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Campanha Salarial dos Médicos da Rede Privada de Juiz de Fora e Zona da Mata – 2018

Sindicato Expresso nº6 – 2018.

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais

Data: 06 de agosto de 2018.

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ASSEMBLEIA GERAL DOS MÉDICOS DA REDE PRIVADA.

Pauta: Campanha Salarial 2018 da Rede Privada.

Público-alvo: Médicos celetistas (que trabalham com carteira assinada) de hospitais, clínicas, organizações sociais, operadoras de planos de saúde e de outros empregadores privados, filantrópicos ou do terceiro setor.

Data, local e hora da ASSEMBLEIA GERAL

Dia 07 de agosto de 2018, terça-feira, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (Rua Braz Bernardino, 59 – Centro), às 19 horas e 30 minutos em primeira convocação.

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MUITO IMPORTANTE

A presença de todos os interessados é muito importante. O momento é lutar por contratos de trabalho justos e remuneração decente, além de condições dignas de trabalho. Tudo isso depende da mobilização dos médicos interessados. Não deixem de comparecer.

Crise na Saúde Pública em Minas sobrevive ao período eleitoral

TELEGRAMA SINDICAL Sexta-feira, 08 de novembro de 2010 (19:00)
– 08/11/2010 – 19:00

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata-MG

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Minas Gerais: Saúde em crise.
Apesar de seu êxito parcial, a pirotecnia de Aécio Neves não resolveu os problemas da saúde no Estado e nem superou a discriminação contra a Zona da Mata mineira.

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Deputado Marcos Pestana, ex-secretário de saúde de Minas, e Ivan Chebli, representante da secretaria de saúde de Juiz de Fora, propõem rede de urgência e emergência na Zona da Mata.

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Zona da Mata reivindica rede de urgência médica no PPAG

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A implantação de uma rede integral de atenção à urgência e à emergência na Zona da Mata foi uma das principais propostas de revisão do Plano Plurianual da Ação Governamental (PPAG) 2008-2011, apresentadas em audiência pública realizada nesta sexta-feira (5/11/10), em São João Nepomuceno (Mata). A reunião é uma das quatro realizadas pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais para discutir com a população as diretrizes orçamentárias. Na Capital, as propostas serão discutidas de 8 a 10 de novembro.

A reunião de São João Nepomuceno contou com cerca de 90 participantes, entre inscritos e convidados. O debate resultou em 31 propostas apresentadas. A instalação da rede de urgência e emergência foi defendida pelo representante da Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, Ivan Chebli. “Não há previsão de implantação dessa rede na macrorregião do Sudeste”, queixou-se. Sua proposta prevê a destinação de R$ 38 milhões anuais para o serviço.

A rede de urgência foi uma das ideias defendidas pelo deputado Marcus Pestana (PSDB), logo no início da reunião. Ele também pediu o apoio dos representantes da Zona da Mata para a construção de uma ligação do Aeroporto de Goianá-Rio Novo à BR-040; reforma da BR-267, que liga Juiz de Fora à Rio-Bahia (BR-116); obras de despoluição da bacia do Vale do Paraíba do Sul; além de iniciativas de fomento à produtividade, diversificação e qualificação tecnológica na produção regional. “Estamos revivendo uma safra de investimentos que pode nos levar de novo ao caminho do desenvolvimento”, afirmou Pestana.

Relator do projeto de lei que trata do PPAG, o deputado Lafayette de Andrada (PSDB) representou o presidente da Assembleia, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), no encontro de São João Nepomuceno. Ele saudou a participação na reunião de vereadores, diretores de escola, outras autoridades e moradores. “A Assembleia dá a maior importância a esta interiorização do debate”, afirmou. Representando a Comissão de Participação Popular, o deputado Carlin Moura (PCdoB) disse que a revisão do PPAG é um instrumento de que a população pode se valer para enfrentar a concorrência desleal do Rio de Janeiro, que prejudica a industrialização da Zona da Mata. Ele também reclamou de falta de investimentos em saúde. “A dificuldade da saúde vem da falta de investimento em pessoal, em custeio”, declarou.
Fonte: http://www.almg.gov.br/Not/BancoDeNoticias/Not_814179.asp

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Anastasia já planeja novo choque de gestão em MG

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07 de novembro de 2010 | 9h 3

O governador reeleito de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), pretende recorrer às chamadas leis delegadas para uma nova reestruturação administrativa, apontada como a terceira etapa do choque de gestão. Um pedido de autorização foi encaminhado à Assembleia, onde o governo tem ampla maioria. Na mensagem, o governador solicita que sejam delegadas competências para “criar, incorporar, transferir, extinguir e alterar órgãos públicos, inclusive autônomos, ou unidades da administração direta”.

