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Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

#CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

 A falta de capacidade do serviço público em atrair e fixar profissionais médicos é de todos conhecida. A falta de respeito ao trabalho médico é recorrente. Esse blog está cheio de exemplos. Agora, mais um caso. Em Salvador. Médicos faziam plantão em UPA, equipamento público de saúde, sem terem sido submetidos a certame público e, nem ao menos terem suas carteiras de trabalho assinadas. Carteira assinada, até prova em contrário, é dever do empregador e direito do empregado. Esse não pode ser “o SUS que dá certo”.

A matéria sobre o a greve dos plantonistas da UPA está em ->

G1 – Após 47 dias, médicos da UPA de Escada encerram greve, diz sindicato – notícias em Bahia

“A empresa também se comprometeu em assinar as carteiras dos médicos e
vai atender as reivindicações relacionada às condições de trabalho, que
eram bastante precárias. Além disso, também ficou definido que haverá
recomposição através de pagamento  por causa dos dias parados”, disse
Magalhães, em contato com o G1.

Paralisação

Os médicos estavam com as atividades paralisada desde o dia 10 de julho. Por dia, a UPA de Escada recebe cerca de 500 pessoas.

Entre as pautas de reivindicações destavam a garantia de contratação
sob o vínculo CLT, mediante solicitação formal do profissional, valor
diferenciado para os plantões dos finais de semana, aumento do número de
ortopedistas no plantão noturno e clínicos no plantão diurno e
melhorias na segurança do local e das condições de trabalho.

Durante a greve, o sindicato informou que apenas pacientes com risco de
morte estavam sendo atendidos na unidade, além dos que já estavam
internados, e que outras pessoas eram encaminhada para outros locais.

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS Esse não é o SUS que dá certo. Médicos de UPA sem carteira assinada em Salvador.

#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

#CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU

Para dissipar dúvidas, é necessário mostrar aqui retratos de uma crise que se agrava: a crise no SUS, o sistema público de saúde do Brasil. Embora municipalizado, todo o sistema funciona com grande dose de centralização, dependendo de repasse de recursos pelo governo federal e de decisões tomadas por uma poderosa burocracia incrustada no Ministério da Saúde, órgão do governo federal.

Em Campo Grande, bem que os médicos dos serviços de urgência e emergência e da atenção básica tentaram. Fizeram uma greve para melhorar sua remuneração, seu contrato de trabalho, suas condições para exercer a profissão com dignidade e oferecer um serviço de qualidade aos necessitados. Como o movimento não resultou em diálogo e não houve a construção de uma agenda positiva, os pedidos de demissão se multiplicaram. O coordenador do SAMU na cidade revela que houve aumento expressivo dos atendimentos das ambulância após a diminuição do quadro de médicos do SUS naquela capital. A matéria completa está na página (link) -> Greve e redução de médicos em unidades sobrecarregam Samu – Correio do Estado

De acordo com o coordenador do Samu na Capital, José Eduardo Cury, o número de ligações recebidas saltou de uma média de 32 mil, no começo do ano, para 43 mil (em média) nos meses de maio, junho e julho. Aumento de 34%. Ele atribui o problema ao deficit de médicos nas unidades de urgência e emergência da Capital, além do longo período de greve da categoria.
Cury afirma que a sobrecarga ocorreu justamente durante os meses em que houve paralisação dos profissionais da saúde no município. “Em função dessas greves muitos profissionais acabaram se desligando da rede municipal  de saúde e as unidades de urgência e atenção básica ficaram sem ter como fechar seus quadros de plantões”, explica.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS – Campo Grande – greve seguida de pedidos de demissão de médicos sobrecarrega SAMU.

Juiz de Fora: Prefeito reconhece crise no SUS e má-remuneração dos médicos.

FAX SINDICAL 261

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * Nro. 261 * 08 de maio de 2010

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*** ATENÇÃO *** ATENÇÃO *** ATENÇÃO ***

 

Médicos da Prefeitura de Juiz de Fora – Assembléia no dia 13 de maio, a partir de 10 horas e 30 minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rua Braz Bernardino, 59.

 

Pauta: Campanha Salarial Unificada 2010.

 

Divulgue. Avise aos colegas e amigos. Envie emails. Telefone. Avise nos locais de trabalho. A presença de todos é importante para revelar a força do nosso movimento.

 

Extensivo a todos os médicos da Prefeitura: HPS, Regional Leste, Regional Norte, PAM Marechal, PAM Andradas, Saúde da Mulher, Saúde Mental, Casa do Servidor, SAMU, PSF, AMAC, UBS, Regulação, Central de Vagas, Auditoria e todos os órgãos e unidades da Prefeitura. Todos devem participar.

