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Sindicato Expresso: Senador Caiado também abre frente no Senado contra a estatização das especialidades médicas.

Uma outra frente está aberta no Senado, onde o senador Ronaldo Caiado apresentará também um projeto que anula o decreto da presidente Dilma (PT). Pelo Facebook o Senador publicou por volta das 19 horas e 40 minutos um post informado sore esse projeto:

2 h · 

Há pouco em plenário anunciei que vou pedir a urgência para votação do meu projeto de decreto legislativo (PDC 328/2015) que anula as sociedades de especialidades médicas e representa mais um golpe do governo do PT contra a saúde. O decreto compromete a formação de especialistas no Brasil, considerada referência em

Antes, o senador já havia declarado:

Para o senador, que também é médico, o texto diminui a importância da formação de médicos especialistas, o que, segundo ele, vai afetar principalmente a população brasileira.

Reproduzindo o discurso do conselheiro federal Salomão Rodrigues — de que atualmente uma especialização é composta por aproximadamente 14 mil horas e que, com o decreto, abre-se brecha para que profissionais façam apenas 360 horas –, Caiado questiona: “Qual especialista uma mãe escolheria para tratar seu filho?”.

Não podemos transformar a formação de especialista em linha de montagem para carro. Temos que reagir contra essa violência”, declarou o democrata, que criticou a falta de implementação de carreira de médico de Estado e da destinação de 10% da receita corrente bruta da União para a Saúde. “Essas sim são medidas que vão ampliar o atendimento no interior do País e com qualidade”, disse.

Novas Regras

O Decreto 8.497/2015 abre brecha para que médicos que tenham apenas pós-graduação lato sensu sejam também considerados especialistas e estipula que o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação adotem o Cadastro Nacional de Especialistas como “fonte de informação” para a formulação das políticas públicas de saúde destinadas a “subsidiar o planejamento, a regulação e a formação de recursos humanos da área médica no Sistema Único de Saúde (SUS) e na saúde suplementar”.

http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/caiado-apresenta-projeto-para-derrubar-decreto-que-altera-especializacao-medica-42549/

Caiado ainda se comprometeu a atuar junto aos deputados na votação de projeto de decreto legislativo também apresentado pelo Democratas para derrubar o decreto presidencial. A norma publicada dia 5 de agosto pela presidente de República concede poderes ao ministro da Saúde para definir critérios sobre especialidades médicas, prerrogativa que contraria a Lei 6.932/1981 e a própria Lei do “Mais Médicos” (Lei 12.871/2013). Hoje, cabe ao ministério apenas receber o registro do médico especialista e incluir em um cadastro nacional. As diretrizes são de responsabilidade da Comissão Nacional de Residência Médica.

Projeto de lei apreciado hoje (12/8) na Câmara dos Deputados está disponível no link – http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=617737

 

Ele susta os efeitos do decreto da presidente Dilma (PT) que transfere ao Ministério da Saúde o controle sobre a especialização dos médicos brasileiros. (Estatização das especialidades médicas).

Sindicato Expresso: Senador Caiado também abre frente no Senado contra a estatização das especialidades médicas..

Sindicato Expresso: Pode ser votada ainda hoje (12/8) decreto legislativo que anula decreto da Dilma sobre especialidades médicas

Pode ser votada ainda hoje (12/8) decreto legislativo que anula decreto da Dilma sobre especialidades médicas

Os médicos contra Dilma Rousseff: entidades se unem a deputados para barrar Cadastro Nacional de Especialistas

Cunha médicos crop

Entidades médicas se uniram a deputados em Brasília nesta quarta-feira para sustar os efeitos do decreto nº 8.497 do governo de Dilma Rousseff que cria o Cadastro Nacional de Especialistas.
O presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso, gravou um vídeo (veja no fim deste post) pedindo o apoio dos profissionais de saúde ao PDC 157/2015, projeto de decreto legislativo de autoria dos deputados do DEM Luiz Henrique Mandetta (MS) e Mendonça Filho (PE), que derruba aquilo que a AMB considerou “um cavalo de troia, um embuste”.
A entidade alega que o cadastro “foi criado para conter artigos que permitam ao governo interferir unilateralmente na formação de especialistas”, atribuindo esse título aos médicos que concluem mestrado e doutorado até mesmo em cursos 100% teóricos com bem menos de 1.000 horas de aula, às vezes ministrados em apenas um fim de semana por mês, enquanto a residência e cursos nas sociedades de especialidade têm cerca de 2.880 horas por ano (60 horas semanais) pelo mínimo de 2 anos.
“O objetivo final do governo é claro. Quer poder chamar de especialista qualquer médico que passar por curso de carga horária reduzida e sem aula prática, nivelando por baixo, para atingir artificialmente metas eleitoreiras de oferta de médicos especialistas para a população carente”, diz um comunicado da AMB.
“O foco é aumentar a quantidade de especialistas com apenas uma canetada, sem a mínima preocupação com a qualidade na formação. Assim como foi feito aos médicos estrangeiros que não tiveram seus diplomas revalidados, nem traduzidos. Para a população, o governo diz que são médicos; juridicamente, que são ‘intercambistas’, para não ter que exigir diploma. Popularmente falando, o governo vende gato por lebre.”
Outros projetos de decreto para derrubar o do governo também foram assinados por deputados federais como Jair Bolsonaro (PP-RJ) – íntegra aqui -, para quem “o cadastro criado pelo decreto 8.497/2015 tem o condão de viabilizar ao Ministério da Saúde a invasão de competência do Conselho Federal de Medicina, ao estipular que o profissional médico somente poderá ser registrado como especialista nos sistemas de informação em saúde do SUS se os dados estiverem de acordo com o que consta no Cadastro Nacional de Especialistas”.
Como os líderes assinaram a versão de Mandetta, os demais projetos de decreto, como o de Bolsonaro, foram juntados.
A votação em regime de urgência estava prevista para esta tarde e, em caso de aprovação, o decreto de Mandetta poderia ser votado ainda hoje.
Assista abaixo aos vídeos do presidente da AMB pedindo apoio dos médicos e do deputado do DEM manifestando sua repulsa à medida ditatorial, “um verdadeiro AI-5 à medicina brasileira, praticado mais uma vez por esse governo espúrio que aí está”.

