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DEPUTADO ANTONIO JORGE PEDE PROMOÇÃO DOS MÉDICOS ESTADUAIS MINEIROS

Deputado cobra promoção de médicos, prevista em lei, que está na gaveta do secretário da SEPLAG. 

O crack em Minas – Assembleia Legislativa recomenda tratamento e procura Polícia Federal

Comissão de Enfrentamento do crack da Assembleia Legislativa de Minas recomenda tratamento e não cadeia para os usuários da droga. Mas, na falta de tratamento e de cadeia nas terras mineiras e, diante da abundante oferta da droga nas cidades das Alterosas, procuram a Policia Federal.

A notícia pode ser lida no link
http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/12/03_visita_comissao_crack.html?origem=boletim

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Deputados vão à Polícia Federal debater combate ao crack
Reunião abordou soluções para prevenção e combate ao tráfico de drogas, bem como areinserção social dos usuários.
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Álbum de fotos Os deputados Célio Moreira e Paulo Lamac representaram a Comissão para o Enfrentamento do Crack em visita à Superintendência da PF em BH – Foto: Ricardo Barbosa
A Comissão Especial para o Enfrentamento do Crack da Assembleia Legislativa de Minas Gerais defendeu que os usuários dessa droga presos em flagrante sejam encaminhados a um tratamento de saúde, em vez de irem para a cadeia. A conclusão foi feita durante uma visita à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (03/12/12), pelos deputados Paulo Lamac (PT) e Célio Moreira (PSDB).
Lamac explicou que a prisão associada a drogas de pessoas que são dependentes não é a melhor maneira de resolver o problema. “Deve haver um sistema diferenciado, a chamada justiça terapêutica, que oferece o tratamento no lugar da cadeia. É mais barato e possibilita ainda mais a reintegração social”, sugeriu ao informar que atualmente são gastos R$ 2.500,00 por mês por pessoa, no sistema penitenciário.
A respeito do crack , os representantes da Polícia Federal informaram aos parlamentares que muitas vezes a droga entra no País na forma de cocaína, que é transformada em crack com o uso de produtos que têm a venda permitida no comércio. “Às vezes, eles precisam só de carbono ou de bicarbonato para fazer o crack , produtos que são vendidos no comércio”, disse o chefe da Delegacia de Repressão a Drogas, João Geraldo de Almeida. “A pessoa entra no País com 10kg de pasta base e faz a quantidade que quiserde crack com essa porção”, complementou ao justificar que o trabalho da PF gira em torno principalmente do combate ao tráficode cocaína.
O delegado substituto da mesma delegacia, Bruno Torquatto Zampier, que também participou da visita, salientou que o problema do crack se agravou no Brasil nos últimos dez anos, principalmente por causa do aumento do tráfico de drogas que houve também nos países de fronteira, como a Bolívia. Por outro lado, enfatizou que a solução não está no fechamento dessas fronteiras. “Eu já trabalhei nas fronteiras e posso dizer que esse discurso de fechar fronteira não existe”, afirmou e completou que o ideal seria resolver na base da diplomacia entre os países envolvidos.
Os delegados também abordaram a burocracia no sistema judiciário como entrave para agilizar o processo de investigação da polícia no combate ao crime. Os representantes disseram que o judiciário precisa ser mais dinâmico e maiscomprometido com a PF. Outro ponto tocado foi o da educação. Segundo eles, o assunto deve ser levado para as escolas de forma mais dinâmica. “Para a geração ‘facebook’ não adianta chegar um palestrante engravatado para falar formalmente do tema”, defendeu Zampier ao sugerir formas mais curiosas com interação, como levar para as escolas os cães farejadores da polícia e mostrar como é feito o trabalho de combate às drogas.
Próximos passos – O deputado Célio Moreira informou que entre os próximos passos da Comissão Especial estão visitas ao novo secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Eros Biondini, e aos Estados Unidos para conhecer a aplicação da lei a respeito do crack naquele país.

