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Campanha Salarial dos Médicos da Rede Privada de Juiz de Fora e Zona da Mata – 2018

Sindicato Expresso nº6 – 2018.

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

Data: 06 de agosto de 2018.

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ASSEMBLEIA GERAL DOS MÉDICOS DA REDE PRIVADA.

Pauta: Campanha Salarial 2018 da Rede Privada.

Público-alvo: Médicos celetistas (que trabalham com carteira assinada) de hospitais, clínicas, organizações sociais, operadoras de planos de saúde e de outros empregadores privados, filantrópicos ou do terceiro setor.

Data, local e hora da ASSEMBLEIA GERAL

Dia 07 de agosto de 2018, terça-feira, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (Rua Braz Bernardino, 59 – Centro), às 19 horas e 30 minutos em primeira convocação.

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MUITO IMPORTANTE

A presença de todos os interessados é muito importante. O momento é lutar por contratos de trabalho justos e remuneração decente, além de condições dignas de trabalho. Tudo isso depende da mobilização dos médicos interessados. Não deixem de comparecer.

Congresso Sindical debate reforma trabalhista

Entre os dias 12 e 15 de setembro, a Confederação dos Sindicatos Brasileiros, CSB, realizará em Belo Horizonte um Congresso que terá como tema o debate da reforma trabalhista e suas repercussões sobre a organização do trabalho e o funcionamento dos sindicatos.

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

#CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

 A falta de capacidade do serviço público em atrair e fixar profissionais médicos é de todos conhecida. A falta de respeito ao trabalho médico é recorrente. Esse blog está cheio de exemplos. Agora, mais um caso. Em Salvador. Médicos faziam plantão em UPA, equipamento público de saúde, sem terem sido submetidos a certame público e, nem ao menos terem suas carteiras de trabalho assinadas. Carteira assinada, até prova em contrário, é dever do empregador e direito do empregado. Esse não pode ser “o SUS que dá certo”.

A matéria sobre o a greve dos plantonistas da UPA está em ->

G1 – Após 47 dias, médicos da UPA de Escada encerram greve, diz sindicato – notícias em Bahia

“A empresa também se comprometeu em assinar as carteiras dos médicos e
vai atender as reivindicações relacionada às condições de trabalho, que
eram bastante precárias. Além disso, também ficou definido que haverá
recomposição através de pagamento  por causa dos dias parados”, disse
Magalhães, em contato com o G1.

Paralisação

Os médicos estavam com as atividades paralisada desde o dia 10 de julho. Por dia, a UPA de Escada recebe cerca de 500 pessoas.

Entre as pautas de reivindicações destavam a garantia de contratação
sob o vínculo CLT, mediante solicitação formal do profissional, valor
diferenciado para os plantões dos finais de semana, aumento do número de
ortopedistas no plantão noturno e clínicos no plantão diurno e
melhorias na segurança do local e das condições de trabalho.

Durante a greve, o sindicato informou que apenas pacientes com risco de
morte estavam sendo atendidos na unidade, além dos que já estavam
internados, e que outras pessoas eram encaminhada para outros locais.

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

#CRISEnoSUS – Greves de médicos retratam incapacidade do sistema em construir uma política de RH consistente

#CRISEnoSUS – Greves de médicos retratam incapacidade do sistema em construir uma política de RH consistente

O SUS tem como um de seus pontos fracos a falta de um plano de carreiras, cargos e vencimentos que seja adequado para atrair e fixar médicos no sistema. Junte-se a isso a existência de condições de trabalho deploráveis e a contratação precária, por meio de terceirizações e contratos temporários. Não souberam fazer do sistema um lugar hospitaleiro para o trabalho médico. Essas tensões trabalhistas têm gerado greves, pedidos de demissão, rotatividade de mão de obra e outros pontos negativos que comprometem frequentemente a regularidade e normalidade dos serviços públicos de saúde. Há também casos de comportamento desrespeitoso de gestores e autoridades em relação ao trabalho médico, incluindo prática de assédio moral sob várias formas, atrasos e parcelamentos de pagamento, salários pífios. 

As entidades representativas da classe médica propuseram a carreira de estado para médico. O Congresso aprovou, mas a presidente Dilma vetou. Ao que tudo indica agindo por orientação do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

G1 – Prefeitura diz que não dará reajuste e greve dos médicos continua em MS – notícias em Mato Grosso do Sul

Greve
Médicos da Remus voltaram a entrar em greve desde a noite do último sábado (15). Segundo o Sinmed, 30% dos profissionais estão atendendo nas unidades de saúde.
Na época, a Sesau informou, por meio da assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar sobre o início da paralisação. De acordo com o sindicato, o principal motivo é o não reajuste anual. A categoria reclama dos constantes descumprimentos de prazos estabelecidos em acordo firmado anteriormente entre sindicato e prefeitura.
Na quarta-feira (19), os salários atrasados da categoria foram pagos. A prefeitura esperava que os médicos voltassem ao trabalho na quinta-feira (20), mas a paralisação foi mantida.

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Greves de médicos retratam incapacidade do sistema em construir uma política de RH consistente.