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/08/12/os-medicos-contra-dilma-rousseff-entidades-se-unem-a-deputados-para-barrar-cadastro-nacional-de-especialistas/

Estamos assistindo a um confronto entre o Ministério da Saúde e a classe médica. Os médicos brasileiros assistiram à importação de médicos cubanos sem necessidade de certificação de diplomas e “em condições análogas à escravidão”, ao veto presidencial à proposta de carreira de estado para os médicos e o veto à regulamentação da Medicina no Brasil (“ato médico”). Agora é a vez da estatização das especialidades médicas.

Sindicato Expresso: Pode ser votada ainda hoje (12/8) decreto legislativo que anula decreto da Dilma sobre especialidades médicas.

CONFLITO MINISTÉRIO DA SAÚDE X MÉDICOS: Para ministro da Saúde, reação de médicos a decreto é ‘patética’ | #CRISEnoSUS

O SUS está em crise e a saúde é o setor pior avaliado nas pesquisas que medem a insatisfação dos brasileiros com os serviços públicos.

A burocracia do Ministério consegue com que se assine um decreto que estatiza as especialidades médicas. Diante da reação da classe médica o ministro da Saúde explode:

Em meio a um embate com as entidades médicas, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, saiu em defesa do decreto que prevê a criação de um cadastro nacional de especialistas e disse que a reação da categoria em torno do tema é “patética”.

O que dizer, senhor ministro?


O petista Artur Chioro, que divide seu tempo entre a Medicina e livros
sobre espiritismo, não demonstra a sua fé quando apoia um governo
incompetente e envolto em escândalos. Também não demonstra
qualquer espírito de caridade quando ataca ferozmente a classe
médica, materializada nas instituições que as representem.
“Patético”, dr. Chioro, é o governo que o senhor compõe.
Patéticos são os burocratas de um ministério ineficiente de uma
saúde que é avaliada como ruim ou péssima por três quartos dos
cidadãos brasileiros. Patética é sua gestão de um SUS em crise,
cujos retrados vamos postando, dia após dia, aqui nesse blog, para a
pérpetua memória desses fatos. Patética é a sua dissimulação e
mentira, Dr. Chioro, denunciada em matéria da AMB.

O ministério foi desleal com a classe médica, mais uma vez. Muitos
médicos já perceberam que os burocratas do Ministério da Saúde
não gostam da classe médica e se esforçam por excluí-la e
desmerecê-la. Querem os médicos sem vez e sem voz. Conseguirão?
Acreditamos ser difícil que uma classe de quatrocentos mil pessoas
se deixe enrolar facilmente. Mas será preciso muita conspiração
nos gabinetes do Ministério da Saúde para desacreditar as entidades
que representam os médicos e separá-los dessas entidades para que
fique mais fácil “governá-los”. Afinal, dividir para governar é
uma lição que o partido ao qual Chioro é filiado usa e abusa. Os
burocratas esquerdistas do ministério leem na mesma cartilha.


Fonte:

Para ministro da Saúde, reação de médicos a decreto é ‘patética’ | JORNAL O TEMPO

Sindicato Expresso: Para ministro da Saúde, reação de médicos a decreto é ‘patética’ | JORNAL O TEMPO.

#CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve

Uma crise que se repete em todo o Brasil. Aqui postamos retratos dessa crise, para que sejam sempre lembradas e relembradas. Quando o governo quer desinformar, propagandeando uma falsa imagem da realidade atual do SUS, compete-nos exibir fatos, que desmerecem a propaganda oficial e fazem surpreender o Ministério da Saúde em flagrante mentira. 

Aqui mais um caso. Sem salário e sem reajuste médicos de hospital em São Leopoldo, RS, mantém greve. 

Matéria completa em:

G1 – Médicos do Hospital Centenário decidem manter greve no RS – notícias em Rio Grande do Sul

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve.

 

Apesar do fim da greve dos servidores públicos de São Leopoldo, no Vale do Sinos, os médicos do Hospital Centenário decidiram na noite de terça-feira (11) que vão manter a paralisação que começou ainda em junho. Os motivos que levaram ao ato foram o atraso no pagamento dos salários, a indefinição sobre reajuste, a falta de médicos e a estrutura para atendimento. A decisão foi tomada em assembleia do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

O Simers e a Associação dos Médicos do Centenário (AMHCE) dizem que vão buscar uma agenda com o prefeito Anibal Moacir e apresentar uma proposta. A administração do Hospital Centenário afirmou ao G1 que está fazendo um levantamento da paralisação dos médicos nesta quarta (12). Segundo a instituição, o atendimento estava ocorrendo normalmente e ao menos 30% da categoria trabalhará para manter o serviço essencial.

Na última segunda (10), a categoria, ligada ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, decidiu encerrar a mobolização depois que a Prefeitura de de São Leopoldo sinalizou que abonaria os dias parados. Foi aprovado ainda o índice de 8,42% de reajuste salarial. Na semana passada, os professores municipais também terminaram com a greve da categoria, que durou mais de dois meses.