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Crise no SUS: Paraíba – CRM interdita hospital no interior que não tinha nem plantonista

Paraíba. Conselho Regional de Medicina cumpre seu papel e interdita hospital sem condições de funcionar. O povo não merece saúde de terceira categoria. Que recorram à Justiça para se manterem trabalhando sem condições. 18 de Dezembro de 2012 O Conselho Regional de Medicina (CRM) da Paraíba, interditou eticamente nesta terça-feira (18), o Hospital Municipal Josefa Bandeira de Sousa, localizado no município de Cachoeira dos Índios, região de Cajazeiras. De acordo com o CRM, o único hospital da cidade, que tem 9 mil habitantes, só tem médicos de plantão nas quintas e sextas-feiras no período diurno. Durante a vistoria realizada pelo diretor do Departamento de Fiscalização, Eurípedes Mendonça, e a médica fiscal Cândida Fernandes, não havia médicos na unidade. “Diante de falta de condições mínimas de segurança e qualidade de atendimento médico, por falta de escala médica completa, fomos obrigados a interditar eticamente a unidade a partir da zero hora desta quarta-feira (19)”, disse Eurípedes Mendonça. Outro problema identificado no município é a falta de equipes do SAMU. Esta é a 31ª interdição do CRM em 2012. Com a interdição, os pacientes devem ser orientados para atendimento na cidade de Cajazeiras. Mais um O Conselho também interditou eticamente nessa segunda-feira (17) a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) Antônio Urquiza, na cidade de Patos, no Sertão paraibano. A partir desta terça-feira (18), os pacientes devem procurar atendimento em outras unidades de saúde. Esta foi a 29ª interdição do CRM-PB neste ano de 2012. De acordo com o diretor de Fiscalização do CRM-PB, Eurípedes Mendonça, a unidade apresentava desgaste das paredes, com reboco danificado, condições de higiene e sala de esterilização inadequadas, carência de banheiros, falta de acessibilidade, ausência de extintores de incêndio, dentre outros problemas. “Estivemos nesta UBSF em setembro do ano passado. Voltamos um ano depois e os mesmos problemas continuavam. Nada foi feito para sanar as falhas apontadas e, para piorar, um equipamento odontológico deixou de funcionar e estão suspensos os atendimentos pelo cirurgião-dentista”, explicou Eurípedes. A UBSF Antônio Urquiza está localizada no Distrito de Santa Gertrudes, em Patos. “Como os problemas detectados em 2011 não foram sanados, tivemos que fazer a interdição para preservar a população e o médico. Infelizmente, os pacientes terão que procurar a unidade de saúde mais próxima para terem atendimento médico”, completou. Diário do Sertão http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20121218134356&cat=saude&keys=-dificuldades-sem-medicos-plantao-crm-interdita-hospital-municipal-regiao-cajazeiras (Navegador Maxthon)

Paraíba adere ao protesto nacional dos médicos contra a privataria no SUS

Na 3ª: médicos fazem protesto contra terceirização

Os médicos que atendem na rede pública estadual irão cruzar os braços na próxima terça-feira (25) contra as más condições de assistência e remuneração.

A mobilização terá o objetivo de chamar a atenção da sociedade e dos tomadores de decisão para a crise instalada na assistência em saúde na rede pública.

Apenas os atendimentos eletivos (consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos agendados) serão suspensos. O protesto não atingirá os setores de urgência e emergência dos prontos-socorros, hospitais e ambulatórios.

De acordo com o Sindicato dos Médicos da Paraíba, “a proposta que impede as terceirizações nos hospitais e na rede de saúde estadual ganha de forma esmagadora da proposta do governo”.

No último dia 18, quando foi comemorado o ‘Dia do Médico’, o deputado estadual Aníbal Marcolino (PSL) acusou o governador Ricardo Coutinho de querer entregar todos os hospitais do Estado a uma “gangue”, em alusão à Cruz Vermelha”.

Ele também denunciou que a Organização Social estaria praticando perseguição política contra vários funcionários do Trauma, chegando a demitir os médicos Ronald Farias, Tarcísio Campos e o cirurgião buco-maxilo Jorge Dias.
http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20111023153348&cat=paraiba&keys=-medicos-fazem-protesto-contra-terceirizacao

BRASIL : CRISE NO SUS – Governo da Paraíba quer contratar médicos baratos para trabalhar sem registro no Estado

Assistencialismo inconseqüente leva governo da Paraíba a querer desregulamentar a Medicina e a Constituição, contratando e nomeando trabalhadores para serviço público sem o devido concurso.

Em nome da necessidade de atender a todo custo, causam iatrogenia e aniquilam as normas que tornam éticos os exercícios profissionais. Essa política é como servir comida envenenada a um faminto, alegando a necessidade de aliviar a fome.

