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Médico tem dever de obediência diante de arbitrariedade policial?

http://ocorreionews.com.br/portal/2016/06/12/registrado-bo-contra-medicos-que-negaram-assinar-atestado-de-obito/

REGISTRADO BO CONTRA MÉDICOS QUE NEGARAM ASSINAR ATESTADO DE ÓBITO

Jun 12, 2016Chapadão Do SulPolíciaSlide Notícias

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Na manhã deste sábado, 11 de maio, a Srª Corina Martins de Oliveira, 69 anos foi encontrada sem vida. Ela morreu enquanto dormia, em sua casa, localizada na Rua Selvíria, em Chapadão do Sul.

A família levou a mulher até o Hospital Municipal de Chapadão do Sul. Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Civil, estavam de plantão o Dr. Omar e a Drª Fernanda e eles se negaram a realizar o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), por não conhecer o histórico de saúde da falecida. Aquela mulher nunca havia sido atendida no hospital local. Segundo os familiares, fazia tratamento de saúde em Campo Grande.

A demora na definição provocou ansiedade nos familiares, que não conseguiam a liberação para início do velório, até que passadas algumas horas, os Policiais Civis ligaram para o IMOL, Instituto Médico e Odontológico Legal de Paranaíba, que autorizou a remoção para ser atendido e depois liberado para a família.

Houve um impasse no Hospital Municipal de Chapadão do Sul. Os médicos alegaram que não poderiam assinar o SVO, amparados pelo seu Conselho de Ética. Já a Polícia Civil, disse que os médicos deveriam assinar o SVO, pois segundo o Regulamento das Atividades Cartorárias, Administrativas e Operacionais da Polícia Civil- R12, prevê que em localidade onde não exista médico legista, ou serviço de verificação de óbito, o SVO deve ser assinado por um médico local.

Diante do impasse, dois Boletim de Ocorrências foram registrados, um por morte a esclarecer e outro por desobediência, contra os médicos.

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Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

Profissionais de saúde que trabalham em unidades públicas de saúde, além das responsabilidades próprias de cada profissão, agora estão mais expostos do que nunca à violência decorrente da criminalidade que se expande de forma assustadora nesse país.

Enquanto a mídia e as pessoas se preocupam com a horrível corrupção, roubos, furtos e assassinatos, sequestros e golpes, varrem o país e vitimam a cada dia mais trabalhadores.

http://www.alagoas24horas.com.br/981035/criminoso-invade-posto-de-saude-e-leva-dentista-de-refem/

Criminoso invade posto de saúde e leva dentista de refém

13/06/2016 15:06 Da redação, com Já é Notícia

Alagoas 24 Horas

Polícia Militar de Alagoas

Um criminoso invadiu, na tarde desta segunda-feira, 13, um posto de saúde do Povoado Lagoa do Algodão, zona rural da cidade de Craíbas, e levou uma dentista de refém.

A vítima, que teve o nome preservado, atendia a um paciente quando foi obrigada a ir com o criminoso, que estava com uma espingarda 12. Eles saíram do local no veículo da dentista, um veículo Hyundai HB20, de cor branca e momentos depois, a vítima foi liberada.

Após libertar a dentista, o criminoso,que usava uma camisa verde e calça jeans, seguiu com o carro em direção a cidade de Arapiraca.

A Polícia Militar foi acionada, realizou buscas nas imediações, mas até o momento não localizou o suspeito e nem o veículo. A vítima foi orientada a procurar à Central de Polícia Civil para confeccionar um Boletim de Ocorrências (BO).

Telegrama Sindical: IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

Boa notícia para os médicos de Caruaru que trabalham no IML: o ministério do Trabalho lá funciona. Tomara que algum dia funcione também em Juiz de Fora, MG. Denunciada pelos auditores do MTE a condição de trabalho naquela unidade. A matéria está no G1, e confira no link ao final.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) denuncia a precária situação de funcionamento e condições de trabalho do Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o auditor fiscal Francisco Reginaldo, em recente visita à unidade, ficou constatado que “os instrumentos utilizados na necropsia dos corpos não são os previstos em lei; os servidores têm contato direto com o sangue dos corpos, uma vez que não usam luvas para a execução das atividades; as suturas são feitas com hastes de guarda-chuvas ao invés de com o material adequado”.

