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Mais médicos, menos qualidade – 

Ministério da Saúde, burocratas do ministério e gestores públicos se preocupam com quantidades, em dizer que estão oferecendo atendimento médico e assistência, mas não demonstram a mínima preocupação com a qualidade.

A proliferação desordenada de faculdades de Medicina, sem que tenha havido prévia preparação de professores qualificados e titulados devidamente e a aceitação de médicos sem qualificação dada pelo Revalida, mostra bem isso.

O serviço público de saúde padece de precariedade. Diante do silêncio cúmplice de autoridades e da maioria dos legisladores.

Tudo, outra vez, parece embalado para solucionar o problema da Saúde nas áreas mais carentes do País. Só que, ao olhar de perto, percebemos que a situação carece justamente de qualificação.

Enquanto o governo pensar apenas em quantidade, a preocupação com o atendimento à população só aumentará e a população seguirá padecendo, lamentavelmente. 

 

http://www.dgabc.com.br/Mobile/Noticia/2777889/mais-medicos-menos-qualidade

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SUCESSO DO MAIS MÉDICOS – TRANSFUSÃO DE DINHEIRO PARA CUBA E EMPREGO NA OPAS

Aqui está um escândalo que ainda não foi investigado

Uma gravação divulgada em março de 2015 expôs os bastidoresdo Programa Mais Médicos. Os envolvidos diziam sem reserva, pois não sabiam que estavam sendo gravados, que o programa fora concebido para fazer uma transfusão de dinheiro do Brasil para ditadura castrista. Segundo os dados do Portal da Transparência, desde que foi criado, o Mais Médicos já custou aos cofres públicos mais de 7 bilhões de reais. Mais de metade desse dinheiro foi parar diretamente nos cofres cubanos. Um dos mentores intelectuais do negócio ganhou um presentão da Organização Panamericana de Saúde (Opas). Sem muito alarde, o paulista Alberto Kleiman foi contratado como diretor de Relações Internacionais da entidade, em Washington, onde vive desde 2015. O reconhecimento de Kleiman é justificado pelo sucesso financeiro da Opas depois que ele ajudou a cunhar o Mais Médicos. Pela intermediação da operação entre o Brasil e Cuba, a organização cobra 5% de pedágio – cerca de 350 milhões de reais até o momento. Uma fortuna que ajudou a tirar as contas da Opas da UTI. (por Leonardo Coutinho)

http://veja.abril.com.br/blog/holofote/o-maior-sucesso-dos-mais-medicos/

Médicos cubanos no Brasil na Justiça contra trabalho análogo à escravidão terceirizado pela OPAS para financiar governo de Cuba

 

Em um raro ato de desafio coletivo, dezenas de médicos cubanos que trabalham no exterior para ganhar dinheiro para suas famílias e seu país estão movendo processos judiciais para romper fileiras com o governo cubano, exigindo ser libertados do que um juiz chamou de “uma forma de trabalho escravo”.

Milhares de médicos cubanos trabalham no exterior sob contrato com as autoridades cubanas. Países como o Brasil pagam ao governo comunista da ilha milhões de dólares por mês para fornecer serviços médicos, o que efetivamente torna os médicos de Cuba sua exportação mais valiosa.

Aumento do turismo tira comida do prato dos cubanos
Raúl Castro diz que Lula sofre ‘perseguição política’
Cuba ganha primeiro shopping de luxo
Mas os médicos recebem uma pequena parte desse dinheiro, e um número cada vez maior dos que estão no Brasil começou a se rebelar. No ano passado, pelo menos 150 médicos cubanos moveram ações em tribunais brasileiros para contestar o acordo, exigindo ser tratados como profissionais independentes, ganhando salários plenos, e não como agentes do Estado cubano.

“Quando você sai de Cuba pela primeira vez, descobre muitas coisas que não sabia”, disse Yaili Jiménez Gutierrez, uma das médicas que moveu a ação. “Chega uma hora em que você se cansa de ser escravo.”