Deputados da oposição condenaram a proposta. Se conseguir aprovação, Anastasia terá entre 1.º e 31 de janeiro para editar leis delegadas relativas à reforma administrativa sem a necessidade de as medidas serem aprovadas pelo parlamento estadual. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo – http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,anastasia-ja-planeja-novo-choque-de-gestao-em-mg,636230,0.htm
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TERCEIRIZAÇÃO, PERDA DE DIREITOS E DESVALORIZAÇÃO DA CATEGORIA EMPURRAM ELETRICITÁRIOS MINEIROS PARA A GREVE. ……………………………………………………………..

Eletricitários de MG não aguentam mais as condições precárias de salário e trabalho

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por: Sindieletro-MG

Os eletricitários estão em greve por tempo indeterminado desde a zero hora desta sexta-feira, sexta-feira, 5 de novembro. Eles estão em campanha pela renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2010/2011 e tomaram a decisão em assembleias realizadas em todo o Estado, após rejeitarem a contraproposta da Cemig. A contraproposta apresenta retrocesso com retirada de direito e sem considerar as reivindicações da categoria. Desde a manhã desta sexta-feira os trabalhadores estão concentrados em vários locais de trabalho da Cemig nas diversas regiões de Minas Gerais. A adesão é significativa.

Em Belo Horizonte, a concentração maior acontece na sede da Cemig, no bairro Santo Agostinho, onde já chegaram trabalhadores do Anel Rodoviário, da Cidade Industrial, do São Gabriel, Itambé e Betim. Estão a caminho para o local, em caravana, trabalhadores de Sete Lagoas e Outro Preto.

O coordenador geral do Sindieletro-MG, Jairo Nogueira Filho, lembra que a greve sai em um momento que os trabalhadores não aguentam mais as condições precárias de salário e trabalho. Segundo ele, a população também é penalizada com a queda na qualidade dos serviços, devido à falta de manutenção e investimentos. Isso pode ser constado com os constantes apagões. “Basta uma chuva um pouco mais forte para que milhares de consumidores fiquem sem energia”, observa. Jairo Nogueira avalia que essa situação, que vem se arrastando ao longo dos últimos oito anos, tornou-se insustentável.

“O grande objetivo da greve é que a Cemig reveja sua posição de enrolar nas negociações e que negocie de fato a pauta de reivindicações dos trabalhadores. Queremos melhor rendimento, uma política de saúde e segurança que garanta o fim dos acidentes e os altos índices de afastamento por doença do trabalho, plano de carreira que valorize os empregados, o fim da terceirização das atividades-fim por meio de concurso público, entre outras reivindicações”, afirma.
Fonte: CUT.
Autor: Assessoria de Comunicação

Data: 7/11/2010

Fax Sindical 298

DATA 07 de setembro de 2010 -.-.- HORA 15:00
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SINDMED JF * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

 e Zona da Mata de Minas Gerais
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Prefeitura de Juiz de Fora: Urgência e Emergência. Uma crise previsível e que continua.

 

O Prefeito Custódio de Matos sancionou Lei que prevê que os médicos municipais da urgência e emergência passarão a perceber gratificação que os iguala aos médicos terceirizados – confere isonomia entre esses profissionais. Ninguém ganhará menos do que 4 mil reais, independente da carreira ou do tempo de serviço. O projeto não beneficia os poucos que percebem vencimentos maiores que 4 mil reais.

 

Por outro lado, sabe-se que a intermediadora de mão de obra Fundação HU (fundação de apoio universitário do hospital da UFJF), autorizada a contratar 35 profissionais médicos terceirizados para atuar no serviço público municipal, não conseguiu preencher nem metade dessas vagas.

 

É alarmante a situação da terceirização de profissionais para atuar em serviços de urgência e emergência. Constatou-se que houve casos de plantonistas contratados mediante recibo de pagamento de autônomo (pagamento por plantão) para atuar no serviço público municipal. Essa modalidade, além de contrariar a legislação trabalhista, constitui também lesão à Previdência. Não se sabe se os recursos empregados nessa modalidade de pagamento saíram diretamente dos cofres públicos ou foram retirados dos fundos de alguma fundação que faça intermediação de mão de obra.

