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Rio Grande do Sul – Polícia Civil reage a ataques a seus direitos e Previdência.

Rio Grande do Sul – Polícia Civil reage a ataques a seus direitos e Previdência.
Depois de dois dias de paralisação categoria inicia operação padrão.
O descontentamento de servidores públicos brasileiros, mesmo em setores fundamentais para a população, como saúde, educação e segurança, é muito grande.
“Após realizar dois dias de paralisação na semana passada, o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (Ugeirm) está convocando para esta semana a retomada da Operação Padrão, que consiste em reduzir as atividades apenas ao essencial e evitar atuar em condições não adequadas. A ideia é que este movimento dure até o governo abrir um “diálogo real” sobre o pacote de medidas apresentado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) com mudanças nas carreiras e na Previdência dos servidores públicos estaduais.”

Matéria completa pode ser lida em

Após paralisação de dois dias, sindicato convoca ‘Operação Padrão’ para Polícia Civil

Funcionários municipais de Juiz de Fora em risco de atraso de pagamento

Correm insistentes rumores que a administração do prefeito Bruno Siqueira, de Juiz de Fora, poderá causar atraso na data do pagamento dos trabalhadores do município e que o décimo terceiro estaria ameaçado.

Tais boatos, ou fatos, são especialmente graves neste ambiente de crise da administração pública, com seus trabalhadores humilhados por atrasos, parcelamentos ou até pelo não pagamento de salários.

As imagens de servidores públicos do Rio em filas para ganhar cestas básicas e garantir o pão nosso de cada dia sensibilizou boa parte de nossa opinião pública. Mais grave é considerar que as principais vítimas não são clientela de políticos, mas servidores públicos concursados ou contratados para atender áreas como saúde, educação, segurança.

Nessa crise grave da administração pública, de repercussões imprevisíveis e desfecho incerto, o município de Juiz de Fora, até a presente data, conseguiu manter os salários devidos aos seus trabalhadores.

Mas, agora, se confirmados os atrasos, a administração do prefeito Bruno Siqueira (PMDB MG), ex-vereador, ex-deputado estadual e aspirante a cargos políticos mais elevados, perderá aquela que tem sido, aos olhos de muitos, sua principal, e para alguns, sua única virtude: a justa garantia de que os trabalhadores municipais recebam os pagamentos a que têm direito. 

Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

Profissionais de saúde que trabalham em unidades públicas de saúde, além das responsabilidades próprias de cada profissão, agora estão mais expostos do que nunca à violência decorrente da criminalidade que se expande de forma assustadora nesse país.

Enquanto a mídia e as pessoas se preocupam com a horrível corrupção, roubos, furtos e assassinatos, sequestros e golpes, varrem o país e vitimam a cada dia mais trabalhadores.

http://www.alagoas24horas.com.br/981035/criminoso-invade-posto-de-saude-e-leva-dentista-de-refem/

Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

13/06/2016 15:06 Da redação, com Já é Notícia

Alagoas 24 Horas

Polícia Militar de Alagoas

Um criminoso invadiu, na tarde desta segunda-feira, 13, um posto de saúde do Povoado Lagoa do Algodão, zona rural da cidade de Craíbas, e levou uma dentista de refém.

A vítima, que teve o nome preservado, atendia a um paciente quando foi obrigada a ir com o criminoso, que estava com uma espingarda 12. Eles saíram do local no veículo da dentista, um veículo Hyundai HB20, de cor branca e momentos depois, a vítima foi liberada.

Após libertar a dentista, o criminoso,que usava uma camisa verde e calça jeans, seguiu com o carro em direção a cidade de Arapiraca.

A Polícia Militar foi acionada, realizou buscas nas imediações, mas até o momento não localizou o suspeito e nem o veículo. A vítima foi orientada a procurar à Central de Polícia Civil para confeccionar um Boletim de Ocorrências (BO).

Telegrama Sindical: Governo Dilma do PT: Municípios sem recursos estão parando. Crise sem precedentes no serviço público

Governo Dilma do PT: Municípios sem recursos estão parando. Crise sem precedentes no serviço público

Falar em pacto federativo no Brasil é tratar de uma ficção. Municípios menores viraram pedintes, incapazes de gerar receita para sobreviver, vivem de pires na mão, dependentes de repasses. Quando faltam os repasses os municípios sofrem e reduzem ou suspendem as suas atividades. As leis dão aos municípios responsabilidades muito grandes, mas não asseguram recursos para que eles cumpram sua missão. É como dar um jumento a um homem e ordenar que ele chegue à Lua montado nele. Os protestos dos prefeitos se estendem por todo o país. Agora foi a vez do RJ.

