SINDICATO DOS MÉDICOS (RJ) E MOVIMENTO UNIFICADO DO FUNCIONALISMO DENUNCIAM GOVERNO SÉRGIO CABRAL.

O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro participa, juntamente com outras entidades classistas dos servidores públicos estaduais, de um movimento unificado que tenta negociar uma política de gestão de pessoas justa, eficiente e consistente com o governador Sérgio Cabral Filho. O governador tem mostrado uma grande má-vontade política para negociar com os servidores esse ponto fundamental. Esse comportamento tem empurrado os trabalhadores do setor público para paralisações, manifestos públicos e outras ações que visem a sensibilizar o governador para sua justa causa.

O movimento agora organizou atos públicos e apresentou denúncias à Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e ao Ministério Público Estadual sobre irregularidades na Administração Pública Estadual.

O Sindicato chama atenção para o total descumprimento do Termo de Compromisso assinado por Cabral Júnior quando ainda era candidato. Declaram que nem um dos itens foi cumprido. Quanto vale a palavra empenhada por Sérgio Cabral Filho?

A notícia foi dada em http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL730871-5606,00-SERVIDORES+COBRAM+PROMESSAS+DE+CAMPANHA+DE+CABRAL.html

20/08/2008 – 19h00 – Atualizado em 20/08/2008 – 19h35

Servidores cobram promessas de campanha de Cabral

Grupo preparou dossiê com supostas irregularidades no governo do RJ.
Documento foi entregue ao Ministério Público e à Alerj.

Carolina Lauriano Especial para o G1, no Rio

Cerca de 30 entidades do funcionalismo público do Rio de Janeiro, entre sindicatos e associações, divulgaram nesta quarta-feira (20) um dossiê que contêm denúncias de supostas irregularidades no governo do estado. O grupo é o mesmo que, no dia 13 de agosto, fez uma manifestação que parou o trânsito em parte da Zona Sul da cidade, com o fechamento do Túnel Santa Bárbara, que liga o Centro a Laranjeiras.

De acordo com os representantes do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Muspe), o documento reúne provas de irregularidades e desvio de dinheiro público, em diversas áreas administrativas, como a saúde, segurança pública, educação e fazenda, além da justiça, Corpo de Bombeiros e na companhia estatal de águas e esgotos, a Cedae.

Depois da coletiva, cerca de 15 representantes do Muspe foram ao Ministério Público Estadual e, em seguida, para a Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), com o objetivo de entregar ao presidente da Alerj, Jorge Picciani, o entitulado “Dossiê sobre as políticas públicas do governador Sérgio Cabral para o serviço público e para o funcionalismo.”

As reivindicações

Segundo os servidores, nenhum dos itens do termo de compromisso eleitoral, assinado pelo governador Sérgio Cabral no início do seu governo, foi cumprido. Entre as reivindicações, estavam a implantação do plano de cargos, carreiras e salários; o estabelecimento de concurso público para as categorias do funcionalismo; e a recuperação da rede de saúde.

“O governador, quando tomou posse, foi em cada categoria, separadamente, prometendo a valorização do servidor público. Mas, depois disso, a negociação ficou difícil e nada avançou em nenhum setor. Esse documento é um retrato do funcionalismo público no Rio”, disse Beatriz Lugão, coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe)

As reclamações mais freqüentes dos servidores são com relação à privatização e à terceirização em quase todos os serviços, de todas as áreas do funcionalismo.

O presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, afirma que os salários dos servidores estão congelados à 12 anos.

“O Ministério da Saúde está alertando para uma nova epidemia de dengue no Rio no verão, mas não há recursos para a prevenção. Em 2007, foram gastos 36 milhões com programas contra a dengue. Em 2008, estão previstos apenas 20 milhões.”, disse Darze.

Os servidores argumentaram que a reivindicação não é por aumento de salário, mas sim para obter o auxílio da população, para a valorização funcionalismo e, consequentemente, dos serviços prestados à sociedade.

O movimento

De acordo com os coordenadores do movimento, que surgiu oficialmente em junho de 2008, os números que constam no dossiê são derivados do Sistema de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem) e também de informações de alguns deputados estaduais. Segundo Ana Freitas, do Sindicato dos Médicos, a cada dia o Muspe tem recebido mais associações e sindicatos interessados em aderir ao movimento.

P.S.: A imprensa do Rio dá margem a esse tipo de questionamento. Em Minas, como só se pode falar bem do Aécio, ninguém acredita que notícias desse tipo viessem a público em grandes meios de comunicação.

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  • Por garotas centro rj em 3 -janeiro- 2018 às 6:09 pm

    garotas centro rj

    SINDICATO DOS MÉDICOS (RJ) E MOVIMENTO UNIFICADO DO FUNCIONALISMO DENUNCIAM GOVERNO SÉRGIO CABRAL. | FAX SINDICAL

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