Screenshot 2017-09-30 at 22.57.14.png Operação de terceirização em escala internacional patrocinada pela OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), permite que funcionários cubanos recebam menos de um terço dos seus salários. O restante vai para o governo ditatorial de Cuba e para burocratas da OPAS.

Cubanos na Justiça brasileira contra trabalho em condições análogas à escravidão patrocinado pela OPAS e que ajuda a financiar a ditadura de Cuba. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2017/09/29/medicos-cubanos-se-revoltam-no-brasil-voce-se-cansa-de-ser-um-escravo.htm

TCU: dinheiro para Cuba poderia formar 52 mil médicos brasileiros – O Antagonista

https://www.oantagonista.com/brasil/tcu-dinheiro-para-cuba-poderia-formar-52-mil-medicos-brasileiros/

#CRISEnoSUS – A meta de aumentar número de médicos vai corresponder a uma melhoria da saúde?

Ideologias sempre brigam com fatos.

O dirigismo estatal tem seus graves problemas, que se tornaram mundialmente conhecidos quando se descobriu a extensão do desastre dos planos quinquenais da antiga URSS e do dirigismo estatal no Leste Europeu, nos anos que se seguiram à queda do Muro de Berlim. Mas no Ministério da Saúde, no Brasil do Terceiro Milênio, a burocracia do Ministério da Saúde, a mesma que não vê nenhum impedimento em negociar com a ditadura cubana, ainda pensa em dirigismo estatal.

Aqui o dirigismo estatal foi, mais uma vez, estampado na ideia do Ministério de criar uma meta (“dobrar a meta”?) de que no Brasil existam 2,7 mil médicos por 1.000 habitantes até o ano 2026. Uma das táticas para atingir a meta estatal seria a proliferação de faculdades de Medicina, sem a habitual preocupação de formar professores de Medicina qualificados suficientemente e com absoluto descaso com a infraestrutura necessária para o funcionamento de uma faculdade de Medicina, minimamente razoável. Esta proliferação já está em curso.

No estado do Rio de Janeiro, existem doze cidades onde esta meta do Ministério da Saúde  já foi ultrapassada. Isso, contudo, não resultou em melhoria expressiva dos serviços públicos de saúde. Há cidades em que o número de médicos ultrapassa a “meta”, contudo não há leitos. O resultado, todos sabem, são corredores de hospitais superlotados e pessoas sofrendo no aguardo de leitos hospitalares. Os médicos e as pessoas que efetivamente usam o SUS conhecem essa realidade. “Mais médicos”, menos leitos. E, dos hospitais “padrão FIFA” ninguém mais fala.

Acreditamos que o Ministério da Saúde, como todos os que são adeptos do dirigismo estatal, tem dificuldades em lidar com a realidade de forma coerente. A ampliação do número de médicos, independentemente da qualidade da formação desses profissionais, não vai significar melhoria da qualidade dos serviços públicos de saúde. O aumento do número de médicos, não vai traduzir automaticamente em melhor distribuição de profissionais. O aumento do número de médicos não vai significar que os profissionais irão trabalhar do serviço público. Se o serviço público continuar inóspito aos médicos, incapaz de atrair e fixar profissionais, muitos profissionais procurarão em outras atividades ou no empreendedorismo uma alternativa mais leve e tranquila para ganharem suas vidas sem a pesada responsabilidade inerente ao ser médico. O fato de existirem pessoas com diplomas universitário exercendo outras funções que não aquelas para as quais estudaram e se formaram, já existe em várias outras profissões. Além disso há a chance dos médicos com melhor formação migrarem para países onde poderão exercer seu trabalho com muito mais qualidade, com mais entusiasmo e remuneração mais digna e melhor padrão de vida.

