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Sindicato dos Médicos do Piauí move ação judicial contra arbitrariedades do IASPI

Dizem as pessoas que é nobre o trabalho do médico, porque a sobrevivência de cada qual e a qualidade de vida pode depender dele. Atribui o legislador e a autoridade pesadas responsabilidades ao médico, porque ele lida com a vida, ” o bem mais precioso que há”. Contudo essas falas e declarações entram eram insolúvel contradição com a precariedade e a falta completa de respeito das instituições eram relação ato trabalho médico. Como nesse escândalo que ocorre no Piauí.

Aconteceu na manhã do último dia 23, na 1ª Vara da Fazenda Pública, uma audiência, na qual o Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí – SIMEPI levou à justiça o IASPI, responsável pelo plano de saúde IAPEP/PLAMTA, por cometerem várias arbitrariedades, dentre elas: a exigência da obrigatoriedade de o médico constituir pessoa jurídica, glosas de procedimentos e consultas previamente autorizados, exigência do médico comprar o software do leitor biométrico por preços exorbitantes, que é de única responsabilidade do plano e a inexistência de contrato, quando não, obrigam os médicos a assinarem contratos de adesão, que são unilaterais e só asseguram direitos do plano”

http://180graus.com/saude/sindicato-dos-medicos-do-piaui-move-acao-judicial-contra-arbitrariedades-do-iaspi

Crise na Saúde: Médicos de Terezina fazem paralisação de 48 horas

Médicos de Teresina paralisam atividades por 48 horas

02/06/2011 – 11:24

Os médicos da rede municipal de Saúde iniciaram nessa quarta-feira (1º) uma paralisação de 48 horas. Consultas, exames e cirurgias eletivas estarão suspensos até esta quinta-feira (2). Só atendimentos de urgência e emergência continuam acontecendo normalmente. Os médicos reivindicam o cumprimento da Lei da Carreira Médica, que não estaria sendo respeitada pela Prefeitura de Teresina. Uma assembleia geral da categoria está marcada para a próxima terça-feira (7) e os profissionais podem decretar greve por tempo indeterminado.

Segundo o Portal O Dia, eles cobram a progressão por tempo de serviço e por títulos, conforme a Lei, e o piso estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos, que é de R$ 9.188,22. Atualmente, o salário do médico da rede municipal é de cerca de R$ 3 mil. No início da manhã, eles realizaram um manifesto em frente ao Hospital Lineu Araújo e, em seguida, percorreram os nove hospitais da rede municipal.

É a segunda vez que a categoria paralisa os atendimentos nos últimos 15 dias. A primeira foi no dia 18 de maio, quando os médicos cruzaram os braços por 24 horas. Para o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Fernando Correia Lima, esta é uma paralisação que visa melhorias para toda a população.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Médicos do Piauí (Simepi), Lúcia Santos, já foram feitas várias tentativas de negociação com a Prefeitura de Teresina, porém sem resultados. “A adesão ao movimento é de 100%. A gente vê hospitais deteriorados, falta de médicos. A Saúde deve ser a maior obra de um município, mas não está sendo priorizada. Isso que vem acontecendo demonstra o descaso e o desmantelo da Saúde em Teresina”, enfatizou.
http://m.ne10.com.br/noticia/?t=ca&ca=cotidiano&a=2011&m=06&d=02&id=275307

Lutas médicas no Mato Grosso e no Nordeste.

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__ FAX SINDICAL 206__________
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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora.

N° 206 – Ano V – quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Em Mato Grosso e no Nordeste, médicos tomam a vanguarda da luta da categoria e realizam movimentos pela valorização da Medicina dentro do serviço público.

Fax Sindical. Site: https://faxsindical.wordpress.com
Twitter: http://www.twitter.com/faxsindical

A valorização do trabalho médico dentro do serviço público tem se mostrado um item fundamental para o bom funcionamento dos serviços públicos de saúde. Apenas os mal intencionados e os pouco informados ainda não constataram abertamente essa realidade.