 

 

SINDICATOS REUNIRAM-SE COM O PREFEITO.

 

Em reunião com sindicalistas que representam os servidores públicos municipais, na tarde do dia 7 de maio, o Prefeito Custódio de Matos reconheceu a crise do serviço público de saúde de Juiz de Fora, já amplamente denunciada pelo Sindicato dos Médicos e também declarou que os salários dos médicos da Prefeitura estão defasados em relação aos valores praticados pelo mercado.

 

Quanto ao índice proposto de 7%, foi irredutível. Disse que não será alterado, já que o índice, segundo ele, não é estabelecido apenas pelos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas também pela disponibilidade financeira da Prefeitura.

 

O Sindicato dos Médicos, juntamente com o SINSERPÚ e os sindicatos de professores e engenheiros, mantém a convocação de uma paralisação para o dia 12 de maio, com assembléia geral unificada para todo o funcionalismo municipal, a se realizar no dia 12 de maio, às 10 horas, na Praça da Estação.

 

No dia seguinte, 13 de maio, o Sindicato dos Médicos chama todos os médicos da Prefeitura para uma reunião, a partir de 10 horas e trinta minutos, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, para ouvir e deliberar com os profissionais sobre a campanha salarial unificada de 2010. Serão feitos informes sobre o movimento e na pauta estarão, além da luta pelo reajuste, a equiparação salarial dos médicos, com pleno reconhecimento da carga horária especial (atualmente os médicos percebem menos 25% do que o nível superior) e o cumprimento do acordo de 2009, que prevê a criação de um plano de cargos, carreira e remuneração para os médicos e uma comissão permanente para avaliar as condições de atendimento médico à população de Juiz de Fora.

 

O Fax Sindical pode ser acompanhado no Twitter em twitter.com/faxsindical

Profissão maldita? Prisão de médico, mais uma vez, vira manchete.

[Telegrama Sindical 228 12.02.10 18 hs.]
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Telegrama Sindical 228
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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
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Ano V N°. 228 * 12 de fevereiro de 2010
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Juiz de Fora: Prisão de médico virou manchete.

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Não é ato falho e nem falta de assunto que leva a prisão de um médico, em decorrência de ato relacionado ao exercício de suas funções, às manchetes de um jornal.
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Um órgão da imprensa local (de Juiz de Fora), divulgou em manchete, com grande e calculado destaque, a prisão de médico que prestava serviços ao SUS no Hospital João Felício, instituição privada conveniada ao sistema público de saúde.

Acusa-o a polícia mineira de ter cobrado honorários extras, além daqueles minguados e defasados caraminguás que são pagos pelos procedimentos médicos feitos no SUS. A polícia agiu com eficiência, aliás, desejável para uma corporação policial em uma cidade onde o consumo de crack e a formação de gangs de jovens já começa a dominar a vida dos bairros.

Os responsáveis pelo Hospital João Felício, segundo o que foi publicado, ainda não explicaram o caso ocorrido em suas dependências. A instituição é conveniada com o SUS e tem que cumprir as cláusulas contratuais, as normas éticas, técnicas e legais que permeiam a relação entre as empresas hospitalares e o sistema público de saúde.

O Hospital João Felício não recolheu as contribuições sindicais devidas ao Sindicato dos Médicos referentes ao exercício de 2008. Fácil é perceber que o Hospital está em situação irregular. Das duas uma: ou não tem plantonistas ou não assina as suas carteiras, nos termos definidos pela legislação trabalhista. No primeiro caso, estaria em situação irregular perante o CRM, a Vigilância Sanitária, o Ministério da Saúde, etc., porque não estaria cumprindo normas técnicas, éticas e obrigações contratuais. No segundo caso, teria que quitar um passivo trabalhista respeitável com seus empregados, com a Previdência Social e com o Ministério do Trabalho.

Pelo que se vê, os responsáveis pelo Hospital têm muitas explicações a dar, além da simples ignorância dos acontecimentos que ocorrem em suas dependências.

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Prefeitura de Juiz de Fora: Adiada reunião sobre gratificações de urgência e emergência.
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Foi adiada para o dia 24 de fevereiro a reunião tripartite entre Sindicato dos Médicos, Prefeitura e Sinserpu que irá tratar das gratificações de urgência e emergência pagas aos servidores públicos dos serviços municipais de saúde.

O adiamento atendeu a solicitação de Vitor Valverde, Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura de Juiz de Fora. Ele se desculpou, em comunicação telefônica, com o Presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão.

