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DEPUTADO ANTONIO JORGE PEDE PROMOÇÃO DOS MÉDICOS ESTADUAIS MINEIROS

Deputado cobra promoção de médicos, prevista em lei, que está na gaveta do secretário da SEPLAG. 

[Expresso153]Minas Gerais: servidores públicos queixam-se de atendimento e juros altos do Banco do Brasil

O Sindpúblicos MG, Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais, encaminhou à SEPLAG documentos que comprovam a grande insatisfação existente entre os servidores públicos estaduais mineiros com os serviços prestados pelo Banco do Brasil. O Banco do Brasil recentemente passou a fazer o pagamento dos servidores público e não tem correspondido às expectativas de melhoria na prestação dos serviços bancários aos funcionários públicos.

Uma servidora, indignada, escreveu uma carta ao jornal ESTADO DE MINAS, protestando contra os juros exorbitantes que aquela instituição, que cobra juros de 11,66% de juros e 2% de multa no cartão de crédito. Além de tudo, cobra anuidade elevadíssima, de 86 reais e debita 10% do valor do salário à consignação sobre cartão de crédito, prática que não é permitida pela legislação estadual. Nos outros estados, onde há cartão de crédito consignado, como Rio de Janeiro e Pernambuco, os juros cobrados dos servidores públicos não ultrapassam 4%.

O Sindpúblicos MG lamenta que, até agora, a SEPLAG não tenha tomado qualquer providência relativa às práticas abusivas do Banco do Brasil. Os servidores públicos estaduais continuam aguardando que o Banco do Brasil os atenda melhor.

A matéria, que transcrevemos abaixo, foi divulgada no site do Sindpúblicos MG, e pode ser conferida na página http://www.sindpublicosmg.org.br/081119bb.htm

BANCO DO BRASIL CONTINUA “ASSALTANDO” SERVIDORES

Uma servidora aposentada do Estado de Minas Gerais, indignada com as taxas de juros exorbitantes cobradas pelo Banco do Brasil, encaminhou denúncia ao jornal “Estado de Minas”, publicada no dia 14 de novembro de 2008.

De acordo com a servidora, os juros são altíssimos, principalmente os do cartão de crédito, que são de 11,66% mais 2% de multa, quando houver atraso no pagamento. O banco já cobra uma anuidade de R$ 86,00 (oitenta e seis reais), que essa servidora paga em 06 parcelas de R$ 13,50 (treze reais e cinqüenta centavos), debitados em sua conta, além de o BB debitar 10% do valor da sua fatura a título de consignado. Porém, de acordo com o Decreto 44621/2007, o crédito consignado com o cartão de crédito é proibido em Minas, ou seja, o BB além de agredir os servidores com tantas taxas, ainda está agindo contra a Lei.

Em outros Estados, como Rio de Janeiro e Pernambuco, por exemplo, existe sim o cartão de crédito consignado, porém os juros não ultrapassam 4,5%, sem multa e anuidade.

O SINDPÚBLICOS – MG entregou em mãos à Secretária Renata Vilhena, no dia 05 de outubro de 2008, documentos que comprovam esse ato imoral do Banco do Brasil, e pelo que percebemos agora com a indignação dessa servidora, é que nenhuma providência foi tomada pelo governo de Minas para coibir essas medidas apócrifas tomadas pelo BB.

Para que haja um cartão consignado, os juros devem ser em torno de 4%, como existe em outros estados, e não de 13% cobrados pelo BB.

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Juiz de Fora:servidores estaduais da saúde mantém mobilização.

Os servidores públicos estaduais municipalizados da Saúde do Estado de Minas Gerais sofreram decepção e estão descontentes desde que perceberam que o prêmio de produtividade, também conhecido como décimo quarto salário, não seria pago a eles. Pensavam que a cláusula 4ª. parágrafo 2º. do convênio que os cedeu às Prefeituras, que garante os mesmos direitos e vantagens dos servidores que permaneceram na administração direta, seria respeitada. Já havia insatisfação com os salários ruins. O vencimento básico inicial de um médico, por exemplo, está na casa dos mil reais e, para piorar, ele ainda não tem cargo.

Além de tudo, os servidores estaduais da Saúde não foram reposicionados na tabela remuneratória por tempo de serviço, a chamada progressão horizontal. Todos estão como se tivessem começado a trabalhar ontem. E há a sonegação do pagamento da insalubridade, que a todos prejudica, inclusive quanto à aposentadoria especial.

Há outras razões para descontentamento. Os servidores públicos estaduais da Saúde cedidos às Prefeituras, denominados ''municipalizados'' estão realizando um mobilização crescente. Essas questões os habilitam para o diálogo com o Governo do Estado de Minas Gerais sobre a sua situação.

Para a continuidade do movimento, será realizada uma nova Assembléia em Juiz de Fora, dia 27 de novembro de 2008, às 19 horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. O Sindicato dos Médicos e o núcleo regional do SindSaúde MG já estão fazendo a convocação de todos os interessados para essa nova reunião.

É redundante dizer que a presença de todos é muito importante.

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