitiu entender porque Brasil teve impressionante número de óbitos per capita pela pandemia

A CPI da COVID foi um desses momentos de grande revelação de informações úteis aos interessados na situação do Brasil. Teve uma capacidade imensa de revelar fatos até então desconhecidos da maioria, fazendo revelações decisivas a quem interessa entender a realidade dos problemas brasileiros nesse momento difícil. Teve um poder de revelação de fatos tão impactante quanto a vaza jato, que mostrou, por conversas entre magistrados e procuradores, uma conspiração hedionda.

Está registrado o escandaloso número de mortos per per capita no Brasil durante a pandemia. A CPI revelou a causa disso.

Veja o levantamento dos dados:

COVID deaths worldwide were highest in Peru, topping a list that compares deaths per million in 206 countries worldwide.
— Read on www.statista.com/statistics/1104709/coronavirus-deaths-worldwide-per-million-inhabitants/

Vídeo é evidência de participação do CFM no gabinete da cloroquina

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(Na foto, vários integrantes do gabinete da cloroquina reunidos)


A reunião conspiratória foi realizada
18 horas do domingo, 19 de julho de 2020.

The Intercept Brasil acaba de divulgar uma verdadeira bomba, mostrando a participação de conselheiros com cargos no Conselho Federal de Medicina em reunião do gabinete paralelo da cloroquina, montado pelo governo com a finalidade de infundir na população a falsa ideia de que havia um tratamento milagroso para COVID e que as pessoas podiam trabalhar tranquilamente, desprezando as medidas não farmacológicas de profilaxia, como o isolamento social, o uso de máscaras e a desinfecção das mãos.

Informa o site The Intercept: "Naquele momento de 2020, a cloroquina, que faz parte do infame kit covid, já era considerada comprovadamente ineficaz contra o vírus que já matou quase 600 mil brasileiros pela agência de vigilância sanitária dos EUA e por estudos da Universidade de Oxford, na Inglaterra, publicados antes da reunião. A Organização Mundial de Saúde, a OMS, já havia suspendido seus estudos com a droga como possível tratamento para a covid-19.  Hoje, sabe-se ainda mais: o uso da droga aumentou a mortalidade pela doença."

A matéria pode ser lida em No gabinete paralelo, vice do CFM incentiva uso de cloroquina (theintercept.com)

O vídeo, onde se vê diretores do CFM incentivando o uso inadequado de cloroquina, pode ser visto em https://youtu.be/z91YrNJRn1I

Carlos Wizard, ouvido na CPI, estava presente. Ele é tido como um dos articuladores do gabinete paralelo.

"Além dos conselheiros do CFM e de Wizard,  dezenas de pessoas participaram do encontro, como a médica Nise Yamaguchi, e dois ocupantes de cargos de nomeação política no Ministério da Saúde: a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Mayra Pinheiro (que ficou conhecida como Capitã Cloroquina) e o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti Neto. Todos eles tinham interlocução direta com Bolsonaro e outros propagandistas do movimento pelo ineficaz tratamento precoce da covid-19.

Promover a ideia de um remédio milagroso contra a doença era estimulado pelo presidente da República para que a população saísse à rua, apesar dos riscos, na esperança de movimentar a economia."

A cumplicidade do CFM diante do morticínio pela pandemia. “Falta alguém em Nuremberg”.

“O Conselho Federal de Medicina (CFM), em nome dos mais de 530 mil médicos brasileiros, vem publicamente manifestar sua indignação quanto a manifestações que revelam ausência de civilidade e respeito no trato de senadores com relação a depoentes e convidados médicos no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.” (Verificado às 16:15 de 17/10/21 em https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-publica-mocao-de-repudio-em-defesa-do-medico-ao-respeito-e-a-civilidade-na-cpi-da-pandemia/) Esse manifesto do órgão que deveria fiscalizar o exercício ético da Medicina foi publicado em 02 de junho de 2021, ocorrido no dia 01/06/21, confira em https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2021/06/4928231-acompanhe-o-depoimento-de-nise-yamaguchi-na-cpi-da-covid.html ). Ele tem endereço certo, a defesa de uma médica que, contra todas as evidências científicas, defendia tratamentos alternativos comprovadamente ineficazes contra a COVID, inclusive a aplicação de ozônio via retal.

O CFM usava um conceito alargado de “autonomia médica”, alheio à evidência e à bioética, como se médicos fossem deuses e se a prescrição off label não fosse algo experimental, que merecesse um acompanhamento sistemático e próximo.