Essas questões não são apreciadas pelos planejadores estatizantes, que estabelecem suas metas, fazem seus planos quinquenais e acreditam que a realidade é que tem que se acertar com as ideias e planos deles.

A presidente Dilma Rousseff, do PT, vetou a carreira de estado para médicos.

A matéria sobre a situação no RJ, a qual nos referimos acima, é do site do jornal O Globo, e pode ser conferida a partir do link:

Quase 30% das cidades do Rio têm menos de um médico para cada mil habitantes | Na base dos dados – O Globo

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS e ilusionismo – A meta de aumentar número de médicos vai corresponder a uma melhoria da saúde?

Mais Médicos não resolveu problemas estruturais na Saúde

A iniciativa do governo de alocar “Mais Médicos” ao sistema público de saúde, por meio da instituição de uma bolsa e do recrutamento de profissionais cubanos, em uma enorme operação internacional de terceirização de mão de obra, tornou o SUS melhor? A acreditar na propaganda eleitoral do governo, sim. Para quem vive o dia a dia dos serviços públicos de saúde, os resultados são duvidosos ou parecem diluídos em um sistema cheio de gargalos e problemas. Em Diadema – SP, dois anos depois da implantação do programa, os resultados não foram muito animadores. Os problemas estruturais do SUS só pioraram durante o período.

Mais Médicos não resolve problemas estruturais na Saúde – Diário do Grande ABC – Notícias e informações do Grande ABC: mais médicos,saúde,programa,federal,clínico

Dois anos após a chegada dos profissionais do Programa Mais Médicos, do governo federal, nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de seis cidades da região (São Caetano não aderiu), o cenário da Saúde básica pouco avançou. Embora a presença dos 150 clínicos colabore para a ampliação do atendimento na área da Medicina de Família, não é suficiente para atender a demanda de pacientes e resolver problemas como falta de infraestrutura nas unidades.
Diadema, que recebeu dez médicos do programa, embora tenha solicitado 35, é exemplo de local onde a população tem dificuldades em agendar consultas com o clínico, principalmente nas áreas periféricas, como o Jardim Inamar e a Vila Paulina. Vale lembrar que o município perdeu o primeiro prazo para adesão ao Mais Médicos, em 2013.

Em Destaque

Conforme o conselheiro de Saúde do Jardim Inamar Antônio de Andrade, a UBS tem três equipes de Saúde da Família, quando o ideal para a demanda seria sete. “Os médicos não querem trabalhar nas periferias porque, além de não terem estrutura, existe o problema da violência”, destaca.

Fonte: Telegrama Sindical: Mais Médicos não resolve problemas estruturais na Saúde – Diário do Grande ABC – Notícias e informações do Grande ABC: mais médicos,saúde,programa,federal,clínico

 #CRISEnoSUS Instituto que terceirizava médicos falsos no SUS pagava salário diferenciado.

#CRISEnoSUS Instituto que terceirizava médicos falsos no SUS pagava salário diferenciado.

Continua repercutindo o escândalo dos falsos médicos no SUS. Por enquanto o escândalo se restringe a cidades do interior de SP, mas avalia-se que pode ser bem pior. Agora descobriu-se que uma das pessoas jurídicas, “sem fins lucrativos”, pagava salário diferenciado aos falsos médicos. Indícios de que as “instituições sem fins lucrativos” sabiam que os médicos eram falsos, tanto é que faziam pagamentos diferenciados.

A matéria pode ser lida em –

G1 – Instituto em SP que empregou falsos médicos sabia de fraude, diz suspeito – notícias em Ribeirão e Franca

Um dos falsos médicos que trabalhou em Franca (SP), Pablo Mussolin, disse em depoimento à polícia em Mairinque
(SP), que o Instituto Ciências da Vida (ICV), responsável pela
contratação dos funcionários do Pronto-Socorro “Dr. Álvaro Azzuz”, tinha
conhecimento do registro ilegal dos profissionais que atuaram no
município entre julho e outubro de 2014. Em nota, o instituto voltou a
negar qualquer participação na fraude e afirmou que é “vítima do
esquema”.