Coragem e luta os médicos de Várzea Grande, no Mato Grosso, igual os seus colegas de Cuiabá, suportaram uma longa greve, resistiram e enfrentaram a repressão das respectivas Prefeituras. A luta dos médicos brasileiros, em defesa do sistema público de saúde e do serviço público é uma alternativa ao desânimo e aos pedidos de demissão. Exige união da categoria. A notícia pode ser lida em http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=362764  

Várzea Grande MT 100 dias de greve.
Médicos decidem hoje fim de greveRENÊ DIÓZDa ReportagemOs médicos da Saúde municipal de Várzea Grande podem decidir hoje se encerram ou não a greve da categoria, que jádura mais de 100 dias. À noite, eles se reúnem em assembléia no Pronto-Socorro Municipal (PSVG), onde devem avaliar uma proposta de acordo enviada pela prefeitura como definitiva para o encerramento da paralisação, que tem comprometido o atendimento no PSVG. A greve teve início no ano passado, quase simultaneamente à paralisação empreendida pelos médicos em Cuiabá. Dos dois lados do rio, os profissionais pleiteavam melhores salários e condições de trabalho. Em Cuiabá, foram necessários pouco mais de 70 dias para que se chegasse a um acordo com a prefeitura. Em Várzea Grande, entretanto, as negociações se estenderam, mesmo com a proposta do município que dobrava o piso salarial da categoria médica, que é de R$ 1.035. Para os profissionais, o problema da proposta era que ela não abarcava a criação de um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) exclusivo.

Rio Grande do Norte Plantonistas e diaristas de serviços clínicos do Hospital Walfrido Gurgel, de Natal, apresentam pauta de reivindicações, unem-se, organizam-se no Sindicato e mostram disposição para o enfrentamento da greve. A matéria está em http://tribunadonorte.com.br/noticia/clinicos-do-walfredo-gurgel-vao-iniciar-greve-no-sabado/137521

Clínicos do Walfredo Gurgel vão iniciar greve no sábado
Os clínicos que trabalham no hospital Walfredo Gurgel decidiram iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir do próximo sábado (16). A decisão foi aprovada na noite de ontem (13), em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Médicos do RN.Os profissionais da unidade apresentaram uma pauta reivindicando: mudança nas escalas, que deve ter quatro profissionais atuando por plantão; isonomia do adicional de produtividade com as outras especialidades médicas do próprio HWG; internação de novos pacientes apenas com vagas existentes, para evitar superlotação nos corredores; melhorias dos equipamentos e piso salarial de acordo com o projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional; e gratificação de urgência por porte hospitalar.Com antecedência de 72h, o Sinmed, já enviou ofício com as reivindicações à Secretaria de Saúde Pública do Estado e àdiretoria do Hospital Walfredo Gurgel. No documento, os médicos também solicitam a abertura imediata de negociações e uma audiência com a Sesap o mais breve possível.