G1 – Ministério do Trabalho faz denúncia de condição de trabalho no IML Caruaru – notícias em Caruaru e Região

Fonte: Telegrama Sindical: IML de Caruaru – condições do local são denunciadas por auditores do MTE

Sindicato Expresso: Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe

Relator de comissão da ONU que investiga situação de direitos humanos no Brasil, se reúne com representantes sindicais dos funcionários das penitenciárias para conhecer a situação dramática dos presídios brasileiros. O mundo deve saber que os presídios brasileiros são ruins para os que neles cumprem pena e ruins para os que neles trabalham. Não é rara a existência de contratos precários de trabalho e remuneração indigna para os servidores públicos que se sacrificam para que as leis do Estado brasileiro sejam cumpridas. 
Fonte:
G1 – Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários de Sergipe – notícias em Sergipe

Sindicato Expresso: Relator da ONU ouve denúncias de agentes penitenciários em Sergipe.

Sindicato Expresso: A contratação de falsos médicos por agenciadores de mão de obra para o SUS continua repercutindo

Sindicato Expresso: A contratação de falsos médicos por agenciadores de mão de obra para o SUS continua repercutindo.

A contratação de falsos médicos por agenciadores de mão de obra para o SUS continua repercutindo

O caso dos falsos médicos terceirizados continua repercutindo no interior de SP. Em São Roque a Santa Casa assumirá a responsabilidade pelos vínculos empregatícios dos médicos que lá atuam. A matéria completa está -> Online – Prefeitura se pronuncia sobre o caso dos fasos médicos

A Prefeitura de São Roque enviou uma nota de esclarecimento referente à Santa Casa do município onde informa que está tomando todas às medidas cabíveis e legais para ajudar no andamento das investigações.
A Prefeitura abriu uma Comissão de Sindicância para averiguar se a Santa Casa cometeu alguma irregularidade nas contratações das empresas Innovaa e Guazza que prestava o serviço de agenciamento de médicos para a entidade de saúde.
“O Departamento de Saúde solicitou a Comissão Interventora o levantamento de documentos de todos os profissionais da Santa Casa, solicitou a retenção e a devolução dos recursos utilizados para pagamento dos médicos irregulares, e recomendou a substituição das empresas responsáveis pelas equipes de plantonistas. A Comissão de Sindicância realizou duas visitas na Santa Casa e solicitou vários documentos para instruir o processo de investigação”, diz uns dos trechos da nota enviada pela Prefeitura de São Roque.
Jornal da Economia entrevistou o Diretor de Saúde de São Roque, Sandro Rizzi, para saber quais medidas à prefeitura irão tomar em relação à contratação de novos médicos, já que os contratos com a Innovaa e Guazza foram rompidos.
“A Santa Casa está contratando diretamente os médicos, assumindo toda responsabilidade no pagamento dos salários da equipe dos profissionais que lá estão, sem ajuda de nenhuma empresa terceirizada até o momento”, comenta Rizzi.

#CRISEnoSUS Governo sucateia hospitais e médicos apelam à polícia

A situação crítica provocada pelo sucateamento generalizado e sistemático da rede hospitalar que serve ao SUS tem levado ao estresse e perda da motivação para a maioria dos médicos que atuam nessas unidades.

No Pará um grupo de médicos resolveu reagir de uma forma que não é inédita: registrar ocorrência policial. Esperamos honestamente que esses profissionais paraenses deixem clara a sua indignação, já que seria demais, nesses tempos que correm, esperar alguma racionalidade da burocracia, seja policial, seja sanitária, seja de qualquer outra esfera governamental.

http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/11/medicos-vao-policia-denunciar-precariedade-em-hospital-no-para.html

Oito médicos do hospital municipal de Parauapebas, no sudeste do Pará, foram até a delegacia de polícia da cidade denunciar a precariedade das condições de trabalho enfrentadas pela categoria no hospital público. Procurada pela reportagem, a prefeitura do município não se manifestou sobre as denúncias

No boletim de ocorrência registrado no início da semana, os profissionais relataram que estão sem condições de exercer suas funções por falta de medicamentos e materiais para a realização de exames. Eles denunciaram ainda que o neurologista e o psiquiatra foram cortados do quadro funcional do hospital. Por conta dos problemas enfrentados, os médicos disseram que irão diminuir o atendimento à população, atendendo apenas os casos de emergência.