 

De qualquer modo, o Sindicato dos Médicos tomará as competentes medidas para dar ciência às autoridades competentes sobre todos esses desatinos que têm acontecido nos serviços de urgência e emergência na Saúde Pública da Prefeitura de Juiz de Fora. No caso das terceirizações, medidas judiciais serão tomadas, inevitavelmente. Os salários vis pagos aos médicos pela Prefeitura estão entre as principais causas desses problemas e a atual administração municipal não tem sinalizado com a necessária e responsável reestruturação da carreira de médico, conforme acordo feito entre as partes em julho de 2009.

 

Prefeitura de Juiz de Fora: mobilização dos médicos da atenção secundária. Sindicato dos Médicos convoca nova Assembléia dos Médicos Municipais e Municipalizados (Estado e ex-Inamps) para dia 14 de setembro.

 

Sindicato convida médicos municipais e municipalizados (Estado, ex-INAMPS) que atuam na atenção secundária do SUS em Juiz de Fora para uma nova Assembléia. Assunto: ponto biométrico, salário e condições de trabalho. A categoria precisa se posicionar antes que seja muito tarde. Leia abaixo o convite da diretoria do Sindicato:

 

Prezados colegas.

Solicitamos a presença de todos os médicos que atuam na atenção secundária do SUS de Juiz de Fora, os da Prefeitura e os municipalizados do Estado (SES/MG) e do extinto INAMPS. Conforme termo de ajuste de conduta firmado entre a Prefeitura e o Ministério Público, a partir de primeiro de novembro de 2010 deverá ser implantado, inicialmente no PAM Marechal, o ponto eletrônico biométrico. O aumento da exigência do empregador (a Prefeitura) não se acompanha da oferta de melhores condições de trabalho e atendimento, de implantar prontuários médicos e nem a oferta de salários dignos. Por isso é necessária a mobilização dos médicos em defesa da valorização e da importância de seu trabalho. Reafirmamos que as exigências aplicam-se a médicos municipais e municipalizados (estaduais e federais do extinto INAMPS) de todas as especialidades e em todas as funções. Reafirmamos a importância da presença de todos, considerando a gravidade do momento e o momento difícil pelo qual passa a saúde pública na cidade de Juiz de Fora.

Saudações Sindicais,

Gilson Salomão Júnior.

Presidente.

Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

e da Zona da Mata de Minas Gerais.

 

Atenção médicos do PSF/ESF vinculados à AMAC

Rescisão de contratos trabalhistas dos médicos municipais com vínculo com a AMAC.

 

A rescisão dos contratos da AMAC representa o fim de uma iniciativa de precarização do PSF que finalmente acabou. Os médicos da atenção básica e da ESF pelo menos já têm um cargo criado por lei municipal.  Mas, nesse momento de rescisão dos contratos celetistas (carteira assinada) é bom lembrar-se de alguns direitos. Principalmente em tempos que vemos tanto se desrespeitarem direitos de médicos no serviço público dessa cidade. Portanto, atenção: é obrigatório darem 7 dias de folga OU 2hs/ dia a menos, no trabalho por 30 dias, a partir de amanhã. E quem tem só vínculo de 4 horas (vinte semanais) pela AMAC (e a outra metade estatutário) também tem direito ao mesmo período de folga ou a metade (1 hora a menos ou 3,5 dias)

 

Convenção 158 – FIM DE DEMISSÕES SEM JUSTA CAUSA.

Aperfeiçoamento da legislação trabalhista e da atividade sindical no serviço público poderá ser mais um antídoto contra precarização de mão de obra na saúde pública.

 

Fim de demissões sem justa causa é importante para a saúde pública, diante de manobras que visam precarizar e descaracterizar os serviços públicos nessa área. Leia a matéria do DIAP, que transcrevemos abaixo.

 

Convenção 158: centrais sindicais miram demissão sem justa causa 

Enquanto o setor de serviços registrou taxa de rotatividade de 3,6 pontos em junho, inferior à taxa geral, os trabalhadores de construção civil e do setor agropecuário tiveram taxa de rotatividade de 7,5 e 6,1 pontos. O comércio também apresentou resultado acima da média, obtendo 4,3 pontos

 

Ao lado da redução da jornada de trabalho, a aprovação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) é a principal bandeira do movimento sindical brasileiro. As centrais pressionam o Congresso para que a convenção seja aprovada, algo que dificilmente ocorrerá ainda neste ano.

