Arquivos de tags: movimento médico de 25 de outubro

Médicos de MT aderm ao protesto de 25 de outubro e denunciam situação grave do serviço público de saúde

Médicos de MT vão protestar contra más condições na rede pública de saúde

Fonte: Só Notícias com assessoria

 

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT), Sindicato dos Médicos (Sindmed) e Associação Médica (AMMT) se reunirão, segunda-feira, às 14h, para anunciar os detalhes da paralisação ao atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país, contra as más condições de assistência e a baixa remuneração dos profissionais oferecidas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização nacional em defesa da rede pública quer chamar a atenção da sociedade e dos tomadores de decisão para a crise instalada na assistência em saúde na rede pública.

O clima de insatisfação é grande e em Mato Grosso os profissionais paralisarão os atendimentos eletivos por 24 horas. A assessoria do CRM informa que “a adesão ao protesto é voluntária e apenas os atendimentos eletivos (consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos agendados) serão suspensos. Os setores de urgência e emergência dos prontos-socorros, hospitais e ambulatórios não serão atingidos”.

Hoje, por exemplo, a justiça ordenou que fossem transferidos pacientes que estavam no chão ou em pé esperando atendimentos no Pronto Socorro de Várzea Grande. Algumas cidades estão sem repasses de verbas na saúde pública desde março. A Secretaria Estadual de Saúde ainda não se manifestou sobre os atrasos.

 
http://www.sonoticias.com.br/noticias/11/137865/medicos-de-mt-vao-protestar-contra-mas-condicoes-na-rede-publica-de-saude

Médicos paulistas mobilizados para o 25 de outubro

Médicos do SUS promovem mobilização nesta semana

Na próxima terça-feira, médicos de todo o Brasil que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) realizarão uma mobilização de reivindicação.

De acordo com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Regional de Medicina (Cremesp), os médicos irão protestar, em ações programadas em todos os estados, contra a baixa remuneração, as más condições de trabalho, a insuficiência de recursos e a precariedade da assistência prestada à população no sistema público de saúde.

“Na cidade de São Paulo serão realizadas audiências públicas na Assembléia Legislativa, quando serão debatidos a situação dos médicos, o financiamento do SUS nas três esferas do governo, entre outros”.

Em todo o Estado de São Paulo, 10.694 médicos estão vinculados diretamente à Secretaria de Estado da Saúde, sem contar os contratados em hospitais universitários e outros empregadores do SUS.

“As entidades médicas irão apresentar dados sobre os baixos salários pagos pelos médicos do estado e a falta de isonomia salarial entre médicos da mesma rede”.

Além disso, os médicos da rede estadual reivindicam Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos e o piso nacional da Federação Nacional dos Médicos, de R$ 9.188,22 para a jornada de 20 horas semanais.

“O concurso anunciado pela Secretaria de Estado da Saúde, com vagas para 700 médicos, prevê salário de R$ 1.757,25 para 20 horas”.

Segundo o presidente da Associação Médica do Iamspe, Otelo Chino Júnior, os médicos vão aderir à paralisação para denunciar o sucateamento do Hospital do Servidor Estadual e a ausência de um plano de cargos e salários para os médicos do Estado.

Já o médico pneumologista de Catanduva, Renato Macchione, afirma que a implantação do SUS a partir da constituição de 1988 definiu deveres, direitos, obrigações, amplas diretrizes democráticas e uma política pública inclusiva.

“Entretanto, a origem dos recursos não foi definida, pois a partir daquela época ficou separada da previdência”.

Ele ressalta que atualmente os municípios têm investido mais de 20%, o estado quase 10% e o Governo Federal menos de 8%. “Além disso, a tabela do SUS está defasada há mais de 10 anos para pagamento de Hospitais e prestadores”.