TERESINA, Piauí Outra lição que vem do Nordeste. Médicos, organizados no Sindicato, realizam Assembléia com grande disposição para o enfrentamento da greve. O movimento visa defender a dignidade dos profissionais da Medicina exigindo condições decentes de atendimento e salário adequado. Mais uma vez a categoria sai em defesa do fortalecimento do sistema público de saúde e do serviço público. Esse fortalecimento é fundamental para que a população brasileira tenha serviços regulares e satisfatórios à sua saúde. A saúde da população é fundamental para o desenvolvimento econômico e para o bem estar social. A matéria está em
http://www.cidadeverde.com/medicos-decidem-sobre-paralisacao-em-assembleia-nesta-quarta-feira-51275
Matéria publicada em 13/01/10, 08:29 Médicos decidem sobre paralisação em assembleia nesta quarta-feiraSindicato diz que greve é inevitável. Nova proposta da categoria padroniza a diferença em 102% entre os níveis.
Estámarcada para as 19 horas de hoje uma nova assembleia geral no Sindicato dos Médicos, quando a categoria decidirá sobre a possibilidade de greve por tempo indeterminado. Na manhã de ontem, o Simepi encaminhou novas propostas de reajuste para Estado e prefeitura, já que os aumentos oferecidos foram rejeitados pelos médicos.O tesoureiro do Sindicato dos Médicos, Fábio Furtado, entregou cópias das tabelas refeitas nas mãos do presidente da Fundação Municipal de Saúde, Firmino Filho, e da assessora técnica da Secretaria de Administração, Maria Francisca.Vamos esperar um retorno até esta quarta-feira. Caso contrário, acreditamos que a greve seráinevitável. Em setembro de 2009 o Simepi iniciou uma intensa campanha salarial. Só depois de duas paralisações, uma de 24 horas e outra de 72 horas, é que os gestores abriram um canal de negociação. Os reajustes oferecidos estão muito longe do reivindicado, já que inicialmente o sindicato exigia 30% de aumento a cada 6 meses para que em 2012 o piso salarial fosse de R$ 3.500, explica Furtado.Caso a proposta do Estado fosse aceita, em 2012 não haveria mais produtividade, já que as gratificações e produtividade seriam rateadas e incorporadas ao vencimento em quatro etapas. O problema é que a diferença salarial entre o primeiro e o último nível ficou muito próxima, cerca de 45%. Por isso, a nova proposta do Sindicato dos Médicos padroniza essa diferença em 102%.No caso da Prefeitura, o aumento seria anual de 10%, mais pagamento de 30% de produtividade sobre o valor de cada consulta, com conclusão em 2013. Os médicos consideram que hágrande disparidade entre o reajuste oferecido para ambulatório e os demais níveis porque os 10% de aumento seriam calculados apenas sobre o piso e não sobre as gratificações e produtividade. A segunda proposta do SIMEPI incorpora gratificações e produtividade até 2012.De acordo com o presidente do Sindicato, as novas tabelas foram elaboradas junto com representantes das especialidades médicas na semana passada, logo após a Assembleia que rejeitou o aumento oferecido pelos gestores. Entendemos o esforço que o Estado e a Prefeitura estão fazendo, mas a categoria não pode mais se sujeitar a um piso salarial de pouco mais de mil reais. Refizemos nossos cálculos com base nas duas propostas apresentadas e esperamos chegar a um acordo para evitar a greve, que não é boa para ninguém, declarou Leonardo Eulálio.

Nordeste: Sindicatos médicos mantém luta em defesa do SUS.


TELEGRAMA SINDICAL 208

Ano V Número 208 Juiz de Fora, 05 de janeiro de 2010. Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.

Nordeste luta dos médicos em defesa do SUS vai continuar.

Governantes atentam contra a saúde da população e ficam impunes!!!!!!!!


Luta dos médicos em defesa do SUS e da saúde do povo brasileiro. No Piauí, mobilização para a greve contra os absurdos do governo local. Em Sergipe, fontes sindicais comentam que parece que o governo privatista de Marcelo Deda acabou, tal é a ruína em que se encontra a saúde pública no Estado. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora divulga os fatos e solidariza-se completamente com os doutores do Piauí e de Sergipe.
Luta dos Médicos em defesa da Saúde do povo brasileiro No Piauí greve está marcada para o próximo dia 07. Ainda aguarda-se o bom senso da Prefeitura de Teresina. A notícia está em http://www.cidadeverde.com/medicos-mantem-greve-para-o-dia-7-mas-esperam-proposta-50745


Em Sergipe, além dos ataques de privataria praticados contra os serviços públicos estaduais de Saúde, o desrespeito ao trabalho médico parece ser uma marca registrada do atual governo estadual. Fontes sindicais dizem que a crise é tão grande que parece que o governo está acabando. Confira a notícia em http://www.correiodesergipe.com/lernoticia.php?noticia=35013 ou a transcrição que segue àmatéria da greve no Piauí.