No Norte Fluminense, as cidades que pararam foram São João da BarraSão Fidélis,Cardoso Moreira e Conceição de Macabu. Já no Noroeste Fluminense, os serviços foram interrompidos em ItalvaItaperunaBom Jesus do ItabapoanaNatividadePorciúncula,Santo Antônio de PáduaSão José de UbáMiracema e Laje do Muriaé. As atividades serão retomadas nesta terça-feira (29).

Fonte:G1 – Municípios do Norte e Noroeste do Rio aderem à paralisação estadual – notícias em Norte Fluminense

Fonte: Telegrama Sindical: Governo Dilma do PT: Municípios sem recursos estão parando. Crise sem precedentes no serviço público

Telegrama Sindical: IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

Boa notícia para os médicos de Caruaru que trabalham no IML: o ministério do Trabalho lá funciona. Tomara que algum dia funcione também em Juiz de Fora, MG. Denunciada pelos auditores do MTE a condição de trabalho naquela unidade. A matéria está no G1, e confira no link ao final.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) denuncia a precária situação de funcionamento e condições de trabalho do Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o auditor fiscal Francisco Reginaldo, em recente visita à unidade, ficou constatado que “os instrumentos utilizados na necropsia dos corpos não são os previstos em lei; os servidores têm contato direto com o sangue dos corpos, uma vez que não usam luvas para a execução das atividades; as suturas são feitas com hastes de guarda-chuvas ao invés de com o material adequado”.

G1 – Ministério do Trabalho faz denúncia de condição de trabalho no IML Caruaru – notícias em Caruaru e Região

Fonte: Telegrama Sindical: IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

Sindicato Expresso: Paralisação dos serviços públicos estaduais do ES – serviço público estadual é vítima de crise.

Os serviços públicos no Brasil não atingiram a uma qualidade razoável. Principalmente os estaduais e municipais, dos quais dependem toda a população brasileira. Nesse momento a crise se agrava. Servidores estaduais e municipais estão vendo atrasos de pagamento, parcelamentos salariais e perdas importantes, porque seus salários não são repostos conforme as perdas inflacionárias crescentes. Em vários estados e municípios o descontentamento generalizado dos servidores públicos estaduais e municipais tem sido materializado em greves e protestos.

Paralisação dos serviços públicos estaduais do ES – serviço público estadual é vítima de crise.

A qualidade dos serviços públicos no Brasil, longe daquela desejada pelos próprios servidores e pela população, está sofrendo processo de desgaste e deterioração. A crise atinge servidores públicos dos estados e dos municípios principalmente. Perdas salariais por falta de recomposição daquilo que a inflação tira, atrasos, parcelamentos são ameaças constantes e estão gerando greves, paralisações e descontentamentos que contribuem para piorar a qualidade dos serviços públicos prometidos pelos governantes e garantidos em tantas leis. Desta vez registramos a paralisação dos servidores públicos estaduais do Espírito Santo. A matéria completa está em -> Sindicatos estimam que 40 mil servidores aderiram à paralisação desta quinta

Desde o final de 2014, após as eleições, os servidores públicos tentam negociar com o governo do Estado direitos fundamentais e básicos como a revisão salarial, conforme a inflação do período, o estabelecimento de uma data base, o reajuste e concessão do auxílio-alimentação a todos os servidores e a implantação de uma mesa permanente de negociação, mas sem sucesso. A sinalização agora é de que nem a reposição da inflação será concedida, o que pode provocar uma greve geral.

Sindicato Expresso: Paralisação dos serviços públicos estaduais do ES – serviço público estadual é vítima de crise..

Sindicato Expresso: Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe

Relator de comissão da ONU que investiga situação de direitos humanos no Brasil, se reúne com representantes sindicais dos funcionários das penitenciárias para conhecer a situação dramática dos presídios brasileiros. O mundo deve saber que os presídios brasileiros são ruins para os que neles cumprem pena e ruins para os que neles trabalham. Não é rara a existência de contratos precários de trabalho e remuneração indigna para os servidores públicos que se sacrificam para que as leis do Estado brasileiro sejam cumpridas. 
Fonte:
G1 – Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários de Sergipe – notícias em Sergipe

Sindicato Expresso: Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe.

#CRISEnoSUS Governo sucateia hospitais e médicos apelam à polícia

A situação crítica provocada pelo sucateamento generalizado e sistemático da rede hospitalar que serve ao SUS tem levado ao estresse e perda da motivação para a maioria dos médicos que atuam nessas unidades.