No local são atendidas, em média, cerca de 300 pessoas por dia. A falta de condições que assegurem o atendimento dos pacientes trouxe transtornos para uma dona de casa, moradora da zona rural de Parauapebas, que trouxe o filho com fortes dortes de barriga pela manha e às cinco da tarde procurou outra opção.

Hospital de Curitiba – Nova escola base pode estar sendo produzida

Não faltam elementos de comparação, inclusive o comportamento mediático-policial em ação combinada. Cria-se uma situação tal que a defesa já está comprometida e a exaltação condenável do furor punitivista se exacerba.

A matéria abaixo, útil para reflexões, saiu no Observatorio da Imprensa e está em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/radios/view/gt_gt_a_imprensa_nao_e_intocavel_lt_br_gt_gt_gt_uma_nova_escola_base

Uma nova escola Base?

Embora tenha surgido de um evento extremamente grave, no qual um dos tabloides de Murdoch se envolveu em atos criminosos para aumentar seu público, a criação de uma instância externa para mediar as relações da imprensa com a sociedade cria um precedente importante a ser considerado em outros países.

A questão da liberdade de imprensa costuma ser confundida com liberdade de expressão, e, no caso dos jornais populares da Inglaterra, sempre serviu de proteção para comportamentos abusivos.

A criação do órgão regulador derruba o mito de eficiência dos sistemas de autorregulação e abre espaço para abordagens mais racionais sobre a amplitude de ações da imprensa em geral.

No Brasil, esse debate se restringe às áreas de atuação dos três principais diários de circulação nacional e ignora a ação dos títulos chamados populares, muitos dos quais pertencem às mesmas empresas que editam os grandes jornais.

Na periferia do jornalismo representado por Folha, Estadão e Globo, circulam centenas de publicações que não atendem aos mais básicos requisitos de responsabilidade, produzindo conteúdos semelhantes aos que levaram ao fechamento do News of the World.

Tais jornais costumam alugar suas páginas para grupos políticos durante os períodos eleitorais e formam redes dedicadas a espalhar boatos e dossiês que influenciam os resultados das urnas.

Além disso, convém manter na memória o casjo da Escola Base, ocorrido em 1994, quando praticamente toda a imprensa – em São Paulo, a exceção foi o extinto Diário Popular – entrou no delírio de um delegado de polícia, que acusou os donos de uma escola infantil de abusar de crianças.

Atualmente, está em curso outro caso que pode representar uma reincidência da mídia: trata-se da acusação feita a uma médica, apontada como chefe de um esquema de prática de eutanásia num hospital de Curitiba.

Embora a polícia aponte evidências, há dúvidas suficientes para aconselhar a imprensa a evitar a condenação antecipada das pessoas acusadas.

