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Ajuste fiscal já ameaça atendimento no SUS

Ajuste fiscal já ameaça atendimento no SUS Santas Casas do interior de São Paulo ameaçam suspensão do atendimento por falta de recursos. Prefeituras alegam crise financeira e falta de repasses. Dinheiro para o SUS está assumindo devido a políticas de ajuste fiscal. Quando um governo faz opção pelo neoliberalismo, saúde é um dos primeiros setores a serem afetados. A questão é grave já que mais de 4/5 da população brasileira dependem exclusivamente do SUS para atender suas demandas

https://sindicatoexpresso.blogspot.com/2019/11/ajuste-fiscal-ja-ameaca-atendimento-no.html

Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS MENOS MÉDICOS Santa Casa de SP demite por causa de crise

Em um país no qual o governo lança um programa chamado “Mais Médicos”, um dos principais hospitais que atende pelo SUS demite e vai trabalhar com menos médicos. A matéria é da Exame e está em :

Santa Casa de SP inclui 184 médicos na lista de demissões | EXAME.com

O presidente do Simesp diz que, durante a reunião, foi informado de que a prioridade definida para a demissão foi para profissionais que não têm mais interesse em trabalhar na instituição, funcionários que estão ociosos e servidores com salários incompatíveis com as funções que realizam. Mesmo assim, ele afirma que a entidade pretende acompanhar o processo de demissões para evitar casos de abuso.
Segundo Gatti, a verba deveria ser paga em parcela única e, com o parcelamento, o prazo para o término do pagamento sempre vai depender do valor que o profissional tem para receber de rescisão.
“A instituição está em crise, é importante para a sociedade, mas os médicos e funcionários vão arcar mais uma vez. Já estamos com o salário de novembro do ano passado e o 13º atrasados. Os médicos serão demitidos e terão a rescisão parcelada. É muito desfavorável.”

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS MENOS MÉDICOS Santa Casa de SP demite por causa de crise

Planos de carreira e salário digno são fundamentais para outra médicos brasileiros

Não é nova a elaboração de uma proposta de plano de cargos, carreira e salário para os médicos do setor público e do setor privado. Essa proposta deve orientar a luta dos médicos, ao lado da causa do piso salarial nacional. A sua consideração é importante para evitar a dispersão de forças da categoria, a pulverização de reivindicações necessárias, mas desordenadas, e o enfraquecimento da capacidade de mobilização, reivindicação e luta da classe médica.
Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=I7rz7gdYDVE&feature=youtube_gdata_player
Caso não funcione, selecione, copie e cole no seu navegador de InternetFenam já apresentou proposta de plano de carreira para médicos

Tramitação no Congresso de Projeto que corrige salários de médicos e dentistas

A Lei 3.999/1961, foi uma importante conquista para médicos e dentistas, ao definir um piso salarial profissional e uma carga horária especial para mão de obra altamente qualificada, num momento que o país passava por grandes transformações.

Com o passar do tempo a lei apresentou defasagens e expôs suas limitações. Como ela não obrigava governos federal, estaduais e municipais a cumpri-la, houve uma progressiva precarização do trabalho nesses setores, atestada pelos salários horríveis e escandalosamente inferiores aos de mercado.

O piso de três salários mínimos também tornou-se obsoleto. Esse projeto de lei três, se aprovado, o valor de contribuir com a dignidade de profissões que lidam diretamente com aspectos importantes da saúde e da qualidade de vida das pessoas.

Atualmente é a seguinte a tramitação do projeto:

PL-03734/2008 –
Altera a lei n.º
3.999, de 15 de
dezembro de 1961,
que altera o salário-
mínimo dos médicos
e cirurgiões-
dentistas.

  • 21/03/2011Prazo para Emendas ao
    Projeto (5 sessões
    ordinárias a partir de
    22/03/2011)
  • Sindicato Médico em defesa do Corpo Clínico da Santa Casa de Juiz de Fora.