E afirma que a intenção não é a paralisação, pois os mais prejudicados seriam as pessoas que utilizam o Sistema. “Mas uma manifestação de esclarecimento à população a partir dos conselhos de saúde, Câmaras Municipais e imprensa, sobre a necessidade de financiamento adequado sem a criação de novos impostos”.
http://www.oregional.com.br/portal/detalhe-noticia.asp?Not=265678

Fax Sindical 951 MOBILIZAÇÃO PARA O 25 DE OUTUBRO AVANÇA EM MINAS E NO BRASIL – Movimento Médico reage a crise do SUS

Fax Sindical 951

Médicos do SUS param em 25 de outubro

A Comissão Nacional Pró-SUS anuncia os atos que deverão ocorrer em Brasília para respaldar o movimento nacional de indignação dos médicos do SUS, em 25 de outubro

Seg, 17 de Outubro de 2011

Médicos que atuam na saúde pública pretendem paralisar as atividades no dia 25 de outubro. A decisão foi tomada em Bra­sília, durante encontro de lideranças médicas ligadas a conselhos de medicina, sindicatos e associações médicas de todo o país.

“Os problemas do SUS continuam com uma série de impasses e desafios. Vemos improvisações e falta de  rumo.  O  quadro
 geral é  muito preocupan-te e precisamos nos posicionar”, declarou o 2º vice-presidente do CFM, coordenador da Comissão Nacional Pró-SUS, Aloísio Tibiriçá.

A articulação do movi-mento será feita pela comissão – que agrega o Conselho Federal de Medi­cina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Na reunião  de  5  de  agosto, que decidiu pela parali-sação, vários representan-tes estaduais dos médicos manifestaram desconten-tamento com as condições de trabalho na saúde pública.

Paralisação   – O Dia Nacional de Paralisação, 25 de outubro, será precedido de atividades organizadas pelos Estados e culminará com a presença das lideranças em Brasília para mobilizações no Congresso e no Ministério da Saúde, previstas para o dia 26.

Os itens da pauta nacional são: melhor remuneração, Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV), condições adequadas de trabalho, assistência de qualidade para a população, financiamento maior e permanente para o SUS e qualificação da gestão pública. Os Estados, por sua vez, poderão agregar lutas às suas pautas que atendam as especificidades regionais.

Fonte: Agência Brasil

SINDICATO DOS MÉDICOS DE MINAS GERAIS ANUNCIA PARALISAÇÃO E APOIO AO MOVIMENTO DOS MÉDICOS DO SUS

25 de outubro: médicos do sistema público de saúde em Minas Gerais vão parar no Dia Nacional de Protesto

Os médicos que trabalham no sistema público de saúde em Minas Gerais ( SUS, Fhemig e Ipsemg) irão paralisar os atendimentos eletivos (consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos agendados) no dia 25 de outubro, “Dia nacional de protesto dos médicos pela defesa da saúde pública”. O objetivo do movimento é chamar a atenção das autoridades para a necessidade de mais recursos para a saúde, qualidade na assistência à população e melhores condições de trabalho e remuneração para os profissionais.

No dia 10 de outubro, o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais realizou, em sua sede em Belo Horizonte, uma assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o assunto, sendo decidido, por unanimidade, pela paralisação. O protesto não atingirá os setores de urgência e emergência dos prontos-socorros, hospitais e ambulatórios.

 Participaram da assembleia, além do presidente do Sinmed-MG, Cristiano da Matta Machado e diretores do sindicato, representantes do Conselho Regional de Medicina (CRMMG), da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG),  da Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

 Movimento nacional  

 O movimento dos médicos mineiros faz parte de um movimento de caráter nacional para chamar a atenção da sociedade e dos tomadores de decisão para a crise instalada na assistência em saúde na rede pública.

Os pontos balizadores do movimento são: melhor remuneração no SUS; financiamento maior e permanente para a saúde; assistência de qualidade para a população; gestão profissional; melhores condições de trabalho; plano de cargos, carreiras e vencimentos; carreira do estado, tabela do SUS e piso nacional para o médico.

 A coordenação nacional do movimento – que conta com representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) –deixou a critério de cada estado decidir as ações de mobilização, sendo que a paralisação já foi definida em vários estados. O movimento tem o apoio da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), responsáveis por atendimento de 65% dos pacientes do SUS no país.

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A FENAM mobilizada em defesa do SUS e da dignidade médica

A FENAM anuncia sua mobilização e ações para o movimento de 25 de outubro. Confira na página
http://falamedico.wordpress.com/2011/10/17/mobilizacao-nacional-e-destaque-no-boletim-eletronico-da-comissao-nacional-pro-sus/

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