 

A Convenção 158, que impede as empresas de demitirem seus funcionários sem justa causa, foi aprovada pela OIT em Genebra (Suíça) em 1982, mas o acordo foi rompido pelo governo brasileiro após o Decreto 2.100, de 1996, assinado pelo então presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Primordialmente, a Convenção 158 visa atenuar a rotatividade no mercado de trabalho.

 

Em junho, a taxa de rotatividade auferida pelo Ministério do Trabalho foi a maior para o mês desde 2005, atingindo 4,1 pontos, superior aos 3,9 pontos registrados em junho de 2008, quando a economia passava por expansão semelhante. Mas alguns setores, como construção civil e agropecuária, tiveram taxas de rotatividade muito superiores à média.

 

“A Convenção 158 inibe exatamente isso, quer dizer, que empresas troquem de funcionários como forma de diminuir seus custos com mão de obra”, diz Sérgio Mendonça, assistente da coordenação do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

 

Enquanto o setor de serviços registrou taxa de rotatividade de 3,6 pontos em junho, inferior à taxa geral, os trabalhadores de construção civil e do setor agropecuário tiveram taxa de rotatividade de 7,5 e 6,1 pontos. O comércio também apresentou resultado acima da média, obtendo 4,3 pontos. (Valor Econômico)

 

Fonte: Diap

 

 

 

 

 

SINDSAÚDE – Servidores públicos estaduais municipalizados prejudicados por política neoliberal de pagamento de benefícios.

 

Com um salário ruim, servidores que o Estado cedeu aos municípios para atuar no SUS ficam de fora da produtividade e governo de Minas não aponta solução para o problema.

 

A notícia está no site do SINDSAÚDE MG.

Conforme determinado em agosto de 2008, todos os servidores públicos estaduais que alcançarem metas de desempenho superiores a 60% têm direito ao prêmio de produtividade – que é (ou pelo menos deveria ser) pago em outubro (junto com a folha de setembro). Como de praxe, o abono foi e continua sendo amplamente vangloriado pelo Governo de Minas e pelos órgãos de imprensa. Porém, ninguém ressalta que existem milhares de trabalhadores que, injustamente, não estão sendo contemplados pelo prêmio. Além disso, exclusivamente nesse ano – visando pleito eleitoral – o governo adiantou o pagamento para setembro (junto com a folha de agosto).
Ao contrário do que foi e é propagandeado, o Governo não realizou o pagamento do prêmio a todos os que têm direito.  Cerca de 5800 servidores municipalizados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, que se encontram à disposição dos municípios nas diferentes regiões do Estado, não receberam o abono em 2008, não receberam em 2009 e não receberão em 2010. A alegação do Governo para o não pagamento a esses servidores é que eles estão a serviço dos municípios. Porém, esse argumento é equivocado: por um lado eles são de fato vinculados ao Estado, e por outro lado, mesmo servidores terceirizados (junto à MGS, por exemplo) e de contratos administrativos recebem o prêmio.

 

 

Opinião

 

Uma apreciação sindical sobre o momento eleitoral e o atual governo estadual.

 

Os sindicatos devem conservar a sua independência política, mas, para cumprir a sua finalidade mais elevada de cidadania e defesa da categoria, não podem se omitir diante de certos fatos. Dar conhecimento de determinadas situações à opinião pública, em período eleitoral, é contribuir com a reflexão e discussão sobre as escolhas político-eleitorais de cada cidadão.

 

Aceitando esse preceito como justo, passaremos a descrever situações existentes no Estado de Minas Gerais, cuja gravidade merece a justa apreciação. Principalmente quando se fala de um governo como o de Aécio Neves Cunha, que investiu pesado em longas propagandas em horário nobre da televisão, estreladas por celebridades caras e teve uma relação questionável com a imprensa. Será que essa aprovação que os institutos de pesquisa dão ao governador corresponde à realidade mineira? Será que os serviços públicos prestados pelo governo evoluíram de forma tão positiva a ponto de satisfazer o povo mineiro? Os sindicatos que representam os servidores públicos estaduais sempre denunciaram o governo de Aécio, chegando a ocupar, em alguns momentos, um papel de oposição que não encontrava voz na classe política.

