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Faixa contra governador do estado chama a atenção de banhistas no Litoral Gaúcho

Queiram ou não a resistência persiste e, cada vez mais, trabalhadores não estão dispostos a aceitar os absurdos das reformas neoliberais que prejudicam renda, direitos e aposentadorias de todos os que dependem de seu trabalho e de seu salário para sobreviver.

A rádio Studio FM 87,7 informa, citando o portal Litoral na Rede, que um avião monomotor conduzindo uma faixa do Sindicato dos Técnicos  de Nível Superior do  Rio Grande do Sul, surpreendeu os banhistas nas praias do litoral norte gaúcho no domingo passado.

A faixa é uma denúncia contra o chamado “pacote da morte”, que vai dificultar e reduzir as aposentadorias e pensões a que têm direito os servidores públicos gaúchos.

Fonte: Faixa contra governador do estado chama a atenção de banhistas no Litoral Gaúcho | Rádio Studio 87.7 FM

Redes sociais e política: a antipolítica, a pós-verdade e o efeito manada online

Redes sociais e política: a antipolítica, a pós-verdade e as manadas virtuais

A antipolítica tomou conta das redes sociais. E é perigosa. O fato de alguém possuir uma rede social não o torna jornalista. A pessoa não tem formação para proceder apuração de uma informação, não tem fontes para se informar de forma sistemática e organizada e não conhece as técnicas que o jornalista usa para publicar suas matérias. O assunto política é uma terra de ninguém. E muitos sempre apareceram para atribuir os piores adjetivos à classe política, atingindo políticos de todas as tendências e filiações partidárias. São, em geral, acusações genéricas, que misturam no mesmo saco toda a classe política e acabam atingindo as próprias instituições que permitem o funcionamento de uma sociedade democrática.

No início, já nos anos 90 do século passado, havia alguns estudos e alguns debates sobre a importância da Web, já se popularizando e tornando acessível, para a vida pública. Chegaram a achar que a democratização do acesso à Internet poderia constituir uma ágora eletrônica, aumentando a participação, a inclusão e a transparência na política. O acesso à Internet ainda não dispunha desses aplicativos de mensagens, de redes sociais ou de smartphones. Era caro e difícil. Não era comum as pessoas terem computadores pessoais, sendo o preço deles elevado e inacessível para a maioria. Mas havia entre alguns estudiosos e ativistas, uma expectativa, ingênua e bondosa, de que o acesso a Internet poderia ser democratizado e contribuir para o aperfeiçoamento da vida pública.

Uma análise dos resultados eleitorais de 2016, publicada no portal El País, informava que a antipolítica já avançava a passos largos no Brasil.

https://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/05/opinion/1475671551_641754.html

Os resultados da antipolítica foram consagrados dois anos depois. O “tem que mudar tudo isso aí”, o novo e a renovação, consagrado pela volta das velhas ideias, da exaltação de um passado pouco recomendado. Não era o fim da política. Era a mesma peça representada por outros atores.

https://diplomatique.org.br/bolsonaro-e-a-antipolitica/

*Talvez a antipolítica seja mais sentimento (ou ressentimento) do que razão. Suas razões parecem, na verdade, racionalizações.

Em entrevista ao Estadão, Jairo Nicolau, cientista político, professor da URFJ e especialista em sistemas eleitorais, disse:
“O partido é uma organização que se tornou cada vez menos atraente. Não só no Brasil. Esse fenômeno é mundial. Nas democracias tradicionais, o número de pessoas filiadas a partidos declina anualmente. Partido, como conhecemos, foi inventado no século 19, teve seu apogeu como organização de comunicação política no século passado. Estamos no século da interação online, as pessoas podem fazer um grupo nas redes sociais, blogs, e comunicam-se com centenas, às vezes milhares, de pessoas. Defendem causas, oferecem cursos, compartilham documentos, conversam entre si. Por que vão sair de casa uma vez por semana para uma reunião na sede do partido? A militância presencial, clássica, cultivada pela esquerda do século 19 e pelos partidos de massa, parece fadada a acabar.”
A entrevista está em:
https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,sentimento-antipolitica-esta-maior-imp-,1560340

Essa mudança, já bem notada, do presencial para o ambiente virtual, tem um impacto nas relações interpessoais e na vida pública. Há bolhas construídas dentro dessas redes sociais que reafirmam opiniões e crenças de seus participantes e vão se tornando impermeáveis à diferença, aos senões, nuances, dúvida razoável e mesmo ao contraditório.