FAX SINDICAL 988 – MAIS UMA DERROTA DA PRECARIZAÇÃO DO SUS

FAX SINDICAL 988

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Juiz de Fora, 19 de março de 2012

 

De: Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de MG

 

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 AVISO SINDICAL: ATENÇÃO MÉDICOS MUNICIPAIS E MUNICIPALIZADOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA – DIA 27 DE MARÇO – 19 HORAS E TRINTA MINUTOS – NA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA – ASSEMBLÉIA GERAL –  DISCUSSÃO E APROVAÇÃO DA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DE 2012 JUNTO À PREFEITURA DE JUIZ DE FORA. COMPAREÇAM. MOBILIZEM. ESTA ASSEMBLÉIA É IMPORTANTE.

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TERCEIRIZAÇÕES SOFREM MAIS UMA DERROTA

 

Tribunal determina que governo da Paraíba pare de terceirizar hospitais estaduais.

 

 

Depois de sofrer um importante golpe, com a decisão do STF publicada dia 10 de fevereiro desfavorável à Prefeitura do Rio, na Paraíba outra sentença judicial importante proíbe o governo estadual de terceirizar hospitais públicos. Os agentes da precarização da serviços públicos de saúde vão colecionando derrotas.

 

A decisão do STF publicada em 10 de fevereiro desse ano, encerrou uma disputa de 10 anos entre o Sindicato dos Médicos e a Prefeitura do Rio de Janeiro. O Sindicato entrou com ação na Justiça contra a entrega de unidades básicas de saúde do município a associações, entidades de direito privado e outras instituições. Antes o Sindicato dos Médicos do Rio já havia derrotado a Prefeitura em outra ação, contra a entrega dos hospitais públicos à gestão de cooperativas de trabalho.

 

Essa decisão do STF contra a terceirização de unidades de atenção primária poderá repercutir em Juiz de Fora, onde a atual administração municipal terceirizou parte da atenção primária, usando a Maternidade Terezinha de Jesus.

 

Em Juiz de Fora, destacamos que a atual administração municipal, sob o comando do prefeito Custódio Mattos, tem adotado uma política de precarização dos serviços públicos de saúde. Lembramos que o primeiro passo nesse sentido foi dado pela entrega das UPAs de Santa Luzia e São Pedro a entidades de direito privado. Depois tentaram privatizar a Regional Leste. Concursos públicos para a saúde não são realizados. Concursados aprovados para a será de saúde não são convocados e nomeados. Contratos precários e uso de mão de obra terceirizada em atividades fim de estabelecimentos públicos de saúde se multiplicam. Entre outras terceirizações, agora planejam entregar os laboratórios de análises clínicas do município a um ente estranho à Prefeitura, a ACISPES, da qual o município de Juiz de Fora não faz parte.

 

Agora mais essa derrota da precarização na Paraíba vem demonstrar que gestores de saúde precisam encarar com seriedade a saúde pública e parar de tentar ignorar a legalidade.

 

A notícia sobre a decisão judicial da Paraíba saiu em http://g1.globo.com/paraiba/noticia/2012/03/justica-concede-liminar-e-proibe-terceirizacao-da-saude-na-paraiba.html

 

Justiça concede liminar e proíbe terceirização da saúde na Paraíba

 

Fonte | G1 – Sexta Feira, 16 de Março de 2012

 

A Justiça do Trabalho na Paraíba concedeu, na sexta-feira (16/03) uma liminar em ação movida pelo procurador-chefe do Trabalho, Eduardo Varandas , onde ele pede que o Estado da Paraíba fique impedido de terceirizar serviços de saúde. Com a decisão, dada pelo juiz Alexandre Roque Pinto, a administração estadual não poderá firmar contrato de terceirização de médicos, enfermeiros ou outro profissional de saúde em quaisquer de seus hospitais.

 

 

A ação de Eduardo Varandas foi movida no dia 1º de março. O procurador-chefe do Trabalho também move uma outra ação onde pede a nulidade da prorrogação do contrato de gestão do Hospital de Trauma de João Pessoa firmado pelo governo do estado com a Cruz Vermelha Brasileira, em janeiro.

 

 

Na liminar o juiz fixou multa diária de R$ 10 mil por cada profissional terceirizado. As ilegalidades são evidentes, e a autonomia, imparcialidade e coragem do Poder Judiciário Federal do Trabalho sempre foram seus traços indeléveis. O resultado só poderia ser o fazer cumprir da lei.”, enfatizou Varandas.