No Pará um grupo de médicos resolveu reagir de uma forma que não é inédita: registrar ocorrência policial. Esperamos honestamente que esses profissionais paraenses deixem clara a sua indignação, já que seria demais, nesses tempos que correm, esperar alguma racionalidade da burocracia, seja policial, seja sanitária, seja de qualquer outra esfera governamental.

http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/11/medicos-vao-policia-denunciar-precariedade-em-hospital-no-para.html

Oito médicos do hospital municipal de Parauapebas, no sudeste do Pará, foram até a delegacia de polícia da cidade denunciar a precariedade das condições de trabalho enfrentadas pela categoria no hospital público. Procurada pela reportagem, a prefeitura do município não se manifestou sobre as denúncias

No boletim de ocorrência registrado no início da semana, os profissionais relataram que estão sem condições de exercer suas funções por falta de medicamentos e materiais para a realização de exames. Eles denunciaram ainda que o neurologista e o psiquiatra foram cortados do quadro funcional do hospital. Por conta dos problemas enfrentados, os médicos disseram que irão diminuir o atendimento à população, atendendo apenas os casos de emergência.

No local são atendidas, em média, cerca de 300 pessoas por dia. A falta de condições que assegurem o atendimento dos pacientes trouxe transtornos para uma dona de casa, moradora da zona rural de Parauapebas, que trouxe o filho com fortes dortes de barriga pela manha e às cinco da tarde procurou outra opção.

Outubro começa com assassinato em posto de saúde

Juiz de Fora, 1 de outubro de 2014
De:  Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata
Referência: Fax Sindical

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Juiz de Fora: Mais um atentado abala uma unidade de saúde.

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Profissionais poderão exigir pagamento de periculosidade em unidades de saúde

Outubro começou vermelho de sangue, para tristeza de quem depende do SUS, como trabalhador ou como usuário.

Um homem tombou hoje mortalmente ferido dentro de uma unidade de atenção primária à saúde no bairro Santa Rita, em Juiz de Fora. Não foi o primeiro caso, não será o último. Mais um caso para o longo inventário de agressões físicas e verbais, depredações e, até mesmo tiros e ações com armas brancas no conflituoso território da Saúde pública.

A perigosa mistura de sucateamento, descontentamento dos profissionais com seus contratos de trabalho, dificuldades de acesso dos usuários e violência urbana crescente gera apenas insatisfação e medo e causa frequentes e indesejadas explosões.

O que esperar de nossas autoridades diante disso? Nada além de burocráticas declarações tranquilizantes, apelos ocos à letra fria da lei e uma acomodação sinistra à desgraças alheia. O inferno continua cheio de boas intenções.

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Cooperativas de trabalho cobrem carência do serviço público de saúde

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Relação de trabalho impõe negociações específicas e é atenta à realidade do trabalho médico.

A ausência de uma política efetiva e responsável de recursos humanos para o sistema público de saúde tem sido um entrave importante para o a melhoria da assistência. Essa questão é agravada pelo comodismo do  legislador e do gestor, que ficam, a serviço de sua própria conveniência, desconhecendo as especificidades do trabalho médico. A mídia e políticos sem boas intenções cuidam de lutar para convencer as pessoas de que o trabalho médico se iguala ao trabalho fabril e pode ter sua quantidade e qualidade aferidas por relógio de ponto.

Feita abstração das condições precárias dos serviços de saúde. Os baixos salários que o serviço público oferece aos médicos e a falta de concursos públicos tem provocado uma subversão das relações de trabalho no SUS. Esse fenômeno acontece eram desfavor da organização do trabalho no sistema público de saúde e é notado em todo o país. No Rio Grande do Norte as duas principais
Cooperativas de trabalho médico do Estado – Coopmed e Coopanest – aumentaram, aproximadamente, dez vezes a quantidade de associados e, hoje, trabalham em todas as unidades públicas – municipais e estaduais – de Natal.

A falta de investimento na contratação de pessoal para a área de saúde pública e o colapso das unidades municipais e estaduais nos últimos anos, ressaltaram o nível de “dependência” do Sistema Único de Saúde ao serviço prestado por profissionais que se organizaram e escolhem quanto custa e a quem oferecer seus serviços. Além de tudo, os cooperados alegam que podem desenvolver seu trabalho com tranquilidade, atingindo metas sem serem assediados por cobranças absurdas, já que agem com liberdade e autonomia próprias das profissões liberais.
Em Natal, por exemplo,  50% das escalas em unidades públicas são preenchidas por médicos cooperados.
http://tribunadonorte.com.br/noticia/no-rn-sus-depende-da-terceirizacao-para-funcionar/232251

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PJ Contratante terá que arcar com despesas previdenciárias

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Governo: PJ que disfarça vínculo trabalhista será excluída do Super simples

Empresa contratante terá que arcar com contribuições previdenciárias do contratado
A secretaria que cuida de micro e pequenas empresas resolveu tomar providências a respeito das contratações de trabalho feitas por meio de pessoa jurídica. Esse recurso é usado habitualmente, entre outros, para sonegar direitos aos médicos, já que na área de saúde a regularidade e legalidade das relações trabalhistas parecem ser mais exceção do que regra.