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora debatem proposta do governo para regulamentação da carga horária especial

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#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

Para dissipar dúvidas, é necessário mostrar aqui retratos de uma crise que se agrava: a crise no SUS, o sistema público de saúde do Brasil. Embora municipalizado, todo o sistema funciona com grande dose de centralização, dependendo de repasse de recursos pelo governo federal e de decisões tomadas por uma poderosa burocracia incrustada no Ministério da Saúde, órgão do governo federal.

Em Campo Grande, bem que os médicos dos serviços de urgência e emergência e da atenção básica tentaram. Fizeram uma greve para melhorar sua remuneração, seu contrato de trabalho, suas condições para exercer a profissão com dignidade e oferecer um serviço de qualidade aos necessitados. Como o movimento não resultou em diálogo e não houve a construção de uma agenda positiva, os pedidos de demissão se multiplicaram. O coordenador do SAMU na cidade revela que houve aumento expressivo dos atendimentos das ambulância após a diminuição do quadro de médicos do SUS naquela capital. A matéria completa está na página (link) -> Greve e redução de médicos em unidades sobrecarregam Samu – Correio do Estado

De acordo com o coordenador do Samu na Capital, José Eduardo Cury, o número de ligações recebidas saltou de uma média de 32 mil, no começo do ano, para 43 mil (em média) nos meses de maio, junho e julho. Aumento de 34%. Ele atribui o problema ao deficit de médicos nas unidades de urgência e emergência da Capital, além do longo período de greve da categoria.
Cury afirma que a sobrecarga ocorreu justamente durante os meses em que houve paralisação dos profissionais da saúde no município. “Em função dessas greves muitos profissionais acabaram se desligando da rede municipal  de saúde e as unidades de urgência e atenção básica ficaram sem ter como fechar seus quadros de plantões”, explica.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU.

Sindicato Expresso: SERVIDORES MUNICIPAIS ESTÃO ENTRANDO EM GREVE POR NÃO RECEBEREM SALÁRIOS. É o caso do município de Americana.

Sindicato Expresso: SERVIDORES MUNICIPAIS ESTÃO ENTRANDO EM GREVE POR NÃO RECEBEREM SALÁRIOS. É o caso do município de Americana..

SERVIDORES MUNICIPAIS ESTÃO ENTRANDO EM GREVE POR NÃO RECEBEREM SALÁRIOS. É o caso do município de Americana.

O serviço público municipal no Brasil passa por um momento difícil. Muitas prefeituras, levadas pela queda de receita, estão enfrentando sérias dificuldades para manter a remuneração dos municipários e garantir a regularidade e continuidade dos serviços públicos, mesmo essenciais. Um dos casos é o da cidade de Americana, no interior de SP, onde os servidores municipais prometem entrar em greve se não receberem integralmente a remuneração que lhes é devida até à meia-noite de segunda-feira.

Servidores prometem greve na terça se salário não cairJornal TodoDia

O SSPMA (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Americana) anunciou ontem a deflagração de greve caso os salários dos servidores não sejam pagos integralmente até à meia-noite de segunda-feira.

#CRISEnoSUS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA – ASSEMBLEIA GERAL POR ISONOMIA E EQUIPARAÇÃO

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***** FAX SINDICAL  13 / 03 / 2 0 1 4 *****

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***** .’. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata .’. *****

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*** Unido na luta em defesa do trabalho decente e do reconhecimento do mérito, para uma saúde de qualidade para todos os brasileiros ***

Juiz de Fora, 13 de março de 2014

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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA FARÃO ASSEMBLÉIA NO DIA 18 DE MARÇO

 

PAUTA: CAMPANHA POR EQUIPARAÇÃO SALARIAL E ISONOMIA.

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora – Muitos, talvez a maioria, já sabe que a Prefeitura de Juiz de Fora aderiu ao programa “Mais Médicos”, apesar da alta relação de médicos por habitante existente na cidade e da existência aqui de três faculdades de Medicina.

 

Essa medida inopinada, causou, em princípio, o afastamento de médicos locais, filhos de famílias locais, moradores da cidade, que foram aprovados em prova de seleção pública para contrato temporário na atenção básica e não serão mais convocados. Serão substituídos pelos bolsistas do programa “Mais Médicos”.

 

O programa “Mais Médicos” prevê que cada profissional contratado por ele, além de dispensa de prova de revalidação, receba 10.000 (dez mil) reais, além de auxílios para moradia e transporte (contrapartida do município).

 

Não considera o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora que haja justiça em se atribuir a um bolsista que vai atuar tal qual um profissional dos serviços públicos de saúde um salário que seja bem superior aquele que a Prefeitura de Juiz de Fora pratica com seus médicos, efetivos, temporários e terceirizados (UPAs).

 

Considerando que ainda existe o princípio da Isonomia o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora vai apresentar à Prefeitura a reivindicação de que se respeite esse princípio e, descartando o cinismo das doutrinas prejudiciais e a prática nociva da desigualdade que sacrificam a isonomia, estabeleça, de modo imediato, a igualdade entre a remuneração dos bolsistas que a administração municipal convocou e a dos médicos municipais de Juiz de Fora.

