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Seguem ações do governo federal para sufocar a representatividade dos trabalhadores e a organização do trabalho

É sabida a má vontade do presidente Bolsonaro, e dos círculos que representam os interesses que influenciam as decisões sociais e econômicas de seu governo, em relação à representatividade dos trabalhadores. Até aqui o governo federal brasileiro tem feito o que pode para diminuir a importância da representação classista e da organização do trabalho no Brasil. Muitos não se acham surpreendidos, mas a cada dia surgem medidas que revelam atitude persecutória de autoridades e governantes contra sindicatos.

Sobre o assunto publicamos mais esse recorte. A Portaria n. 21.595/2020, publicada em primeiro de outubro, é uma clara iniciativa de asfixiar a representatividade dos servidores públicos federais.

A informação pode ser lida em

https://jornaldebrasilia.com.br/politica-e-poder/a-nova-violacao-a-sindicatos-de-servidores-publicos/

“Agora, em nova tentativa de prejudicar as entidades sindicais, foi editada a Portaria n. 21.595/2020, no dia 1º de outubro, que veda a realização dessa cobrança por todas as entidades vinculadas ao SIPEC — ou seja, todas as instituições que exercem atividades relacionadas à administração de pessoal da Presidência da República, seus Ministérios e demais órgãos do governo.

Diversos são os vícios contidos na Portaria. Dentre esses, merece destaque a afronta ao princípio da autonomia sindical, o qual assegura a autogestão dos sindicatos, sem a interferência do Poder Público. Nesse caso, a Administração Pública imiscui-se na esfera organizacional das entidades, ao dificultar arbitrariamente a captação de recursos que viabilizam o desempenho de suas atividades.”

Entenda porque o servidor público não é o problema do Brasil.

sindicatoexpresso.blogspot.com/2020/11/pec32-entenda-porque-o-servidor-publico.html

Diferente do que aparece nas discussões pautadas pelo governo e pela mídia, o servidor público não é o problema do Brasil. Hospitais, escolas e segurança pública não funcionariam se não fossem as pessoas que lá atuam. Se quisermos entender um problema, temos que ouvir diferentes pontos de vista.

Em live a ser realizada hoje, 10 de novembro, a partir das 18 horas, o Sintrajud de São Paulo, representação classista dos servidores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo, tratará da PEC 32, a proposta de reforma administrativa do governo.

No debate será colocada a falácia que domina a discussão no governo e na mídia, de que o problema do Brasil é o servidor público. O assunto será exposto pela auditora fiscal aposentada Maria Lúcia Fatorelli, coordenadora da ONG Auditoria Cidadã da Dívida.

A matéria pode ser lida em https://www.sintrajud.org.br/maria-lucia-fattorelli-discute-impactos-da-pec-32-em-live-do-sindicato-nesta-3a/

No Facebook a live poderá ser vista em https://www.facebook.com/sintrajud e no YouTube, em https://www.youtube.com/user/sintrajud1

“Os impactos da ‘reforma’ administrativa na vida da população e os benefícios que serão direcionados para o capital financeiro serão o tema da  live do Sintrajud que acontece nesta terça-feira, 10 de novembro, às 18h, com transmissão no Facebook, YouTube e aqui pelo site.

Para conversar com os servidores sobre o tema, a diretoria do Sindicato convidou auditora fiscal aposentada Maria Lucia Fattorelli, coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida, que irá esclarecer como é falacioso o argumento utilizado pelos governos de que o problema do Brasil é o servidor público. O diretor do Sindicato e da Fenajufe Fabiano dos Santos também vai participar da conversa.”

https://sindicatoexpresso.blogspot.com/2020/11/pec32-entenda-porque-o-servidor-publico.html

Governo Bolsonaro passa informações fake na ECONOMIA

Governo Bolsonaro passa informações fake na Economia

*Pesquisa DATAFOLHA , divulgada hoje, 08dez2019, mostra que a percepção negativa dos brasileiros em relação ao atual governo estabilizou. E por qual razão? O jornal explica:

“Reprovação ao governo continua elevada, mas se estabilizou em meio a otimismo com a lenta retomada da atividade.”

(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/12/reacao-da-economia-freia-perda-de-popularidade-de-bolsonaro-diz-datafolha.shtml )

*Mas essa percepção constatada na pesquisa apresenta divergências com aquelas dos investidores internacionais, conforme matéria foi “Financial Times”. “Não é teoria da conspiração de blogueiro de esquerda, como se costuma acusar. O prestigioso – e conservador – conservador Financial Times publica hoje que “Falha nos dados econômicos brasileiros desperta preocupações entre analistas”

*”Referência da área econômica, jornal britânico ouviu especialistas que apontam ‘incompetência’ do Ministério da Economia por erros nos cálculos das exportações, o que desperta desconfiança no mercado internacional.” (Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/12/04/internas_economia,1105848/ )

*A impressão que fica é que os brasileiros estão aceitando informações que os investidores internacionais vêem com desconfiança. (Segundo o prestigiado jornal conservador, especializado em Economia, FINANCIAL TIMES).

*O portal de notícias NEXO JORNAL informa, em matéria bem completa, o erro do governo na apuração de dados, que colocou em xeque os dados oficiais. (Link para a matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/12/04/Por-que-os-dados-econ%C3%B4micos-do-governo-est%C3%A3o-em-xeque ).

*”A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia anunciou em 28 de novembro uma revisão dos números da balança comercial brasileira para aquele mês. A mudança nos valores foi expressiva – quase de US$ 4 bilhões – e transformou o saldo das primeiras quatro semanas do mês de negativo para positivo.”

*”A justificativa oficial apresentada pela secretaria foi de que houve um erro humano no momento da transmissão dos dados. A falha teria ocorrido por um descumprimento das recomendações pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) no momento da coleta de dados de exportações enviados por empresas. O erro atingiu somente as exportações, sem haver necessidade de revisar os números das importações.”

*”Conforme apurou o Financial Times, o erro levou agentes do mercado a desconfiarem da credibilidade dos dados econômicos brasileiros.”

*O atual governo demonstra que fake news não existiram apenas na campanha eleitoral que o levou a se hospedar no poder e nem no mecanismo governista nas redes sociais. Instalou-se também na Economia.