Aqui funciona o comportamento de manada, muito bem explicado em série de reportagens da BBC Brasil.

A manada virtual pode ser manipulada com base em objetivos políticos. Empresas usam isso para faturar e políticos e empresários usam o recurso para dinamitar adversários e capitalizar votos. Essa matéria foi exonerada em uma série de ótimas reportagens feitas pela BBC Brasil.”

“Evidências reunidas por uma investigação da BBC Brasil ao longo de três meses, que deram origem à série Democracia Ciborgue, da qual esta reportagem faz parte, sugerem que uma espécie de exército virtual de fakes foi usado por uma empresa com base no Rio de Janeiro para manipular a opinião pública, principalmente, no pleito de 2014. E há indícios de que os mais de 100 perfis detectados no Twitter e no Facebook sejam apenas a ponta do iceberg de uma problema muito mais amplo no Brasil.”

“O conceito faz referência ao comportamento de animais que se juntam para se proteger ou fugir de um predador. Aplicado aos seres humanos, refere-se à tendência das pessoas de seguirem um grande influenciador ou mesmo um determinado grupo, sem que a decisão passe, necessariamente, por uma reflexão individual.”

“A estratégia que vem sendo usada por perfis falsos no Brasil e no mundo para influenciar a opinião pública nas redes sociais se aproveita de uma característica psicológica conhecida como “comportamento de manada”.

“Se muitas pessoas compartilham uma ideia, outras tendem a segui-la. É semelhante à escolha de um restaurante quando você não tem informação. Você vê que um está vazio e que outro tem três casais. Escolhe qual? O que tem gente. Você escolhe porque acredita que, se outros já escolheram, deve ter algum fundamento nisso”, diz Fabrício Benevenuto, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sobre a atuação de usuários nas redes sociais.”
Matéria publicada no portal da BBC
http://bbc.in/2BZRKYU

A manada vai toda na mesma direção. E ainda tem sua relação com a realidade e os fatos comprometidas pela pós-verdade. A pós-verdade está na essência dessas bolhas.

Em sábias palavras e com referências sábias o teólogo Leonardo Boff analisou a pós-verdade em ótimo artigo. Aqui destacamos alguns trechos.

“O dicionário Oxford de 2016 a escolheu como a palavra do ano. Assim a define:”O que é relativo a circunstância na qual os fatos objetivos são menos influentes na opinião pública do que as emoções e crenças pessoais”. Não importa a verdade; só a minha conta. O jornalista britânico Matthew D’Ancona dedicou-lhe todo um livro com o título “Pós-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news (Faro Editorial 2018). Ai mostra como se dá a predominância da crença e convicção pessoal sobre o fato bruto da realidade.”

“É doloroso verificar que toda a tradição filosófica do Ocidente e do Oriente que significou um esforço exaustivo na busca da verdade das coisas, sendo agora invalidada por um inaudito movimento histórico que afirma ser a verdade da realidade e da dureza dos fatos algo irrelevante. O que conta serão minhas crenças e convicções: só serão acolhidos aqueles fatos e aquelas versões que se coadunam à estas minhas crenças e convicções, sejam elas verdadeiras ou falsas.”

“Aqui valem as palavras do poeta espanhol, António Machado, fugido da perseguição de Franco:”A tua verdade. Não. A verdade. A tua guarde-a para ti. Busquemos juntos a verdade”. Agora vergonhosamente não se precisa mais buscar juntos a verdade. Educados como individualistas pela cultura do capital, cada um assume como verdade a que lhe serve.”

“Na pós-verdade predomina a seleção daquilo, verdadeiro ou falso, que se adequa à minha visão das coisas. O defeito é a falta de crítica e de discernimento para buscar o que de fato é verdadeiro ou falso.”