 

 

O G1 entrou em contato por telefone e via e-mail com a secretaria estadual de Saúde para saber o posicionamento da pasta. No entanto, por telefone a assessoria do órgão disse que responderia pela Internet e, até às 16h23, o e-mail, não foi respondido.

 

 

Na sua decisão, o Juiz Alexandre Roque Pinto diz que “a concessão de tutela antecipatória se impõe, diante da natural demora no andamento do processo, pelo desencadeamento dos atos processuais e possíveis recursos às instâncias superiores, a implicar na manutenção da ilegalidade e sem sua ampliação, com a formalização de novos contratos irregulares.

 

 

De acordo com o procurador, a terceirização da Saúde aplicada no Hospital de Trauma de João Pessoa gerou uma série de irregularidades administrativas e trabalhistas que levaram o MPT a pedir a condenação do Estado, da Cruz Vermelha, do Secretário de Saúde e da Secretária de Administração em 20 milhões de reais por danos à população.

 

 

Segundo o durante as investigações do MPT, ficou constatada uma série de lesões à Constituição, e também a falta de qualificação da Cruz Vermelha para celebrar contrato de gestão pactuada com a administração pública.

 

Lixo hospitalar na Zona da Mata é tema de audiência na ALMG

A instalação de usinas de tratamento de lixo hospitalar em municípios da Zona da Mata mineira será tema de audiência pública, nesta segunda-feira (19/3/12), da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A reunião será às 14h30, no Auditório, e o requerimento solicitando o debate é do deputado Rogério Correia (PT).

Segundo o parlamentar, a realização da reunião tem o objetivo de atender requerimento de vereadores das cidades de Ewbank da Câmara, Simão Pereira e Juiz de Fora, aprovado em 8 de fevereiro de 2012, na Câmara Municipal de Juiz de Fora. “Dada a importância do assunto na vida da população da Zona da Mata, torna-se necessário que esta Casa debata o impacto ambiental e de saúde pública na região, em função da instalação de usinas de tratamento de lixo hospitalar naqueles municípios”, justificou Rogério Correia.

Foram convidados para o debate o deputado federal Padre João (PT/MG), o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães Chaves; as subsecretárias de Estado de Gestão e Regularização Ambiental Integrada, Maria Cláudia Pinto; e de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada, Marília Carvalho de Melo; o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Luciano Luz Badini Martins; e os vereadores Roberto Cupolillo (Juiz de Fora); Aparecida Rosely Ribeiro (Ewbank da Câmara); e Gilson Chapinotti Lyrio (Simão Pereira).

Fonte:  http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/03/16_release_assuntos_municipais_lixo_hospitalar.html

 

Saúde Pública
Comissão discute recursos para saúde pública na terça (20)

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino de Araújo Cardoso Filho, participa, nesta terça-feria (20/3/12), às 14h30, de reunião da Comissão de Saúde no Auditório da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O objetivo é debater a recente regulamentação da Emenda Constitucional Federal 29/2000 e dar início oficialmente à coleta de assinatura para apresentação de projeto de lei federal de iniciativa popular, que propõe o investimento de 10% da receita corrente bruta da União na saúde pública.

A reunião foi requerida pelo presidente da comissão, deputado Carlos Mosconi (PSDB). De acordo com informações da assessoria do parlamentar, a proposta de apresentar o projeto de lei federal é de autoria da AMB, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Academia Nacional de Medicina (ANM) e conta com o apoio da ALMG.

Em visita realizada pela comissão de Saúde ao arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor de Oliveira Azevedo, na última quarta-feira (14

/3/12), Carlos Mosconi falou sobre a falta de investimentos na Saúde. “Os estados e os municípios já contribuem muito. Esse projeto de lei federal, de iniciativa popular, vai recompor a Emenda Constitucional 29 em sua forma original, fazendo com que a União invista 10% no setor”, disse. Na visita, que contou com a presença do presidente da ALMG, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), os parlamentares parabenizaram a iniciativa da Igreja Católica pela campanha da fraternidade que, este ano, tem como tema a Saúde Pública.