 

Em Juiz de Fora, a imprensa local noticiou manifestações de alunos de escolas estaduais, inclusive do tradicional Instituto Estadual de Educação (antiga Escola Normal), sobre reduções e fusões de turmas. Os estudantes denunciavam a gravidade da evasão escolar e a disposição do governo do Estado em reduzir turmas, agravando as condições já prejudicadas de aprendizado. Também em matéria da imprensa local, foi possível descobrir que alunos das escolas estaduais mineiras comiam sua merenda escolar em balcões, de pé, por insuficiência de mesas e cadeiras e que escolas estaduais dependiam de doações de cadeiras para garantir a realização de aulas. Raros momentos de notícias que permitiam às pessoas enxergarem a realidade do governo de Minas. Como também foi o caso da notícia de que Minas aplicava na Saúde um percentual inferior ao que recomenda a Emenda Constitucional 29. Recomendava-se 12% e o governo de Aécio aplicou 7%.

 

Reportagem televisa também mostrou a situação dos presos algemados a camas do HPS de Juiz de Fora. Presos que ocupam, por determinação judicial, leitos em hospital de urgência, comprometendo as vagas hospitalares destinadas a atender aos serviços de urgência. Faltou dizer que isso ocorre por não dispor o governo do Estado de Minas de um hospital de custódia. Igualmente os adolescentes que apresentam comportamentos em conflito com a Lei e são dependentes químicos ou apresentam outros transtornos de comportamento não tem instituição estadual que os abrigue, ficando acumulados em instalações inadequadas do mesmo hospital. Novamente constatamos a deficiência: o governo de Minas nunca se preocupou em ter instituições que atendam às determinações da sua Justiça e garanta os cuidados que essa população merece.

 

As políticas públicas, no governo de Aécio, foram muito pouco além da retórica anacrônica do governador, que apenas enuncia intenções vagas e divulga promessas. Situação que faz lembrar um seu antecessor, de mais de dois séculos, o governador Menezes. Ele foi representado no poema Cartas Chilenas, de Tomás Antônio Gonzaga, como o fanfarrão Minésio. A peça merece ser lida ainda hoje, embora de antes da Inconfidência.

 

Existe um fato que tem que ser realçado, dada sua importância para a reflexão política sobre esse momento, em especial a aparente aprovação popular do atual governo, sem que se observe a bondade de suas realizações. O governo de Aécio e seu ajudante Anastasia gast0u muito com propaganda, mas não lida bem com a liberdade de informação. É necessário que não existam vozes independentes na imprensa, que possam contraditar a imprensa oficiosa mineira e a massiva propaganda oficial.  Deu no blog do Nilmário:

Caiu como uma bomba no meio jornalístico a demissão do editor de Política do Hoje em Dia, Orion Teixeira. O jornal havia sofrido uma reformulação em sua linha editorial e vinha produzindo várias matérias investigativas e de denúncias. Curiosamente, após a vista de Andréia Neves na semana passada, o jornal voltou a fazer matérias de apoio a Anastasia e Aécio. Agora esta novidade: a demissão de um jornalista que estava a mais de 20 anos trabalhando no veículo. Vamos aguardar mais notícias e ver a repercussão desta demissão.Blog do Nilmário© Copyright 2009, todos os direitos reservados para Nilmário Miranda.

No Youtube existe um vídeo documentário, que já foi exibido na TV nos EUA, que denuncia a truculência do governo Aécio em suas relações com a imprensa. Pode ser visto em:

http://www.youtube.com/watch?v=UqEimwCupsQ&feature=youtube_gdata_player

 

 

Luta dos Médicos do Brasil: Juiz de Fora, Prefeitura vai parar dia 20 de maio.

FAX SINDICAL 266

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora

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Ano V * No. 266 * 18 de maio de 2010

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Dia 20 de maio será um dia decisivo para os servidores públicos municipais de Juiz de Fora. Paralisação geral unificada – Sindicatos dos Médicos, SINSERPU, SINPRO, SEMGE

 

Paralisação geral da Prefeitura – ato público às 10 horas na Praça da Estação

 

Ainda no dia 20 de maio, às 19 horas e 30 minutos – Assembléia dos Médicos da Prefeitura – na Sociedade de Medicina – Rua Braz Bernardino, 59.

 

 

Prefeitura anuncia implantação do ponto eletrônico.