A Folha de São Paulo, na edição de 26 de setembro passado, noticia que o governo retirou do Supersimples as pessoas jurídicas criadas para substituir vínculos trabalhistas. Esse vínculo é chamado de ‘PJ assalariado’. A regra deixa claro que o Supersimples não se aplica a pessoas jurídicas não mantém vínculo com uma empresa contratante.

Diz a matéria que em 2012 e 2013, a Receita Federal identificou sonegação de quase R$ 30 bi por meio dessa manobra e o governo diz que quer conter essa sangria. Essa sonegação, segundo fontes do governo, afetou principalmente a Previdência Social.

A vantagem, nesses contratos, é muito maior para as empresas contratantes, já que economizam despesas com a contratação de um funcionário e o contratado via PJ perde todos os seus direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, por ter um vínculo precário. “Essas contratações configuram uma relação comercial, sem custos trabalhistas para quem contrata”, diz a matéria.

O texto legal diz que serão excluídas as pessoas jurídicas que guardam com o contratante do serviço relação de “pessoalidade, subordinação e habitualidade”, características do vínculo trabalhista. “A contratante está sujeita a multa e pagamento da contribuição previdenciária em atraso.”
Quem se interessar pode ler a matéria na íntegra em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/187595-governo-fecha-porta-para-pj-assalariado.shtml

Anestesistas de Curitiba em protesto pela dignidade

.’. Sindicato Expresso .’.
– 05 de março de 2013 – 17 hs.

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

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Em defesa da dignidade médica

Anestesiologistas do Paraná fazem operação padrão em protesto contra prisão indiscriminada de colegas perseguidos no caso do Hospital Evangélico de Curitiba

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No regime democrático, autoridades que detém poderes especiais e não são consagradas peli voto popular, por vezes têm apenas a sua consciência como árbitro último dos limites que devem respeitar para não exercerem seus poderes com excesso, como se fossem pequenos reis a quem ninguém cobre limites. Por vezes vemos esses limites serem escancarados. Temos aí o caso emblemático da Escola Base, ocorrida em São Paulo. Temos agora em Curitiba a prisão massiva de médicos, como decorrência de suposta prática de eutanásia em uma UTI. Nada comprovado com necessárias evidências técnicas e científica.

A verdade é que não existe nenhum Primeiro Comando Médico, nem seguer um Comando Branco. Nenhuma organização penal de malfeitores ou agrupamento organizado para traficar as armas e drogas que tanta dor e desgraça levam aos lares brasileiros Alias, de seus postos, os médicos lutam também contra essas desgraças. Por isso, como cidadãos prestantés, eleitores e contribuintes repelem essas tentativas de criminalizar a categoria.

Contra o punitivismo generalizado de uma polícia que dá a impressão de se voltar contra toda uma classe, os médicos anestesistas de Curitiba resolveram dar forma à sua revolta na luta pela dignidade. A classe médica não é uma classe de málfeitores, como a classe policial não é apenas composta por profissionais que aproveitam o sucesso fácil proporcionado pelo sensacionalismo.

Uns tem a obrigação de mitigar o sofrimento e aliviar as doenças e agravos. Outros têm obrigação de dar as pessoas a sensação de segurança no dia a dia. Certas atitudes apontam que muitos não se preocupam com a harmonia da sociedade. A lei é o laço que une a sociedade. Não deve ser manobrada como o chicote do castigo para causar desunião e conflito.

Esse fato indica que a classe médica deve estar em guarda permanente e sem esmorecimento contra as amplas e múltiplas tentativas de desqualificá-la. A luta pela diginidade é incessante.

Confira a notícia:

http://noticias.r7.com/cidades/medicos-protestam-contra-prisao-de-colegas-no-parana-05032013

“”” Médicos anestesistas trabalham em uma operação padrão no Paraná como protesto pela prisão dos três médicos envolvidos no caso que investiga a morte de pacientes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, no Paraná. Desde o dia 25 de fevereiro, somente emergências são atendidas, o que já provocou o cancelamento de diversas cirurgias.

 A delegada Paula Brisola, responsável pela investigação, entregou o inquérito sobre o caso na noite de segunda-feira (5). Quem deverá analisar o caso é a promotora Fernanda Nagl Garcez, do (Caop) Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Saúde Pública. O órgão tem cinco dias para decidir se aceita a denúncia.

A médica Virgínia Helena Soares de Souza, de 56 anos, teria praticado eutanásia — antecipação da morte de pacientes com o uso de procedimentos médicos, o que é proibido pela lei brasileira. Três anestesistas e uma enfermeira também estão na cadeia, suspeitos de envolvimento nas mortes . “””