Assinaturas – Para que o projeto seja apresentado à Câmara dos Deputados é preciso coletar 1,5 milhão de assinaturas, número correspondente a 1% do eleitorado nacional, distribuídos em pelo menos cinco Estados (0,3% de cada um).

Fonte: http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/03/16_saude_emenda_29.html

 

 RIO DE JANEIRO: TRABALHO MÉDICO E PERICULOSIDADE

Após assaltos a hospitais, Sindicato dos Médicos recorre ao MP

RIO – Após um homem ter assaltado médicos no Hospital Federal do Andaraí e no Gaffrée e Guinle, na Zona Norte, nesta semana, o Sindicato dos Médicos vai entrar com uma representação no Ministério Público pedindo que o órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.

– Lidamos com o quadro de insegurança na rede pública de saúde há pelo menos dez anos. Não se pode levar em conta apenas estes últimos casos de assaltos – reclama o presidente do sindicado, Jorge Darze.

Em um ano, a 18ª DP (Praça da República) registrou 12 casos de furtos no interior do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Maracanã. A maioria dos registros foi feita por médicos da unidade que perderam objetos pessoais, levados por criminosos que atacam a qualquer hora.

A médica obstetra Cláudia D’Elia, por exemplo, ficou sem a bolsa, a mochila e o laptop. Há um ano, em 15 de março de 2011, ela acordou e encontrou seus pertences revirados no chão do banheiro do quarto do plantonista.

– Morro de medo até hoje. Se eu acordasse, poderia ser agredida ou morta. Não temos segurança alguma. Liguei para a direção reclamando e um colega me disse que o computador de lá tinha sido levado. Até lá os bandidos agem. Entra quem quiser. Já roubaram o carro de uma médica no pátio do hospital. É um absurdo – relata.

O diretor do hospital, Antonio Carlos Iglesias, informou que quatro novos postos de vigilância foram criados. Segundo ele, são mais 16 vigilantes. Ele disse que o hospital vai instalar câmeras de segurança.

Assaltante atacou três hospitais este mês

O bandido que assaltou na noite de quinta-feira dois médicos residentes no Hospital Federal do Andaraí já havia invadido outras duas unidades de saúde: o Gaffrée e Guinle, na terça-feira passada, e uma instituição particular, na Barra da Tijuca, no dia 9 deste mês. A descoberta foi feita porque, de acordo com o delegado Rodolfo Waldeck, titular da 20ª DP (Vila Isabel), vítimas do ladrão tanto no Andaraí como no Gaffrée e Guinle reconheceram o criminoso em imagens do circuito de segurança do hospital assaltado por ele na Barra. As imagens mostram ainda que o criminoso esteve na unidade dois dias antes e furtou a bolsa de uma médica.

O delegado acredita que o bandido seja ex-funcionário de algum hospital – ou que conheça a área da saúde -, pois consegue entrar nas unidades sem chamar a atenção.

– Ele sempre age da mesma maneira. Tem conhecimento do funcionamento do hospital. No caso do Andaraí, foi direto para a sala dos médicos, localizada no segundo andar do prédio anexo. Ele bateu na porta e entrou, pedindo para falar com um médico, inventando um nome qualquer. Em seguida, rendeu os dois residentes com um revólver – contou Waldeck.

O policial informou que o Hospital do Andaraí não tem câmera de segurança. Waldeck participará, na segunda-feira, de uma reunião com a direção da unidade e o comandante do 6º BPM (Tijuca), tenente-coronel Márcio Oliveira Rocha, para estudar uma forma de reforçar a segurança do hospital. O delegado pretende ouvir outras pessoas do plantão para conseguir pistas do ladrão.

O assaltou aconteceu por volta das 21h30m e a ação do criminoso durou cerca de dez minutos apenas. Com um revólver, ele rendeu os médicos e fugiu com um celular, dois relógios, um iPad e R$ 120.

Direção do Andaraí vai suspender visitas noturnas

Após o assalto, a direção do Hospital do Andaraí informou que vai suspender as visitas noturnas aos pacientes internados, até que o crime seja esclarecido. A direção ressaltou ainda que todo visitante é identificado na entrada, antes de se dirigir à Unidade de Pacientes Internos, prédio onde ocorreu o roubo.