03/01/10, 17:05
Médicos mantêm greve para o dia 7, mas esperam proposta
Prefeitura ficou de apresentar proposta nos primeiros dias de 2010. Categoria quer 30% de aumento em cinco anos.
O presidente do Sindicato dos Médicos do Piauí – Simepi -, Leonardo Eulálio, confirmou ao Cidadeverde.com que o indicativo de greve a partir de 7 de janeiro de 2010 estámantido. Ele disse neste domingo (4) que a Prefeitura de Teresina prometeu ainda antes do Natal apresentar proposta de reajuste, e a categoria ainda espera resposta.”Tivemos uma reunião com o prefeito (Sílvio Mendes) antes do Natal (dia 22). No momento, não temos nada de concreto”, disse Eulálio, confirmando assembleia geral da categoria para a próxima quarta-feira (6). Em caso de desacordo com a proposta, ou inexistência de tal, a paralisação por tempo indeterminado começa no dia seguinte.Na reunião de dezembro, a Prefeitura de Teresina ficou de elaborar uma proposta que seja apresentada logo no início do ano. Os médicos fizeram paralisação em dezembro e aprovaram o indicativo de greve, mas alegaram respeito à população nas festas de fim de ano, onde a procura por atendimento nos hospitais é maior, e adiaram o movimento. Eles querem reajuste de 30% a cada seis meses em cinco etapas, o que elevaria o piso salarial da categoria para R$ 3.500 em 2012. O Governo do Estado sinalizou positivamente, e pediu até o fim de janeiro para que estudos para transformar a produtividade em remuneração, em projeto que deve ser enviado para a Assembleia Legislativa em fevereiro, na retomada dos trabalhos.Fábio Lima

Parece que estamos no fim do governo Data: 03/01/2010
CORREIO DE SERGIPE: Em primeiro lugar, deputado, estamos iniciando 2010, mas como o senhor pode sintetizar os três anos do governo de Marcelo Déda? VENÂNCIO FONSECA: É o governo que tem a durabilidade de quatro e que, após três anos de gestão, parece que já chegou ao seu final. Digo isso pelo fato de em tanto tempo as ações desenvolvidas terem sido muito tímidas. Isso em todas as áreas, a não ser a Comunicação Social. A propaganda, o marketing do governo é bem feito, é bonito. Mas é enganosa, não é real, é virtual. Na Educação todos os anos a Pasta foi reprovada no governo de Marcelo Déda. Não recebeu nem a média para passar de ano. É a pior do Nordeste. A Saúde é um caso de polícia! Após três anos nós vimos mortes de bebês; por soro vencido; por falta de higiene na UTI; pacientes são escolhidos para morrer conforme denúncias dos médicos; trocaram prontuários de pacientes; trocaram defuntos; faltam medicamentos, médicos e tudo; os hospitais no interior estão fechados; e se encerra com a diretora do Hospital João Alves denunciando os médicos na polícia.
CS: E quanto a outras áreas, como a Segurança Pública, por exemplo? VF: Na SSP, tenho que reconhecer que o secretário foi uma boa escolha porque ele é muito competente, ele é João Eloy, mas não é super-herói! Não vai poder fazer uma boa segurança com um ou dois policiais ficando responsáveis por todo um município e povoados, além da delegacia, como é o caso de Pedrinhas. Aumentou o número de assaltos a ônibus, de gado e de veículos. Na Agricultura, meu Deus, não existe. Acabaram com tudo! Acabaram com a secretaria, imagine com o Turismo! Na inclusão social só funciona o “Kit Conceição”, que ficou tão escandaloso que o governo teve que suspender um pouco. O Governo não conseguiu terminar as obras em andamento que pegou do governo passado, como é o caso da Ponte Mosqueiro/Caueira. Só de propaganda acho que já gastaram o valor da ponte. A pista que liga a Barra dos Coqueiros à Atalaia Nova são 5 km e até hoje não a concluíram. Costumo dizer que João Alves construiria a obra de ré. O governo não conseguiu liberar as emendas do Orçamento, mesmo sendo compadre do presidente. Não se tem aptidão para governar, faltam projetos e planejamento.
CS: Nós vimos, durante esses três anos, o líder do governo tendo que defender o que parece ser “indefensável” no plenário da AL. O Francisco Gualberto (PT) de hoje é o mesmo de antes? VF: Não! Porque para defender o governo ele teve que rasgar sua história política, aquilo que ele defendia. Hoje é um Gualberto ao contrário. Por várias vezes ele se viu aperreado no plenário ao ver as galerias cheias por servidores públicos e membros dos sindicatos, e ele tendo que defender propostas do governo que iam de encontro com os interesses do funcionalismo. Foi assim com vários sindicatos, com o Sintese e, em especial, com a CUT, instituição que ele jápresidiu. Ver Gualberto tendo que aprovar e defender reajustes insignificantes. Fatos desta natureza o constrangeram muito.