E se a polícia estiver errada

Sindicato dos policiais civis de Minas Gerais se filiou à UGT

Nesta terça-feira (11), após longo processo de negociação entre categoria e direção sindical, o SINDPOL/MG se filia a UGT – União Geral dos Trabalhadores -. A filiação foi selada formalmente com a cordial visita do presidente da UGT, o deputado federal e médico legista Dr. Ademir Camilo que, se reuniu com a direção do SINDPOL/MG e selou o compromisso de defesa e profícua caminhada sindical junto aos policiais civis de Minas Gerais. Em sua fala, o deputado e presidente da Central disse que é uma decisão feliz que está sendo tomada, e que pessoalmente se empenhou muito para esta filiação do SINDPOL (Sindicato dos Serevidores da Polícia Civil)/MG, pois o mesmo faz parte da categoria policial e sempre sentiu a necessidade de estar mais junto e presente nas lutas da classe, fato que a gora esta se consumando, disse que como dirigente da central sindical em Minas e como deputado federal e policial civil que é, quer, pode e vai fazer muito mais pelo resgate da categoria, pela melhora nas condições de trabalho e pela busca de maior valorização para a instituição e seus operadores, e que fará isso juntamente com o SINDPOL/MG, uma das mais importantes entidades sindicais do Brasil, e que agora, filiado à UGT, passa a estar mais fortalecido. O presidente do SINDPOL/MG disse que diante das circunstâncias atuais no cenário sociopolítico e econômico de nosso estado, bem como diante da desafiadora conjuntura de busca de melhora da segurança pública, de redução dos índices de criminalidade e da necessária valorização de polícia judiciária, diante de um quadro de sucateamento, falta de investimento e fragmentação entre as entidades que representa a categoria a filiação a uma central forte e autônoma como a UGT é uma das alternativas para bons resultados a médio e curto prazo, e o deputado Ademir Camilo além de ser da categoria é um parlamentar batalhador pelas classes e sindicatos que representa e sempre demonstrou denodo, empenho e dedicação em seu mister. Soma-se a isso a necessidade que a Polícia Civil tem e o SINDPOL/MG, de ter “padrinho” no Congresso Nacional para defesa de suas teses, matérias e projetos que se encontram em tramitação, e o deputado firmou este compromisso com o SINDPOL/MG e categoria por nós representada, é uma via de mão dupla: filiamos-nos à UGT e nos fortalecemos mutuamente. DeliberaçõesO SINDPOL/MG na última quinta-feira (6), em reunião da diretoria com participação do Conselho Fiscal já havia deliberado pela desfiliação à CSB – Central Sindical Brasileira – que o SINDPOL/MG se encontrava filiado desde dezembro de 2011, e ingresso à UGT pelos motivos já expostos e ainda em razão dos frequentes ataques e fragmentações dirigidos por outras entidades sindicais do mundo do trabalho, logo, o SINDPOL/MG necessitava de blindagem e fortalecimento nas suas atuações.e nesse sentido foi que, por unanimidade, toda a direção do sindicato aprovou este processo de desfiliação. O presidente da UGT e do SINDPOL/MG agendou para o início de janeiro um ato de solenidade de filiação e posse à UGT. O presidente Denílson Martins disse ainda que com essa decisão o SINDPOL/MG e a Polícia Civil ganham mais força para a longa jornada rumo à modernização e valorização dos trabalhadores da Polícia Civil. http://www.ugt.org.br/NoticiasZoom.asp?RecId=5261&RowId=8d140000 (Navegador Maxthon)

Exercício ilegal da Medicina pode estar colocando em risco pacientes do DF

A saúde da população do Distrito Federal está em risco. Na capital federal, sede do governo federal e do Congresso Nacional, hospitais privados estão empregando o crime (exercício ilegal da medicina) e permitindo que pessoas que passam por intervenção cirúrgica fiquem expostas a um grave risco, previsível e evidente. Será que a maximização de lucros e ganhos justificada colocar em tamanho risco vidas humanas?

A denúncia já circula na Internet.

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A matéria pode ser lida no site “Brasília em Tempo Real”, o link está no final da transcrição:

A prática ilegal de substituir médicos auxiliares por técnicos em enfermagem durante cirurgias também é recorrente em hospitais privados de pequeno porte. Sem fiscalização rigorosa, gestores de unidades menores e mais afastadas do Plano Piloto usam mão de obra inadequada no tratamento de pacientes. Até ontem, as denúncias se limitavam sobre os cinco maiores estabelecimentos de saúde da capital. Depois de o Correio publicar reportagens com as supostas irregularidades, vários funcionários de centros menos expressivos procuraram o sindicato da categoria para contar o que acontece nas salas de operações.

Um homem que trabalha em um hospital da Ceilândia, por exemplo, revelou ser comum o exercício ilegal da atividade médica. “Os hospitais mais conhecidos ficam em evidência porque estão no centro da cidade e atendem a um público de classe econômica mais elevada. Mas o que ocorre nos hospitais das localidades pobres é muito mais absurdo. A regra, neles, é não ter médico auxiliar”, reclamou.