CRM quer impedir contratação de médicos do RJ; Governo aciona Justiça

04/06/2011 | 19h38min

O Governo do Estado acredita que o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) tem dificultado o acerto com os médicos do Hospital do Trauma. No entender do Palácio da Redenção, além de dificultar o retorno imediato dos médicos prestadores de serviço, o CRM agora está querendo impedir que o Governo contrate 10 médicos do Rio de Janeiro para que trabalhem em caráter emergencial na Paraíba.

A ação do órgão seria em nome da defesa do médico paraibano. Contudo, respaldado por decreto de estado de emergência, o governo entrou com ação na Justiça para assegurar o exercício dos médicos do Rio de Janeiro na Paraíba. A ação foi protocolada na 2ª Vara, em João Pessoa.

O secretário de Saúde do Estado, Waldson Souza, já admitiu também pedir a intervenção na entidade. O pedido será feito ao vice-presidente da Confederação Federal de Medicina, que estará em João Pessoa nesta segunda-feira (06). “O CRM tinha que estar ao lado da sociedade e de olho em eventual abuso dos médicos. Não o contrário”, declarou.

Quanto custam os plantões – No Rio de Janeiro, um médico recebe em torno de R$ 700 por um plantão de doze horas. Os médicos consideram que um plantão num sábado à noite no Rio de Janeiro é bem mais movimentado que na Paraíba.

Abaixo, veja quanto recebe cada médico por plantão em:

Amazonas – R$ 700

Alagoas – R$ 600

Ceará – entre R$ 900 e R$ 1.100

São Paulo – R$ 660

Rio Grande do Norte – R$ 918

Rio de Janeiro – R$ 700

Goiás – R$ 900

As informações estão no Blog do Luis Torres.

Blog de Luis Torres

http://www.paraiba.com.br/2011/06/04/22638-crm-tenta-impedir-contratacao-de-medicos-do-rj-e-governo-aciona-justica-governo-tambem-quer-intervencao-no-orgao

Judiciário decreta ilegalidade de greve e médicos já começam a pedir demissão

JUSTIÇA DECRETA ILEGALIDADE DE GREVE E MÉDICOS COMEÇAM A PEDIR DEMISSÃO EM MASSA

Médicos de João Pessoa irão pedir demissão coletiva

Publicado em 05.05.2011, às 09h00
Do NE10
Com agências

O caos se instalou na saúde publica da Paraíba, particularmente na capital do estado.

Após a greve dos médicos, que se arrastou por duas semanas sem resultados positivos, e a decisão da Justiça de que o movimento era ilegal, os médicos tomarão uma medida extrema: pedir demissão coletivamente na próxima sexta-feira (6).

Os médicos anestesistas que prestam serviço para a Prefeitura Municipal de João Pessoa decidiram tomar a atitude em assembleia. O objetivo é lutar por melhores salários. O grupo vem recebendo o apoio e a participação dos colegas que trabalham para o Governo do Estado.

Segundo o Sindicato dos Médicos da Paraíba, a reunião está marcada para as 19h desta sexta (6) no auditório da Unimed, com representantes da classe médica do estado.

Na noite da próxima terça-feira (10), quem se reúne são os médicos pediatras, na sede do Simed.

Fonte: ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nordeste/noticia/2011/05/05/medicos-de-joao-pessoa-irao-pedir-demissao-coletiva-269980.php
http://telegramasindical.blogspot.com/2011/05/fax-sindical-887-judiciario-diz-que.html

BRASIL – APAGÃO DA SAÚDE – PARAÍBA: INDICATIVO DE GREVE DOS MÉDICOS

Apagão da Saúde no Brasil: Sindicato dos Médicos da Paraíba vai se reunir (24-09-08) com médicos do PSF (Programa de Saúde da Família) que participaram da última greve do município, para apresentar proposta de acordo que saiu de negociações entre o Sindicato e a Secretaria de Saúde da Prefeitura de João Pessoa.

"Acredito que se não foi a melhor proposta, ambos os lados cederam, o que é importante. Com certeza o nosso objetivo é garantir o abono das faltas e repor os dias parados. Isso demonstra, mais uma vez, o compromisso dos médicos", disse Tarcísio Campos, presidente do SIMED-PB.

Com relação ao Governo do Estado parece que os médicos da Paraíba caminham para a greve. Disse o presidente do Sindicato: "infelizmente parece que os gestores só começam a negociar quando a greve acontece e a população é quem paga o maior preço, por culpa dos gestores. Desde janeiro deste ano estamos pedindo para que esta ilegalidade seja reparada e que todos os médicos do nosso estado passem a ser tratados da mesma forma".

A notícia pode ser lida na página http://www.paraiba.com.br/noticia.shtml?79585

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