O CFM não falava em nome dos 530 mil médicos brasileiros, mas em nome de minorias barulhentas em redes sociais e agrupadas em camarilhas no WhatsApp e outros aplicativos do celular, gente que mal se conhece, perfis fake e que fazem uma comunicação fragmentária e ocasional em um meio vulnerável a falsificações e fake news. A prova é que figuras de destaque da Medicina brasileira sempre questionaram o comportamento do CFM.

“Médicos como Drauzio Varella, Margareth Dalcolmo, Paulo Niemeyer, Daniel Tabak, Ligia Bahia, Roberto Medronho, Benilton Bezerra, Daniel Becker, Fabio Miranda, Gonzalo Vecina, Jurandir Freire, Paulo Chapchap e Paulo Lotufo lançaram manifesto questionando a representação do Conselho Federal de Medicina quanto à recomendação da cloroquina para tratamento da covid-19. “Como médicos, comprometidos com a melhoria da saúde no país, discordamos de posições do Conselho Federal de Medicina contrárias à apuração das responsabilidades e omissões para o enfrentamento da pandemia de covid-19”.” ( Confira em http://informe.ensp.fiocruz.br/noticias/51892 ).

O CFM esteve, por seu uso temerário da ideia de autonomia médica, associado à liberação do ineficaz e perigoso kit COVID. Isso era um discurso do presidente da República e de setores empresariais, que achavam que as medidas não farmacológicas de prevenção da pandemia causariam impactos em atividades produtivas e que era preciso iludir a população com a informação falsa de que seria possível vencer a COVID com medicamentos. Em julho de 2020, todos já sabiam que havia evidências suficientes para saber que esses medicamentos eram ineficazes. O CFM foi protagonista de uma farsa, associando-se a um governo que propugnava o negacionismo e era citado como mau exemplo para o mundo no combate a COVID. O resultado desse equívoco foram 600 mil mortos. A posição do CFM sobre o kit COVID foi contestada publicamente (https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/04/19/especialistas-defendem-comunicacao-ciencia-e-vacina-contra-pandemia ).

O presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, atacou a CPI da COVID, que deixou em evidência a prática nefasta dos hóspedes do poder contra a pandemia. Disse o sr. Mauro:”“Os membros da CPI deixaram clara sua opção de dar palanque àqueles que mantém um discurso alinhado com determinada visão, distante da realidade enfrentada pelos médicos na linha de frente contra a covid-19, e não dar voz ao Conselho Federal de Medicina (CFM) como representante daqueles que têm dado o máximo na luta contra essa doença, às vezes com o sacrifício de sua própria saúde ou vida” (Confira em https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/presidente-do-cfm-acusa-cpi-de-narrativa-falaciosa-apos-investigacao/ ). O termo “narrativa” é comum nas bocas bolsonaristas para se referir a declarações coerentes que não os agradam. Afinal, não são amigos de narrativa e sim de teorias conspiratórias. As palavras traíram o sr. Mauro.

Em claro descaso contra as 600 mil vítimas dos erros do governo no combate à pandemia e dos fracassos, repetidos em ecos, dos tratamentos precoces falsos contra a COVID o sr. Mauro do CFM atacou o mensageiro (a CPI da COVID) e não negou sua aliança indefectível com os falsos tratamentos. (https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/investigado-presidente-do-cfm-ataca-cpi-e-diz-que-nao-mudara-recomendacao-sobre-remedios-ineficazes/ ).

O Sr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro, do CFM, já tem ficha suja. Ele é acusado de faltar mais de 800 plantões na Santa Casa de Campo Grande, em MS, onde trabalhava e é objeto de processo movido pelo Ministério Público. (Confira em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/02/19/ministerio-publico-pede-demissao-de-presidente-do-conselho-federal-de-medicina-apos-medico-faltar-873-vezes-ao-trabalho-na-santa-casa-de-campo-grande.ghtml ).

Agora, o homem que não fazia os plantões que deveria fazer, afrontando claramente o Código de Ética Médica, aparece em público para defender os falsos tratamentos precoces, usados como cortina de fumaça numa tentativa vã de justificar a conduta errática de um governo que, por sua inércia, pela propina da vacina que atrasou a vacinação do povo brasileiro, permitiu que tivéssemos mais de 600 mil mortos na pandemia, enlutando famílias e amigos e trazendo dor e sofrimento ao país inteiro.

Falta alguém em Nuremberg.

Médica “pela verdade” é denunciada por induzir pacientes a mentir em exames

Fundadora do Médicos Pela Verdade em Portugal, anestesiologista é investigada por ensinar pessoas a mentir para enganar testes de COVID e produzir falsos negativos.