Uma enfermeira pediu demissão de um hospital de Taguatinga por sofrer coação quando ainda trabalhava como técnica, há quatro anos. “Não aguentei as pressões e as humilhações. Todo mundo considera o técnico dispensável, sem importância e, por isso, resolvem pisar. Como eu queria ser mais respeitada, pedi as contas e passei a me dedicar somente à faculdade (de enfermagem)”, contou a mulher, hoje servidora da Secretaria de Saúde do DF.

As ilegalidades que vieram a público estremeceram a relação entre médicos e auxiliares, além de provocar a antipatia dos gestores. Discussões entre profissionais têm se tornado constante no ambiente hospitalar. Para piorar, patrões deixaram o campo das ameaças e passaram a assinar dispensas. Ontem pela manhã, a direção do Hospital Anchieta, em Taguatinga, dispensou, por justa causa, 21 técnicos. Os administradores da unidade alegaram que a medida foi motivada pelo movimento orquestrado pelos profissionais no último dia 13, quando parte deles paralisou as atividades por alguns minutos. Eles exigiam o fim do desvio de função no centro cirúrgico (leia mais na página 22).

Para piorar, as condições de trabalho nas unidades de saúde de menor porte contribuem para o erro. No Conselho Regional de Enfermagem (Coren), pelo menos dois processos foram abertos para apurar falhas supostamente cometidas por técnicos. O sindicato da categoria argumenta que os técnicos ficam mais vulneráveis a equívocos por se sujeitarem a jornadas exaustivas. “Tem funcionário que trabalha em três hospitais para conseguir sustentar a família. Chega a ficar 36 horas sem dormir, pingando de um hospital para o outro. Essa rotina é necessária porque o nosso piso, de R$ 680, é um dos mais baixos do país”, reclamou o diretor administrativo do Sindate, Jorge Viana.

Desconfiança

Hoje, o DF conta com uma rede de 48 hospitais particulares. Eles são responsáveis por atender quase 30% da população. Mesmo assim, a qualidade no atendimento é questionada. Estabelecimentos antes considerados referência, como o Santa Lúcia, enfrentam a desconfiança dos moradores por sucessivos episódios de supostas falhas e falta de cuidado com os pacientes. Em 1986, Pedro Júnior Rosalino Braule Pinto, o Pedrinho, foi roubado da maternidade da própria unidade de saúde.
http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=30&mes=11&ano=2012&idnoticia=123933

Crack: a distorção da realidade entre declarações, ações e fatos

A população anda incomodada com a proliferação descontrolada do crack, seus danos e suas consequências lamentáveis, que incluem aumento da criminalidade e a perda de vidas e de qualidade de vida, para dependentes e seus familiares. O sofrimento abate muitas famílias, junto com prejuízos de toda ordem.

As pessoas se queixam da ineficácia das ações e observam a distância entre as declarações de autoridades e técnicos oficiais e a realidade.

No estado de Minas a Assembleia organizou uma Comissão Especial para o enfrentamento do crack, mas a opinião pública aguarda ansiosamente providências eficazes, efetivas, resolutivas e consistentes que sejam perceptíveis e possam aliviar essa deplorável situação que afeta milhões de pessoas.

O site da Assembleia mineira divulgou matéria sobre a gravidade do problema também no município de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço.

http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/11/30_audiencia_crack_coronel_fabriciano.html?origem=boletim