O artigo foi publicado em:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-pos-verdade-socrates-morreria-de-tristeza-por-leonardo-boff/

A Internet permitiu criar uma massa de manobra difusa, uma multidão virtual confusa, que, os fatos o demonstram, pode servir ao apelo populista e demagógico de extremistas e fazer com que uma pessoa, enredada na manada e iludida pela pós-verdade, se posicione até mesmo contra seus próprios interesses econômicos e sociais.

Fila para atendimento de pacientes nos hospitais do Rio cresceu 80% desde dezembro do ano passado

A SAÚDE PÚBLICA É A MAIOR HIPOCRISIA DOS POLÍTICOS E DOS BUROCRATAS

Os defensores do SUS deveriam defender um sistema de saúde onde não houvesse precariedade do trabalho, falta sistemática de insumos, dificuldade de acesso a procedimentos, filas intermináveis em corredores. São falsários os defensores do SUS como ele tem sido.

https://m.oglobo.globo.com/rio/fila-para-atendimento-de-pacientes-nos-hospitais-do-rio-cresceu-80-desde-dezembro-do-ano-passado-21974476

Segurança Pública despreza ameaças a agentes penitenciários, diz sindicato

Autoridades não tomam conhecimento ou providências sobre ameaças de morte contra agentes penitenciários. A burocracia se cala, mas cada agente se sente ameaçado.

O Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária (Sinsap) emitiu comunicado à imprensa acusando setores responsáveis pela Segurança Pública do Mato Grosso do Sul de estar desprezando ameaças de mortes que parte da classe de trabalhadores vem sofrendo.

http://www.capitalnews.com.br/cotidiano/seguranca-publica-despreza-ameacas-a-agentes-penitenciarios-diz-sindicato/308836

Sem atendimento no SUS, paciente recorre a empréstimo para pagar procedimentos.

Sem plano de saúde e diante da diminuição dos atendimentos no SUS, pacientes estao tendo que recorrer a empréstimos para pagar cirurgias e procedimentos. 

Já é conhecido que, em razão de desemprego e perda do poder de compra dos salários, muitos brasileiros remediados estão apertados e deixando de incluir planos de saúde em seus orçamentos.

Por outro lado, muitos médicos estão deixando de atender o SUS, em razão da remuneração ruim e da precarização do trabalho.

A matéria aqui citada mostra que há pessoas recorrendo a empréstimos para cuidar de sua saúde, “direito de todos e dever do estado”.

http://istoe.com.br/sem-atendimento-no-sus-paciente-recorre-a-emprestimo-para-pagar-cirurgia/

SUS joga fora R$ 16 milhões em medicamentos de alto custo

Um estado que remunera mago seus médicos e busca bodes expiatórios para as deficiências de seu sistema público de saúde, joga milhões de reais de medicamentos caros no lixo.

Um relatório inédito da Controladoria-Geral da União (CGU), concluído em abril, mostra que 11 Estados e o Distrito Federal jogaram remédios fora em 2014 e 2015. As causas do desperdício, que chega a R$ 16 milhões, foram validade vencida e armazenagem incorreta.

Para se ter uma ideia do tamanho do problema, o valor perdido seria suficiente para custear o tratamento de Moreira por 104 anos.

Os Estados em que houve descarte foram Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.”

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-41007650

#CRISEnoSUS – A meta de aumentar número de médicos vai corresponder a uma melhoria da saúde?

Ideologias sempre brigam com fatos.

O dirigismo estatal tem seus graves problemas, que se tornaram mundialmente conhecidos quando se descobriu a extensão do desastre dos planos quinquenais da antiga URSS e do dirigismo estatal no Leste Europeu, nos anos que se seguiram à queda do Muro de Berlim. Mas no Ministério da Saúde, no Brasil do Terceiro Milênio, a burocracia do Ministério da Saúde, a mesma que não vê nenhum impedimento em negociar com a ditadura cubana, ainda pensa em dirigismo estatal.

Aqui o dirigismo estatal foi, mais uma vez, estampado na ideia do Ministério de criar uma meta (“dobrar a meta”?) de que no Brasil existam 2,7 mil médicos por 1.000 habitantes até o ano 2026. Uma das táticas para atingir a meta estatal seria a proliferação de faculdades de Medicina, sem a habitual preocupação de formar professores de Medicina qualificados suficientemente e com absoluto descaso com a infraestrutura necessária para o funcionamento de uma faculdade de Medicina, minimamente razoável. Esta proliferação já está em curso.