 

Matéria divulgada no site local Acessa.com informa sobre as queixas de usuários quanto aos atrasos de médicos da atenção secundária e de unidades básicas de saúde. A matéria teve como foco as queixas registradas na Ouvidoria Municipal de Saúde. A área de principal incidência de queixas de usuários tem sido o PAM Marechal. Em entrevista concedida ao Acessa.com, o Secretário de Administração e Recursos Humanos do Prefeito Custódio de Matos, Dr. Vitor Valverde, informa, com todas as letras, que a Prefeitura espera resolver a questão com a implantação do ponto eletrônico. A matéria, na íntegra, pode ser conferida na página http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/05/14-medicos/

 

Juiz de Fora: Fórum Intersindical. Prefeitura envia índice de 7% para Câmara

 

A reposição salarial dos servidores públicos municipais de Juiz de Fora ficou em 7% para a Prefeitura, que já cuidou de encaminhar projeto de lei, assinado por Custódio e Vitor Valverde, para a Câmara Municipal, conforme já foi informado no Fax Sindical. Longe de ser fim de jogo, a decisão surpreendeu e revoltou o funcionalismo. Deslocou radicalmente o eixo da discussão sobre o índice do prédio da Prefeitura para a sede da Câmara.

 

O Sindicato dos Médicos está alinhado ao SINSERPU, ao sindicato de professores e à delegacia do Semge (Sindicato dos Engenheiros de Minas) nessas negociações, sempre procurando o consenso democrático em torno do melhor encaminhamento para o movimento e sem nunca esquecer a grande importância social e política das reivindicações da pauta específica dos Médicos da Prefeitura. Esse movimento, autodenominado genericamente de FORUM SINDICAL, produzirá a paralisação de protesto e o ato público de 20 de maio próximo.

 

Médico da Prefeitura de Juiz de Fora: divulgue a paralisação, avise aos colegas. Participe da Assembléia Geral do dia 20 de maio, a partir de 19 horas e trinta minutos na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora.

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Mantenha-se informado. Participe.

 

Informação rápida? http://twitter.com/faxsindical

Comente o Fax Sindical – deixe sua denuncia – comunique distorções e demissões em http://telegramasindical.blogspot.com

Contato do Sindicato dos Médicos – (32)3217 2101

 

TELEGRMA SINDICAL 198

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TELEGRAMA SINDICAL 198

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Ano V Número 198 Juiz de Fora, 15 de dezembro de 2009.

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Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.

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Aviso Sindical ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA dos Médicos de Saúde de Família e Comunidade (estatutários e AMAC) dia 21 de dezembro às 10 horas, na Sociedade de Medicina e Cirurgia. Assunto: fim da AMAC, rescisões contratuais dos vínculos celetistas, contratos provisórios para os médicos do PSF/ESF/atenção básica.
Atenção médicos do PSF não deixem de comparecer. As decisões a serem tomadas são importantes para a categoria.
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PSF Futuro da atenção básica em Saúde no SUS de Juiz de Fora e dos médicos de família e comunidade da AMAC e da Prefeitura é discutido em reunião.
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A Diretoria do Sindicato dos Médicos reuniu-se com a Comissão de Saúde da Câmara Municipal e com o Secretário de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura, Vitor Valverde. Pelo Sindicato estiveram presentes o Presidente, Dr. Gilson Salomão, o Secretário Geral, Dr. Geraldo Sette e o Dr. Fabiano Argeu de Morais, médico do PSF/ESF. Estiveram presentes também o Presidente do SINSERPU e dirigente da CGTB, nosso companheiro Cosme Ricardo Nogueira e representantes dos agentes comunitários de Saúde. A Comissão de Saúde da Câmara honrou a reunião e as representações classistas presentes com a presença de seu Presidente, Dr. José Fiorilo e do Vereador Chico Evangelista. Também esteve presente o Secretário Executivo do Conselho Municipal de Saúde, Jorge Ramos.

Na reunião foi colocada a preocupação do Sindicato com a manutenção da regularidade dos serviços públicos de atenção básica à saúde e com o respeito aos direitos trabalhistas dos médicos vinculados àAMAC. O Secretário Vítor Valverde manifestou-se claramente contra a precarização da mão de obra no serviço público de Saúde e manifestou a preocupação da Prefeitura de criar o cargo de Médico de Família e Comunidade, respeitando a legislação em vigor. Sobre as indenizações devidas aos médicos que serão demitidos declarou que estão sendo feitos estudos financeiros sobre a disponibilidade de recursos para efetuar esses pagamentos. Afirmou que em breve apresentará uma proposta ao Sindicato. O Presidente do Sindicato informou que qualquer proposta só será aprovada se submetida e aprovada por uma assembléia.