O comandante do 6º BPM foi ao Andaraí ontem de manhã e disse achar que o bandido provavelmente conhecia a rotina da unidade. Segundo ele, os PMs de plantão foram chamados 30 minutos após o assalto.

Na invasão do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, o criminoso, também armado, entrou numa sala exclusiva de funcionários, rendeu quatro médicos e roubou notebooks, celulares e carteiras. As vítimas foram trancadas no banheiro, só saindo 20 minutos depois, ao conseguirem contato com outros funcionários. A polícia foi acionada, mas não conseguiu encontrar o ladrão.

– Para nos amedrontar, ele dizia que tinha dois comparsas nos corredores. Mas a gente não viu mais ninguém – contou uma das vítimas no dia do assalto.

Já no assalto ao hospital particular na Barra, o criminoso entrou na sala do diretor, amarrou a vítima e roubou dois laptops. Dois dias antes, quando o bandido esteve na unidade e furtou a bolsa de uma médica, as câmeras do circuito interno mostraram que um segurança chegou a persegui-lo do lado de fora do hospital.

Cremerj pede mais segurança em hospitais

Em nota divulgada ontem, o Conselho Regional de Medicina (Cremerj) informou que pediu ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a instalação de câmeras nas unidades que funcionam 24 horas por dia, inclusive as UPAs, além de policiamento em todas as entradas e saídas. http://contextopolitico.com/2012/03/17/apos-assaltos-a-hospitais-sindicato-dos-medicos-recorre-ao-mp/O conselho disse ainda que já vem denunciando agressões e assaltos a médicos desde outros governos. De acordo com a entidade, há casos até de médicas estupradas.

No início da semana, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que instalaria câmeras para monitorar o atendimento na rede federal do Rio.

Fonte:  http://contextopolitico.com/2012/03/17/apos-assaltos-a-hospitais-sindicato-dos-medicos-recorre-ao-mp/

Minas Gerais: Assembléia Legislativa adia discussão de política remuneretória dos servidores

O Projeto de Lei (PL) 2.571/11, do governador, que estabelece a política remuneratória dos servidores do Poder Executivo, teve a análise adiada na Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta terça-feira (29/11/11). O relator, deputado Bonifácio Mourão (PSDB), apresentou o substitutivo nº 1, mas o parecer não foi votado em função de um pedido de vista do deputado Ivair Nogueira (PMDB).

A proposição também prevê aumento salarial de 5% em outubro de 2011 e abril de 2012 para todas as carreiras do Executivo, com exceção dos defensores públicos e dos servidores da educação e das forças de segurança pública, já contemplados com reajustes. A concessão de reajustes salariais regularmente, no entanto, dependerá do crescimento da receita tributária estadual e do respeito aos limites de gastos com pessoal impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo o relator, o substitutivo nº 1 incorpora as emendas encaminhadas pelo governador ao PL 2.571/11. Três dessas emendas, recebidas em Plenário na tarde desta terça-feira (29), tratam da incorporação da Gedama e da Gedima, gratificações recebidas por servidores do Sistema Estadual de Meio Ambiente e do Instituto Mineiro de Agropecuária, respectivamente.

O deputado Sargento Rodrigues (PDT) apresentou três sugestões de emendas. Elas têm os objetivos de fixar jornada de trabalho de 40 horas semanais para os militares, garantir uma política remuneratória específica para essa categoria e assegurar reajuste da Gepi, gratificação recebida por servidores da Receita Estadual. O deputado Neider Moreira (PSD) também apresentou sugestão de emenda para impedir que os reajustes concedidos aos servidores do Sistema Estadual de Meio Ambiente sejam deduzidos da Gedama.

As sugestões de emendas serão analisadas pelo deputado Bonifácio Mourão e poderão ser incorporadas em seu parecer. O deputado Sargento Rodrigues reclamou que suas sugestões foram apresentadas há 15 dias e não foram consideradas pelo relator. Ele teve aprovado um requerimento para a realização de audiência pública para discutir a política remuneratória proposta pelo PL 2.571/11.