No estado do Rio de Janeiro, existem doze cidades onde esta meta do Ministério da Saúde  já foi ultrapassada. Isso, contudo, não resultou em melhoria expressiva dos serviços públicos de saúde. Há cidades em que o número de médicos ultrapassa a “meta”, contudo não há leitos. O resultado, todos sabem, são corredores de hospitais superlotados e pessoas sofrendo no aguardo de leitos hospitalares. Os médicos e as pessoas que efetivamente usam o SUS conhecem essa realidade. “Mais médicos”, menos leitos. E, dos hospitais “padrão FIFA” ninguém mais fala.

Acreditamos que o Ministério da Saúde, como todos os que são adeptos do dirigismo estatal, tem dificuldades em lidar com a realidade de forma coerente. A ampliação do número de médicos, independentemente da qualidade da formação desses profissionais, não vai significar melhoria da qualidade dos serviços públicos de saúde. O aumento do número de médicos, não vai traduzir automaticamente em melhor distribuição de profissionais. O aumento do número de médicos não vai significar que os profissionais irão trabalhar do serviço público. Se o serviço público continuar inóspito aos médicos, incapaz de atrair e fixar profissionais, muitos profissionais procurarão em outras atividades ou no empreendedorismo uma alternativa mais leve e tranquila para ganharem suas vidas sem a pesada responsabilidade inerente ao ser médico. O fato de existirem pessoas com diplomas universitário exercendo outras funções que não aquelas para as quais estudaram e se formaram, já existe em várias outras profissões. Além disso há a chance dos médicos com melhor formação migrarem para países onde poderão exercer seu trabalho com muito mais qualidade, com mais entusiasmo e remuneração mais digna e melhor padrão de vida.

Essas questões não são apreciadas pelos planejadores estatizantes, que estabelecem suas metas, fazem seus planos quinquenais e acreditam que a realidade é que tem que se acertar com as ideias e planos deles.

A presidente Dilma Rousseff, do PT, vetou a carreira de estado para médicos.

A matéria sobre a situação no RJ, a qual nos referimos acima, é do site do jornal O Globo, e pode ser conferida a partir do link:

Quase 30% das cidades do Rio têm menos de um médico para cada mil habitantes | Na base dos dados – O Globo

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS e ilusionismo – A meta de aumentar número de médicos vai corresponder a uma melhoria da saúde?

Mais Médicos não resolveu problemas estruturais na Saúde

A iniciativa do governo de alocar “Mais Médicos” ao sistema público de saúde, por meio da instituição de uma bolsa e do recrutamento de profissionais cubanos, em uma enorme operação internacional de terceirização de mão de obra, tornou o SUS melhor? A acreditar na propaganda eleitoral do governo, sim. Para quem vive o dia a dia dos serviços públicos de saúde, os resultados são duvidosos ou parecem diluídos em um sistema cheio de gargalos e problemas. Em Diadema – SP, dois anos depois da implantação do programa, os resultados não foram muito animadores. Os problemas estruturais do SUS só pioraram durante o período.

Mais Médicos não resolve problemas estruturais na Saúde – Diário do Grande ABC – Notícias e informações do Grande ABC: mais médicos,saúde,programa,federal,clínico

Dois anos após a chegada dos profissionais do Programa Mais Médicos, do governo federal, nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de seis cidades da região (São Caetano não aderiu), o cenário da Saúde básica pouco avançou. Embora a presença dos 150 clínicos colabore para a ampliação do atendimento na área da Medicina de Família, não é suficiente para atender a demanda de pacientes e resolver problemas como falta de infraestrutura nas unidades.
Diadema, que recebeu dez médicos do programa, embora tenha solicitado 35, é exemplo de local onde a população tem dificuldades em agendar consultas com o clínico, principalmente nas áreas periféricas, como o Jardim Inamar e a Vila Paulina. Vale lembrar que o município perdeu o primeiro prazo para adesão ao Mais Médicos, em 2013.