Há uma sinalização de que a Prefeitura apresentará uma proposta mais abrangente, que reconheça as especificidades do trabalho médico, necessárias para o funcionamento normal de serviços hospitalares.

É aguardar para ver.

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TELEMEDICINA – uma conquista para médicos e pacientes.

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A incorporação de tecnologia aos serviços públicos de saúde é uma necessidade imperiosa, já que a Medicina é uma atividade científica, ciência e arte, que exige tecnologia para ser exercida com excelência e eficiência.

A Telemedicina, como podemos ver na notícia abaixo, é uma contribuição que os gestores públicos de saúde de Juiz de Fora estão a dever ao SUS local. Existe o programa a nível federal e sua implantação no Rio de Janeiro segue a todo vapor, com aprovação geral.

A notícia sobre o progresso da Telemedicina no Rio de Janeiro foi publicada na página http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/saude/posts/2010/02/07/telemedicina-aprovada-por-medicos-pacientes-263842.asp
e está transcrita abaixo.

Telemedicina é aprovada por médicos e pacientes
7.2.2010

Isabella Guerreiro –

Diagnóstico pela internet

A gestante Aline de Souza Gomes, de 26 anos, foi encaminhada para um pré-natal especializado depois de uma teleconferência. A médica Katharine Gandra, de 23 anos, discutiu o caso da paciente, que é hipertensa e está grávida de apenas dois meses. — Conversamos sobre a medicação que ela está usando e decidimos suspender o remédio. A paciente será encaminhada para uma unidade especializada em acompanhar gestações de risco — conclui Katharine, que aproveitou a interação com a médica Patrícia Elia para tirar dúvidas de outros casos: — Isso vai ser ótimo pra mim. É bom para perguntar e aprender sobre outras coisas. A paciente também aprovou a novidade. — Acho que é um benefício. O médico conversa sobre o meu problema para ter um melhor diagnóstico para o meu caso — diz Aline. Referência O modelo adotado pela Secretaria municipal de Saúde teve como referência o TeleSSaúde Brasil, programa do Governo Federal presente em dez estados. No Rio, o núcleo fica na Uerj. TeleSSaúde Brasil O programa nasceu em 2007 com foco em educação e formação dos profissionais de saúde dos PSF por meio de teleconferências. No ano passado, assumiu também a missão de auxiliar os médicos no diagnóstico. Novidade A inovação adotada no município é associar essa segunda opinião à regulação de vagas nas unidades com o objetivo de reduzir as filas nos hospitais e acelerar o atendimento.
Custo
A Secretaria municipal de Saúde vai investir R$ 20 milhões para implantar a Telemedicina em todo o sistema de Saúde do Rio.

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TELEGRMA SINDICAL 198

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TELEGRAMA SINDICAL 198

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Ano V Número 198 Juiz de Fora, 15 de dezembro de 2009.

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.

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Aviso Sindical ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA dos Médicos de Saúde de Família e Comunidade (estatutários e AMAC) dia 21 de dezembro às 10 horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Assunto: fim da AMAC, rescisões contratuais dos vínculos celetistas, contratos provisórios para os médicos do PSF/ESF/atenção básica.
Atenção médicos do PSF não deixem de comparecer. As decisões a serem tomadas são importantes para a categoria.
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PSF Futuro da atenção básica em Saúde no SUS de Juiz de Fora e dos médicos de família e comunidade da AMAC e da Prefeitura é discutido em reunião.
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A Diretoria do Sindicato dos Médicos reuniu-se com a Comissão de Saúde da Câmara Municipal e com o Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura, Vitor Valverde. Pelo Sindicato estiveram presentes o Presidente, Dr. Gilson Salomão, o Secretário Geral, Dr. Geraldo Sette e o Dr. Fabiano Argeu de Morais, médico do PSF/ESF. Estiveram presentes também o Presidente do SINSERPU e dirigente da CGTB, nosso companheiro Cosme Ricardo Nogueira e representantes dos agentes comunitários de Saúde. A Comissão de Saúde da Câmara honrou a reunião e as representações classistas presentes com a presença de seu Presidente, Dr. José Fiorilo e do Vereador Chico Evangelista. Também esteve presente o Secretário Executivo do Conselho Municipal de Saúde, Jorge Ramos.

Na reunião foi colocada a preocupação do Sindicato com a manutenção da regularidade dos serviços públicos de atenção básica à saúde e com o respeito aos direitos trabalhistas dos médicos vinculados àAMAC. O Secretário Vítor Valverde manifestou-se claramente contra a precarização da mão de obra no serviço público de Saúde e manifestou a preocupação da Prefeitura de criar o cargo de Médico de Família e Comunidade, respeitando a legislação em vigor. Sobre as indenizações devidas aos médicos que serão demitidos declarou que estão sendo feitos estudos financeiros sobre a disponibilidade de recursos para efetuar esses pagamentos. Afirmou que em breve apresentará uma proposta ao Sindicato. O Presidente do Sindicato informou que qualquer proposta só será aprovada se submetida e aprovada por uma assembléia.