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    TELEGRAMA SINDICAL 199

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    Ano V
    Número 199 Juiz de Fora, 16 de dezembro de 2009. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.
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    Crise no SUS de Juiz de Fora.
    Santa Casa: Sindicato age em defesa do Corpo Clínico.
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    Médicos não podem ser penalizados por má gestão da Saúde maus gestores devem ser denunciados à opinião pública e responder por seus atos perante a Justiça.
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    A assessoria jurídica do Sindicato dos Médicos está preparando, em regime de urgência, medida judicial para salvaguardar a integridade moral dos médicos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, prejudicados pela carência de especialistas que atendam certas especialidades no âmbito do SUS, como neurocirurgia e cirurgia de mão, dentre outras. A questão, conhecida de todos, tem como componente importante a má remuneração do médico pelo serviço público e se estende aos valores deploráveis com que são remunerados procedimentos médicos realizados pelo SUS. Agrava o problema a má gestão. Médicos e pacientes são as vítimas dessa situação, agravada por erros e problemas na gestão pública da saúde.

    Os plantonistas da Santa Casa, que atendem na urgência, se viram colocados em situação de risco ao atender casos de pacientes de especialidades que têm quadros incompletos ou não têm especialistas. Os médicos são frequentemente sujeitos ao assédio moral. O trabalho médico é vítima de uma terrível dissimetria, que causa danos à saúde do profissional e o expõe constantemente a riscos e incompreensões de todo tipo. Por um lado enfrenta-se uma responsabilidade peculiar e terrível. O nível de exigência é crescente e isso é compatível com a própria natureza do trabalho médico. Se esse prato da balança é pesado, o outro é muito leve, em especial no serviço público. A remuneração e as condições de trabalho oferecidas são, em geral, precaríssimas e até vergonhosas. Os que cobram aos doutores uma eficiência extraordinária, são os mesmos que se esquecem de problemas de má gestão, de questões de salário e carreira aplicadas aos médicos e das condições de trabalho. Cria-se assim essa assimetria covarde e insustentável, que compromete o funcionamento do SUS, suas promessas, seus sonhos, seus deveres e seus direitos.
    Um outro lado desse mesmo problema é o grande represamento do atendimento a cirurgias eletivas pelo SUS. Ele se deve, na maior parte dos casos, a problemas de má-gestão. Isso envolve regulação deficiente, pactuaçãoinsuficiente ou inadequada, planejamento deficiente e outros desarranjos que fazem questionar a competência daqueles eleitos para ocupar cargos públicos e dos que eles nomeiam para geri
    r os assuntos da saúde.

    JUIZ DE FORA: MÉDICOS DA PREFEITURA EXIGEM DIGNIDADE E RESPEITO.

    JUIZ DE FORA: MÉDICOS VÃO PARAR EM DEFESA DO SUS E DA CATEGORIA.
    Data:14 de maio de 2009.
    De :Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata

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    JUIZ DE FORA: SALÁRIOS DOS MÉDICOS DA PREFEITURA NO RANKING DOS PIORES DO PAÍS. CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO DETERIORADAS. A ADMINISTRAÇÃO CUSTÓDIO DE MATOS TEM RESPONSABILIDADE COM OS MÉDICOS E COM OS PACIENTES QUE RECORREM AO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE (SUS). TEM QUE CONSTRUIR UMA POLÍTICA SÉRIA, DECENTE, CONSEQUENTE, DE RECURSOS HUMANOS PARA A SAÚDE E TEM QUE MELHORAR AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E GARANTIR O ABASTECIMENTO DAS UNIDADES DE SAÚDE.