Em Destaque

Conforme o conselheiro de Saúde do Jardim Inamar Antônio de Andrade, a UBS tem três equipes de Saúde da Família, quando o ideal para a demanda seria sete. “Os médicos não querem trabalhar nas periferias porque, além de não terem estrutura, existe o problema da violência”, destaca.

Fonte: Telegrama Sindical: Mais Médicos não resolve problemas estruturais na Saúde – Diário do Grande ABC – Notícias e informações do Grande ABC: mais médicos,saúde,programa,federal,clínico

Telegrama Sindical: Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise.

Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise.

O programa “Mais Médicos”, na verdade uma bolsa temporária oferecida a título precário, ganhou musculatura no início pela importação de intercambistas cubanos. Esses profissionais foram dispensados de revalidar seus diplomas para exercerem a Medicina no Brasil. Além dessa medida de exceção, foram feitas denúncias consistentes de que esses profissionais são terceirizados por uma empresa estatal cubana e eles recebem bem menos do que os profissionais brasileiros e de outras nacionalidades. A diferença salarial é simplesmente embolsada pelo regime cubano, conhecido por ser uma ditadura onde se desrespeitam direitos humanos de forma sistemática. O procurador geral do Trabalho declarou que as condições de trabalho deles são “análogas à escravidão”. Existe uma distância enorme entre a cara propaganda oficial sobre o “Mais Médicos” e a realidade do programa. 

http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2015/08/22/Blog_do_JM/Governo-Dilma-conta-mentira-sobre-o-Mais-Medicos.shtml

Governo Dilma conta mentira sobre o ‘Mais Médicos’

Segundo a propaganda oficial, em dois anos programa já beneficiou mais de 63 milhões de brasileiros, que corresponde a 9.375 pacientes atendidos diariamente por cada médico
Em troca de milhares de médicos, a ditadura cubana já faturou mais de R$ 4,3 bilhões com o programa

Em troca de milhares de médicos, a ditadura cubana já faturou mais de R$ 4,3 bilhões com o programa

Telegrama Sindical: Mais médicos: a realidade sonegada pela propaganda oficial. E o SUS continua em crise..

#CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS

#CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS

Essa crise nem sempre é evidente. Mas existe. Os fatos insistem em aparecer. Pois mais que a propaganda oficial do Ministério da Saúde se esforce por dar aos brasileiros uma falsa ideia do que acontece no SUS, a realidade é sentida por quem usa os serviços e neles trabalha e insiste em aparecer e reaparecer entre as gretas do noticiário. Confirma a vivência dos milhões de brasileiros que convivem com o sistema público de saúde. Em Nova Iguaçu, RJ, mais um retrato da crise no SUS. Em tempo, pesquisas indicam que oitenta por cento dos brasileiros reprovam o sistema público de saúde, tal como ele se encontra atualmente. É uma crise que já alcança a idade adulta sem luz no fim do túnel. 

A matéria completa sobre a dramática situação do hospital da Posse está no link -> G1 – Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ – notícias em Rio de Janeiro

Pacientes reclamam da situação do Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, um dos maiores da Baixada Fluminense. Eles destacam a falta de médicos e de uma previsão para as cirurgias. Com isso, eles vão ficando no hospital sem saber o que vai acontecer no dia seguinte. Quem chega, é internado em macas, nos corredores. E aí falta espaço e limpeza.
Para quem não conhece, a pastora Vilma Silva apresenta o hospital: “Lotado, muita gente, atendimento em pé, soro na mão, braço todo enfaixado. Gente encostada pelas paredes, nesse estado, chão imundo, banheiro com cheiro horrível e os enfermeiros não sabem o que fazer”.
“Ontem (domingo, 9) meu vizinho chegou aqui com as pernas quebradas, entrou rápido. Mas está desde ontem sentado numa cadeira. Gente, isso é o fim da picada”, reclama a operadora de marketing Flávia Regina da Silva Lima.
As imagens foram feitas com uma câmera escondida. Olhando, parece até um quarto, pela quantidade de leitos. Mas é o corredor do hospital. Várias pessoas atendidas num espaço improvisado.

Sindicato Expresso: #CRISEnoSUS Pacientes reclamam da situação precária do Hospital da Posse, no RJ. Mais um retrato da #CRISEnoSUS.