 

Para que isso se viabilize, torna-se necessária a presença massiva dos médicos municipais na Assembléia Geral dos Médicos Municipais da Prefeitura de Juiz de Fora, a se realizar na próxima terça-feira, 18 de março de 2014, às 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, cita à rua Braz Bernardino, 59 – centro – Juiz de Fora.

 

MÉDICOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA  – TODOS A ASSEMBLÉIA GERAL – PAUTA ÚNICA – EQUIPARAÇÃO E ISONOMIA JÁ!

QUANDO E ONDE?

DIA 18 DE MARÇO DE 2014 – TERÇA-FEIRA – 19 HORAS E 30 MINUTOS – SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE JUIZ DE FORA. RUA BRAZ BERNARDINO,59 – CENTRO – JUIZ DE FORA -MG

JUSTIÇA ESTADUAL DIZ QUE É ILEGAL GREVE QUE NEM COMEÇOU

http://m.g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/05/justica-barra-greve-prevista-dos-servidores-municipais-de-campinas.html

Em Campinas, mais uma vez, demonstra-se a Justiça comum (estadual) mostra uma postura questionável para resolver conflitos trabalhistas envolvendo empregados do setor público. Neste caso específico o juiz singular exerce seu poder proibindo uma greve que ainda não aconteceu. A sentença é uma cassação, de fato, do direito de greve e uma evidente ação contrária à organização do trabalho.

Em nada lucram as instituições e a democracia com a marginalização do movimento sindical e a criminalização dos atos legítimos que lhes são próprios.

Informa a matéria divulgada hoje no Globo on-line:

“”” A Prefeitura de Campinas obteve uma liminar que declara a ilegalidade da greve dos servidores públicos municipais, marcada para ter início nesta segunda-feira (27). O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Wagner Roby Gidaro, acatou o pedido, que proíbe piquetes e estipula multas e responsabilidades criminais caso a decisão descumprida.
Em seu despacho, Gidaro especifica que o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Campinas “se abstenha de qualquer conduta que impeça a entrada de pessoas (funcionários ou populares) no Paço Municipal e no Hospital Municipal Mário Gatti” “””

O Brasil precisa regulamentar e aplicar, por meio de leis próprias, a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho, para que esses atentados contra a atividade sindical e os direitos sociais do trabalhador do setor público sejam uma página virada da história do Brasil.

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora aguardam audiência com prefeito

*Fax Sindical * 10 de maio de 2013 * 13 horas * De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata * Juiz de Fora: Sindicato rejeitou contraproposta da Prefeitura e solicita audiência ao prefeito * Sucateamento do trabalho médico na prefeitura de Juiz de Fora é um dos mais sérios problemas do SUS *

Próxima Assembleia dos Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora será dia 21 de maio, terça-feira, 19 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina. Solicitamos a todos os profissionais que compareçam, convidem colegas de trabalho, divulguem a assembleia, participem. A mobilização
é fundamental agora.

CUMPRINDO DECISÃO DE ASSEMBLEIA, a diretoria do Sindicato dos Médicos protocolizou na Secretaria de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora e no gabinete do prefeito Bruno Siqueira dois ofícios. O primeiro, comunicava ao Secretário, Dr. Alexandre Jabour, que a assembleia geral dos médicos municipais rechaçou, por unanimidade de votos, a contraproposta apresentada pela prefeitura à classe médica. O segundo ofício, também aprovado por unanimidade pela assembleia, solicita ao Exmo. Sr. Prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira, que receba a representação sindical dos médicos em audiência. É uma tentativa de fazer avançar as negociações, considerando a importância e urgência dos assuntos tratados. Dia 21 de maio, nova assembleia. Novas informações e novas deliberações.

Não devemos nos acomodar com a penúria dos salários, com a deterioração das condições de trabalho, com a elevação constante das exigências, sem as devidas e merecidas contrapartidas. Essa condição está levando ao estresse e ao adoecimento profissional que, sabemos muito bem, decorrem dessa desvalorização e desqualificação injustas e manipuladas contra o trabalho médico.

Alguns setores da prefeitura querem desinformar a opinião pública, adotando atitude de desconhecer problemas que já renderam matérias na imprensa local. Alegam que não há carência de profissionais médicos e que as condições de trabalho são razoáveis, como se isso pudesse servir de justificativa ou desculpa para manter esse salário médico discriminatório e ruim.

Isso só impõe a necessidade e o compromisso moral de cada médico que trabalha na prefeitura não se acomodar com essa triste realidade atual. A melhor resposta é se mobilizar cada vez mais, sem medo. Coletivamente somos mais fortes. Vamos nos reunir e nos unir, porque é o que o momento pede. Nossos empregos não podem servir de motivo de vergonha para cada médico. Vamos dizer que queremos trabalho decente, salário digno, tratamento respeitoso e que tudo isso resultará em um grande benefício para toda a população, que é um atendimento de qualidade, como a população merece. QUEM CUIDA MERECE CUIDADO.