    O SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA CONVOCA TODOS OS PROFISSIONAIS DA MEDICINA QUE ATUAM NO MUNICÍPIO PARA A PARALISAÇÃO NOS DIAS 20 E 21 DE MAIO DE 2009 E PARA A ASSEMBLÉIA NO DIA 20 DE MAIO, QUARTA-FEIRA, NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA.
    -OS MÉDICOS NÃO DEVEM COMPARECER NOS DIAS 20 E 21 DE MAIO DE 2009, QUARTA E QUINTA-FEIRA, NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE E NAS UNIDADES DE CLÍNICAS ESPECIALIZADAS (PAM’s MARECHAL E ANDRADAS, UNIDADE DE CLÍNICAS ESPECIALIZADAS, SAÚDE DA MULHER, SAÚDE MENTAL, CRRESAM, CAPS E OUTRAS UNIDADES ESPECIALIZADAS).
    -OS MÉDICOS PLANTONISTAS DAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DEVERÃO COMPARECER NORMALMENTE NAS SUAS UNIDADES. OS MÉDICOS DIARISTAS DAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA QUE TENHAM PACIENTES INTERNADOS OU EM OBSERVAÇÃO AOS SEUS CUIDADOS, TAMBÉM DEVERÃO REALIZAR OS ATENDIMENTOS.
    -CASOS DE ASSÉDIO MORAL: AMEAÇAS, CHANTAGENS OU TENTATIVAS DE SABOTAR OU DESQUALIFICAR O NOSSO MOVIMENTO DEVERÃO SER COMUNICADOS À ASSEMBLÉIA, À DIRETORIA DO SINDICATO OU AO DEPARTAMENTO JURÍDICO.
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    A disposição da administração Custódio de Matos de jogar a discussão de assuntos importantes para comissões, de dividir a categoria para governar, não vingou. Foi repelido pela Assembléia dos Médicos. Como trabalhadores intelectualizados eles rechaçaram essa manobra. Exigem respeito e dignidade. A equiparação dos médicos com o nível superior não é matéria para discussões econômicas e orçamentárias. É uma questão de justiça. O Prefeito deveria se envergonhar de ter na folha de pagamento da Prefeitura médicos que ganham menos que o mínimo profissional.
    Por dignidade e respeito essa luta dos médicos terá que continuar. Paralisação nos dias 20 e 21 de maio. Assembléia – quarta, 20 de maio, às dez horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia.

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    Visite o Telegrama Sindical em http://telegramasindical.blogspot.com
    Também com versão para dispositivos móveis, PDA, Palm, Smartphones e IPhone, em http://telesind.wirenode.mobi
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    Postado por Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

    Médicos reclamam de anuidade de Conselho Regional de Medicina.

    Os valores de anuidades cobrados pelos Conselhos Regionais de Medicina não condizem com a realidade econômica da categoria profissional. Em Minas Gerais, por exemplo, os médicos da Secretaria de Estado da Saúde e de muitas Prefeituras, como Juiz de Fora, têm vencimentos básicos iniciais pouco superiores a três salários mínimos. A anuidade paga equivale a um terço de um desses salários. Além disso, o Conselho Regional de Medicina não aceita o parcelamento, diferente de vários outros Conselhos profissionais.
    A anuidade dos Conselhos de Medicina desconhece a atual realidade salarial e de renda dos médicos e não atende à realidade econômica da maioria deles.
    O Fax Sindical recentemente divulgou matéria intitulada ''Médicos aguardam cobrança razoável dos Conselhos de Medicina.'', que pode ser conferida no link **clique aqui para ler a matéria**.
    Ali podemos conferir o valor de anuidades do COREN e a possibilidade de parcelamento.
    Não acreditamos que o CFM e os CRMs trabalhem com o desconhecimento da realidade de emprego, salário e renda dos médicos. Acreditamos que ao se instituir a anuidade, seu valor e sua forma de pagamento, os Conselhos de Medicina deveriam ter em mente a categoria profissional como um todo. E, para isso, considerar os salários que são pagos aos profissionais no setor público, componente importante da renda de muitos profissionais.
    Esse assunto merece reflexão e debate em toda comunidade médica, incluindo as entidades profissionais.
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    Sindicato dos Médicos e Governo do Estado assinam acordo no Pará.

    A Santa Casa de Belém do Pará foi palco de recente morticínio de crianças que teve repercussão nacional e internacional. Depois disso, os médicos fizeram uma greve, para denunciar as deficiências gravíssimas de gestão daquela fundação. Em especial (como costuma acontecer na saúde) na área de recursos humanos.

    O Governo do Estado cedeu em alguns pontos e firmou acordo com o Sindicato dos Médicos do Pará.

    A notícia foi publicada pelo próprio governo estadual e está na página http://www.agenciapara.com.br/exibe_noticias.asp?id_ver=33367 .

    O acordo está previsto para ser assinado 10 de outubro e contém algumas respostas para a greve dos médicos que durou de 25 de agosto a 04 de setembro deste ano. A assinatura será no auditório da Santa Casa de Belém, na presença de representantes do Governo Estadual, da Santa Casa e do Sindicato dos Médicos.

    Entre os ítens abrangidos pelo acordo estão:

    1- a constituição de uma mesa permanente de negociações e questões relativas ao reajuste de salários dos médicos por meio da revisão e pagamento de possíveis plantões pendentes;

    3-pagamento de gratificação de tempo integral para médicos tocoginecologistas, pediatras, neonatologistas e anestesiologistas (até que seja efetivado o pagamento de risco de vida aos que tem direito).