Também ficou acertada a necessidade de criar um cargo de médico de família e comunidade para que sejam feitos os contratos provisórios e enquadrados os médicos efetivos que já atuam na atenção básica. Esse cargo seráincorporado, dentro da mesma lógica gerencial, ao plano de cargos, carreira e salários dos médicos da PJF. A comissão para elaboração desse plano já foi nomeada por ato do prefeito e aguarda a sua primeira reunião de trabalho. O Secretário Vitor Valverde afirmou que a Prefeitura está adiantando os estudos sobre cargos e carreiras de médicos para apresentá-los já nessa primeira reunião.
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Fórum Sindical dos servidores públicos da Prefeitura de Juiz de Fora realiza reunião.

Hoje foi realizada mais uma reunião dos sindicatos e centrais sindicais que compõem o Fórum Sindical Permanente. O futuro das carreiras do serviço público municipal e o aumento do IPTU foram objeto de apreciações e discussões entre dirigentes sindicais e outros participantes da reunião. Pelo Sindicato dos Médicos estiveram presentes Gilson Salomão, Paulo Guedes e Geraldo Sette.

PRÓXIMOS ATOS

Ato público no Calçadão abaixo assinado contra o aumento do IPTU e panfletagem. Na quarta-feira e na sexta-feira próximas (dias 16 e 19). Às 17 horas, os sindicalistas e servidores deverão se dirigir à Câmara Municipal. Motivo: defesa do serviço público municipal e luta contra o aumento do IPTU e fim de descontos e da isenção para os servidores municipais.

Os servidores públicos municipais, em sua maioria, tiveram aumento zero. Agora a Prefeitura, além do aumento escorchante do IPTU, que extinguir as isenções a que os servidores têm direito. Os servidores são em número de 16 mil.Contadas suas famílias, dependentes, aposentados e pensionistas, essa medida vai afligir uma comunidade de cerca de 60 mil pessoas. A perda de renda que a administração de Custódio de Matos está infringindo a essas pessoas resultaráem queda de vendas no comércio, perda de empregos e mais recessão e injustiça social. Os sindicatos vão apontar a toda categoria e à opinião pública os vereadores que se comprometerem com a recessão e com a injustiça social dos aumentos de IPTU que Custódio de Matos quer impor. É importante a presença de todos. Os médicos, além de terem sido vitimados pelos mesmos problemas que os outros servidores, também foram atingidos por cortes salariais feitos em repressão ao movimento grevista por melhores condições de atendimento e remuneração digna. Por isso a presença de cada médico da Prefeitura é importante. Necessária é a mudança da cultura política dos médicos. É importante a mobilização e a participação para que se possa enfrentar as muitas adversidades que atingem a classe.
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POLÍTICA DE SAÚDE NA ZONA DA MATA É DISCUTIDA ENTRE SINDICATO E GRS DE JUIZ DE FORA.
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Representando o Sindicato dos Médicos, os Drs. Gilson Salomão e Geraldo Sette estiveram presentes na GRS, para discutir questões relativas às políticas de saúde na Zona da Mata Mineira. A Zona da Mata ébase sindical do Sindicato de Juiz de Fora. A situação apresenta problemas muito sérios de gestão. Os dirigentes sindicais médicos revelaram seus temores que autoridades usem os médicos do serviço público, mal remunerados e trabalhando em condições inadequadas, como bodes expiatórios do fracasso dos gestores em cumprir as suas responsabilidades e deveres. Essa manobra já tem antecedentes, em especial na época do Governo de Collor de Melo, quando era Ministro da Saúde o Sr. Alceni Guerra. O Sindicato deve denunciar a má gestão e suas conseqüências, porque não se pode admitir que medidas policialescas, repressivas e fascistas, além de legalismo covarde, sejam usados como armas extensivas em defesa da má gestão e para o sacrifício dos médicos.
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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E DA ZONA DA MATA – o Sindicato está mobilizado e atento em defesa da categoria médica. Estamos trabalhando e a atividade sindical é registrada e divulgada em meio eletrônico. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora não está negligente com seus deveres. Contribua com sua participação e mobilização. Não fique em débito com o seu Sindicato e com os seus próprios interesses. Não custa lembrar a velha lição: a união é que faz a força.