Também ficou acertada a necessidade de criar um cargo de médico de família e comunidade para que sejam feitos os contratos provisórios e enquadrados os médicos efetivos que já atuam na atenção básica. Esse cargo seráincorporado, dentro da mesma lógica gerencial, ao plano de cargos, carreira e salários dos médicos da PJF. A comissão para elaboração desse plano já foi nomeada por ato do prefeito e aguarda a sua primeira reunião de trabalho. O Secretário Vitor Valverde afirmou que a Prefeitura está adiantando os estudos sobre cargos e carreiras de médicos para apresentá-los já nessa primeira reunião.
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Fórum Sindical dos servidores públicos da Prefeitura de Juiz de Fora realiza reunião.

Hoje foi realizada mais uma reunião dos sindicatos e centrais sindicais que compõem o Fórum Sindical Permanente. O futuro das carreiras do serviço público municipal e o aumento do IPTU foram objeto de apreciações e discussões entre dirigentes sindicais e outros participantes da reunião. Pelo Sindicato dos Médicos estiveram presentes Gilson Salomão, Paulo Guedes e Geraldo Sette.

PRÓXIMOS ATOS

Ato público no Calçadão abaixo assinado contra o aumento do IPTU e panfletagem. Na quarta-feira e na sexta-feira próximas (dias 16 e 19). Às 17 horas, os sindicalistas e servidores deverão se dirigir à Câmara Municipal. Motivo: defesa do serviço público municipal e luta contra o aumento do IPTU e fim de descontos e da isenção para os servidores municipais.

Os servidores públicos municipais, em sua maioria, tiveram aumento zero. Agora a Prefeitura, além do aumento escorchante do IPTU, que extinguir as isenções a que os servidores têm direito. Os servidores são em número de 16 mil.Contadas suas famílias, dependentes, aposentados e pensionistas, essa medida vai afligir uma comunidade de cerca de 60 mil pessoas. A perda de renda que a administração de Custódio de Matos está infringindo a essas pessoas resultaráem queda de vendas no comércio, perda de empregos e mais recessão e injustiça social. Os sindicatos vão apontar a toda categoria e à opinião pública os vereadores que se comprometerem com a recessão e com a injustiça social dos aumentos de IPTU que Custódio de Matos quer impor. É importante a presença de todos. Os médicos, além de terem sido vitimados pelos mesmos problemas que os outros servidores, também foram atingidos por cortes salariais feitos em repressão ao movimento grevista por melhores condições de atendimento e remuneração digna. Por isso a presença de cada médico da Prefeitura é importante. Necessária é a mudança da cultura política dos médicos. É importante a mobilização e a participação para que se possa enfrentar as muitas adversidades que atingem a classe.
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POLÍTICA DE SAÚDE NA ZONA DA MATA É DISCUTIDA ENTRE SINDICATO E GRS DE JUIZ DE FORA.
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Representando o Sindicato dos Médicos, os Drs. Gilson Salomão e Geraldo Sette estiveram presentes na GRS, para discutir questões relativas às políticas de saúde na Zona da Mata Mineira. A Zona da Mata ébase sindical do Sindicato de Juiz de Fora. A situação apresenta problemas muito sérios de gestão. Os dirigentes sindicais médicos revelaram seus temores que autoridades usem os médicos do serviço público, mal remunerados e trabalhando em condições inadequadas, como bodes expiatórios do fracasso dos gestores em cumprir as suas responsabilidades e deveres. Essa manobra já tem antecedentes, em especial na época do Governo de Collor de Melo, quando era Ministro da Saúde o Sr. Alceni Guerra. O Sindicato deve denunciar a má gestão e suas conseqüências, porque não se pode admitir que medidas policialescas, repressivas e fascistas, além de legalismo covarde, sejam usados como armas extensivas em defesa da má gestão e para o sacrifício dos médicos.
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MÉDICOS DE JUIZ DE FORA E DA ZONA DA MATA – o Sindicato está mobilizado e atento em defesa da categoria médica. Estamos trabalhando e a atividade sindical é registrada e divulgada em meio eletrônico. O Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora não está negligente com seus deveres. Contribua com sua participação e mobilização. Não fique em débito com o seu Sindicato e com os seus próprios interesses. Não custa lembrar a velha lição: a união é que faz a força.