Preso desde julho deste ano, Mussolin também afirmou em seu depoimento
que cursou medicina na Bolívia e que entrou no esquema de contratação do
instituto depois de ser procurado por Bertino Rumarco da Costa, outro
brasileiro sem registro profissional que também foi preso atuando
ilegalmente.

Segundo a delegada Fernanda Ueda, responsável pelas investigações em
Marinque, Mussolin divulgou outras informações que serão apuradas para
confirmar se houve envolvimento do ICV nas fraudes. Segundo o suspeito, o
instituto pagava salários menores para os falsos médicos.

“Constatamos que há uma divergência em relação aos valores [recebidos
pelos médicos]. Alguns médicos regulares recebiam em torno de R$ 1,2
mil, R$ 1,4 mil. Por sua vez, os falsos médicos falavam que recebiam R$
800, R$ 1 mil. Esse valor era um tanto quanto variável, mas sempre menor
que os médicos regulares”, afirma.

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS Instituto que terceirizava médicos falsos no SUS pagava salário diferenciado.

#CRISEnoSUS – Apesar de novos médicos, paciente diz conseguir consulta só para 2016

#CRISEnoSUS – Apesar de novos médicos, paciente diz conseguir consulta só para 2016

O gestor mente. A matéria jornalística o desmente. Problemas graves da saúde não podem ser enfrentados com mentiras e práticas eleitoreiras. Democracia exige transparência. De nada adiantam os segredos escondidos da opinião pública. Novos médicos não sanearam escassez de profissionais e o “Mais Médicos” não é a varinha mágica que resolveu os problemas de um sistema de saúde com problemas crônicos e em situação falimentar. Leia a matéria sobre esse caso em:

G1 – Apesar de novos médicos, paciente diz conseguir consulta só para 2016 – notícias em Itapetininga e Região

28/08/2015 18h42
– Atualizado em
28/08/2015 18h50

Apesar de novos médicos, paciente diz conseguir consulta só para 2016

‘Moço disse que até dezembro está fechado’, diz moradora de Itapetininga.
Prefeitura nega que agenda esteja cheia e aponta que há horários em posto.


Do G1 Itapetininga e Região

A Prefeitura de Itapetininga (SP) contratou em julho 27 médicos para trabalhar na rede pública depois de seis meses com déficit de profissionais,
mas apesar dos novos médicos moradores reclamam que ainda há demora no
atendimento. A dona de casa Isolina de Fátima Batista, por exemplo, diz
que tentou marcar uma consulta no posto de saúde Bairro Taboãozinho e
que havia disponibilidade somente a partir de 2016. “O moço falou que
não está marcando médico porque até dezembro está fechado. É duro,
porque precisamos do médico e nunca conseguimos. Precisa de mais
médicos”, diz.

Moradora tentou marcar consulta, mas não conseguiu (Foto: Reprodução/ TV TEM)Moradora tentou marcar consulta, mas não

conseguiu (Foto: Reprodução/ TV TEM)

O Executivo nega que no local as consultas no posto do bairro são
realizadas daqui a quatro meses. A nota informa que o médico que atende
na unidade terças, quartas e sextas-feiras das 7h às 15h está com agenda
aberta até o final de setembro e que ainda há vagas.

