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Rio Grande do Sul – Polícia Civil reage a ataques a seus direitos e Previdência.

Rio Grande do Sul – Polícia Civil reage a ataques a seus direitos e Previdência.
Depois de dois dias de paralisação categoria inicia operação padrão.
O descontentamento de servidores públicos brasileiros, mesmo em setores fundamentais para a população, como saúde, educação e segurança, é muito grande.
“Após realizar dois dias de paralisação na semana passada, o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (Ugeirm) está convocando para esta semana a retomada da Operação Padrão, que consiste em reduzir as atividades apenas ao essencial e evitar atuar em condições não adequadas. A ideia é que este movimento dure até o governo abrir um “diálogo real” sobre o pacote de medidas apresentado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) com mudanças nas carreiras e na Previdência dos servidores públicos estaduais.”

Matéria completa pode ser lida em

Após paralisação de dois dias, sindicato convoca ‘Operação Padrão’ para Polícia Civil

Descontentamento é grande no serviço público brasileiro. Polícia Civil do Rio Grande do Sul entra em greve.

Descontentamento é grande no serviço público brasileiro. Polícia Civil do Rio Grande do Sul entra em greve.
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Ugeirm Sindicato avalia forte adesão à paralisação dos policiais civis em todo o RS
Agentes concentram-se em frente das delegacias e atendem somente casos graves

13/11/2019 | 12:16
Por
Correio do Povo

Mobilização de policiais civis ocorreu nesta quarta-feira em Porto Alegre
Mobilização de policiais civis ocorreu nesta quarta-feira em Porto Alegre | Foto: Guilherme Testa

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O primeiro dia da paralisação na Polícia Civil, que está sendo realizado em todo o Rio Grande do Sul em protesto contra o pacote do governo estadual, já foi considerado exitoso pela Ugeirm Sindicato. Nesta quinta-feira haverá o segundo e último dia do movimento. “É uma das maiores mobilizações dos últimos anos”, avaliou o vice-presidente da entidade, Fávio Castro, na manhã desta quarta-feira em frente do Palácio da Polícia, no cruzamento das avenidas João Pessoa e Ipiranga, em Porto Alegre. Apenas casos graves foram atendidos e nenhuma operação foi deflagrada.

No local foi montado o tradicional acampamento de coordenação do movimento. “A mobilização é proporcional ao ataque que a categoria vem sofrendo”, explicou o dirigente. O levantamento realizado pela manhã, com relatos e fotos, indicou a adesão da categoria. “O interior foi paralisado com todo mundo na frente das delegacias. Capital e Região Metropolitana também foram mobilizadas. Isso demonstra bem a disposição da categoria para fazer o enfrentamento”, afirmou. Um encontro com o vice-governador e secretário estadual da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, está sendo realizado desde o final da manhã.

Fábio Castro ressaltou que o pacote do governo foi “um choque” pois atinge o plano de carreira dos policiais civis. Segundo ele, as propostas possuem um caráter meramente fiscal. “Ajudamos a reduzir os indicadores de criminalidade e estamos sendo penalizados”, lamentou. O vice-presidente da Ugeirm Sindicato citou, como exemplo, a redução do salário a partir do aumento da alíquota previdenciária de 14% para 18% no vencimento. “Ela já é a segunda mais cara do país”, comparou. “Trabalhamos com 50% do efetivo, com salário atrasado há cinco anos, com presos em delegacias…Temos de contar os centavos para abastecer uma viatura e fazer nosso trabalho”, enumerou.

Segundo o sindicalista, outra proposta que afeta a categoria é a mudança na aposentadoria. “Caso seja aprovada, o policial civil vai perder a aposentadoria integral que tem direito. Ele vai conseguir proporcional”, disse. Fábio Castro recordou que a reforma previdenciária contemplou a integralidade para a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. “É isso que a gente quer”, frisou. O vice-presidente da entidade acrescentou também a questão dos dependentes no IPE. “Está sendo tirado o caráter familiar. O dependente não será mais dependente”, sintetizou. Ele defende uma discussão com governo “em cima dos números da arrecadação da previdência para ver se existe efetivamente um déficit”.

A Ugeirm Sindicato orientou que fosse mantido o atendimento somente de casos graves, como homicídios, latrocínios, feminicídios, Lei Maria da Penha com pedido de medidas protetivas, crianças vítimas, estupros e prisões em flagrante com análise criteriosa da autoridade policial, entre outros. A entidade de classe recomendou a suspensão de diligências e investigações, operações e cumprimento de ordens judiciais, confecção de inquéritos e termos circunstanciados.. “Não haverá cumprimento de mandados de busca e de prisão, circulação de viaturas, não serão remetidos procedimentos ao Judiciário…”, assinalou Fábio Castro.

O vice-presidente da Ugeirm Sindicato adiantou que se trata de uma primeira mobilização contra o pacote do governo. “Estamos estudando também em iniciar uma operação padrão muito forte como forma de pressionar o governo e que se abra um diálogo verdadeiro”, revelou o dirigente. Uma assembleia geral deve ser chamada inclusive para avaliar a possibilidade de deflagração de uma greve geral da categoria. A entidade mantém ainda uma articulação com os deputados de todos os partidos na Assembleia Legislativa, na Capital.
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Cpers/Sindicato realiza protesto nesta segunda 

O Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul inicia jornadas de protesto contra a vergonhosa prática do parcelamento de salários, vigente em vários estados, inclusive Minas, e em dezenas de municípios. Parcelamento é digno de protesto.

http://jornalibia.com.br/destaque/cperssindicato-realiza-protesto-nesta-segunda-em-montenegro/

#CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve

Uma crise que se repete em todo o Brasil. Aqui postamos retratos dessa crise, para que sejam sempre lembradas e relembradas. Quando o governo quer desinformar, propagandeando uma falsa imagem da realidade atual do SUS, compete-nos exibir fatos, que desmerecem a propaganda oficial e fazem surpreender o Ministério da Saúde em flagrante mentira. 

Aqui mais um caso. Sem salário e sem reajuste médicos de hospital em São Leopoldo, RS, mantém greve. 

Matéria completa em:

G1 – Médicos do Hospital Centenário decidem manter greve no RS – notícias em Rio Grande do Sul

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Médicos do Hospital Centenário, em São Leopoldo, decidem manter greve.

 

Apesar do fim da greve dos servidores públicos de São Leopoldo, no Vale do Sinos, os médicos do Hospital Centenário decidiram na noite de terça-feira (11) que vão manter a paralisação que começou ainda em junho. Os motivos que levaram ao ato foram o atraso no pagamento dos salários, a indefinição sobre reajuste, a falta de médicos e a estrutura para atendimento. A decisão foi tomada em assembleia do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

O Simers e a Associação dos Médicos do Centenário (AMHCE) dizem que vão buscar uma agenda com o prefeito Anibal Moacir e apresentar uma proposta. A administração do Hospital Centenário afirmou ao G1 que está fazendo um levantamento da paralisação dos médicos nesta quarta (12). Segundo a instituição, o atendimento estava ocorrendo normalmente e ao menos 30% da categoria trabalhará para manter o serviço essencial.

Na última segunda (10), a categoria, ligada ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, decidiu encerrar a mobolização depois que a Prefeitura de de São Leopoldo sinalizou que abonaria os dias parados. Foi aprovado ainda o índice de 8,42% de reajuste salarial. Na semana passada, os professores municipais também terminaram com a greve da categoria, que durou mais de dois meses.