Fax Sindical 950

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Segunda-feira, 17 de outubro de 2011
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http://www.sindmedicos.org.br
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De: SINDMED JF * Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora
e Zona da Mata de Minas Gerais
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Assuntos:
1 – Presidente do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora irá a Belo Horizonte reunir-se com Secretário de Estado da Saúde, Presidente do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais e Presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa.
2- Paralisação Nacional dos Médicos do SUS e Assembléia Geral Extraordinária dos Médicos Municipais e Municipalizados da Prefeitura de Juiz de Fora no dia 25 de outubro.

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PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DE JUIZ DE FORA SEGUE PARA BELO HORIZONTE PARA TRATAR DE REIVINDICAÇÕES DOS MÉDICOS ESTADUAIS DA S.E.S.

No dia 19 de outubro o Dr. Gilson Salomão, presidente do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas, segue para a capital do Estado.

Ele deverá se reunir com o Presidente do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais, Dr. Cristiano Mata Machado e com o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Antonio Jorge Marques. Após essa reunião, os sindicalistas médicos seguirão para a Assembléia Legislativa, onde se reunirão com o Presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa, Dr. Carlos Mosconi.

Na pauta das reuniões está a situação dos médicos estaduais da Secretaria de Estado da Saúde. Ao contrário dos médicos da FHEMIG e do Hemominas, os profissionais da S.E.S. continuam sendo denominados analistas de saúde. Isso causa desconforto para os médicos e é uma reivindicação da categoria retomar a antiga denominação.

Todos os médicos da SES fizeram concurso para médico e foram nomeados como médicos. Depois, por uma mudança burocrática, passaram a ser denominados analistas de saúde. Uma denominação genérica e vazia, que sempre desagradou a categoria. Essa situação, apesar do descontentamento dos profissionais e da oposição dos sindicatos médicos e de outras entidades médicas, até o momento não foi revertida.

Os médicos estaduais da SES querem ser reconhecidos com a denominação própria de sua categoria. Além de tudo, merecem ser tratados com isonomia, já que seus colegas, médicos estaduais da FHEMIG e do Hemominas, bem como todos os médicos municipais, são reconhecidos pela denominação própria de sua profissão.

Isso garantirá um espaço novo para negociações, onde os médicos terão a sua própria voz para negociarem pautas que são específicas da categoria.

Há alguns anos vem se organizando uma mobilização dos médicos da SES MG em prol da retomada de sua denominação. Esse movimento encontrou eco e simpatia nas entidades médicas. Uma comissão foi formada para mobilizar os médicos estaduais e pedir providências às autoridades estaduais.

O Secretário de Estado da Saúde esteve recentemente em Juiz de Fora, onde reuniu-se com um número representativo de médicos estaduais da SES e ouviu as reivindicações dos médicos estaduais representados pelo Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora. Agora esse movimento, desencadeado há alguns anos, chega aos seus momentos decisivos.

Os médicos estaduais da SES MG, municipalizados ou não, devem estar atentos para essa movimentação e mobilizados. Esse movimento é importante para a dignidade médica.

ATENÇÃO MÉDICOS MUNICIPAIS -EFETIVOS, TEMPORÁRIOS, TERCEIRIZADOS – E MUNICIPALIZADOS DA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

MOBILIZAÇÃO GERAL! PARALISAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS NO DIA 25 DE OUTUBRO! PARALISAÇÃO DE TODAS AS UNIDADES EM PROTESTO CONTRA O DESRESPEITO AOS PROFISSIONAIS DA MEDICINA NO SUS.

Salários decentes e trabalho decente para todos os médicos do SUS. Fim da precarização do trabalho médico no SUS, com pleno respeito à Constituição e realização de concursos públicos. Tudo isso está em causa. O movimento do dia 25 de outubro é o dia nacional de indignação dos médicos, em defesa de sua dignidade profissional. Paralise, mobilize, participe.

Atividades previstas:
Dia 25 de outubro – paralisação nacional dos médicos do SUS.
Dia 25 de outubro – a partir de 10 horas – concentração na Sociedade de Medicina. Dia 25 de outubro – 11 horas – ato público no PAM  Marechal. Dia 25 de outubro – 19 horas e trinta minutos – Assembléia Geral Extraordinária dos Médicos Municipais e Municipalizados da Prefeitura de Juiz de Fora na Sociedade de Medicina.

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