Mas a negativa ao tentar agendar uma consulta foi flagrada tanto entre
uma conversa entre Isolina e a equipe do posto de saúde, quanto por um
produtor da TV TEM disfarçado. As consultas não são
marcadas, e quem quer ser atendido precisa estar disponível desde às 7h
no local e torcer para ser encaixado para atendimento. “Estamos com a
agenda do médico fechada, ele só atende por encaixe. Está encerrada a
agenda esse ano”, diz funcionário do posto. (ouça o áudio acima)

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – Apesar de novos médicos, paciente diz conseguir consulta só para 2016

#CRISEnoSUS – “Mais Especialidades” – Chioro quer cumprir promessa de campanha da Dilma

#CRISEnoSUS – “Mais Especialidades” – Chioro quer cumprir promessa de campanha da Dilma

O Ministério da Saúde anuncia seus planos para tentar cumprir o que não pode cumprir. A promessa de campanha da Dilma do PT de implantar, depois do “Mais Médicos”, o “Mais Especialidades”. E, segundo o Ministro petista da Saúde, o plano vai começar com suas investidas sobre a SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) e o Colégio Brasileiro de Oftalmologia. O objetivo explícito é “quebrar resistências.”

Diz a matéria publicada hoje no Estadão:

O ministro, que participou no Congresso de uma audiência para prestar contas sobre os primeiros meses de gestão, afirmou que vem conversando com representantes de Colégio Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia para acertar detalhes do Mais Especialidades. O objetivo maior é quebrar resistências.

Será que essas sociedades de especialidades irão se deixar envolver pelos planos de um Ministro petista e da burocracia esquerdista que controla o Ministério da Saúde? Durante a implantação do “Mais Médicos” todos puderam ouvir as vozes de petistas e aliados que se ergueram na mídia, nas redes sociais, nas propagandas institucionais, todas elas tendo como alvo a desqualificação dos médicos brasileiros. Agora, com o “Mais Especialidades”, o Ministro petista Artur Chioro aparece com uma proposta de “quebrar resistências”. É a velha lição de dividir para governar. Esperamos que as citadas sociedades de especialidades fiquem atentas. Estarão negociando com quem já provou e comprovou que, mesmo tendo diploma de Medicina, não gosta de médicos.

 LEIAM A MATÉRIA COMPLETA NO LINK ABAIXO DO ESTADÃO:

Pagamento no SUS por especialidade vai mudar – Saúde – Estadão

Fonte: Telegrama Sindical: #CRISEnoSUS – “Mais Especialidades” – Chioro quer cumprir promessa de campanha da Dilma

Telegrama Sindical: Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos

Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos

Descobriram mais uma utilidade para os médicos cubanos: prática
anti-sindical. O governo de Gana vai convocar médicos cubanos para
suprir os médicos do serviço público do país que estão em greve por
melhores condições nos contratos de trabalho. O governo foge às
negociações, por ser governo autoritário, e apela a médicos cubanos para
afrontar os sindicatos locais que representam os profissionais de
saúde. Mais uma vez se demonstra que uma ditadura, mesmo sendo de
esquerda e comunista, está disposta a contribuir nas lutas de governos
autoritários e corruptos contra os próprios trabalhadores. Matéria
completa na página ->Governo do Gana chama médicos cubanos para aliviar efeitos de greve – Mundo – RTP Notícias

Cerca de 2.800 médicos do serviço público

começaram a faltar ao serviço nos departamentos de ambulatório antes de a greve

se estender aos serviços de emergência. As equipas médicas de hospitais

militares, que se mantiveram em atividade na capital, dizem que têm recebido

civis para tratamentos hospitalares.

O Governo diz que esta paralisação é ilegal e que

só vai haver espaço para negociações quando os médicos, que se queixam de más condições

de trabalho, voltarem ao trabalho.

Os médicos em greve exigem habitação, vestuário e

subsídios de deslocação para os médicos seniores, assim como carros de

serviço. Pedem

ainda um aumento no pagamento das horas extra, pós-graduações gratuitas,

melhores pensões e cuidados de saúde gratuitos no es

Sindicato Expresso: MÉDICOS CUBANOS SÃO USADOS CONTRA MOVIMENTOS GREVISTAS NA ÁFRICA. REPRESSÃO ULTRAMARINA.

Telegrama Sindical: Médicos cubanos são empregados como instrumento de repressão contra trabalhadores africanos.