Essa conduta monstruosa e criminosamente foi denunciada na imprensa portuguesa.

Diz o site do jornal Público ( em https://www.publico.pt/2020/11/23/sociedade/noticia/cofundadora-medicos-verdade-receitou-estrategias-enganar-testes-covid19-1940367 ):

“As queixas contra a desinformação dos “Médicos pela Verdade” acumulam-se na Ordem dos Médicos. Esta segunda-feira, o Observador deu conta de uma série de mensagens na aplicação Telegram, em que a anestesiologista e co-fundadora da página, Maria Gomes de Oliveira, terá procurado passar receitas e conselhos sobre como ludibriar os testes à covid-19.”

“O objectivo dos que procuravam ajuda da médica era tentar obter resultados negativos, que as permitisse manter os contactos habituais. Entre os vários conselhos para eliminar “todos os restos virais” das fossas nasais e da garganta, onde são recolhidas as amostras através das zaragatoas, Maria de Oliveira terá recomendado limpeza constante dessas áreas, “alimentos frescos e variados com muita fruta e legumes”, jejum antes do exame, repouso, entre outras “ajudas”.”

A picaretagem chegou ao conhecimento da imprensa pelo acesso a mensagens de aplicativos de celular nas quais a “médica pela verdade” ensinava as pessoas a mentir. Muito grave difusão de fake news e essas atitudes contrárias à saúde pública.

Mau exemplo para o mundo, Brasil na pandemia é igual orquestra sem maestro

A pandemia tem causado muita dor e apreensão no Brasil. Diante da falta de liderança e coordenação do governo federal, municípios, estados e grande parte dos magistrados têm se desdobrando para garantir condições mínimas de sanidade. O quadro geral é semelhante a uma orquestra sem maestro.

O Brasil tem sido um mau exemplo na condução da crise sanitária decorrente da pandemia. Não se sabe, com exatidão, o quanto de estado a desinformação tem causado. Como consequência disso há um certo desleixo em relação a medidas conhecidas e eficazes para reduzir a propagação do vírus: distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos com álcool gel ou água e sabão. O resultado disso é um número expressivo de mortes, infecções e ocupação de leitos hospitalares em decorrência da pandemia.

O presidente da República diz, demonstrando falta de conhecimento, de sensibilidade e de informação, que a segunda onda é “conversinha”. Esses diminutivos são lamentáveis, como aquela de que COVID era resfriadinho ou que “todo mundo morre um dia”, como se não houvessem mortes evitáveis. Prosseguem as ondas de fake news relacionadas com a pandemia. Muitas são desprovidas de qualquer coerência e fundamento. Como essa que diz que médicos alemães (sem citar qualquer instituição séria ou referencias em revistas científicas reconhecidas) teriam descoberto que as mortes por COVID seriam causadas por uma bactéria e que o sinal 5G teria algo a ver com isso.

Publicação em:

https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=https://oglobo.globo.com/fato-ou-fake/e-fake-que-medicos-alemaes-descobriram-que-mortes-por-coronavirus-sao-causadas-por-uma-bacteria-que-covid-19-amplificada-pelo-5g-1-24745254&ct=ga&cd=CAEYAioUMTU1NTE1MzAyNjcxNDI3OTQ4NTcyHWVmZjRmZDFiNTQ1MzA0MDk6Y29tLmJyOnB0OkJS&usg=AFQjCNGDZ5NVJnk1FkTfDPjGheXtGDPENQ

Em São Paulo, médicos de 14 hospitais privados já informaram aumento do número de internações por COVID.

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/11/13/einstein-registra-aumento-de-internacoes-por-covid-19-medicos-de-outros-14-hospitais-privados-da-capital-ja-apontavam-alta.ghtml

Enquanto isso podemos ler em https://www.brasildefato.com.br/2020/11/13/indicacao-de-militar-para-cargo-na-anvisa-e-tiro-de-bolsonaro-contra-a-saude que Bolsonaro, que já tem um ministro da saúde que não é da área de saúde, nomeou mais um militar para cargo na ANVISA. O ministro da Saúde foi escolhido porque Bolsonaro não queria um gestor de saúde competente no cargo, mas alguém que se curvasse à sua vontade e não se recusasse a avalizar as ideias presidenciais baseadas em fatos alternativos, pós-verdade e pseudociência, colhidas em redes sociais, de gurus e falsários de todos os tipos.

Orquestra sem maestro. Nau sem rumo. Assim está o Brasil na pandemia. E o medo de adoecer e morrer, ao lado do risco concreto de que isso aconteça, continua povoando o dia a dia da população.