    O acordo também prevê o pagamento de remuneração pela atividade de preceptoria (aos profissionais que acompanham acadêmicos e residentes), reajuste da gratificação de desempenho institucional (GDI) de 30% para 35% para todos os profissionais da Fundação, estudo para detectar possíveis distorções no pagamento de vale-transporte, pagamento de insalubridade e de risco de vida (mediante laudo), além de estudos para avaliar o pagamento de urgência e emergência, a instituição de auxílio alimentação de 100 reais e inclusão do sindicato dos médicos na comissão que discute o plano de cargos, carreiras e salários.

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    APAGÃO DA SAÚDE EM MINAS – CIRURGIAS ELETIVAS SUSPENSAS.

    APAGÃO DA SAÚDE EM MINAS: SANGUE OU DINHEIRO? O QUE FALTA?


    Não estão sendo realizadas cirurgias eletivas pelo SUS em Juiz de Fora. Os hospitais estão ficando vazios. Inicialmente a justificativa era um comunicado do Hemominas, que solicitava a suspensão das cirurgias porque aquele órgão, do Governo do Estado de Minas Gerais, não tinha mais condições de fornecer sangue e hemoderivados para transfusões e suporte aos procedimentos cirúrgicos, por alegada escassez de doadores. Agora, corre o boato de que a causa está sendo a falta de recursos para o SUS, que impede o gestor local de liberar os procedimentos médicos por não ter como honrar seu pagamento.

    Muitos desses procedimentos poderão se tornar urgências a médio ou longo prazo, tornando-se mais custosos para as pessoas e para os cofres públicos. Além de expor os pacientes a risco, essa retenção de procedimentos prejudica seriamente a qualidade de vida dos pacientes que demandam cirurgia eletiva.

    Além da crise no serviço público, ocasionada pelo descontentamento generalizado entre os servidores públicos estaduais, principalmente na Saúde, o Governo de Aécio Neves ainda tem no seu débito esse estancamento dos serviços de saúde que tanto piora as condições de atendimento à população de Minas Gerais.

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    COOPERATIVAS E HOSPITAIS QUEREM ABOLIR DIREITOS TRABALHISTAS.

    COOPERATIVAS DE TRABALHO E DONOS DE HOSPITAIS QUEREM FLEXIBILIZAR DIREITOS DO TRABALHADORES E TIRAR AO MÉDICO O DIREITO DA CARTEIRA ASSINADA. PROJETO DO TUCANO MINEIRO JOSÉ RAFAEL GUERRA ATACA OS DIREITOS DE OUTRAS CATEGORIAS NA ÁREA DA SAÚDE.

    A crise econômica americana foi a queda do muro de Berlim do neoliberalismo. Mas algumas idéias neoliberais, sobreviventes da era FHC, persistem em insistir. Uma delas é a flexibilização dos direitos do trabalhador, tão duramente conquistados.

    O médico não pode fazer plantões, trabalhar 24 horas ou mais em um hospital, sem ter um vínculo empregatício com a empresa que necessita de seus serviços. Essa situação, levaria à terceirização e acabaria prejudicando outras categorias profissionais, para as quais os donos dos negócios sentiriam mais à vontade para recorrer ao expediente da terceirização indevida. Essa afirmação pode parecer muito óbvia, para profissionais da área de recursos humanos, para advogados trabalhistas, para auditores do Ministério do Trabalho, para juízes e procuradores do Trabalho, para sindicalistas. Mas, em Belo Horizonte,as cooperativas lançam-se ao audacioso projeto, já derrotado na era FHC, de flexibilizar os direitos dos trabalhadores.

    A situação merece atenção dos sindicalistas de todas as áreas, porque se arrombada a porta, permitindo-se a terceirização da mão-de-obra médica e o desvirtuamento das cooperativas de trabalho, nada garantirá que amanhã a investida não se estenderá a bancos, indústrias, educação e a todos os setores de prestação de serviços.

    O encaminhamento dessa questão está sendo feito de forma sorrateira. Os beneficiários são os controladores das cooperativas médicas de trabalho e donos de clínicas e hospitais, além dos planos de saúde. Os prejudicados serão os médicos que perderão seus direitos trabalhistas e, posteriormente, todos os trabalhadores. Não houve uma consulta ampla aos médicos, em especial aos que têm direito a uma carteira assinada.

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