“Município pede
investimentos no
tratamento de
dependentes

Para autoridades de
Coronel Fabriciano, essas
ações podem reduzir a
violência na cidade.
Aproximadamente 60% dos
38 homicídios registrados
este ano em Coronel
Fabriciano (Vale do Rio
Doce) têm relação direta
com o tráfico e o uso de
drogas. A informação foi
transmitida pelo
comandante da 12ª Região
da Polícia Militar, coronel
Geraldo Henrique
Guimarães da Silva, em
audiência pública da
Comissão Especial para o
Enfrentamento do Crack da
Assembleia Legislativa de
Minas Gerais, realizada
nesta sexta-feira (30/11/12).
O reforço da rede de
tratamento dos dependentes
químicos foi uma das
principais ações defendidas
na reunião para conter o
tráfico e o consumo do crack
no município. Para a
promotora de Justiça Juliana
da Silva Pinto, as
comunidades terapêuticas
da cidade, conduzidas por
grupos e igrejas locais,
precisam ser divulgadas e
ampliadas, inclusive com o
apoio de investimentos
públicos.
O deputado Paulo Lamac
(PT), autor do requerimento
para a realização da
audiência, lembrou que já
existem editais do Governo
com incentivos previstos
para essas instituições. O
parlamentar destacou, no
entanto, que por falta de
qualificação muitas dessas
comunidades terapêuticas
têm encontrado dificuldade
para acessar a verba. “Têm
sobrado vagas desses
editais. Por isso, estamos
prevendo, para 2013,
recursos no orçamento para
preparar essas instituições
no sentido de pleitear esses
investimentos”, afirmou.
Como reforço à rede de
tratamento, a psicóloga da
Secretaria Municipal de
Saúde, Juliana Correia de
Andrade, anunciou a
instalação de um Centro de
Atenção Psicossocial –
Álcool e Droga (CAPS-AD)
em Fabriciano, prevista para
agosto de 2013. Ela
destacou, no entanto, a
medida como uma
alternativa complementar
ao trabalho que já vem
sendo realizado pelas
comunidades terapêuticas.
“Não podemos abrir mão de
nenhum recurso que
compõe a rede de
tratamento. Todas as
alternativas são importantes
e vistas como formas de
tratamentos diferentes para
sujeitos que são diversos”,
destacou.
Reforço na estrutura das
polícias também foi
reivindicado
O delegado de Polícia Civil,
Paulo César Assumpção
Dettogie, alertou sobre a
falta de estrutura adequada
para o tratamento dos
presos que são dependentes.
“Cadeia não recupera
ninguém. Por isso mesmo,
80% deles são reincidentes.
Este é um trabalho de médio
e longo prazo”, afirmou. Na
audiência, ele também
defendeu a criação de um
Batalhão da PM e de uma
regional da Delegacia Civil,
com um serviço de
inteligência bem
estruturado, para a
repressão do tráfico em
Fabriciano.
Segundo o coronel PM
Geraldo Guimarães, um dos
pontos críticos da rede de
combate ao uso do crack é a
falta de um centro de
internação para
adolescentes infratores na
região. “Já temos local e
recursos assegurados, mas o
processo de implantação é
lento”, pontuou. A
expectativa é de que a
licitação do projeto
executivo do centro, que
será construído em Santana
do Paraíso, seja publicada
em janeiro de 2013.
Para evitar a proliferação do
crack na cidade, a juíza da
Vara Criminal da Comarca
de Coronel Fabriciano,
Beatriz dos Santos Vailante,
sugeriu ações de prevenção
direcionadas aos jovens e
crianças de famílias
carentes, como a realização
de oficinas e palestras em
escolas públicas, a oferta de
atividades extra-escolares e
o apoio psicológico no caso
daquelas que forem
vitimadas pelas drogas. “A
situação está gravíssima e
reflete diretamente no
judiciário, nas ações e
condutas ilícitas que
registramos para viabilizar a
aquisição da droga”,
destacou.
Como ação preventiva, o
coronel Geraldo Guimarães
destacou o trabalho que
vem sendo desenvolvido no
Programa Educacional de
Resistência às Drogas
(Proerd), que atendeu 15 mil
crianças de escolas públicas
e privadas no município,
nos últimos dez anos. “A
meta, para os próximos dois
anos, é que 100% dos
estudantes sejam
beneficiados”, afirmou.
O deputado Celinho do
Sinttrocel (PCdoB)
apresentou alguns dados
alarmantes da Confederação
Nacional dos Municípios
relativos ao uso de drogas.
Segundo ele, 93% dos
municípios brasileiros
registram número
expressivo de consumo de
entorpecentes, que tem se
alastrado por todas as
classes sociais. Na ocasião, o
parlamentar destacou ainda
que a falta de um órgão
especializado no combate às
drogas é uma das causas do
cenário preocupante. “Em
Minas, dos 853 municípios,
apenas 135 afirmaram ter
um Conselho Municipal
Antidrogas, e 30 informaram
possuir CAPs”, disse.”